História Um castigo diferente - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Hoseok!bottom, Jikook, Namjin, Taeseok, Vhope, Vtop
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Palavras 10.941
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente acabei, não pensei que a fic iria ficar tão grande.

Espero não ter decepcionado ninguém, confesso que a minha ideia era outra quando começei a fazer, mas eu deixei-me levar e ficou assim. Espero que gostem.

Capítulo 2 - Capitulo unico


Estou sentado em uma das mesas do refeitório com os meu melhores amigos, Jungkook e Jimin.

Se não estivesse ocupado olhando alguém, ficaria encomodado de estar a fazer de vela humana de tanto que eles flertavam.

E quem era esse alguem que me estava a tirar as atenções todas? Era Jung Hoseok.
O garoto que me fazia questionar entre ama-lo e odia-lo.

Não sei ao certo como ou porquê comecei a gostar dele.
Foi à 2 anos atrás, quando entrei para esta escola.
Ele era um ano mais velho que eu.
Lembro-me que comecei a reparar nele desde o dia em que ele intormou um suco de uva na minha blusa preferida.
No momento em que aquilo aconteceu eu fiquei muito puto da vida mas levantei o rosto e vi aquele rosto angelical à minha frente. O seu semblante era de arrependido.
Ele pediu-me desculpas e eu apenas dei o meu sorriso quadrado dizendo que não havia problema.

Ele emprestou-me uma camisa que tinha na mochila para emergências e eu fiquei encantado.
Ele foi tão gentil comigo.

Depois desse dia nós conversávamos as vezes.
Até troca no o número de telefone.

Eu sempre pensava nele, estava completamente apaixonado.

Nesse meio tempo eu conheci o Jimin. Ele era da minha sala e só era mais velho que eu alguns meses.

Ao longo do tempo nós fomos nos tornando melhores amigos e eu confiei nele.

Ouve um dia que decidi contar-lhe que era gay e que gostava do Hoseok.

Ele não reagiu muito bem.

Não ao facto de eu ser gay porque ele admitiu que era bissexual, mas sim à minha paixão pelo Jung.

Ele bem me avisou que ele não era confiável, só trazia sarilhos e além disso não gostava da mesma fruta que eu. Mesmo o Jimin só tento chegado no mesmo ano que eu ele sempre ouvia das pessoas coisas más sobre ele.

Eu iludido né, disse que não me importava e que iria conquistá-lo.

O Jimin bem que me tentou abrir os olhos mas depois de muito tentar desistiu e deixou que eu quebrace a cara sozinho.

Devia te-lo ouvido.

Parecia que de um momento para o outro ele mostrou como realmente era.

Não digo que ele seja má pessoa de todo, afinal não o conheço bem apenas sei das suas ações, mas também não é o que eu esperava.

Lembro que ele andava sempre rodeado de garotas.
Qualquer garota. Seja das mais populares até às nerds.
Pelo menos não tinha o preconceito do padrão de beleza e ficava com qualquer uma, seja gorda, magra, alta, baixa e por aí.

Mas ele usava-as. Ele aproveitava-se delas e depois deitava-as fora.

Lembro-me que já o vi propor a uma garota que se ela lhe fizesse os trabalhos de aula poderia fazer-lhe um boquete. Ela aceitou é óbvio. Ele era muito bonito, maior parte das garotas se tivesse uma oportunidade, aproveitaria.

Aí começei a ver que ele era do tipo de pessoa que eu não gostava.
Não sabia respeitar as mulheres.

Talvez seja porque moro com a minha mãe e a minha irma juntamente com meu pai e por isso saiba o que as mulheres têm de aguentar dos homens.

Mesmo assim eu continuei a gostar dele.

Não conseguia fazer nada para esquecer ele simplesmente não saía da minha cabeça e do meu coração.
Passei a ignorar esse sentimento.

Para mim passou a ser normal gostar dele.

Mas agora vou falar deste ano.

Claro que eu continuava a gostar dele. Aquele otário estava sempre lá para me fazer lembrar da sua existência e dos meus sentimentos por ele.

Conheci Jeon Jungkook este ano.
No inicio aproximei me dele e tornamo-nos amigos. Eu até tentei ter algum sentimento por ele para esquecer o Hoseok. Mas essa ideia foi completamente descartada quando notei que Jungkook e Jimin sentiam algo um pelo outro embora os dois não admitam.
Eu não me importei afinal ainda gostava do Hoseok.

Este ano a minha irmã também veio para a minha escola e eu fiquei muito feliz.

Mas com o passar do tempo eu fui descobrindo algo que não me agradou muito.
Ela gostava do Jung Hoseok.
Eu tentei-lhe dizer para não gostar dele, que ele não era homem para ela, afinal não queria que ele sogresse como eu.
Mas ela não me deu ouvidos. Não a culpo, quem sou eu para julgar se também o amo.

