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História Um banho quente - Capítulo 1



Notas do Autor


Se liga ae, eu e o Gustavin decidimo fazer um collab, que eu gostei MUITO de fazer
a primeira parte da história foi ele quem escreveu, eu complementei com a segunda parte escrita por mim
enfim, boa leitura!

Capítulo 1 - Quer participar?


Fanfic / Fanfiction Um banho quente - Capítulo 1 - Quer participar?

Izuku Midoriya era um garoto de cabelos verdes, olhos da mesma cor, quatro sardas simétricas em cada uma de suas bochechas, estatura média, e uma quantidade grande de músculos em seu corpo.  

Esse mesmo garoto, estava em sua casa enquanto mexia em seu celular até que ouviu alguns sons na parte de baixo da sua casa e decidiu ir lá para averiguar o que que estava acontecendo 

Izuku: Será que tem alguém em casa? – Disse o esverdeado para si mesmo enquanto devia as escadas 

Assim que chegou na sala de sua casa o esverdeado se separou com sua mãe conversando com sua amiga, essa amiga não era nada mais nada menos que a heroína que ocupa o top 10 no ranking de herói, Ryuko Tatsuma, ou como era conhecida pela mídia, “Ryukyu, a Heroína Dragão” 

Ryuko era uma mulher com seus vinte e seis anos, de tamanho médio, magra, cabelos loiros e curtos, lindos olhos amarelos, seios valuposos, uma coxa divinamente grande, bunda empinada e lindos dentes afiados 

Inko e Ryuko eram amigas, por isso sempre uma ia na casa da outra, e normalmente Izuku ia junto de sua mãe, por isso ela e Izuku já tinham se visto bastante. E com o passar do tempo, Izuku começou a criar sentimentos por Ryukyu por ela sempre tratar ele bem, ser a mulher mais linda do mundo na opinião dele e o fato dela ser a heroína mais incrível do mundo na sua opinião. Mas por conta de sua diferença de idade, ele sempre pensou que Ryuko nunca gostaria dele por conta de sua diferença de idade que atingia nove anos 

Mas diferente do que o esverdeado pensava, Ryuko também acabou despertando sentimentos por Izuku, ela sempre o considerou a alma mais bondosa desse universo e isso fez com que com o passar do tempo ela se apaixonasse por Izuku, mas assim como ele, a mesma tinha certeza que o sardento não gostaria dela por conta de sua idade  

Assim que Izuku chegou na sala sentiu seu coração apertar quando viu a cena de Ryuko sorrindo enquanto conversava com Inko, aquele sorriso que ele com certeza não trocaria por nada na sua vida  

Izuku: Oi Ryuko, não sabia que você vinha aqui hoje, não que eu esteja reclamando. – Disse o esverdeado acenando para Ryuko enquanto a mesma corou um pouco e ficou com um sorriso bobo no rosto 

Ryuko: Oi Izuku, eu já terminei minha patrulha de hoje e decidi dar uma passada por aqui. – Respondeu a loira com um sorriso contagiante  

Inko: Ei, Ryuko, sua roupa está um pouco suja, tem algum motivo pra isso? – Pergunto Inko apontando para a camisa da heroína 

Ryuko: Deve ter sido coisa de uma luta que eu tive hoje, ele tinha o poder de manipular poeira e por isso eu estou com a roupa um pouco suja. 

Inko: Se você quiser, pode tornar banho aqui e eu te empresto umas roupas minhas. 

Ryuko: Seria uma gentileza. 

Inko: E Izuku, sem espiar a Ryuko enquanto ela toma banho, ouviu, seu safadinho. – Disse Inko rindo deixando Ryuko e Izuku corados 

Izuku: Mã-mãe. - O garoto ficou extremamente envergonhado com tal frase, principalmente por se tratar da mulher que gostava. Ele também estava nervoso por pensar que Ryuko o veria como um pervertido que não tem qualquer respeito e aproveita todas as oportunidades para invadir a privacidade de uma dama. 

