História Um bobo apaixonado - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Drama, Projetoyaoibts, Romance, Suga, Taeseok, Vhope
Visualizações 115
Palavras 4.563
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente! Depois de muita enrolação escrevendo essa fic eu finalmente em nome de hare krishna acabei, e estou postando essa fic marota, gostosa ara ler em um final semana de tedio e deixar sua vida mais leve sabendo que existe amor no mundo. Nossa to ate melosa depois de escreve-la.
Me desculpe qualquer erro ortográfico ou falta de organização, não tive muito tempo para ajeita-la, acabei hoje feito uma doida.
Essa capa linja vou feita pela @Theevilqueen <3 muito obrigada<3
Boa viajem pela Lua da lunatica <3.

Capítulo 1 - Capítulo Único


O que fazer quando está apaixonado? Normalmente você se declararia, correto? E quando você é um homem é sua paixão também é um? Complica, né? Agora me diga o que fazer quando você é um k-idol e está enamorado por um dos membros da sua boy band, eu sei eu estou perdido.
Não vou dizer que foi amor a primeira vista, pois quando o conheci parecia se achava muito, depois que eu o compreendi o conhecendo direito, tudo mudou. Sempre foi lindo, seu sorriso quadrado me arrebatava, sua fofura, seu lado sexy, tudo dele me fazia delirar, realmente sou um trouxa.
 

Agora vou falar um pouco sobre mim. As pessoas dizem que eu sou muito animado e que espalho felicidade, eu acho que é verdade, não gosto muito de mostrar meu lado triste ou meus problemas para os outros, pois não quero que se preocupem comigo, tento resolver tudo sozinho. Tento ser muito dedicado a minha dança e ao rap, sempre dando o meu melhor, algumas críticas realmente me derrubam, entretanto ao mesmo tempo me dão forças para lutar.

Caso eu fosse dar um parecer sobre minha vida amorosa seria: encontro-me caidinho pelo meu amigo Kim Taehyung, mais conhecido como V. Nós já nos beijamos em um programa, não foi um dos melhores beijos que você possa ter, pois foi meio forçado - por parte dele-, porém eu gostei só por ter sido com ele, por causa desse acontecimento muitas piadinhas foram ditas e suas reações a elas não foram muito boas, o que me deixou profundamente chateado, sempre mantendo minhas esperanças baixas em relação a algo vindo dele. Já tentei namorar outras pessoas, tentando me dar uma chance de amar-los, porém ele nunca sai da minha cabeça. 
  

Amanheceu como um dia normal, só amanheceu, pois tudo estava uma bagunça, tinha dormido na casa da minha melhor amiga, porém tinha compromisso logo cedo então sai correndo para casa. Com a minha chegada na residencia consegui ver o Jin, que se encontrava na cozinha pegando um iogurte para seus bichinhos -que eu acho a segunda coisa mais fofa do mundo, em primeiro lugar provavelmente vocês já devem saber-.   Jungkook estava conversando com o V, talvez eu estivesse com um pouquinho de ciúmes, mas eu já superei esse rolo entre eles. O que me tirava do sério era seus amigos do elenco de “hwarang” (um dorama que tinha gravado há pouco tempo), eles eram tão íntimos, o Minho hyung agarrando a bunda dele, o Park Hyung-sik abraçando ele, isso me deixava furioso. Acalme-se Jung Hoseok e sorria, aquilo não podia me abalar.

Animado fui tomar banho para não atrasar a mim e aos outros. Assim que terminei meretirei do box do banheiro me deparando com o Namjoon.
   

    — Vamooos Hope, estamos atrasados – eu estava com uma expressão duvidosa porque não tinha demorado no banho.

Quando olhei para o relógio na parede branca percebi que talvez só talvez eu tivesse me perdido entre devaneios e estava realmente atrasado, sai correndo pegando qualquer roupa e descendo as escadas calçando os sapatos, olhei para todos que se localizavam na porta a minha espera, eu estava tão envergonhado pela minha "mancada", então me desculpei com todos e fomos em direção ao carro,  aqueles presentes bem arrumados, enquanto eu só tinha jogado uma roupa em meu corpo. Quando senti a mão do Taehyung em minha blusa amarrotada á ajeitando tirando os amassados, o mesmo trajava uma roupa que combinada com seu estilo atual  e valorizava cada centímetro de seu corpo, com certeza ele sabia escolher seus trajes muito bem, o que sempre admirei nele. Ele notou meu olhar sobre seu visual e se afastou um pouco.
     

