História Um breve instante - Capítulo 17


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Alexander "Alex" Karev, April Kepner, Arizona Robbins, Calliope "Callie" Torres, Jackson Avery, Meredith Grey, Personagens Originais, Sophia Robin Sloan Torres, Theodora "Teddy" Altman
Tags Arizona Robbins, Callie Torres, Calzona, Drama Yuri, Greys, Grey's Anatomy, Orange, Romance, Serie
Visualizações 307
Palavras 1.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eai meu povo!
Desculpa meu sumiço durante esses dias
minhas aulas voltaram e fiquei mais perdida do que barata tonta.
Mas aqui estou eu e espero que gostem do capitulo.

Capítulo 17 - Cap17-Chuveiro


Continuação…

 

-Não precisa agradecer. Sei que você não faria diferente por mim.  Olhava profundamente nos olhos castanhos que ainda estavam vermelhos e passava os dedos por suas bochechas envolvendo Callie em um abraço forte.

O silêncio dominava o ambiente, todo barulho vinha do chuveiro aberto no banheiro. Elas ficaram ali respirando fundo sentindo o calor uma da outra. Callie só queria sumir naquele momento, seus olhos se marejavam toda vez que apertava mais Arizona contra seu corpo. O medo saia de seus poros, medo da loira soltar sua cintura e sair correndo para longe, medo de que tudo que Penny havia falado fosse realmente verdade. As palavras pesadas da ruiva pairavam em sua mente. “você consome tanto de todos, suga como um inseto até deixar a pessoa em pele e osso. Até ela, que você ama, que você sonha todo dia, que você deseja, sentiu isso na pele e pulou fora”. Ela ouviu um suspiro choroso saindo da boca da latina e pegou seu rosto.

-Ei não fica assim. Não sofra por causa disso Calliope. Passava a mão por seu rosto depositando beijos sobre sua pele quente. Ela chega bem perto da boca e ameaça beijá-la, seu nariz fica a poucos centímetros de distância sentindo o hálito quente da latina. Quando Callie quase acaba com a distância entre ela escuta a porta do banheiro se abrir e rapidamente sai de perto da loira que voltava a se encarar no espelho tentando disfarçar.

A menina sai de dentro e encara as duas levantando uma sobrancelha percebendo o clima.  

-Vamos jantar? Estou morrendo de fome. Perguntava enquanto escovava os cabelos molhados.

Depois de comerem o jantar que foi entregue no quarto elas apagam as luzes e Sofia já dormia profundamente. Como num ritual daqueles oito dias massantes, Arizona toma seus remédios e se encolhe nas cobertas da cama de casal. Callie estava virada para a ponta encarando a cômoda quando senti mãos geladas entrarem por seus cabelos negros e fecha os olhos pelo contato com sua pele. De uma vez ela se vira de frente para a loira encarando seus olhos azuis preocupados. Ela percorre toda a pele macia de Arizona com os dedos desenhando sua boca com os dedos enquanto a observa sorrir mostrando suas covinhas.

-Você acredita naquilo que ela falou? Perguntou sussurrando e olhando em seus olhos como uma criança malcriada pega pelos pais.

-Claro que não. E você não devia acreditar também. Sussurrava de volta se aproximando mais da latina.

-O que ela disse faz tanto sentido para mim. Realmente sou uma covarde que suga das pessoas até não poder mais. E porque você não correu de novo? Sua pergunta deixava Arizona calada, de fato ela não sabia o por que de mesmo dando voltas e voltas na vida terminava pensando em Callie.

-Não foi você a única errada da nossa relação. Aquela foi uma fase difícil para nós duas. Não tirava os olhos dos castanhos que eram iluminados pelo abajur creme que ficava no criado mudo. A latina apenas correspondia o olhar, sem esboçar nenhuma palavra.   

-Calliope eu não vou embora da sua vida. Sussurrava mantendo o contato com os olhos marejados. Já vai se acostumando me ter por perto e com a ideia talvez de voltar para Seattle. Não vou deixar escapar da minha vida outra vez. Passava o braço por sua cintura a puxando para um abraço, enroscando suas pernas e fazendo Callie soltar um suspiro. Arizona nunca tinha visto a latina que sempre se parecia com um muro sólido, daquele jeito chorosa e sensível. Suas mãos passeavam uma pelo corpo da outra explorando toda extensão das costas por baixo das cobertas. As lágrimas de Callie se misturavam com seu sorriso pela declaração feita por Arizona. Suas mãos percorriam as costas da loira e ela afundava o rosto em seu pescoço sentindo o cheiro de seu perfume a fazendo arquear com cócegas. A loira tentava segurar sua risada arranhando as costas latinas. Sofia se mexia do outro lado do quarto fazendo as duas congelarem seus movimentos e arregalar os olhos. Arizona vira de costas para ela que passa seu braço em volta da cintura da loira a trazendo para mais perto.

-Quem ama de verdade não consome além das necessidades.  E tenho plena certeza que você me amou de verdade. A loira falava num tom quase inaudível mas que foi o suficiente para o coração de Callie bater no mesmo compasso que o dela. As duas dormiram aconchegadas como faziam a muitos anos.