Ryuko: I-Inko, não se preocupe, tenho certeza absoluta de que o Izuku não é esse tipo de garoto, ele é muito gentil e respeita bastante as pessoas, então é impossível isso acontecer. — Manteu a postura diante da situação. Apesar de falar aquilo para a mãe do garoto tirar esse pensamento, internamente tinha o desejo de que, por mais improvável que fosse, Midoriya a olhasse de outra maneira, não como apenas a amiga da sua mãe que o trata bem. — Enfim... Irei tomar meu banho. — E foi andando até o banheiro. 

O garoto ficou aliviado por Ryuko não ter ligado para o comentário, suspirando e deixando escapar pela sua boca um baixo “Ufa...”. 

Inko: Vou logo pegar as roupas pra ela. — Foi caminhando para o quarto.

Após o pequeno momento vergonhoso para Izuku, e após ambas saírem, deixando-o só, o garoto se pegou com os batimentos rápidos.

Seu coração ainda palpitava acelerado pelo que foi dito por Inko — mesmo sendo a mulher que o faz sentir ansiedade e alegria apenas pela sua presença, Midoriya não conseguia se ver espiando a heroína. Seria errado, não? Afinal, isso era um total desrespeito com ela! Além do mais, havia a questão da idade... Izuku tinha certeza absoluta de que ela não o aceitaria. Caso tentasse se confessar, poderia prejudicar a relação, na pior das hipóteses perderia totalmente o contato com Ryukyu, algo que se culparia para o resto da vida!

Enquanto os pensamentos tomavam conta do garoto, a heroína Ryuko já estava no banheiro. Ela tirou as vestimentas e deitou-se na banheira, sentindo o corpo relaxar depois de um dia  árduo de trabalho contra os vilões da cidade. Fechou os olhos, com sua pele submersa na água e não podendo ouvir nada no local, fazendo desse o banho perfeito.

Ryuko: Que relaxante...

Num momento tão calmo como esse, em que apenas aproveitava para descansar, algumas lembranças vieram à mente da mulher. Lembranças essas que eram alegres, curiosas, antigas e recentes — e também se lembrou da frase que a fez corar e ficar envergonhada tanto quanto Midoriya. Recordar o que Inko havia dito foi o suficiente para sentir o rosto ficar avermelhado e se questionar. Poderia Izuku ser capaz de espiá-la sem que soubesse? A resposta era não, obviamente, mas e se sem querer ele acabasse a vendo?

Com certeza pediria desculpas diversas vezes, com os olhos fechados para não ver mais do que devia — o que seria um tanto quanto cômico. No entanto... Ele a acharia bonita...?

Não sabia dizer, mas imaginava o garoto falando de forma tímida o quanto a achava linda. Se pelo menos pudesse ouvi-lo confessar isso seria um sonho realizado.

De repente alguém bateu na porta, pedindo licença para poder entrar — Ryukyu soube na hora quem era.

Inko: Ryuko, aqui estão as roupas pra você! — Ela as deixou num banquinho que havia ali. — Eu também vim dizer que vou estar fora de casa por algumas horas, então, qualquer coisa, pode pedir ajuda pro Izuku.

Ryuko: Entendo. Não se preocupe, pode sair sem problemas.

Inko: Obrigada!

Inko saiu do local, pegando sua bolsa e caminhando até Midoriya, que estava usando fones para ouvir suas músicas.

Inko: Estou saindo de casa, Izuku. Acho que vou demorar algumas horas, então ajude a Ryuko sempre que ela pedir. Fique bem, já vou indo!

Com sua saída, os dois estavam a sós — mesmo que Izuku ainda pensasse estar com sua mãe por não tê-la ouvido.

Era o momento ideal para ambos terem uma conversa sem que ninguém os atrapalhasse. O pensamento de Ryukyu era esse quando soube que Inko estava de saída, porém temia o que podia ocorrer. O garoto poderia achá-la estranha por uma mulher se apaixonar por alguém mais novo, o que deixaria a relação um pouco esquisita, consequentemente resultando num distanciamento e contato perdido.

Ryuko: Melhor parar de pensar nessas coisas, Ryuko. Você é uma mulher, e ele é apenas um adolescente... — Falou para si mesma, tentando mudar o sentimento que tinha por Midoriya, apesar de saber que era em vão.

Na sala, Izuku se levantou do sofá, caminhando para o seu quarto. Não prestava muita atenção por onde andava, então, em sua cabeça, estava indo exatamente para o cômodo que queria — mal sabia em que local da casa ia entrar...

