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História Um bebê para Mark e Haechan - Capítulo 13


Escrita por: Lenna_wy

Notas do Autor


OI OI OI OLHA QUEM VOLTOU COM UM BÔNUS

bom dia galero
Apareci com um especial de comemoração ao aniversário do nosso icônico e maravilhoso LEE HAECHAN SISBQIQHQUKQOW
E também comemorar os 20k de visualização da fanfic no wattpad E os mais de 215 FAVORITOS AQUI NO SPIRIT.
NEM ACREDITO.
OLHA-
mas to muito feliz.

Espero que vocês gostem desse presente.

Boa leitura

Capítulo 13 - Bônus: Felizes para Sempre


UM BEBÊ PARA MARK E HAECHAN

LE_WY

Sempre que uma história é finalizada, o texto traz um pequeno fato futuro, um spoiler de como os personagens ficaram felizes. Tudo isso com o objetivo de tudo se acabar logo a história, por o ponto final e ignorar os momentos pequenos que provavelmente completariam ainda mais o começo — e não final — feliz de um casal.

É claro que, quando um conto de fadas chega ao fim, os livros insistem em dizer: "e foram felizes para sempre." quando não se sabe se eles realmente foram felizes.

Óbvio que você já conhece essa história, ela já foi contada, lida e relida. Dois jovens, algumas brigas, uma casa alugada, um jantar, um bebê e um pequeno dinossauro de pelúcia. Você também sabe o que aconteceu com eles por outra perspectiva. A história do bebê, adulto, também trouxe uma luz para saber o final do casal principal.

Mark e Haechan, realmente foram felizes. Claro que da maneira deles, os dois se amavam, mesmo que precisasem estar se xingando para provar isso.

A princípio, esse capítulo poderia ser um agradecimento. Mas estamos falando de Mark e Haechan. Um casal cheio de surpresas. E é por isso que esse capítulo vem mostrar, como realmente eles chegaram ao nível: casados.

[…]

— Canadá de Bosta, eu vou matar você!

A voz de Lee Donghyuck foi ouvida por toda casa. O loiro andava pela casa batendo os pés com ódio no chão. O cabelo desalinhado, a camisa grande no corpo ficava adorável acima de suas coxas combinando com seu rostinho limpo e sem maquiagem. Mas ainda sim, ao entrar na cozinha, Haechan parecia mais puto ao encarar os dois outros seres na sala.

Mark estava em pé próximo a bancada com um Jisung de quatro anos no colo. A criança estava comendo um misto quente, enquanto o Lee mais velho tomava uma xícara de café. Ambos agora parados olhando o loiro.

— Bom dia, Fullsun…

— Bom dia é o caralho! — o Lee anda rapidamente até o outro Lee bate no ombro dele com força e beija a testa do bebê. — Bom dia, meu filhote.

— Ai, por que me bateu?

— Por que me deixou dormir muito? — grita — São quase onze e meia! Eu tenho que trabalhar, Canadá de Merda. Não estou de férias que nem você.

— Na verdade, hoje é sábado. — diz sorrindo ao colocar Jisung no chão, este que saiu correndo para,assistir desenho na sala — E pelo que eu saiba, hoje em questão é um dia facultativo para você.

— Desde quando eu não trabalho no sábado, Mork? — cruza os braços e vira para a mesa se sentando em um das cadeiras. — Eu sou o chefe, o dono. É óbvio que eu trabalho. — Faz biquinho emburrado.

Mark ri baixinho. Era comum aquilo acontecer. Nos últimos tempos, Donghyuck tem trabalhado bastante. O que consequentemente tem feito ele esquecer de algumas coisas fora do trabalho. Como ele mesmo, ou Mark e Jisung. Não que ele os ignorasse, mas trabalhava para dar o melhor para eles. Donghyuck se esforçava em excesso para não perdê-los.

O canadense sorriu servindo uma xícara de café e uma fatia generosa de bolo caseiro para logo os colocar em frente ao Lee mais novo, o abraçando por trás.

— Canadá…

— Feliz aniversário, Fullsun.

Donghyuck arregalou os olhos vendo o bolo e logo virou para encarar o Lee. Estava tão ocupado por aqueles dias, o sucesso da doceteria tirava todo o seu sossego e o mesmo esquecera do próprio aniversário.

— Lembrou?

— Meu Deus, Canadá de Merda! — grita chutando a canela do namorado. — Mas que bosta, não me lembrou por quê?

— Você tem calendário em casa, isso não é minha função, prima coisa. — Mark mostra língua e sai correndo com o Lee mais novo atrás de si.

— Você é um filho da puta, Canadá do Caralho, vou te matar seu zé ruela.

[…]

Jisung brincava na banheira fofamente com seus patinhos de borracha. Donghyuck estava dando banho em seu corpo para o arrumar para sair e comemorar seu aniversário.

— Levanta o bracinho, meu filho… — diz e a criança sorri grande obedecendo.

— Omma, você tá fazendo mais um aninho de vida igual o Jisungie no aniversário dele. — Jisung diz e Haechan ri baixinho afirmando. — Você vai ter uma festa da patrulha canina também? Vai convidar seus amiguinhos? Posso chamar o Lele?

— Fecha os olhinhos! — sorri vendo o bebê obedecer novamente e ele poder enxaguar o rostinho dele — Não, filhote, o Omma não vai ter festinha. Eu já sou adulto.

— Ah… — o bebê faz biquinho — Mas ainda vamos passear né?

— Sim, seu pai Markie inventou de sair hoje.

