História Um bebê por acaso - Capítulo 13


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Gaaino
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Palavras 1.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Capítulo 13


GAARA

Acabamos ficando o resto do dia no hospital com a Mei, que teve uma forte dor de ouvido. Ino e eu nos culpados no início por não termos notado os sinais de que algo estava errado com ela, que havia chorado um pouco durante a noite e não estava tão animada como sempre, quando a deixamos com o Deidara.

- Você acha que ela está mesmo bem? Eu não sei, está tão quietinha.- Ino apertou os lábios com força, olhando para a pequena em seu colo. Mei dormia tranquilamente, talvez ainda sob efeito dos remédios que havia tomado no hospital.

- Não teriam dado alto se ela não estivesse, loira. Você quase teve um treco! - ri, embora eu também estivesse um pouco inquieto.

- Você também ficou preocupado, não vem que não tem. Você ficou até pálido.

- Eu não fiquei, não. Porque sabia que era só exagero do seu irmão, aquele implicante.

- Ficou sim!

Vencido, concordei, porque era totalmente verdade, então liguei  o carro. Não éramos pais da Mei, nem mesmo primos distantes, mas era como se ela fosse nossa irmãzinha caçula.

Difícil mesmo foi explicar aos médicos que havíamos a encontrado no estacionamento da escola, com apenas seu primeiro nome como identificação.  E o mais difícil foi conseguir com que deixassem que saissemos com ela do hospital, depois de explicamos que estávamos cuidando dela até um responsável aparecer, não contamos que éramos só nós, adolescentes, sem qualquer responsável maior de idade. Por isso tivemos que ligar para os nossos pais e explicar toda a situação, o que fez com que eles cancelaram a viajem e comprassem uma passagem de volta para o dia seguinte.

Estacione em frente ao prédio do meu apartamento, no lugar de sempre e desliguei o carro. Já estava noite e tudo estava tranquilo.

- O Conselho Tutelar vem conversar com a gente sobre a Mei e eu não sei o que fazer, Gaara. Estou com medo do que vai acontecer com ela. - Ino respirou fundo, me olhando com seus olhos azuis coberto de angústia. - Pelo menos nossos pais vão poder ajudar a gente.

- Eu queria poder fazer alguma, loira, mas, droga! O que eu posso fazer? - respirei fundo. - Só te garanto uma coisa, loira: se eles tomarem a Mei da gente, eu roubo ela de volta!

- Obrigada por estar do meu lado, ruivo bobão. - ela riu, se inclinando um pouco em minha direção, descansando a cabeça em meu ombro.

Me inclineu e  beijei o topo de sua cabeça.

- Vem, vamos entrar.

                   ***

Deidara chegou logo em seguida, após Ino e eu avisarmos que já tínhamos voltado do hospital. Ele tinha ficado muito preocupado, só aceitou voltar pra casa depois que  o médico garantiu que o que a Mei teve era normal em crianças pequenas, e Ino e eu dissemos que ficaríamos com ela e avisariamos quando chegássemos.

Eu e a loira estávamos conversando na sala, animados e mais tranquilos depois do susto.

Então bateram à porta.

- Oi, Gaara- Deidara cumprimento, assim que abri a porta. Ino estava com a Mei no colo deitada no sofá. -  Oi, Ino-mana. Como a Meizinha está?

- Está melhor, Deidara. Pode ficar tranquilo. Tenho que avisar os nossos amigos também, eles estavam preocupados. - Ino respondeu e ele tirou as pernas dela do acento e se sentou junto no sofá.

- Cadê a Meizinha do tio Deidara? Cadê? - ele brincou e a bebê abriu os olhinhos, sonolenta. - Acordou!

Mei abriu um sorriso, se sentando  no colo da Ino.

- Como você consegue isso, Deidara? - ela perguntou, enquanto ele a pegava no colo com todo o cuidado.

- Deve ser o meu charme. - jogou os cabelos loiros para traz, a fazendo revirar os olhos. - Eu fiquei tão preocupado, pessoal,  pensei que fôssemos perde-la.

- Não, foi só uma dor de ouvido.- Ino afagou o ombro do irmão. - Seu namorado ficou bem preocupado, não é? Não estava com o Ren?

- Estava até agora, mas ele tinha que ir pra casa.- Deidara suspirou com um sorriso no rosto.- Sabe, quando eu entrei em pânico com a Mei chorando sem parar, foi ele quem manteve a calma e agiu com coerência. Eu nem sabia o que fazer direito, o Ren que tomou as rédeas da situação e me acalmou até chegarmos ao hospital.

- Ele parece ser um pessoa incrível.- Ino disse emocionada.

- Por isso que eu quero me casar com ele! Em Laz Vegas!

Eu não aguentei e ri.

- Não me parece ser muito o estilo dele, Deidara.- falei e ele concordou.