Tudo podia ter sido diferente se Midoriya não estivesse tão distraído.

Quando pegou na maçaneta da porta e a virou, demorou alguns segundos para olhar à sua frente e notar onde estava. Ryukyu já encarava Midoriya, pois tinha percebido antes do garoto. Os olhos do jovem se moveram, então logo se deu conta, ficando de boca aberta e imóvel.

Izuku: ... AAAAAAH! EU SINTO MUITO, GOMENNSAI! SINTO MUITO MESMO! JÁ VOU SAIR--

Midoriya tentou dar meia volta, mas acabou escorregando, deixando a heroína preocupada com seu estado.

Ryuko: Izuku, fique parado e se acalme! — Ela se levantou para pegar a toalha e cobrir seu corpo, indo em direção ao garoto para ver se havia algum ferimento.

Midoriya tentou se recompor, sentindo uma leve dor por causa da queda. Ryuko se agachou para vê-lo melhor, pondo uma mão no rosto dele enquanto a outra segurava a toalha para não cair.

Ryuko: Ainda bem, você não está sangrando... Bom, pelo menos não na cabeça. — Deu um leve sorriso que fez Izuku corar, mas que também o reconfortou. Ele ficou admirado pela bondade da mulher, tanto que seus olhos brilharam. Era como se estivesse diante de um anjo puro e gentil.

Izuku: Eu... Sinto muito por ter causado problemas... — Ficou com a cabeça cabisbaixa. — Eu juro que nunca entraria se soubesse que era o banheiro! E-Eu tava distraído, e-e... — Midoriya se lembrou que estava com fones e segurando o celular. Os fones haviam caído, mas não estavam com problemas visíveis; o celular teve a película quebrada, por sorte a tela poderia estar intacta. — Q-Que bagunça...

Izuku pegou os objetos, ainda se culpando por ter cometido o erro de entrar no cômodo errado — se ele tivesse prestado mais atenção tudo teria sido evitado.

Izuku: Sinto muito, não queria te causar problemas. Você é incrível por ter me entendido, admiro muito isso em você... E-Eu vou entender se não quiser mais falar comigo.

Ryuko: Ei, ei, calma. Izuku, eu te conheço e sei que você não é um pervertido, na verdade você respeita muito as pessoas. — Acariciou os cabelos de Midoriya.

Não era possível, parecia que o coração de Izuku sairia pela boca por estar tão acelerado. Eles estavam muito próximos, e Ryukyu usava apenas uma toalha. Em sua mente martelavam várias perguntas: O que faria? Estar tão próximo dela com apenas uma toalha não é errado? Pediria desculpas e sairia correndo? Eles ainda seriam amigos? Ela o odiava?

Izuku: R-Ryuko, agradeço por ser tão gentil comigo. Você é uma pessoa incrível, sempre ajuda todo mundo e mantém a cidade segura... Uma verdadeira heroína! Não é de se surpreender que esteja entre os dez melhores heróis.

Midoriya falava cada palavra com sinceridade e uma calma surpreendente. Dava para notar que era genuíno, tanto os seus olhos quanto a voz confessavam tudo. Ryukyu ficava extremamente lisonjeada pelo jovem reconhecê-la como uma grande heroína. Para ela, tudo o que dizia significava muito. Ela achava que era o momento perfeito para perguntá-lo algo, pois nesse instante, bem na sua frente, Izuku estava dizendo todas as suas qualidades e méritos como heroína sem qualquer mentira em sua fala. Então Ryuko tomou coragem, logo dizendo o que queria.

Ryuko: Izuku, você me acha bonita?

Izuku: H-Hem? — A pergunta o pegou desprevinido.

Ryuko: Acha que sou bonita? — Repetiu, num tom calmo e paciente pela resposta.

Midoriya ficou nervoso. Se antes seu rosto estava corado, o tom que sua face tomou definitivamente era o vermelho puro; o coração estava tão agitado que podia explodir ali mesmo e morrer; os olhos inquietos pareciam estar prontos para sair do lugar.

Izuku: É-É c-claro que sim! Seu cabelo é tão atrante, seu rosto é a perfeição, e seus olhos são os mais lindos que eu já vi! E-E... Você é a mulher perfeita!

