História Um Ban, sem Elaine. - Capítulo 2


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, Escanor, Gowther, Jericho, Meliodas, Merlin
Tags Baine, Ban, Banlaine, elaine
Visualizações 53
Palavras 1.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


VOLTEI irraaaaaa
Bem rapidinho né?

Prometo que vou atualizar as outras, okay?

Por hora... Fiquem com mais um capítulo dessa fic ❤️

Boa leitura

Capítulo 2 - Prazer, eu sou Elaine.


Fanfic / Fanfiction Um Ban, sem Elaine. - Capítulo 2 - Prazer, eu sou Elaine.






__P o n t o  d e  v i s t a : B a n__ 


Minha cabeça doía. Vozes eram ouvidas ao fundo. Aos poucos vou abrindo os olhos. Minha visão estava turva. O lugar tinha um cheiro familiar. 

— Hunm, que bom que acordou gatinho. — Sinto um corpo sob o meu. 

Aquela voz. 

Finalmente consigo olhar perfeitamente para a pessoa a minha frente, e me assusto ao ver Jericho nua, enquanto sorria pra mim. 

— AAAAAAAAAAAAAH. — Berro tirando ela de cima de mim. Ao me movimentar acabo caindo no chão.

— Droga. — Levo a mão até minha cabeça. 

— B-Ban o que foi? — Jericho pergunta confusa. Ela me olhava com medo e ao mesmo tempo preocupada. 

— V-você, que merda... O que você tá fazendo na minha casa? — Questiono confuso. 

— Viemos pra cá ontem depois da festa do Meliodas, não tá lembrado? — Ela ri. — Nós extrapolamos ontem a noite. 

— O que?? — Olho pra ela espantado. — N-não, ontem eu estava em casa, com a minha mulher. A gente se viu quando eu levei meu filho pro parque, eu te dei uma carona, e foi só isso. Depois eu acabei brigando com a Elaine... Elaine, droga. — Saio correndo do quarto. Assim que saio percebo que não estou em casa. Eu estava no meu antigo apartamento. Apartamento que eu dividia com Meliodas e Gowther. — Que porra tá acontecendo? 

Estava tudo no mesmo lugar. Nossas fotos de infância, nossos troféus e medalhas dos jogos da escola. O vídeo game, o sofá velho e duro no qual eu amava deitar. O cheiro de vômito e cigarro. Tudo do mesmo jeito. 

Me assusto ao me ver no espelho. Meu cabelo estava grande, do mesmo jeito que era no colegial. 

— Ban, o que tá acontecendo com você? — Jericho se aproxima rindo. — Acho que você ainda está sob o efeito do álcool.

— Q-que dia é hoje? — Questiono confuso. 

— Terça, dia 26 por quê? 

— De qual ano? — Questiono. 

— Como é? — Ela ri assustada. 

— O ano Jericho. — Rosno. 

— 2015 ué. — Ela dá os ombros. — Você tem certeza que está bem? E-eu acho que vou chamar o médico. — Diz aflita. 

— I-sso não faz sentido. Em 2015 eu já era casado com a Elaine... — Levo as mãos na cabeça. Tudo estava errado. 

— Casado? — Jericho ri sem humor. — Que piada é essa, Ban? E quem é Elaine? Você prometeu que não ficaria com ninguém. 

Meu Deus o que tá acontecendo? — O desespero tomava conta de mim. 

— Nós temos que ir pra aula, se veste. Estamos atrasados. — Jericho anda até o quarto. 

— Aula? Eu já terminei os estudos. Tenho 18 anos. — Digo óbvio. 

— Você repetiu ano passado, assim como Meliodas e Gowther. Acho bom se trocar rápido e ir pra aula se não quiser passar mais um ano na escola. — Ela ri. 

— Como assim repeti? Não, eu recuperei tudo. Dreyfus, ele colocou a Elaine pra me ajudar, graças a ela eu passei de ano. — Conto a ela o que aconteceu. 

— De novo com essa história de Elaine? Vá tomar um banho gelado, quem sabe assim não ajuda. — Diz irritada. 



[...] 

Minha cabeça estava em total confusão. Eu não deveria estar indo pra aula. Eu deveria estar tomando café da manhã, com a minha mulher e meu filho. Eu devia estar nesse momento rindo do jeito bobo do Lancelot, devia estar o levando para a escola. 

Isso tá errado. 

— Baaaan. — Meliodas grita vindo em minha direção. 

— Capitão. — Suspiro desanimado. 

— Ei, cara. O que foi? — Meu melhor amigo me puxa pro canto. 

Eu pensei em lhe contar, mas como eu iria dizer ao meu melhor amigo que eu voltei no tempo. Que ontem eu estava casado, com meu filho e minha mulher e hoje eu estou em 2015, um ano no qual eu não vivi dessa maneira.

— Ban? — Meliodas me tira dos meus devaneios. 

— E-eu acordei com uma dor de cabeça terrível. — Minto. — Foi só isso. 

— Ah, certo. Mas ainda vamos treinar depois do almoço, okay? — Meliodas me acerta um cascudo. 

— Okay, tampinha. — Sorrio esfregando seus cabelos. 


