História Um bom negócio. - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter
Tags Draco Malfoy, Drarry, Harry Potter, Pos-guerra, Romance, Top!harry
Visualizações 200
Palavras 596
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 3


— Eu não acho que essa é uma boa ideia, cara. — Ron sussurrou em seu ouvido conforme caminhavam pelo corredor apinhado de gente na escola. — Eles são tipo as Mean Girls de Hogwarts.

— Cale a boca… — Sussurrou, virando a cabeça levemente para fitá-lo de forma ameaçadora. — Olá! — Virou em direção a eles com um sorriso brilhante em seus lábios.

—  Por quê eles estão falando conosco, Blaise? — Pansy não fizera mais do que arquear uma de suas sobrancelhas perfeitas em direção aos dois, o rosto levemente inclinado, como se analisando a ambos.

— Não faço ideia, Pans. Mas não interaja com os animais, eventualmente irão embora. — Aconselhou o negro, movendo a mão direita como quem espanta moscas. — Xô.

— Ah, mas vocês vão ver só… — Ronald começou, saindo de trás de Harry e começando a subir as mangas.

O dono dos cabelos em desalinho o segurou pelo capuz, o impedindo de seguir em direção aos dois adolescentes que, por sua vez, o fitavam de maneira fria, como se fossem dois pedaços de lixo.

— Harry, certo? — A voz que invadiu o espaço era nova. — Hermione falou de você. — Draco finalmente escolheu se manifestar. Tinha as costas grudadas na parede, um pirulito na boca e os braços cruzados. Ele não parecia interessado em se mover. — Precisa de ajuda com História.  

— Mas eles são do time de futebol americano, Draco querido. — Pansy comentou, passando as unhas afiadas por seus cabelos negros, alinhados em um corte chanel. — Está certo de que vale a pena se misturar?

— Depende. — Respondeu o platinado, tirando o pirulito dos lábios. Por alguns segundos Harry se viu hipnotizado pela sequência de movimentos, da língua rosada do outro escorregando pela superfície do doce que, agora, encontrava-se brilhando de saliva do lado de fora. — Vai cumprir a sua parte do trato, Potter? — Inquiriu, impaciente.

— Já tenho um plano.

O Malfoy lhe desferiu um sorriso misterioso e colocou o pirulito na boca. Seus olhos pareciam brilhar, como os de uma criança mimada que havia acabado de ganhar um grande prêmio. O monte formado em sua bochecha pelo doce era quase erótico. Ou talvez fosse apenas seu cérebro lhe pregando peças. Não podia culpá-lo, afinal. Draco era tão bonito quanto uma estátua grega, de beleza quase anormal, pois ele era diferente. O mais velho não se encaixava no padrão de beleza comum, de homens fortes e super masculino. Não. O corredor parecia agregar perfeitamente o delicado e o bruto, que ornavam bem com sua personalidade forte. Não era algo que se via todos os dias, e, aparentemente, era aquilo que deixava todos os estudantes hipnotizados pelo rapaz. Nem todos, aliás. Ele não conseguia a garota Greengrass.

— Quintas feiras. — O esguio começou. — Minha casa, oito da noite.

E então, como se eles nem sequer estivessem conversando, Draco saiu andando. Um de seus ombros esbarrou bruscamente contra o seu — o suficiente para que Harry entendesse que era de propósito. Passou bem por sua frente sem dizer uma palavra sequer, e os amigos seguiram. Todos os três pareciam desfilar pela escola, como malditos modelos. O platinado não era o único consciente de sua beleza absurda, aparentemente.

    Todos eles pareciam carregar um tipo diverso de definição do belo. Os três tinham em suas características contornos e detalhes constituídos por um pouco de maldade e uma espécie de aura de poder perigosa, mas enquanto Blaise tinha o maxilar marcado, olhos de pedra e uma atmosfera carregada — como se ele fosse banhado em mistério —, Pansy já tinha uma beleza clássica, com a expressão entediada, o nariz pequeno e lábios desenhados. Nenhum deles pareciam frágil, ou fácil de se lidar.

 



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