História Um cafajeste em minha vida - Capítulo 7


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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cafajeste, Cretino, Romance, Safado
Visualizações 29
Palavras 608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Andrews.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Um cafajeste em minha vida - Capítulo 7 - Capítulo 7

Lizzie estava diferente hoje. E eu sei que ela amou as loucuras que fizemos naquele carro. Mais eu não conseguia detectar suas feições. Não sei se seu rosto demostrava estar arrependida, magoada ou triste.

De qualquer forma fiquei irritado com meus pensamentos e logo saí da minha sala sem encarar ela no rosto.
Ela estava perdida em pensamentos, enquanto organiza uma papelada de documentos em pastas distintas.

Ouço uma das outras funcionárias lhe chamar para almoçar. Mais ela se desculpa e recusa dizendo que se esqueceu e que sairia depois.

Então me recordo dela ter pedido para sair mais cedo hoje.
Quase me recuso ao seu pedido, mais ela é uma ótima assistente e nunca saía assim, então a liberei.

Estou entrando no elevador junto com Richard e Sam. Precisávamos assinar uns papéis numa sede do lado.

Estou perdido em pensamentos quando ouço Sam dizer: — Cara, você viu como a Sra. Thompson estava sexy hoje? Quer dizer, ela sempre está.

Encaro-o furioso e digo: — Tenha um mínimo de respeito Sam com esses comentários.

Ele me olha sorrindo e zomba: — Calma aí parceiro. Não sabia que vocês eram amiguinhos agora. Até onde sei, ela te detesta.

Ouço o elevador se abrir e saiu rapidamente. Richard me puxa pelo braço falando: — Ei Andrews, vamos de carro!

Olho para ele aborrecido e digo:
— Não precisa, é bem pertinho Richard.

Ele fecha a porta do carro e me acompanha. Ambos em silêncio, então ele diz: — Andrews, eu te conheço desde de pequeno. Sei todas as suas artimanhas, e pelo que vi em seu rosto, você ficou furioso com o comentário do Sam. Você está gostando da Sra. Thompson ou tendo algo com ela?

Continuo andando sem encará-lo e digo: — Claro que não. Só achei desnecessário o comentário dele.

Ele para e diz ironicamente: — Você nunca se preocupou com isso.

Balanço a cabeça e murmuro: — As pessoas mudam não é mesmo?

Ele não diz nada, simplesmente fica calado.

Entramos no prédio ao chegarmos em umas das salas principais sou muito recepcionado por uma linda loira peituda.

Eu sei que você pode me achar um tremendo babaca. Mais pelo que eu me conheço bem, eu já teria pedido seu número e marcaria de pegar ela hoje a noite. E acredite em mim, eu realmente não fiz isso. Não tinha cabeça. Não parava de pensar em como a Lizzie estava hoje.

Calorosamente ela fala: — Sr. Andrews que surpresa, vê-lo por aqui.

Dou um sorriso fraco e digo: — Olá Ellen, vim assinar umas papeladas com os rapazes.

Nos guiando ao andar de cima, com uma voz sexy ela diz: — Por aqui cavalheiros.

Seguimos ela, e os rapazes logo caem os olhos em seu decote. Balanço a cabeça e penso o quão babacas esses dois são. E me envergonho ao pensar que eu sou/fui um desses.

O que estava acontecendo comigo? Lizzie estava me modificando, não diretamente, mais estava. Eu não queria transar com outra pessoa além dela, e não parava de pensar em tudo que fizemos.

Assinei os papéis calado e desci em direção à saída.

Pronto, tudo feito.

Ao chegar perto do carro sinto meu celular vibrar, quando atendo reconheço a voz da Mia de imediato que diz:
— Andrews! Tudo bem? Então a gente tinha uma reunião marcada para amanhã, mais não vai dar porque tenho que viajar ainda hoje, poderíamos nos encontrar no bar aí ao lado? Temos que ver isso hoje, mais claro se sua agenda não estiver muito apertada.

Sem muita escolha respondo: — Claro Mia vejo você lá. Até breve.

E entro no carro em direção ao bar.



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