             — Pronto, agora  você está mais decente para nossa entrevista- seu olhar mostrava satisfação, que era tãoo... Não, Jung sem pensamentos longes, tinha que ser sempre pé no chão, não que de vez em quando me permitia das minhas viagens mentais como tinha feito sem querer durante o meu banho essa manhã.

Não demorou muito para chegamos à rádio, a entrevista foi calma e divertida, rendendo muitas risadas. Depois saímos para almoçar  como sempre muito unidos, como estavamos sempre juntos tanto em bons tempo quanto ruins, eramos a família um do outro. Nada de diferente aconteceu no restaurante. Todos felizes por mais uma missão cumprida, até que o Tae se retirou da mesa logo após atender uma ligação, à expressão que sugira em sua face me assustava. Sem que ninguém percebesse, eu fui atrás do menor que estava no banheiro do restaurante, seu rosto agora transbordava litros d'água, e eu estava com o coração na mão e sem reação, quando o agarrei por trás o trazendo uma leve surpresa, fazendo com que se virasse para mim e despejando tudo que havia para por para fora.
 

        — O que houve?- Disse já desesperado por suas ações.
   

        — H-hobe- ditava entre seus soluços repetitivos - um dos meus amigos foi... –parou mais uma vez, pois não aguentará as lágrimas. – foi encontrado morto em seu apartamento.
 

Depois de ressoar essas palavras caiu aos prantos ao chão, eu ainda sem saber o que fazer envolvi seu corpo em um abraço calmo e consolante enquanto ele repetia.
 

        — Ele se matou Hobee, se matou-u-...– gritava com todas as forças de seu corpo, sentido seu coração doer de não aguentar o peso da notícia.

     

     "Modelo e DJ ,Lee Ui Soo, foi encontrado morto em seu apartamento, após uma tentativa de suicídio bem sucedida.”


Puxei o mais novo para meu colo, o mesmo colocou seus braços sobre minha nuca e seu rosto sobre meu peito, enxugava suas lágrimas em minha blusa já esparrapada. Andei bem devagar em direção a saída para não assustado e não chamar a atenção de ninguém, chamei um táxi e fomos para casa onde eu poderia o cuidar melhor. Ao chegar ao local, o puxei para o seu quarto e o sentei na cama, tirando sua camisa, o menor franziu o cenho com dúvidas sobre essa ação. 

      -— Calma, Calma – pus as mãos para o alto — Eu não vou fazer nada errado, só estou tirando a sua blusa porque está toda melecada e você não vai querer usar isso.


Compreendo a situação, Tae levantou os braços possibilitando a retirada mais fácil daquela peça de roupa suja, abri seu armário e procurei a roupa mais confortável, lá no fundo se via um moletom azul claro com meros detalhes brancos nas mangas, o peguei e o vesti bem calmo. Virei-me para cozinha procurar algo para ele comer, pois teria saído do restaurante de barriga vazia, o que não era algo aceitável.
 

      — Aonde você vai?- sua voz falha ressoava pelo quarto que a pouco o silêncio dominava.
 

     — Buscar algo para você comer, você sabe que vai passar mal se não comer nada. –disse com tom de preocupação.

  —  Não!! Fica aqui comigo, não me deixa sozinho – puxando meu braço, tornei-me a ele e segurei sua mão.

   — Eu já volto é rapidinho, eu prometo. – o rapaz com o semblante triste assentiu e se soltou de minhas mãos.


Fui à cozinha apressado procurando algo fácil e rápido para se comer, claro que alimentasse. Lembrei-me da salada deixada pelo Jin naquela manhã e a levei para o quarto, ao entrar tive um pequeno susto ao ver o Kim sem suas calças e a única coisa que não o permitia ver sua nudez era sua cueca e o moletom. Estava tão fofo, entretanto tão sexy, balancei minha cabeça para um lado e para outro, voltanto para o planeta terra, onde deveria ficar, e não no da maionese.
 

