História Um Buquê de Masculinidade - Capítulo 8


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Categorias Vocaloid
Personagens Big Al, Gumi Megpoid, Hibiki Lui, Kaito, Len Kagamine, Leon, Lily, Miku Hatsune, Rin Kagamine
Tags Comedia, Comida, Cozinha, Crossdresser, Drama De Última Hora, Ficlet, Josei, Len X Miku, Lenku, Menos De 1000 Palavras, Ringo-nee, Romance
Visualizações 42
Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAA
DESCULPEM
EU ME ATRASEI ;U;
JÁ É QUASE MEIA NOITE, QUAAAAASE QUE EU NÃO CONSEGUI!! ;W; AAAAA

Enfim, nem mesmo respondi os comentários do capítulo 7, agradeço por eles, eu li e amei todos! ❤❤ Por favor, continuem, porque estão me incentivando MUITO e eu estou muito feliz que vocês estão gostando! *-*
Estou escrevendo novos capítulos e segredinho (que não será mais segredinho): já passei do capítulo 10. uhauahuahuahua Até agora, não me deu nenhum pane.
É aquilo, né? Capítulos curtos... Tudo mais leve... Tudo mais tranquilo! XD

Enfim, espero que vocês gostem!

BOA LEITURA! ;W; ❤

Capítulo 8 - A pervertida


Fanfic / Fanfiction Um Buquê de Masculinidade - Capítulo 8 - A pervertida

Como de costume, meia noite e meia, “bye” mais um dia puxado de trabalho. Gumi e Lui pegavam o trem, então iam juntos. E eu, para contrariar, pegava um ônibus, indo para um ponto na direção oposta dos meus colegas.

Sento no banco do ponto, suspirando e massageando meu pescoço. Estava exausta. Mas o friozinho da noite e som dos carros passando no asfalto até que relaxava um pouco. Me davam o gostinho de “amém, estou fora daquela cozinha”. Até mesmo o som das vozes das pessoas, que também esperavam algum ônibus ao meu lado, me faziam bem.

Ouço o toque do meu celular.

Preguiçosa, remexo na minha bolsa transversal bege surrada, sem olhar para dentro dela. E apenas com o toque, o encontro.

Era uma ligação de Rin.

— Fala, Rii-chan!

“Dia puxado?”

— O de sempre — dou um sorriso cansado. — E aí, como anda o trabalho?

“Finalmente, estou tendo uma folga! AAAH!”

Dou risada da comemoração escandalosa da Kagamine.

“Len me contou que vocês estão bem amiguinhos, desde que você entregou aquele dinheiro a ele!”, Rin toca no assunto.

— Pois é! — sorrio. — O seu irmão era tão calado, antes! Mesmo assim, eu já imaginava que ele era legal, só não sabia que era tanto! Sério, ele até cozinhou para mim!

“O Len era muito tímido e fechado, na época do colégio... Por causa disso, ele era muito sozinho...”, com o tom sério de Rin, eu desfaço o meu sorriso, e uma expressão levemente triste brota no meu rosto.

— ...Sério?

“Você deve ter percebido que ele... É um cara diferente.”

— Você quer dizer... Sobre todos aqueles frufrus?

“Sim, os garotos tinham interesses que o Len não tinha, então ele tentava ficar com as garotas, mas elas também o achavam estranho.”

— Que terrível.

“É... Eu pensei que ele ia crescer isolado... Ou até mesmo se tornar um hikikomori. Mas ele saiu de casa e se ajeitou primeiro que eu, então... Bom, ele provou que é forte.”

— O Kagamine-kun é uma pessoa admirável! — digo, com um tom carinhoso.

Rin fica em silêncio por alguns segundos.

“Gosta dele?”

— É claro que eu gosto! Não disse que somos amigos?

“Você transaria com ele?”

Meus olhos arregalam em surpresa.

— O QUÊ?! — dou um berro alto, assustando até a mulher que estava sentada ao meu lado, no ponto. Olho para ela sem graça, enquanto a mesma me encarava feio: — Desculpa! — curvo um pouco a cabeça, rindo cheia de vergonha, então volto à ligação; Rin estava rindo. — Tá louca?!

“Ué... Por que essa alteração?”, ela pergunta, risonha. “Ele é homem, você é mulher...”

— Não é todo homem que eu conheço que eu trepo! Porra, me respeita! E respeita seu irmão, também! Ele é um bebê! — repreendo a Kagamine, cochichando, para que as pessoas no ponto não me ouvissem. O que foi inútil, já que eu estava sendo observada.

“E ele é gay!”, penso, sem dizer a Rin.

“Se você conhecesse o Len, como eu, duvido que pensaria desse jeito!”, Rin continua com as provocações, rindo do outro lado da linha.

— Todo mundo tem defeitos, mas não é por isso que eu vou pensar que o Kagamine-kun tem algum desejo sexual por mim ou algo do gênero! Eu entendo os gostos dele!

“Tá, tá! Depois, você me conta...”

— Não tem nada para contar, sua pervertida de merda!!! — berro novamente, com o rosto todo vermelho.

As pessoas me encaram feio. Rin continua rindo.

Olho sem graça para elas, me curvando:

— D-Desculpem-me! — digo, coçando atrás do pescoço. Volto à ligação: — Não tem nada para contar! — volto a falar com um tom baixo, tímida.

“Eu só estou te provocando, gatinha! Eu vou nessa, você com certeza quer descansar.”

— Eu estou na rua, de qualquer jeito... Mas, depois a gente se fala!

Beleeeza! Byee!”

— Bye!

Desligamos.

Eu estava completamente corada, com uma expressão irritada.

“Como ela pode pensar isso de mim?”, penso, tímida.

E quando olho para o lado, meu ônibus vinha de longe. Me levanto depressa, guardando de volta o celular na bolsa e fazendo sinal para o veículo de transporte, com o dedo indicador. 


Notas Finais


INTÉ AMANHÃ ❤❤❤

Hikikomori - São pessoas que, por conta de algum trauma, se isolam da sociedade e vivem dentro de seus quartos!
(Se eu expliquei algo errado, me consertem, por favor! ^^)

KISSUS!! *3*


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