- Talvez, o Ren é um pouco tímido e reservado, mas não é nada que eu não possa fazer ele mudar de ideia. - falou com convicção.

Ergui a sobrabcelha.

- Você acha que ele consegue, loira? - perguntei, ainda divertido e ela deu de ombros.

- Até hoje o Deidara sempre conseguiu tudo o que quis, mas isso eu não sei não hein, mano.

Deidara me passou a Mei, com todo o cuidado já que ela estava doentinha ainda, e cruzou os braços para Ino, curvando as sobrancelhas.

- Quer apostar que eu converso meu namorado a se casar comigo em Vegas, Ino-mana?

Ino  também cruzou os braços.

- Eu aposto o que você não convence! - falou, o encarando.

Eu não conhecia esse lado competitivo dela, mas estava adorando. Vamos ver até onde isso vai dar...

- Tá legal, e o que vão apostar? - perguntei empolgado e Deidara me fitou por um segundo, ao qual apenas pisquei, confuso.

- Se eu conseguir convencer o Ren a se casar comigo em Las Vegas, você nunca mais vai voltar para o apartamento desse ruivo metido.

- O quê? - me levantei na hora, não era para esse lado que eu queria que as coisas fossem. Não mesmo.

- E se eu ganhar? - Ino estava q e eu neguei com a cabeça.

- Não aceita isso, não, loira! - falei inquieto.

- Calado, bobão! Eu nunca abandono um desafio. E se eu ganhar, Deidara? - insistiu e eu neguei com a cabeça.

- Se você ganhar, eu dou minha permissão para vocês namorarem, com direito a sexo e tudo. E falo isso porque tenho certeza que você vai perder essa aposta, porque do contrário, eu nunca apostaria um absurdo desses.

Ino abriu a boca, completamente chocada. Por essa eu não esperava.

- E desde quando eu preciso da sua permissão pra alguma coisa, hein? - tocou o peito do irmão com seu indicador fino, pintado de rosa.- Se eu quiser namorar o Gaara, fazer...sexo com o Gaara, eu faço! Você não manda em mim, Deidara!

- Ino-mana, você é menor de idade e eu sou responsável por você enquanto nossos pais não estiverem aqui, então não complica as coisas.- ele revirou os olhos, como se estivesse discutindo com uma criança.

- Você não manda em mim, Deidara. - Ela negou com a cabeça. - Já sou bem grandinha e sei o que eu faça! E se eu quiser fazer quaquer coisa com o Gaara, eu faço.

- O Gaara é um idiota! - Deidara balançou as mãos.

- Só pra lembrar, galera, o Gaara ainda está bem aqui. - falei, levantando um dedo. A Mei olhava de um para o outro, confusa com a discussão. - E estão assustando a Mei. Agora vamos parar com esse negócio de aposta.

- Nem pensar, aposta é aposta,  e eu não vou abrir mão de afastar a minha irmã de você, ruivo baderneiro! Agora me dá a Mei aqui.

Ele pegou a bebê de mim e se sentou no sofá, brincando com ela.

Puxei a loira para a cozinha.

- Que negócio foi esse de aposta? Pensei que a gente estivesse se entendendo finalmente.

- Mas a gente tá. - ela disse. - Mas é que o Deidara me irrita as vezes. Lembra quando ele te ameaçou? Ele é insuportável as vezes! - ela revirou os olhos azuis e eu assenti.

- Mas, assim... você faria sexo mesmo comigo? - perguntei com um sorriso e ela corou.

- Eu...só disse isso pra irritar o Deidara! Pode esquecendo. - me deu um tapa e eu sorri.

- Qual é! Mas o nosso encontro ainda está de pé, não é?  - falei sério, a encarando. Queria que ela visse que eu não estava brincando naquele momento, era importante.

Ino não disse nada, apenas assentiu com as bochechas coradas.

- Legal.

Voltamos para a sala e a discussão sobre o casamento em Vegas e a Ino "Se afastar de mim para sempre", palavras do Deidara, ficou ainda mais fervorosa.

Peguei uma Coca-cola e me sentei no sofá, com a Mei no colo, pra apreciar a discórdia. Não demorou nem dois minutos direiro e ouvimos batidas na porta.

Deidara e Ino nem ouviram, por motivos óbvios, e então eu me levantei e segui pela sala até a porta. Mei riu no caminho, com certeza pensando que íamos passear.

- Sinto te decepcionar, mocinha, mas não vamos passear. Devem ser o pessoal que ficaram preocupados com você. - falei, tocando sua bochecha macia e corada. Não sei se ela se conformou, ou sei lá o que, mas  começou a brincar com o colar no meu pescoço.

Abri a porta e um casal que eu conhecia muito bem me encararam na porta.

- Mãe? Pai?





Notas Finais


Espero que tenham gostado. ^^


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