Kim jogado na cama, não tinha coragem de abrir a boca depois de tantos esforços chorando, e agora estava ali calado me permitindo cuidar dele. O posicionei sentado e tentei faze-lo comer, mas nem isso ele queria, tentava fugir da colher que estava cheia de frutas, o que estava me irritando. Deixei a comida para lá e veio em minha cabeça que a única coisa que o relaxaria agora seria dormir. O deitei na cama e o cobri com seu edredom, já que o inverno chegará a pouco tempo, e fui-me retirando aos poucos.
        

           — Não vai embora Hoseok, fica aqui - disse com um semblante manhoso.
 

Para me chamar pelo nome realmente queria que eu ficasse. Fui em direção a cama e deitei ao seu lado, sua pele estava fria, o que me preocupava, o menor não podia ficar resfriado, sem nenhum pingo de juízo retirei minha camisa e o abracei debaixo das cobertas, Tae sentindo meus movimentos se virou e pôs seu rosto em meu abdômen e entrelaçando suas pernas a minha, gerando ali um quentinho muito gostoso, como uma lareira em uma nevasca, e tudo que me importava era estar ali cuidando dele.
A noite sugira  em meio a uma brisa fria balançando as árvores que restavam na rua, me acordei com as remexidas do pequeno, que não se aquietava muito enquanto dormia, comecei a ouvir passos em direção a porta em um carreirinha me escondi em seu banheiro. 
       

            — V-shi você viu o Hobe por aí? – Jimin ao abrir a porta notou o mais novo dormindo calmamente e se puniu por ter quase o acordado, saindo de fininho. 
 

Sai do banheiro aliviado por quase ter sido pego, mas não foi dessa vez, talvez numa próxima... -OI?! Eu estava pensando em próxima? Lá vai o iludido-. Depositei um beijo em sua testa que foi recebido com um grunhido de "não me acorde", dei uma baixa risadinha e fui para o meu quarto logo no fim do corredor. Checava meu celular até que Jimin adentrou pela porta e se assustou ao me ver. 
 

            —  Hyung para onde foram? Do nada você é o  Tae sumiram bem no meio do almoço  – ditou pondo a mão na cintura, esperando uma resposta sensata. 
  

           —  O Taehyung não estava passando bem, então o trouxe para casa. – essas palavras fizeram com que do nada, Jin adentrasse pela porta com seu instinto protetor alarmando.
      

       —  O que? O TaeTae está doente?! De que?! É grave? Cadê meu bebê?!! – apresentava-se muito preocupado e desesperado.   

       —  Calma esta tudo bem... Eu já cuidei dele, agora ele está dormindo quietinho em seu quarto – disse o tranquilizando. — Só queria te pedir que fizesse algo que ele gosta para o jantar, ele não comeu direito. – disse bem sucinto para não fazer o Seokjin pirar.
 

      — Ok, me lembrei que tinha comprado Harusame e que da para fazer um japchae delicioso. – bem animado se dirigiu a cozinha.
 

Eu me sentia feliz, fingia não saber o porquê, meu coração estava a mil. Todos jantaram e foram dormir, só que para minha infelicidade ao caminho do quarto da minha  paixão, para ver se estava bem, tive que atender ao telefone onde minha amiga me pedia consolo por causa do seu namorado que insistia em não dizer quem era e o apresentar a mim o que me deixava muito chateado. Com uma cara de insatisfação  peguei as chaves e um casaco e fui ajudá-la, o que mais eu poderia fazer como um amigo, não é mesmo? 

Já na sua casa ela estava agarrada a um pote de sorvete de morango com pedaços de chocolate, o devorando com a cara inchada de ter despejar litros por um idiota que eu nem conhecia. Agarrei o pote tentado tirar para longe dela.
   

      —  Sai Hope!!! – disse braba 

     —  Park  Nayoung aconselho você soltar esse pote, vai lhe fazer não mais tarde e você sabe disso, vamos solte –  puxei mais forte o pote que logo foi solto pela moça.
    