De manhã aquela posição digna de um filme de cinema, deu lugar a uma Calliope esparramada com as pernas em cima da loira, que estava com os braços acima da cabeça e com a boca aberta. Dormiam profundamente até que o celular de Sofia despertou fazendo a menina acordar.

Ela coloca seu uniforme e observa as mães dormindo profundamente.

-Mama você não tem que ir trabalhar? Balançava a morena que falava alguma coisa incompreendida.

-Mama!! Acorda vai se atrasar. Com mais força chacoalhava Callie a fazendo abrir os olhos.

-Que horas são? Levantava passando os olhos por todo o quarto reconhecendo aonde estava.-Só tenho plantão a tarde. Abria a boca se espreguiçando e vendo os olhinhos lhe encarando de forma preocupada.

-Não se preocupe, mama está bem. A puxava para um abraço passando as mãos por seus cabelos escuros.

Callie desceu com Sofia para o café e a levou para a escola, deixando Arizona dormindo enrolada nas cobertas. Ainda sonolenta a claridade bate em seus olhos e ela desperta procurando  pela morena. O quarto estava vazio e um pedaço de papel escrito a caneta se destacava no criado mudo ao seu lado.

 

“Fui levar Sofia para a escola e tomar café.

Volto logo.

Não esquece que vai comigo para o hospital

Bjs “

 

A loira se deu conta do que tinha acontecido na noite anterior quando olhou no espelho do banheiro e viu seu reflexo com o rosto avermelhado e com os cabelo loiros bagunçados. Ela tira sua blusa de pijama preta e sua calça de moletom entrando no chuveiro. A água morna caia sobre seu pescoço enquanto ela se lembrava das mãos de Callie percorrendo sua pele e de como a morena a deixava louca só apenas com gestos simples. Sua mente estava tão concentrada na imagem dela e seu centro estava tão quente que ela não hesitou em descer uma de suas mãos até ele que pulsava de vontade. Focada em sua mão não percebe quando a latina abre a porta do quarto esperando encontrar a loira ainda deitada, com a cama vazia Callie chama seu nome algumas vezes e cansada de esperar alguma resposta ela entra na porta encostada do banheiro. Seus olhos param na loira que estava encostada na parede do box passeando com uma de suas mãos nos seios e a outra fazia gentis  círculos no meio das pernas, seus olhos estavam fechados e sua boca emitia alguns sons que eram facilmente disfarçados pelo barulho do chuveiro. A latina respira fundo encarando a cena a sua frente, a água caia no corpo que rebolava sobre a mão respingando no box, a pele de suas bochechas estavam coradas e de seus lábios surgiam alguns sorrisos mostrando suas covinhas. Arizona ainda não tinha percebido a presença dela e continuava seus movimentos cautelosos, quando sentiu que seu ápice estava chegando ela inicia uma respiração rápida e ofegante. Buscando alguma saída e agarra seu cabelo e geme alto.

-Callie… O nome saia em meio a seus gemidos e ela retirava sua mão deixando escorrer por suas coxas suas vontades. Callie observava a cena atenta mordendo seus lábios e em silêncio. Sua calcinha já estava encharcada quando a loira abrira seus olhos que reluziam sobre os azulejos do banheiro.

-A quanto tempo está ai? Perguntava envergonhada desligando o chuveiro.

-Tempo suficiente. Tenho que tomar banho também ou vamos nos atrasar. Falava enquanto tirava sua blusa e jogava perto da porta.

Arizona estava saindo do box com suas bochechas vermelhas quando a latina termina de tirar suas calças e a empurra para dentro de novo. Os seios da loira saltam quando suas costas alcançam a parede soltando um gemido, os espasmos de seu corpo ainda davam lembranças. A latina ligava a água novamente retirando seu topper saltando seus seios morenos fazendo Arizona respirar fundo. Os olhos castanhos encarava o corpo que suava no canto do box.

-Não devia ter feito isso, e você não devia ter ficado olhando. Seu rosto avermelhava de timidez. Estava morrendo de vergonha.

-Desculpa te deixar envergonhada, não precisa ficar vermelha desse jeito. Sorria para a loira que escondia o rosto entre as mãos.

A morena puxava seu corpo para debaixo do chuveiro abraçando sua cintura. Arizona enterrava seu rosto nos cabelos que se molhavam com a água morna. Ela passava os braços pelo pescoço deixando a distância ainda menor.

-Seria muito mais fácil se você parasse de me olhar desse jeito. Os olhos azuis passeavam pelo rosto de traços fortes.

-Desculpa mais é tão difícil. Agarrava os lábios da loira deixando uma mordida e dando beijos intensos.

Sua boca procurava a outra com urgência e vontade, suas línguas dançavam no mesmo ritmo enquanto as mãos rápidas da morena contornavam sua curvas. Entre os beijos se ouvia alguns gemidos e risadas.

-Tanta saudade de você. A loira interrompia um dos beijos colocando os cabelos negros atrás da orelha.

Callie dava alguns passos com ela ainda em seus braços até sua mão alcançar a parede de azulejos brancos, ela prensa o corpo pequeno trazendo os seios fartos para mais perto.

       

 


Notas Finais


Desculpa deixar vocês na expectativa
Vou tentar trazer mais um cap amanha


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