História Um Caminho á Prosseguir - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Caminho
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Palavras 740
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico)
Avisos: Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Coincidência ou Destino


De manhã bem cedo, Arthur acorda com o barulho do chuveiro.

- Que horas são Arthur? - pergunta Victória no banheiro.

- São 5:15 AM ! - diz ele abrindo a porta do banheiro.

- Quer tomar banho comigo? Pergunta ela abrindo o box.

- Por que não! - diz ele tirando a roupa.

Após o banho eles tomam café da manhã e descem pra frente do colégio esperar seus país. Depois de uma espera de quinze minutos, os país de Victória chegam.

- Srta Victória! Deixe-me te ajudar com as malas. - disse Edgar, o mordomo de Victória.

- Há claro! - diz Victória entregando suas malas.

- Bom, até a vista! Eu te amo meu amor! - diz Victória o abraçando.

- Até meu amor! E nunca se esqueça que eu a amo muito. - diz Arthur a beijando.

Victória entra no carro de seu pai, enquanto vê Arthur se sentando na banco que fica na frente do colégio.

Após alguns minutos da partida de Victória, Fernando chega para buscar Arthur.

- Eaí filhão? Como está? - pergunta Fernando abrindo a porta - tenho uma surpresa pra você! - completa Fernando.

- Olá pai! Poderia abrir o porta-malas? - pergunta Arthur levantando sua mala.

Após guarda sua mala, Arthur em entra no carro. Enquanto o carro sai ele olha o colégio pela última vez.

- Então Pai! Onde iremos? - pergunta Arthur lembrando do que seu pai falou.

- É uma surpresa Tutu! É uma surpresa! - diz Fernando brincando com Arthur.

Arthur sorrindo pega o celular para conferir suas mensagens.

-"Olá meu amor! Como está? Estou morta de saudades! Meu pai me comprou um apartamento aqui mesmo na cidade! Há é quase que me esqueço! Meu pai me arranjou um emprego naquela loja de roupas próximo ao colégio!

Anna Victória"

-

Pai! Onde estamos indo a saída da cidade é a esquerda! - diz Arthur debruçando sobre o banco.

- Calma que já chegamos! - diz Fernando parando o carro.

Eles entram no prédio, enquanto Fernando conversa com a recepcionista, Arthur olha em volta imaginando quem poderia morar ali. Ao pegar a chave Fernando chama Arthur para entrar no elevador.

- Bom esse é o nosso andar. - diz Fernando indo na frente.

Arthur sem intender apenas segue o pai.

- Bom filho, agora você não é mais um menino! Já é um homem feito! E então é pensando nisso... Que eu comprei esse apartamento pra você! - diz Fernando abrindo aporta.

- Sério pai! Valeu meu velho! - diz Arthur olhando o lugar.

- Há dois quartos, sendo um deles uma suíte, também há uma sala , cozinha, lavanderia e a sacada. - diz Fernando lendo as regras do condomínio.

- E os móveis? - pergunta Arthur curioso.

- Já devem estar chegando. - responde Fernando.

Após alguns minutos os empregados da montadora de móveis chegam para amontá- los. Enquanto eles almoçam o restante das coisas são arrumadas no ap.

- Bom filho, eu já vou! Sua mala já está lá dentro. - diz Fernando ligando o carro.

- Ok pai! Até mais! - diz Arthur entrando no prédio.

Ao se acomodar ele senta na sacada e responde a mensagem de Victória.

"Olá amor! Estou bem! Está com a tarde vaga? Podemos nos encontrar naquela pequena lanchonete próxima ao cinema?

Arthur"

Enquanto aguarda a resposta seu pai lhe mandará uma mensagem.

"Eaí Arthur? Já se acomodou no ap. ?

Acabei me esquecendo de te avisar que te consegui um emprego na loja de artigos esportivos no centro."

Pai

" Claro! Acabei de chegar estou te esperando."

Anna Victória.

Ele ajeita o cabelo e desce correndo pra lanchonete. Após algumas horas se passarem, eles contam as novidades.

- Arthur já é dez horas! Meu condomínio permite entradas até as dez e meia. - diz ela olhando para o celular.

- Acho que todos os condomínios são assim! - diz ele se levantando.

Ao retornarem apenas imaginam que o outro está fazendo companhia.

- Bom é aqui! - diz Victória - melhor se apressar já são dez e vinte - completa ela.

- Sério que tu mora aqui? - sim porque? - diz ela entrando para o condomínio.

- Eu também! - diz ele a seguindo.

- Qual o seu prédio? - pergunta ela

- O Azul! - afirma Arthur.

- O meu também! Será que somos vizinhos no mesmo andar? - endagando ela.

- Não sei! Responde ele ansioso.

Após entrarem no edifício, se dirigem ao elevador, e os dois se surpreendem pois moram no mesmo andar.

- Bom é aqui que moro! - diz Victória.

- Eu moro mais adiante no 35! - diz ele

Eles se despedem e entram para Tomar banho. Mais tarde Victória faz uma "visita" para Arthur.



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