 Ela era uma estudante de balé, se conhecemos entre as aulas de dança que eu fazia, conversamos, saímos, e viramos grandes aigos. Eu particularmente, nunca tive uma queda por ela e nem ela por mim, sempre como irmãos, ela sabia por quem meu coração suplicava e eu sabia o dela, só que não o conhecia. Conversamos até altas horas, eu tentando convence-la a deixar esse rapaz que não a merecia, porém a merda já teria acontecido, ela realmente o amava, não podia contestar já que sei como é. Ela reclamava que ele nunca tinha tempo para ela, e que precisava dessa atenção, isso me dava vontade de espancar aquele energúmeno, porém sabia que ele ligaria para a namorada, e ela não ligando mais para nada, sairia correndo para seus braços como uma cadelinha domada.

Decidi ir para casa ver o Tae, mesmo sendo tão tarde da noite, peguei um taxi e parti para meu destino. Cheguei vendo o Suga saindo com pressa ,ia perguntar aonde fora, mas ele nem percebera minha presença ali, então não quis atrapalhar, me fazendo de despercebido e correndo para o quarto do V. Claro que eu fiquei chateado por ver que ele estava dormindo e não pode me receber, então só o cobri e sai para tirar um cochilo com o tempo que me sobrava, já que como sempre, o dia seguinte iria ser cheio.

A semana passara rápido chegando o final de semana, o que me deixava feliz, entretanto eu não estava.

Foi horrível, a semana inteira o Taehyung me ignorou pesadamente, doeu muito, me magoei, cheguei a chorar sozinho no banheiro, pois estava praticamente me desprezando, será que eu tinha feito algo que ele não gostou? Estou me punindo internamente por isso, talvez eu devesse deixar para trás, só talvez, pois eu necessitava saber o por que. Pretendi esperar a hora certa para tirar minhas próprias conclusões com ele, onde ele não pudesse se esconder de mim.  Tínhamos marcado uma festa para sairmos e  descontrairmos, era em uma boate pequena, para rossarmos os corpos uns nos outros e esquecermos-nos da vida por umas horas, rebolando ate o chão já bêbados ou quase. No estabelecimento havia um terraço onde poderíamos conversar sem ser atrapalhados.

Chegara o dia da festa e fui colocar meu plano em ação, me arrumei todo, como nunca tinha feito, pedi ate ajuda da Nayoung que entendia de roupa bem melhor do que eu. E lá estava eu com um blazer vermelho vinho, uma blusa preta por dentro e uma calça preta. De inicio nem dei muita atenção a ele que só me atiçava com o olhar, percebi que não iria beber, ate que uma moça se aproximou do mesmo e fez com que ele pegasse uma taça de champanhe, vendo isso, como não queria que bebesse para ser sincero comigo, fui a sua direção agarrei seu pulso e o puxei ate a sacada do local, o mais novo me encarou raivoso.

     — O que foi JHope? – disse com um tom meio serio o que não era tanto sua praia.

     — Por que esta me evitando? Está com raiva? Fiz algo errado? – o menor abriu a boca dando intenção que iria falar algo, mas decidiu ficar calado.    — Por favor, Tae, não sei se deveria dizer isso, mas isso está me magoando muito, você não sabe como estou me sentindo. – segurei a mão do da minha frente.

     — Por que se importa por te ignorar? Sim, você fez algo errado me deixando para ajudar sua amiguinha, me deixando sozinho quando eu precisava mais de você!

     — Não foi de proposito eu tinha deixado você sobre os cuidados dos outros e voltei correndo da casa da minha amiga, mas você estava dormindo e eu não queria te atrapalhar. – ditei com os meus olhos marejando.

     — Mas eu precisava de você Jung, VOCÊ! – o mais novo batia o pé no chão, de uma forma ate fofinha.

Toda minha sensatez se foi, puxei com força a mão que segurava fazendo o mnor pender para frente e o agarrei em meus braços com um abraço apertado, o deixando surpreso.