Alguns dias depois ela decidiu declarar-se a ele e eu tentei impedi-la, não queria que ela levasse um fora.
Mas no dia seguinte fiquei a saber que os dois namoravam.
Aquilo destrui-me o coração por dois motivos.
Primeiro, ao saber que ELE estava a namorar com a minha irmã.
E segundo, ao saber que ele estava a namorar com a MINHA IRMÃ.

Não sabia se ficava triste pelo meu amor estar a namorar com outra ou por saber que essa outra era a minha irmã.

Tentei abrir-lhe os olhos e dizer que ele só queria usar o corpo dela mas ela não me deu ouvidos.

Mas pelo menos fi-la prometer uma coisa. E ela prometeu. Ela prometeu não dar o seu corpo e perder a virgindade nem com ele nem com ninguém sem ter a certeza se realmente amava essa pessoa e se ela estaria preparada para algo tão íntimo.

Eu sei que ela é responsável e não me iria decepcionar então confiei nela.

Claro que mais uma vez eu não era ninguém para falar, já que eu transei muitas vezes e maior parte delas nem lembro o nome nem a cara das pessoas.
Mas não quero que ela seja assim.

E não é por eu ser homem e ter mais direitos que ela que é mulher. É por saber que ela é boa e especial demais para se entregar a um qualquer.

O Hoseok e a minha irmã ainda hoje namoram e eu sempre tenho medo de quando ele irá despedaçar o coração da minha irmã.

Saí dos meus pensamentos quando o vi levantar e sair da cantina.

Fiquei apreensivo, algo me diz que não é coisa boa.
Mas talvez seja só da minha cabeça.
Voltei-me para os meus amigos que olhavam para mim.

— Taehyung, estás a ouvir? Estou a chamar-te faz 5 minutos. — disse o Jimin e eu arregalei os olhos.

É esse um dos efeitos que o Hoseok me causa. Parece que não tem mais nada à minha volta.

— O que foi?.

— Queria saber se querias vir ao cinema hoje à tarde.
— Não me apetece muito.

— Por favor, eu e o Jimin andamos à séculos à espera que o filme "Love, Simon" saia nos cinemas.

— Eu hoje não estou no clima. Podem ir vocês.

— Ok! Nem vale a pena insistir. Ultimamente não tens estado muito animado e não queres fazer nada. — disse o Jungkook preocupado.

—Queres falar? — perguntou o Jimin.

Eu sei do que ele estava a falar. Ele sabia dos meu sentimentos pelo Jung e de como isso tem me destruído ultimamente.

— Não vale a pena Jimin. Obrigada.

— Ok, mas qualquer coisa eu estou aqui para o que der e vier. — disse e o Jungkook ficou inciumado.

— Ultimamente parece que me escondem segredos. Eu sinto-me mal quando me deixam de parte. — disse o Jeon triste e o Jimin abraçou-o.

— Não é nada de importante não te preocupes. — disse o Jimin lhe dando um beijo na bochecha e o Jungkook ficou corado.

— Ok.

— Eu vou dar uma volta pela escola, preciso apanhar ar. — disse e em seguida saí da cantina deixando os dois sozinhos.

Dei a volta à escola toda e parei no campo de esportes quando ouvi a voz da minha irmã, olhei para onde o som vinha e via com o Hoseok.

Escondi-me atrás de uma árvore e fiquei a escutar o que estava a acontecer.

— Nem acredito que me fizes-te isso. Nunca vou te perdoar. — ela disse a chorar e saiu correndo.

Eu fui atrás dela e quando consegui segura-la abracei-a.

— O que ele te fez? — perguntei preocupado.

— Tu tinhas razão Tae. Ele é uma pessoa horrivel.
Ele só me usou. Desculpa não te ter ouvido, tu sempre me avistas-te sobre ele.

— Não penses nisso, ok? Vai para casa descansar e tenta distrair-te para não pensares nele. — disse lhe limpando as lágrimas e em seguida ela saiu para ir para casa.

O que ele fez com a minha irmã não tem perdão.
Já sabia que isto iria acontecer mais tarde ou mais cedo. Mas ver a minha irmã chorar por causa dele deixa-me muito mal. Ele precisa que alguém lhe dê um castigo por tudo o que anda a acontecer. Ele não pode simplesmente tratar assim as garotas e sair impune.

Voltei para onde eles estavam e o Jung ainda estava lá a olhar para o nada.

— Eí, Hoseok! — disse lhe chamando a atenção — Precisamos conversar.

— Precisamos? — perguntou confuso.

