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História Um bebê em minha vida - Capítulo 10


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consegui escreve-lo

Capítulo 10 - Passado


Fanfic / Fanfiction Um bebê em minha vida - Capítulo 10 - Passado

Tá tudo... tão escuro... será que eu... não... Eu prometi... naquele dia...

-------------1 Ano Antes-------------

Eu estava indo pro trabalho como o de costume, na época eu trabalhava na aeronáutica, na parte administrativa e até que eu gostava bastante. Ainda lembro daquela tarde, aquele sol, mesmo com tantas nuvens no céu ele ainda era visto.

P- vai querer ou não?

D- O que?

P- vamos lá Davi, um dia você vai ter que achar alguém pra Pelomenos ficar cara

D- olha Poul, eu vou achar alguém, mas quero que seja especial sabe...

P- finalmente, você vem, ou não? Vai ser divertido, prometo

D- (depois de passar algum tempo pensando, eu acabei aceitando o convite)

Assim que Saímos do trabalho, fomos para um tipo de balada que tava tendo perto do centro da cidade...

-------- na balada --------

P- iai, tá gostando? Tá cheio de gata aqui!

D- olha eu já disse que quero achar alguém com quem possa ficar sério e não posso faz...(Antes que pudesse terminar de falar um rapaz esbarrou em mim, quando olhei pra trás para o ver, percebi que o rapaz estava acompanhado de outras duas pessoas que não pareciam querer conversar...)

Eu fui em direção ao mesmo, sem coragem, mas o fiz mesmo assim, não sei o porque, porém quando estava chegando perto o show de luzes começou e ele sumiu junto aos rapazes em meio a multidão...

Passei mais uma hora lá com o Poul, mas depois fui embora.

Enquanto caminhava eu não lembro bem o que foi, mas resolvi ir pelo caminho mais longo, algo que não faço frequência... foi ai que em uma das ruas eu vi alguém sendo espancado por um homem...não sei se foi a bebida que tinha me deixado daquele jeito...mas eu não pensei duas vezes e fui em cima do mesmo, não podia deixar que algo assim acontecesse...

Eu logo comecei a bater no cara, ele obviamente devolveu o troco... e nessa ficamos por alguns minutos, foi ai que o golpearam por trás... e que conhecidência, era o mesmo rapaz de mais cedo...

D- Tudo Bem? (perguntei bastante ofegante)

R- (ele me olhou, fechou lentamente os olhos e começou a cair)

D- Ei! oi? (quando percebi que ele não estava mais conciente, o carreguei até uma emergencia que havia ali proximo)

--------*---algumas horas depois---*--------

Eu lembro que depois que o deixei no hospital, tentei descobrir algum contato para quem pudessem ligar e por sorte

uma carteirinha de plano de saude ajudou nesse quesito (pelo menos eu pensei que seria algo bom).

Voltei pra casa, troquei minhas roupas, tomei um banho, tentei cochilar, mas não consegui, foi ai que decidi que iria visita-lo no hospital...(ainda bem que o fiz)

--------*---no hospital---*--------

Quando estava me aproximando do quarto do rapaz...

@#@- O que você tem na cabeça ein? se você quer tanto assim morrer é melhor pegar logo uma arma e se matar! (logo após isso saiu de lá uma mulher que parecia realmente transtornada)

Me aproximei lentamente do quarto, e quando cheguei lá dei suaves batidas na porta, fo ai que eu vi ele enchugando as lagrimas em seu rosto...

D- tudo bem?

R- o maluco de ontem? não...

D- quer conversar?

R- não falo com estranhos... (ele falou enquanto virava a cabeça para o lado)

D- nem um que te salvou ontem?

R- (silencio, mas como se esperasse algo)

D- então tá bem... (como eu sou trouxa)

R- (pegou um ursinho d pelucia que estava ao seu lado) sabe Niko, eu só considero estranho alguém de quem eu não saiba nem o nome...( e deu um sorriso sarcastico olhando pro mesmo, como se quisesse que eu escutasse)

D- (dei meia volta e retornei para dentro do quarto) Prazer em te conhecer, me chamo Davi e fui eu que te trouxe pra cá ontem

Depois disso ele me devolveu um sorriso e começamos a conversar... era como se já nos conhecessemos a muito tempo, conversamos muito, nem deu pra perceber o passar do tempo no relogio...

D- o horario de visitas tá quase acabando, então eu acho que já é a ... (eu estava me levantando quando do nada a mesma mulher de hoje cedo que aliás eu agr depois de tanta conversa já sabia quem era, chegou com um homem e um casal de idosos)

Logo que eles cruzaram a porta, senti o rapaz (de quem até aquela altura eu ainda não sabia o nome) pegar em minha mão e segura-lá, senti que não deveria sair dali (e como eu estava certo)

M- viram o que eu disse, esse garoto não tem noção das coisas... e quem é você? (a mãe perguntou olhando pra mim)

R- É um amigo... (ele respondeu rapido)

A- Nós já tinhamos dito como esse garoto é um estorvo e um...

Então o clima que antes era calmo e um tanto alegre, agora deu lugar a um tenso e horrivel, a cada insulto que era proferido contra o rapaz, ele apertava cada vez mais minha mão... até que...

Enfermeira- Horario de visitas terminou

M- o medico disse que apartir de amanha você já está liberado, então venho lhe pegar amanhã cedo...(deu as costas e foi andando, o casal também a acompanhou)

D- (dava pra ver em meu rosto o quão revoltado eu estava com eles...) Se...

R- (ele apertou ainda mais minha mão quando viu que eu ia reagir, então parei)

-------alguns minutos depois-------

D- como você suporta isso? por isso esses machucados? (ele tinha alguns machucados que eram antigos já)

R- olha eu já tô acostumado com isso, sabe...

D- (não sei o que me deu) Vem comigo... pra minha casa...

R- o quê? eu acabei de te conhecer...

D- eu também, se você quiser vai puder sair a hora que quiser, só não posso deixar que volte pra eles...

R- ... eu...

Enfermeira- senhor, você deve sair agora...

D- então? o que me diz...

R- ...sim

D- Aguenta andar?

R- não muito bem

Enfermeira- você não pode leva-lo terei de chamar a segurança

Assim que a enfermeira se afastou eu sem pensar o peguei pelos braços e corri até o elevador

R- quando foi que eu deixei você fazer issoo?

D- Vai ter que me perdoar, mas até lá em casa, vai ser assim...

R- quer ser meu pai?

D- como?

R- ser meu pai, essa é a unica condição pra eu ficar com você

D- tipo aqueles negocios de ager regression?

R- isso (acenou que sim)

D- (enquanto o colocava em meu carro e via os seguranças atrás) fique quietinho e não tire o sinto ta bem filho?

R- (um rosto fofo de felicidade surgiu em seu rosto) é bebê papai!

D- qual o seu nome bebê? (perguntei enquanto fugia do hospital)

B- Benji!

D- ah! o seu ursinho (peguei o urso e joguei para ele) eu prometo que apartir de hoje eu nunca mais vou te deixar ouviu, eu TE AMO!

B- Ele sorriu

D- e não se preocupe que o papai vai deixar você seguro sempre, prometo, se quiser descansar...

B- (ele logo fechou os olhos e já estavamos bem longe do hospital...)

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Eu prometi que não iria te deixar, e não vou.



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