       — Se é eu que tu queres, me dou todo para você e só se doar para mim também- o deixando mais em choque. - sussurrei calmamente em seu ouvido.

      — Hobe, você gosta de mim? – disse o separando do abraço, mas deixando as minhas mãos em sua cintura.

      — Mais do que você possa imagina, já faz ate um bom tempo, mas eu não tinha coragem de lhe dizer, talvez você não me aceitasse e torna-se a ter nojo de mim. – eu estava mais vermelho que um rubi em uma joia cara, queria me enfiar num buraco e nunca mais sair.

     — Meu Deus eu estou sonhando, ou eu morri engasgado enquanto dormia. Hobi eu também gosto de você, mas do que você possa imaginar, depois multiplicado por cem, eu não queria me evolver, pois pensei que você era hétero e nunca iria me da uma chance, a que eu realmente desejava, ainda não acredito que estou tendo ela agora. – disse com um sorriso tímido muito feliz.

     — Pois pode acreditar- disse todo convencido, nossa eu estava mais feliz que descobrir que o pote de sorvete no congelador é realmente sorvete.

 Coloquei minhas mão em sua nuca e selei nossos lábios com um beijo cheio de paixão e outros sentimentos misturados, que com o decorrer do tempo ia ficando melhor, parávamos para respirar e nos olhávamos intensamente, ate que fomos interrompidos por uma ligação no celular do Taehyung, que raiva eu estava tomando de celulares! Ele a atendeu dando umas rápidas respostas e encerrou a ligação.

     — Os meninos disseram que iam cada um para seus apartamentos e a casa estaria vazia caso não encontrassem eles lá, e pelo visto nossa conversa durou muito, pois esta muito tarde e deveríamos voltar para casa.

E foi o que fizemos, fui tomar um banho e quando sai do banheiro, já vestido com um pijama e secando meu cabelo com uma toalha, me assustei com um grito o Tae, sai correndo para lá, era uma barata o azucrinando, dei graças, pois se fosse algo mais serio estaria perdido, ele agradeceu, mas não deixou sair do quarto, me agarrando elas costas.

Virei-me e dei inicio um beijo calmo, sereno e sincero. Ate que senti suas mãos deslizarem sobre meu peitoral descendo ate a barra de minha camisa, o que me deixa totalmente confuso, mas se era isso que ele queria, era o que rira dar para ele. Então ele retirou minha blusa e eu puxei-o para o meu colo e comecei a me aventurar em seu corpo tirando sua blusa e passeando com meus selinhos em seu tronco, quando cheguei a virilha e suguei sua pele deixando um leve arroxeado fazendo-o arquear a coluna soltar um baixo gemido, o que não era o bastante para mim, ele colocou sua mão direita em minha nuca e a esquerda em meu cabelo, o repuxando.  Segui minha atenção para seus mamilos sensíveis chupando um por um, enquanto o mais novo arfava de prazer e excitação, meu membro já rígido, abaixo da boxe e de minha calça encetava a doer. Logo me levantei com ele em peito, ele entrelaçou suas pernas em minha volta e eu caminhei ate a sua cama o deitando de costas ao colchão e me ajeitando sob o mesmo permitindo-me uma das mais lindas e sexys vistas da minha vida, seu corpo agora um pouco úmido, seu olhar direcionado só a mim.

    

           — Você tem certeza que quer fazer isso? - disse com medo da resposta.

          —  É tudo que eu quero, você em mim. – ressoava essas com um tom sexy e sedutor me deixando mais excitado do que eu achava que era possível.

          — Eu vou faze com carinho, confie em mim- tentei transpassar o que tinha dito, mas estava morrendo de medo de machuca-lo por dentro, claro que nas aventuras da vida já tinha tido essa experiência.