Eu agarrei o seu braço e arrastei até aos vestuários que eram ali perto.

Quando entrei no sítio fechei a porta e encostei-o contra a parede com força.

— Que agressividade. — disse ele rindo.

— Calado, aqui quem fala sou eu. — disse e ele cruzou os braços à espera que eu falassem —Não gostei nada do que fizeste com a minha irmã.

— Eu...

— Calado. — disse o enterrompendendo e ele calou-se. — O que tu fizes-te é horrivel. Precisas de ser punido.

— E o que pensas fazer?

— Vais aprender que não se deve usar uma garota para depois joga-la fora como algo descartavel.

— Vais me bater é isso? — debochou o Jung.

— Não, isso tem quem o faça. Tu vais sentir na pele o que é ser arrombado e usado para depois ser deixado como o lixo que tu és. — disse Taehyung e em seguida agarrou os seu braços e prendeu-os em sima da cabeça — Vais receber a punição que mereces.

Abri o seu fecho da calça e virei-o de costas para mim, encostando a minha ereção na sua bunda.

Ele tentou soltar as mãos e eu prendiam desta vez ate as das costas.

Abaixei as suas calças e as cuecas e mordi o labio inferior com a visão da sua bunda.
Apertei as nadegas com vontade e ele gemeu.
Sinto o meu membro fuçar duro imediatamente.
Eu também podia sair beneficiado desta história toda.

Comecei a abrir as minhas calças e abaixei-as.

Foi tudo tão rápido e brusco que ele nem conseguiu revidar.

Ponho-o numa posição em que ele ficasse com a bunda empinada para mim e sem preparação adentrei a sua entrada com o meu membro.

Senti a sua entrada esmagar o meu membro e gemi.

— Isso doí. — disse num grito de dor.

— E quem disse que eu me importo.

Comecei a estoca-lo com força e a cada estocada ele soltava um gemido de dor e vi os seus olhos com lágrimas.

Eu parei e suspirei, afinal ainda gosto dele e mesmo que eu não quisesse eu importo-me com ele.

Fiquei um pouco à espera até quando ele olhou-me por sima do ombro e sorriu.

— Podes ir. — disse e empinou mais a bunda.

Eu voltei a estoca-lo com força e agora ouvia gemidos de prazer.

— Espera! — disse parando e ele olhou curioso — Não era suposto estares a gostar.

— Não estou a gostar. Agora continua. — disse rebolando no meu pau.

Saí de dentro dele e ele virou-se para mim.

— O que foi?

— Tira a roupa e apoia-te naquele banco ali. — disse autoritário e ele fez o que eu disse começando a tirar as roupas lentamente de forma provocante, eu já sentia o meu membro dolorido de tão duro que estava, ele meteu-se de quatro com a bunda bem empinada dans a visão da sua entrada.

Fui ter á beira dele e dei lhe um tapa na sua bunda com força e ele gemeu.

Enterrei-me nele e agarrando os seus cabelos, puxo para trás fazendo ele arquear as costas gemendo.

Comecei a estoca-lo devagar e a cada estocada era um gemido que saía daquela boca vermelhinha.

—M-mais r-rápido.

— Aqui sou eu quem dita as regras. — disse dando um tapa na sua bunda e ele gemeu.

Continuei lentamente mas fundo para torturar até que devido aumentar a velociadade e ele gemeu mais alto.

Viu meter a mão no seu membro e tirei-a.

— Eu não disse que te podias tocar. Só vais gozar comigo a foder-te.

Continuei a estoca-lo ouvindo ele pedir por mais.

Com a força que eu fazia, as suas pernas começaram a tremer.

Parei de puxar os seus cabelos e meti a sua cara junto com os braços no bando, de modo a ficar apenas com o quadril levantado fazendo eu ir mais vindo em si.

Ouvi o gritar e eu sabia que tinha achado seu ponto de prazer.

Continuei a sorrar a sua próstata rapidamente e violentamente ouvindo gemer de forma manhosa.

Até que num grito chamando pelo meu nome,  ele se desfez fazendo assim a sua entrada contrair e apertar o meu membro deliciosamente e me fazendo gozar no seu interior.

Sai de dentro dele e olhei-o satisfeito vendo o meu esperma a escorrer da sua bunda para as suas coxas.

Virei-o de frente para mim, deitei-o no banco e deitei-me por sima dele.

Ele arfava com a respiração descompassada e estava suado com alguns cabelos à frente dos olhos.

Tirei os cabelo dele da frente dos olhos e fiquei a olhar para o seu rosto.
Ele estava corado e eu seus lábios vermelhos e enchados de tanto os morder eram convidativos.

Quando eu ia voltar a adentrar a sua entrada com o meu pênis, ele pediu algo que me deixou confuso.