O garoto falou tudo o que achava. Estava muito envergonhado, queria pôr a cabeça em algum buraco feito um avestruz. "Pronto, agora ela vai me odiar!", assim pensava.

No entanto, o que a heroína fez o surpreendeu. Ergueu o queixo de Izuku, encarou os olhos esverdeados e foi aproximando o rosto de ambos. Midoriya ficou confuso nos primeiros segundos e cogitou hesitar, mas à medida que os lábios de Ryukyu iam chegando mais perto, mais desejava aquilo. O beijo que a heroína deu era gentil, doce e calmo. Izuku fechou os olhos, e seus braços lentamente iam envolvendo Ryuko.

Se separaram após alguns segundos, se entreolhando e logo iniciando outro beijo.

Ryukyu era experiente, colocava o seu corpo sobre o de Izuku e apimentava mais o clima. Midoriya perdia o fôlego rápido, ofegava mesmo que tenham sido apenas alguns segundos se beijando. A heroína acariciava o rosto do garoto. Não o pressionava, sabia que só ia se acostumar com o tempo.

Izuku nunca teve uma namorada, aquela era a primeira vez que fazia algo tão erótico e prazeroso.

Izuku: E se a minha mãe nos ver?...

Ryuko: Ela saiu e só volta depois de algumas horas, então só tem nós dois aqui...

Se olharam com luxúria, obviamente não iam parar por ali. Ryukyu teve a ideia de ambos tomarem banho juntos, pois assim poderiam aproveitar ainda mais o momento.

Ryuko: Que tal nós tomarmos banho juntos? — Perguntou com um tom sedutor, dando a entender o que estava planejando fazer.

Izuku: E-Espera, você quer que eu... T-Tire a roupa? Se formos tomar banho, então você...

Ryuko: Não tem problema se for você, mas tudo bem se não quiser isso. — Olhava-o com um desejo profundo, esperando a resposta do garoto.

Midoriya já estava bastante excitado, ansiava poder fazer algo a mais com a heroína, e ela com ele, cheios de pensamentos, rendidos ao desejo carnal de tocar um no outro — não havia como Izuku recusar aquele convite.

Ele estava tímido por ser a primeira vez que ficaria nu na frente de uma mulher, e também por ter de vê-la sem vestimenta alguma. Os músculos dele iam ficando expostos a cada peça que tirava, e Ryukyu apenas teve de se desfazer da toalha para ficar nua. Olhava cada detalhe do corpo de Midoriya e se deleitava apenas observando, mordendo os lábios de leve enquanto mais pensamentos não tão inocentes invadiam sua mente. Quando o garoto tirou toda a roupa, permanecia envergonhado, ficando de costas para a mulher. Ryuko notou e se aproximou por trás, esfregando os seios contra o corpo de Izuku e falando bem perto do seu ouvido.

Ryuko: Não tenha vergonha, você tem um belo corpo. — Ryukyu massageava as costas de Izuku com os seios grandes e macios enquanto passava as mãos pelo peitoral. — Você vai poder me tocar quando estiver na banheira...

Midoriya hesitou, mas não demorou muito tempo para perder um pouco da vergonha após a frase da heroína, logo se virando para ela. Ryuko se surpreendeu tendo a visão de frente de Izuku, só aumentando a vontade de estarem colados um no outro, juntos, na banheira. Tinha tantos músculos, nem podia-se imaginar que alguém tão puro e gentil poderia ter algo assim por baixo de algumas peças de roupa.

Ryuko: Deus te abençoou pra ter tudo isso... — Comentou, não sendo capaz de tirar os olhos de Midoriya. — Vem, pode entrar primeiro.

Izuku se sentou, ficando relaxado com a água quente percorrendo o seu corpo.

Izuku: Isso é tão... Bom... R-Ryuko?! — Viu a mulher entrar na banheira, porém bem mais próxima do que imaginava e num local que fez Midoriya olhar para o lado de vergonha.

Ryuko: Não tem problema eu me sentar aqui, né? — Questionou de uma forma tão natural que era como se fizessem isso todo dia.