 

Em reposta me deu um sorriso que de inicio era doce e foi se transformando em um sacana e provocante. Voltei a passear pelo seu corpo, a lamber o seu pescoço o chupando de leve para não marcar, o que era terminantemente proibido,  ele gemia manhoso em meu ouvido, que som, estava quase pegando meu celular para gravar e escutar todo dia essa melodia que misturava todos os tipos de sentimentos, dos mais dolorosos ate os mais prazerosos. Ele começou a remexer sua cintura friccionando nossos falos me torturando de prazer devagar e se ele estava a fazer isso comigo eu iria fazer o mesmo com ele, delineei com meu dedo seus lugares mais sensíveis enquanto o mesmo grunhia de excitação, nunca fui muito fã de preliminares eu queria o devora-lo por inteiro o quanto antes melhor, ele também parecia impaciente, mas eu não podia simplesmente me enfiar dentro ele, não estava nem doido, então em um relapso de lembrança que surgira em minha mente me recordei de um lubrificante na gaveta de minha cômoda, então me distanciei de seu calor que com certeza em segundos já sentia falta, o platinado franziu o cenho em duvida, mas não contestou, fui ao meu quarto buscar o necessário para continuar nossa noite.

Senti meu membro fisgar e formigar cada vez mais quando voltei ao quarto, agora nosso ninho de amor ou nosso cabaré pessoal, chame como quiser. Ele estava sentado na cama numa pose tão sexy que se você o conhece-se não pensaria que fosse possível com aquela carinha fofa, seu olhar manipulador que poderia me extorquir quanto quisesse, levantou sua mão e com toda ousadia me chamou com o indicador lentamente, já eu caminhei ate a cama agarrando suas coxas com força, tão macias e tão gostosas, me pondo entre elas ele pôs uma das mãos entre meus fios e os agarrou e a outra em minhas costas a arranhando com suas pequenas unhas recém-cortadas não deu muito tempo ate que nossas línguas se encontraram de novo entre um beijo quente. Despejei o liquido lambuzando sua entrada e em seguida em meus dedos. Sua cara de medo estava explicita então comecei a rodear meus dedos em seu orifício ate viola-lo aos poucos enquanto o mais novo rangia seus dentes de dor e satisfação, puxando meus fios com arroubo rebolando perante meus dígitos dentro de si. Passamos minutos nessa sincronia, quando decidi que era hora certa retirei meus dedos para substitui-los por algo mais, como posso dizer?  Interessante? Luxuoso?  Pondo-me em sua entrada e rodeá-la devagar, em poucos segundos estaríamos unidos em um só corpo.

      — Está pronto baby?- estava todo sacana, nem me reconhecia.

     — Serio que vai começar com o daddy king? – ele estava com um cara de “serio?”.

     — Estou só brincando, mas está pronto Tae? – eu disse convicto

     — Estou, e ainda mais ansioso para senti-lo dentro de mim, então ME FODA GOSTOSO. – escutando isso pus meu membro que estava em sua entrada e o invadi fazendo-o arquear as costa e arfar gemendo meu nome, Ah, como dentro dele era maravilhoso, quentinho, úmido e apertado me fazendo delirar.

 Fui estocando bem devagar e murmuravas palavras de baixo escalão em seu ouvido. Gradualmente aumentando a velocidade fazendo-nos lamuriar aprazer dos dois. Vendo sua glande doendo solitário coloquei minha mão sobre e o masturbei no ritmo das minhas penetradas que estavam se tornando brutais, estava ficando ate preocupado, mas meu bom senso já tinha fugido de mim, talvez um dia ele volte, espero que volte! Mudei sua posição para de cara para cama retendo minhas mãos em sua cintura e me pondo dentro de si cada vez mais profundo chegando a acertar sua próstata e o rapaz pirar com isso agarrado ao lençol da cama que sofria com seus apertos mal tratados. Chegamos a um ponto que os espasmos começaram e o orgasmo nos possuiu gozando aquele liquido branco descontrolado dentro dele e ele em sua cama, dali caímos cansados e devastados na cama, o mais novo se aproximou de mim e repousou sua cabeça em meu tórax e sorrindo.

    — Hobe, eu- - sua fala foi cortada por mim.

   — Não diga nada, espere um minuto. – me virei e procurei o blazer que usava na festa.

