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História Um bebê em nossas vidas - Capítulo 18


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Notas do Autor


Esse capitulo vamos conhecer um pouco da vida do Klaus..

Capítulo 18 - Quem não gosta de um barraco?


Fanfic / Fanfiction Um bebê em nossas vidas - Capítulo 18 - Quem não gosta de um barraco?

P.O.V. NIKLAUS MIKAELSON

Fui até a Caroline na lanchonete, ela me mandou o endereço pelo celular e fica muito perto do hospital onde a Elena Gilbert está internada, depois que o namorado dela, no caso ex namorado exatamente, tentou matar ela por ver ela com o Damon Salvatore.

- Oi Loira. – Disse vendo Caroline.

- Oi, ah, que bom que você veio. – Ela me abraçou – Quase acontecia algo terrível. A minha amiga, Elena, tentaram matar ela no hospital.

- Que terrível Caroline, acha que o ex namorado dela pode ter feito isso?? – Perguntei cínico.

- Creio que não. O Matt é louco mas não tanto. Ele não vai querer perder o emprego, embora se a Elena denunciar, ele pode perder o distintivo. Seria ótimo pra aquele idiota.

- Mas a Elena, ela namorava tão pouco tempo esse Matt e agora ela está com o Damon?? – Perguntei, é melhor entrar na vida deles, saber de tudo o que se passa. 

- A Elena namorava o Matt fazia uns anos, o Damon era melhor amigo do Alaric e a Elena a melhor amiga da Josette, esposa do Alaric, eles sempre se odiavam, depois Alaric e Josette sofreram um acidente de avião e morreram, e ficou o Jake, o bebê deles, órfão e no testamento Alaric e Josette deixaram Elena e Damon para serem os novos pais do bebê. Isso eu entendo sabe? Porque se Elena e o Damon não aceitassem isso, o Jake ia pra a tia do Alaric, e a Carol Lockwood não é uma mulher muito agradável. Ela só queria roubar a herança do sobrinho. Então o Jake ia para um orfanato ou qualquer lugar assim... Ele ia ser rejeitado, triste né??

- É, muito triste – Disse para a Caroline, me lembrando da minha infância.

FLASHBACK ON

Estou na minha infância, com meus 8 anos. Tudo que eu queria era meu pai Mikael me desse atenção e que brincasse comigo. Mas ele sempre me ignorava, nunca tinha tempo pra mim.

- Papai, brinca comigo? – Perguntei quando ele ficava no seu escritório escrevendo, depois quando cresci vi que o que ele escrevia era planos de como matar sua próxima vítima.

- Não posso Niklaus, não vê que eu estou trabalhando?? Porque você não vai procurar algo de útil? Você nunca faz nada de aproveito só quer brincar, a vida não é um parque de diversões, onde só vai ter brinquedos pra você viver brincando.

- Mas eu sou uma criança pai. Crianças brincam.

- Crianças fracas brincam, você tem que ser alguém como eu. Forte, aguentei tudo nessa vida até a morte da idiota da sua mãe.

- Não fala assim da mamãe. 

- Aquela mulher não valia nada. Aprenda, nenhuma mulher vale nada. As mulheres sempre te dão um golpe nas costas quando você menos espera.

Eu nunca entendi a raiva que o meu pai sempre teve pela minha mãe.

 

FLASHBACK OFF

- Klaus, você está bem? – Perguntou Caroline, você ficou um pouco pálido.

- Ah estou sim, só foi uma lembrança ruim da minha infância, nada demais. – Caroline sorriu, porque eu estou gostando tanto dessa loirinha? Eu não posso me aproximar tanto dela, eu vou matar a amiga dela. Comecei a comer o que eu havia pedido na lanchonete, e a Caroline só quis tomar um café. Acho que ela queria alguém pra desabafar e não companhia para o café da manhã. Olhei pra a Caroline e sorri, ela me deixa mais leve, mais solto. Me assustei quando um rapaz de cabelos pretos apareceu.

- Caroline, o que significa isso?? Você está saindo com esse cara pálida? – Caroline se assustou, e vi que ela começou a tremer um pouco.

- Tyler por favor.. – Disse ela quase chorando.

- Você ainda é a minha namorada Caroline, e já está de encontros com outro? Quem é você? – Perguntou o tal de Tyler olhando pra mim querendo me fuzilar com os olhos. E notei que chamou atenção de toda a lanchonete, afinal quem não gosta de um barraco?

- Não é da sua conta saber quem sou eu, agora deixa a Caroline em paz – Falei com calma.

- Já que é ninguém não vai se importar se eu levar a Caroline pra casa. – Ele pegou o braço da Caroline com violência e vi que ela sentiu uma dor, quando fez uma careta. A Caroline namora esse idiota?

- Tyler, eu já disse que nós terminamos, porque você não quer entender isso? – Disse Caroline.

- Termina quando ambas as partes deseja, eu não aceito isso Caroline – Disse ele puxando o braço dela com força, a machucando mais. Eu me levantei e soltei o braço da Caroline e empurrei o Tyler.

- Se manda cara – Falei colocando a Caroline atrás de mim e eu estava pronto pra defender ela daquele imbecil. Vários homens, que viu aquela cena lamentável, se levantaram para me dar apoio e vi o Tyler recuar como um cão com o rabo entre as pernas.

- Isso não vai ficar assim Caroline. – Disse e saiu da lanchonete. Caroline me abraçou e começou a chorar, tremendo, desesperada.

- Vai ficar tudo bem – Disse tentando consolá-la.

- Não, não vai. O Tyler é muito violento, ele não aceita que eu não quero mais nada com ele, ele vive correndo atrás de mim e me ameaçando. – Disse ela entre as lágrimas que escorriam sobre seu rosto.

- Eu vou cuidar de você e não pode dormir só.

- É melhor eu ir dormir com a Elena. Lá tem o Damon, embora eu e ele sempre discutimos, ele não vai deixar o Tyler me machucar. – Ela disse.

- Eu te levo até a sua casa e depois a levo pra a casa da sua amiga. – Disse, levando ela até meu carro.

Eu fui contratado pela Carol Lockwood para assassinar Elena Gilbert e Damon Salvatore, mas estou me envolvendo demais com essas pessoas, agora eu sei que se eu matar eles, o Jake vai ficar sem ter alguém que o ame de verdade. Eu sei como é, pois logo que a minha mãe morreu, eu perdi a única pessoa que realmente me amava. Eu ainda quero descobrir o motivo do meu pai me odiar tanto. Enquanto isso, sigo pensando se devo ou não matar a Gilbert e o Salvatore, eles parecem pessoas inocentes... 


Notas Finais


A vida de Klaus é um mistério.
o que vocês acham do motivo que o pai dele sempre odiou ele?
obrigada por ler.


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