[...] 

Merda, eu tinha esquecido de como era um saco ir para a escola. Estudar é horrível, eu agradeço muito a minha loirinha inteligente, que me ajudou a passar de ano. Elaine sempre foi muito nerd, tanto que quando ela me ajudou, a mesma estava no segundo ano, e eu no terceiro. Ou seja, ela era mais nova, e eu burro o mais velho. 

Paro de sorrir no mesmo instante. 

2015, ela ainda estava aqui. — Sorrio eufórico. — Porra, ela tá no terceiro ano. — Corro feio um idiota até as salas do terceiro, mas todas estavam vazias. — Desgraça. 


Meu corpo trava ao escutar aquela risada fofa. Os pelos do meu corpo se arrepiam, e instantâneamente brota um sorriso em meus lábios. 


Sim, eu te falo mais tarde. Talvez dê tempo de ir com você. — Ela se despedia de outra menina. 

Seus olhos se cruzam com o meu, ela me olha assustada, afinal eu estava parado no meio de uma sala vazia.

Precisa de ajuda? — Questiona tímida. Ela ficou vermelha assim que disse essa simples pergunta. Delicadamente ela coloca uma mecha de seu cabelo para trás. 

— Preciso. — Engulo seco. Minhas mãos soavam e meu nervosismo era nítido já que eu eu não conseguia parar de tremer as pernas. 

Que merda tá acontecendo comigo? Caralho Ban é a sua mulher. Eu não sabia o motivo do porque eu estar agindo feito um virgem. Minha mulher estava ali, diante de mim. Não era pra eu estar nervoso, eu falo com ela todos os dias. Eu transo com ela quase todas as noites. É patético eu agir assim. 

— O que você quer? — Sorri gentil. 

Você. 

— N-não sei. — Desvio o olhar. — Você é presidente do Grêmio, não é? 

— Sim. Prazer, eu sou Elaine. — Ela me estende a mão. 

— Sou Ban. — Sorrio desajeitado. 

— Eu sei, co-capitão do time de futebol. — Ela ri. — Você é uma lenda. — Me elogia. 

— Você sabe alguma coisa sobre viagem no tempo? — Pergunto, mas me arrependo ao ver a cara de confusão dela. — Algum livro que fala sobre isso. — Tento dar uma desculpa. 

— Bom... Tem um livro de romance. Mas talvez você não goste, pelo gênero ou talvez você esteja procurando algo mais científico? 

— De romance está ótimo. — Sorrio. 

— Okay, pode ler esse aqui. — Ela tira da mochila um livro azul. — Ele é meu, mas eu posso te emprestar.

— Obrigada. 

— Não tem de que. — Sorri meiga. — Eu já vou. Quando terminar é só me procurar. 

— Elaine. — Eu a chamo. 

— Oi? 

— Também preciso de ajuda com algumas matérias. Será que você poderia me dar aulas? — Pergunto envergonhado. — Eu pago. 

— Ah, tudo bem, Ban. Podemos ver isso depois? Eu tenho que ir, posso te procurar depois do almoço? 

— Eu tenho treino. — Explico.

— Eu vou até lá, não se preocupe. — Ela sorri meiga. — Até mais. 

— Até. 


[...] 

— Meu Deus, ele está lendo. — Gowther me olhava surpreso. — Elefantes vão voar apartir de hoje. — Ele zomba. 

Era hora do almoço. O refeitório estava cheio, então Ban e seus amigos decidiram comer ao ar livre. Eles estavam em uma mesa mais afastada das outras. Próximo a quadra. 

— Haha, muito engraçado. 

— Deixe me ver. Hunm, e se fosse diferente. — Meliodas pega o livro de minhas mãos e lê o título. — Romance? — Ele gargalha. — O que é isso aqui? Este livro pertece a Elaine Mihai <3 — Todos na mesa me olhavam com malícia. 

— Elaine é? Tá tentando bancar o inteligente para alguma gatinha? — Escanor ri. 

— Não enche. — Ban rosna e pega o livro de Meliodas. 

— Quem é Elaine, Ban? 

Todos esperavam sua resposta na mesa. Inclusive Jericho que estava dando um gelo no platinado por conta do ocorrido mais cedo. 

Ban não teve tempo de responder. Uma imagem que fez seu sangue ferver, o fez ir caminhando até o casal que brigava. 

Elaine estava cabisbaixa, tentando não chamar a atenção. Já o garoto queria dar um show. Ele gritava e chingava a loira, que nada fazia além de se encolher. 

Elaine dava passos pra trás ao ver a aproximação de Gloxinia. A loira para de andar ao bater suas costas na árvore. 

Foi tudo muito rápido. Quando Gloxinia estava prestes a bater em Elaine, um soco foi acertado em seu rosto. 

— SE TOCAR NA MINHA MULHER, EU MATO VOCÊ. — Berra com ódio segurando Gloxinia pelo colarinho. 




Notas Finais


Eita PORRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Ia ser uma fanfic de 2 capítulos, porém eu adicionei mais um :) então são 3 haha

Desculpem se tiver erros, eu corrijo depois <3

É isso ...


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