    O achei e peguei algo no bolso se aproximei da cama de novo e segurei sua mão, ele já tina vestido sua box e estava sentado em seus joelhos em meio aquela sujeira que tínhamos feito, mas não era nada importante, ele esperava algo de mim já que tinha cordado sua fala e sair, segurei sua mão e entreguei uma caixinha preta em sua palma, pondo a minha em cima o impedindo de abrir, pois tinha algo para falar.

    —  Então vamos lá, vou tentar falar sem gaguejar, e nem parecer um idiota. Quando eu comecei a gostar de você eu tentei varias vezes me aproximar, porém foram tentativas falhas, há algum tempo atrás eu tive um surto e comprei isso com toda coragem para me declarar, mas naquele dia não era um bom dia para você, desde então eu andava com isso, na bolsa ou nos bolsos tentando criar coragem de te mostrar meus sentimentos, agora que estamos aqui estou seguro que posso fazer isso. – Tirei minha mão sobre o objeto e ele o abriu a pequena caixinha preta.

Seus olhos que anteriormente marejados agora estava despejando pequenas lagrimas que deslizavam sobre sua bochecha macia fazendo um caminho, ate eu o limpa-las com meu polegar. Dentro se encontrava um brinco de ouro branco longo e na retaguarda tinha algo cravado em pequena fonte, ate imperceptível, o que eu queria.

“열렬한 바보에서부터 모든 것에 이르기까지”

(De um bobo apaixonado para seu tudo)

Abraçou-me com força e despencou em meus braços logo após escutar a ultima frase da minha lamuria de amor.

    — Eu te amo com cada pedaço do meu corpo.- eu estava morrendo por dentro, mas me mostrava forte e serio por fora

 

Seu choro de felicidade deu espaço para á sentença que mais desejava na minha vida ditada por quem eu tanto esperava.

    —  Eu também te amo Hobe, nunca me deixe, me proteja mesmo se estiver com medo, me console quando eu não aguentar o peso do mundo, gaste seu tempo comigo mesmo que tenha algo para fazer, e eu prometo que fazei o mesmo com você.- escutar aquilo era um sonho, não não, eu morri e fui para o céu.

    — Eu prometo meu amor. – beijei-o selando esse contrato.

Passamos a noite agindo feito àqueles casais melosos em inicio de relacionamento, o que era nossa situação. Ao amanhecer, fomos preparar um café juntos, o que resultou em uma grande bagunça na cozinha, tivemos que arrumar, para não ver o Jin nos torturar devagar ate morrermos. Em meio de caricias em frente à tv depois de um bom banho, meu celular tocou, eu realmente odeio celulares e eles me odeiam em reciprocidade. Era a Nayoung me enchendo, e me encurralando em suas palavras, para ir a um encontro duplo com ela e seu namorado, para finalmente o apresenta-lo a mim, eu não queria ir, mas eu precisava saber quem era o desgraçado que a mal tratou todo esse tempo e quem sabe ate dar uns socos nele.

Arranquei o Taehyung do sofá, mesmo ele não querendo sair do seu ponto de conforto e indo nos arrumar, pegamos um táxi e fomos ao restaurante, que fora reservado com antecedência, fomos levados para uma sala destinada a nós, e esperamos o outro casal.

Quando sentaram em nossa frente não quis acreditar no que via.

      — YOONGI? – o que estava acontecendo? Eu não queria acreditar.

      — HOSEOK? TAEHYUNG? – estava tanto surpreso quanto assustado, prestes a correr dali como quem corria uma maratona para ganhar.

     — Opss... - ela falou baixinho numa forma de descuido falso.

Dentre brigas e reconciliações, entre selinhos e juras de amor, dentre dias sem se ver, percebo como não somente eu, e sim, nós somos dois bobos apaixonados agradecidos um ao outro de ter sido escolhido dentre tantos para ser amado e quero viver com ele todas as coisas que o amor possa oferecer em uma eternidade...

 

 


Notas Finais


Me desculpando minha falta de ortografia e organização, pois nem tive tempo de rele-la e corrigir certos erros.
Espero que tenham gostado e deixem o que acharam nós comentários :-*
Presto minhas condolências para o modelo Lee Ui Soo, descanse em paz, tão novo da um aperto no coração.

ate a próximas meus viajantes lunares...


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