Izuku: N-Não, s-sem problemas! — Os quadris dela encostando em seus colo o faziam ficar duro, exatamente o que Ryukyu planejava fazer.

Ryuko: Ei, lembra quando disse que você podia me tocar?

Izuku: S-Sim...

Ryuko: Fique à vontade.

Midoriya estava sem o que falar. Até tentou dizer alguma coisa, mas simplesmente desistiu — suas mãos disseram no lugar de sua boca. Conseguiu sentir os seios de Ryukyu quando os apertou, se impressionando por serem tão macios e bons de apalpar. Ryukyu gemia baixo com o toque, principalmente quando Izuku tocava os bicos com os dedos e via que aquela região era sensível. Ele continuou apalpando com uma mão enquanto a outra ia passando pelas coxas dela, chegando à sua intimidade e tocando-a, causando arrepios pelo corpo de Ryuko apenas com os dedos.

A mulher não podia acreditar que no mesmo dia o garoto por quem tinha sentimentos se confessou e agora tomavam banho juntos. Os toques de Izuku eram especiais, a ponto de ser capaz de somente ter um orgasmo com eles. No entanto, essas eram apenas as preliminares, ambos aguardavam o melhor que ia vir. Midoriya já esperou muito, queria logo penetrá-la com todas as forças que tinha.

Ryuko: Izuku, acho que chegou a hora...

Izuku: Mesmo? Então eu posso...?

Ryuko: Claro...

Com a permissão de Ryukyu, Izuku carregou-a para fora da banheira sem dificuldades, colocando-a contra a parede de costas. Sem querer perder tempo ele enfiou rápido e forte, arrancando gemidos da mulher que agora fodia. Perguntou a ela se poderia continuar naquele ritmo, sendo recebido com um sim manhoso e um olhar de quero mais. Midoriya o fez, entrando com força e em intervalos curtos de tempo. A heroína delirava não só com isso mas com os apertos em seus seios que a faziam se sentir no paraíso. Como um garoto tão gentil e aparentemente inocente era capaz de fazê-la ter o maior prazer? Há meses Ryukyu nunca teve uma foda que a fez gemer tanto e que a fizesse querer aquilo mais que tudo.

Implorava, suplicava para ir aumentando a força e velocidade. Suas unhas com certeza arranhariam o lençol da cama caso decidissem transar no quarto de Midoriya, mas pareciam ser capazes até de arranhar a parede do banheiro. Não só Ryukyu estava ganhando com isso como Izuku ficava motivado ao ouvi-la desse jeito, de costas para ele, literalmente pedindo e indo à loucura. Pôde notar a respiração do garoto sobre seu ombro, percebendo que ambos estavam gostando daquilo.

Ryukyu pensava que só iriam permancer naquela posição, porém Izuku surpreendeu ao parar com o que fazia e virá-la de frente para ele, iniciando um beijo de língua enquanto apertava a bunda de Ryuko. Passou as mãos pelas suas coxas, levantando-a para cima. A heroína enrolou a cintura de Midoriya com as próprias pernas, sentindo o pau do garoto entrando lentamente de novo em sua intimidade. Suas vozes eram abafadas pelo beijo, fechavam os olhos e aproveitavam cada segundo. Os minutos seguintes foram os melhores possíveis, com mordidas no pescoço, chupões, a foda mais incrível e muitos, mas muitos, beijos de línguas que tiravam o fôlego dos dois.

Quase perto do fim, não economizaram em se deleitar até a última gota, fazendo dos últmos momentos intensos e prazerosos a ambos num nível que não conseguiriam descrever em palavras. Izuku finalmente gozou dentro de Ryuko, cansado e extremamente ofegante. A heroína também atingiu o ápice, tão satisfeita quanto Midoriya. Ele olhou para ela, sorrindo de uma forma tão pura e inocente que nem se podia acreditar o que aconteceu ali no banheiro. No fim de tudo saíram do local e vestiram suas roupas. Quando Inko chegou só disseram que não houve nada demais. Ryukyu acabou se despedindo e indo embora depois, acenando para os dois e dando uma piscadinha que fez Izuku ficar corado.

Inko: Izuku, o que foi?

Izuku: Ah, n-nada, mãe, não foi nada...


Notas Finais


Um beijo da Batata e do Gustavin


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