— Ah, então deve ser por isso que ele vive olhando a caixinha azul. Deve ser o seu presente. — Jisung sorri e Haechan o encara.

— Caixa azul? Onde?

— Fica no bolso do papai, tem um an…

— Acabou o banho do Jisung? — Mark entra sorrindo no banheiro interrompendo os dois. O Lee já estava parcialmente vestido. Deu um beijo na bochecha do namorado que o encarava com o cenho franzido. — Vá se arrumar, eu cuido do Jisungie.

Donghyuck afirma se levanta e sai do banheiro. Mark suspira e olha para o filho cruzando os braços.

— Você ia me entregar, Lee Jisung.

— Escapuliu, papai!

[…]

Mark, Haechan caminhavam lado a lado com Jisung no meio dos dois segurando as mãos dos adultos. A criança estava linda com uma bermudinha florida e uma camiseta azul. Na cabeça um chapéu da mesma cor e nos pés um tênis branco. Assim que chegaram no local, Mark estendeu uma toalha quadriculada na grama e ajeitou a cesta que trazia com algumas guloseimas.

Donghyuck sentou na toalha e retirou os sapatos. Jisung pulava entre uma florzinha e outra tentando pegar uma borboleta que voava com seu dinossauro de pelúcia, o fiel Canadá. Mark sorriu sentando ao lado do namorado vendo ele suspirar baixinho.

— Está relaxado?

— Sim, mas ainda puto com você por ter feito eu esquecer do meu aniversário.

— Bom, era pra ser surpresa isso aqui, mas não sei planejar nada.

— Sim, você é ridículo com planos. — diz e apoia a cabeça no ombro dele — Se eu depender de você pra lembrar os meus rémedios quando eu estiver velho. Você vai acabar me matando.

— Você vai é morrer de ataque cardíaco de tanto que você se estressa.

— Cala essa boca, Canadá do Caralho! — bate na testa dele — Você que vai morrer com um cabo de vassoura no meio do seu cu.

— Você só pode ter tara pelo meu cu com uma vassoura dentro, não é possível. — diz rindo e o puxa para perto. — Mas se for você que vá fazer, talvez eu não me importe.

— Eca, Mork, que gado. — diz e Mark gargalha. O Lee sorri apoiando as costas no peitoral do mais velho que o abraça por trás. — Jisung, não vá para longe.

Jisung sorriu e acenou do parquinho. A praça estava quase sem gente, só eles e mais umas duas famílias. Mark suspirou apoiando o queixo no ombro do namorado.

— Obrigado pelo passeio, e por estar comigo. — Haechan sussurra. — Eu sei que você sabe que eu estou exagerando com o trabalho e isso está fazendo eu esquecer até de mim. Mas, eu vou tentar ficar mais em casa.

— Não tem problema, é para isso que eu estou na sua vida. Ser seu companheiro e te lembrar de fazer as coisas. Não se cobre muito, você ainda tem a mim. — sorri e beija sua tempora. Haechan concorda com a cabeça. Mark suspira e pega uma caixinha no bolso e a abre colocando em frente ao rosto de Haechan.

Donghyuck arregalou os olhos ao ver a aliança na caixinha. Ela era linda e possuia três pedrinhas verde na parte superior, era delicada e brilhava perfeitamente no acolchoado azul. O Lee pegou a caixinha e virou-se para o namorado que sorria para ele.

— Mark…

— Faz dois anos que namoramos. E quase quatro que nos conhecemos… — Mark começa — Sei que já tivemos nossas desavenças, brigas e momentos que nos magoamos. Eu sei que nada disso foi ruim, só nos fez crescer assim como os nossos sentimentos um pelo outro. — Ri baixinho — Lee Jisung, foi quem veio nos ajudar a se encontrar de verdade. Ele é o verdadeiro elo que une a gente. Mas eu quero firmar esse elo, pela eternidade.

— Canadá… para, você vai me fazer chorar. — Donghyuck sussurra vendo o Lee se aproximar de seu rosto e acariciar dua bochecha.

— Hoje, dia seis de junho…— Mark diz baixinho — eu quero te perguntar… — sorri — Lee Donghyuck, você quer casar comigo

— Achei que eu ia morrer namorando você, seu Canadá de bosta, quase me mata do coração. — grita e pula em cima do mais velho o enchendo de beijos.

— Isso é um sim?

— Até parece que eu beijaria sua cara feia se fosse um não. — Donghyuck dá de ombros e Mark o encara indignado. — Óbvio que é um sim. — Mark sorri grande e beija os lábios de seu noivo.

— Eu amo você, Fullsun.

— Amo você, Canadá de Bosta.

No fim, Mark e Haechan casaram alguns meses depois, próximo ao aniversário do mais velho. Jisung foi quem levou as alianças e Chenle espalhou as pétalas pelo local. A cerimônia foi bem simples, na mesma pracinha do pedido, com a presença de Jung Jaehyun, Lee Taeyong, Johnny Suh e Ten Chittaphon. Assim como os pais do pequeno Chenle, Xiaojun e Kun.

Os dois Lee's continuaram brigando e criando caso de qualquer coisa dentro de casa. Até por que, eles eram Mark Lee e Lee Donghyuck. Jisung cresceu saudável no meio de dois idiotas que se amavam mais que tudo na vida. Eles sabiam que mesmo cheio de brigas, eles se entendiam e acima de tudo, eram felizes.

Eles, de verdade, foram felizes pela eternidade.


Notas Finais


Até meus dengos


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