História Um cafajeste em minha vida - Capítulo 8


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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cafajeste, Cretino, Romance, Safado
Visualizações 32
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lizzie

Capítulo 8 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Um cafajeste em minha vida - Capítulo 8 - Capítulo 8

O Sr. Andrews não voltou para empresa. Suspirei aliviada e curiosa ao mesmo tempo. De qualquer forma como ia sair mais cedo, fui até um dos banheiros e vesti minha roupa de malhar. Precisava espairecer e queria parar de pensar nele e nas coisas que fizemos.

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Ao sair da academia, fui direto tomar um refresco no bar ao lado.
Enquanto estava distraída no celular, volto a atenção para o pessoal que estava entrando no estabelecimento, e então vejo o Sr. Andrews novamente acompanhado de uma loira.

Esse cara tem fetiche por loiras, só pode.

De novo não. No fundo sinto uma pintadinha de ciúmes. Ele não perdia tempo mesmo.

Desvio o olhar e me levanto apressada indo em direção ao banheiro feminino. Mais logo sou interrompida por um braço forte me segurando.

É ele.

Encaro-o com uma raiva fervente e digo entre os dentes: — O que você quer Ramon?

Ele me olha sério e murmura:
— Precisamos conversar.

Bato palmas e sorrio dizendo: — Não temos nada para falar fora da empresa, e você está muito bem acompanhado.

Ele olha para o lado e me empurra para dentro do banheiro trancando a porta e rosna: — O quê? Ela é uma amiga e parceira, estamos tratando de negócios somente.

Fico quieta por um momento, e envergonhada sussurro: — Sinto muito. Eu não devia agir assim, não sei o que está acontecendo.

Surpreso ele se aproxima e diz: — Sei como se sente, eu também estou sentindo o mesmo.

Por mais que estivesse o odiando naquele momento, eu queria acreditar que ele também sentia o mesmo que eu, então falei: — Prove.

Ele me encara com olhar calmo e não sei distinguir suas feições de imediato. Será mesmo que ele também estava sentindo algo há mais? Isso que estava acontecendo entre nós poderia levar há algum lugar?

Diminuindo a distância entre nós, ele se aproxima de mim e pousa a mão em minha nuca. Me puxando para mais perto sinto nossas bocas se aproximarem, e eu nem tento recuar. Seja lá o que isso estava se tornando, estava fora do meu controle e eu queria mais.

Quando nossos beijos se intensificaram mais uma vez, uma onda de calor e eletricidade muito familiar percorreu o meu corpo.
Ele me encostou na parede, me puxou pelos cabelos e me beijou desesperadamente, como se quisesse provar algo.

Senti suas mãos agarrarem meus quadris me puxando para junto de seu corpo.
Ele levantou minha blusa regata e começou beijar cada parte do meu corpo.

Senti seu pau duro imediatamente.
Fechei os olhos enquanto ele explorava meus seios com a boca.

Devagar senti ele abaixar meu short-saia, provocando um gemido na minha boca. Deliberadamente ele puxou minha calcinha de renda branca até o chão e pegou colocando no bolso e disse: — Essa é linda demais para ser rasgada.

Sorri com a confissão.
E senti uma sensação de urgência de querer ele dentro de mim, de senti-lo penetrando fundo na minha boceta.

Gemo ao sentir sua boca quente mordendo meus mamilos: — Oh, merda!

Me apoiando na pia do banheiro e me colando de costas e abrindo minhas pernas, sinto sua língua passar raspando por meu clitóris. Lentamente ele lambe minha boceta enquanto apalpa minha bunda.

Palavras sujas saiam da minha boca junto com meus gemidos.

Tento miseravelmente não gemer, enquanto escutava o pessoal lá fora.

Subitamente ele me vira e fica de pé, então sussurra: — Eu poderia te comer inteirinha agora, mais isso seria bem melhor se fosse numa mesa de um escritório por exemplo ou num corredor.

Sorrio com tesão ao ouvir essas palavras, e sei com toda a certeza, que ele disse isso para me provocar mais, para me fazer lembrar de tudo o que já havíamos feito.

Vou em sua direção e murmuro: — Não faz isso comigo, estava ótimo, eu preciso de você dentro de mim, não se atreva a parar.

Levantando uma de minhas pernas, ele desliza dois dedos dentro da minha boceta molhada.
Eu gemo encostada nele e só então ao tirar os dedos novamente, sinto algo grande e grosso me penetrar.

Jogo a cabeça para trás, e quando vou soltar um gemido alto sinto sua mão tapar a minha boca. Ele começa acelerar o ritmo dentro de mim, e eu começo a circular o quadril, rebolando dentro dele, no mesmo ritmo. Posso sentir a tensão de nossos corpos e os espasmos por nossas pernas.

Murmurando em meu ouvido ele diz:
— Estamos perto, mais não goze agora.

E ele continua me penetrando cada vez mais rápido e fundo. Nossas pernas começaram a falhar e o ritmo ficava cada vez mais intenso e selvagem. Estou presa contra ele que me fode fundo.

Eu queria morder e chupar aquela boca deliciosa dele, mais não queria que ele saísse de dentro de mim, não agora.
Num instante, sua mão desce até minha barriga e um de seus dedos passam por meu clitóris.

Merda.

Minhas pernas começaram tremer e logo explodimos num êxtase intenso com sussurros contra a boca um do outro no intuito de abafar o nosso coro de gemidos.

Ddeslizamos no chão do banheiro em silêncio

Ele me encarou sorrindo e sussurrou: — Você é perfeita Lizzie... Vamos nos ver hoje a noite?

Sorrio tristemente e falo: — Eu adoraria Ramon, mais vou viajar ainda hoje..

Ele me encara assustado e fecha um dos o punho como quem não gostou nada do que acabou de ouvir. Então cerra os dentes dizendo: — Quando você ia me comunicar?

Me levanto do chão me apoiando na pia enquanto me visto e murmuro: — Assim que você retornasse para empresa, mais você não voltou. Enfim eu vou para visitar meu pai que está com problemas de saúde.

Ele faz o mesmo e se veste. Se aproximando fala: — Algo com que possa ajudar Liz?

Balanço a cabeça e digo: — Obrigada Ramon, vou só acompanhá-lo com alguns outros exames, mais estarei logo de volta. E por falar nisso já contratei alguém temporariamente para me substituir.

Ele acena positivamente e fala: — Venha, vamos sair daqui e conversaremos sobre isso.

Pegadando em minha, saímos do banheiro e partimos em direção ao estacionamento.



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