— Beija-me! — eu aproximei-me dele olhando os seus lábios, não sabia se devia faze-lo ou não.

— Não acho uma boa ideia.
— Porque? — perguntou e parecia triste e decepcionado.

Eu não queria beija-lo porque sinto que se os nossos lábios se tocarem eu não vou querer larga-lo nunca mais e ele vai perceber o que sinto por ele.

O objetivo era ele sentir-se mal com isso e parar de fazer com as outras pessoas. Afinal além de eu estar a fode-lo sem ele querer, ele é hetero.

Mas porque ele parecia estar a gostar?

Porque ele me pediu para beija-lo?

Ele é hetero. Não é?

Isto era tudo uma brincadeira para ele?

Eu levantei-me e vesti os boxers e as calças já que foi as unicas coisas que eu tirei.

— Taehyung, onde vais?

— Eu vou embora. — disse já me dirigindo à saída mas ele agarrou a minha camisa.

— E vais me deichar assim, aqui? — disse mas eu apenas ignorei.

Tirei a sua mão de mim e fui embora.

Quando cheguei em casa fui em direção à sala e deito-me no sofá.

Será que o que fiz foi certo.
Será que eu apenas deveria der-lhe batido?
Será que o que eu fiz foi estupro? Não tinha parado para pensar nisso.
Mas ele pareceu gostar.
Isso é uma coisa boa?
Era suposto ser um castigo, mas eu não quero ser preso. E eu também não queria magoa-lo.

Não, eu queria magoa-lo. Foi bem feito, ele já andava a pedilas à muito tempo. É foi a gota de água quando ele fez aquilo à minha irmã.

E já agora, tenho que falar com a minha irmã.

Levanto-me do sofá e vou em direção ao quarto da minha irmã e em seguida bato à porta.

Oiço ela dizer um "entre" de forma baixa e abafada.

Quando entro vejo ela deitada na cama com alguma coisa nas mãos.

— Taehyung?

— Hm?

— Porque não me disses-te que gostavas do Hoseok.

— O quê? — perguntei surpreso e ela mostrou-me o pequeno caderno que eu usava para desabafar os meu sentimentos. — Tu não devias ter mexido nas minha coisas. — digo zangado tirando o meu caderno das suas mãos.

—Desculpa, eu estava mal e não te tinha por perto. Queria apenas ter um pouco da tua presença por isso fui para o teu quarto e vi este caderno e fiquei curiosa. Desculpa. Mas responde-me.

—Eu não tenho como responder a isso.

— Como não? Foi por isso que sempre dizias para eu me afastar dele? Porque o querias só para ti. Podias ter falado comigo, eu não queria que sufresses desse geito por minha causa.

— Quando eu te disse para te afastarem dele foi porque não queria que sufresses como eu. Ele não presta, está sempre a usar as pessoas, só não queria que fizesse o mesmo contigo.

— Não percebo como gostas tanto dele se dizes essas coisas.

— Eu também não entendo. Eu tento odia-lo com todas as minhas forças, tento mesmo. E mesmo depois de tudo o que ele fez eu só consigo ama-lo. Eu tento me convenser que o meu nervosismo é raiva ao ve-lo, que as borboletas na minha barriga é apenas a ancia de vômito que ele me faz sentir, que cada vez que o meu coração bate por ele é apenas por eu ter as tensões baixas. Eu estou entre ama-lo e odia-lo. Ou pelos menos preferia que fosse isso. Mas ele podia ser a pior pessoa no mundo, eu não consigo odia-lo.

— Tu ama-lo mesmo não é? — disse rindo.

— Isso não é uma coisa boa.

— Não vais fazer nada?

— Eu nunca fiz nada, porque haveria de fazer agora? E porque estás a dizer isso? Pensava que estavas a sofrer por ele.

— Sabes? Quando li o que tu escreveste. A forma como tu escrevias o que sentias por ele, o que vias nele sendo mau ou bom, como mostra até que o amavas. Eu percebi que o que sinto por ele não está nem perto do que sentes por ele.

— Eu não sei porque estás a dizer essas coisas. Já me sinto mal o suficiente por ama-lo não preciso que o digas como se fosse sorte.

— Sabes porque ele acabou comigo?

— Não sei. Talvez porque ele queria usar o teu corpo mas como viu que não ia ter nada deixou-te.

— Ele gosta de uma pessoa, mais expecificamente de um garoto. Quando eu disse que ele usou-me foi porque ele queria fazer ciúmes nesse garoto.

— Deve ser aquele tal de Seokjin, eles andam sempre juntos.

— O Jin namora com o Namjoon.

— Por isso mesmo queria faze-lo ciumes. Isso não o impede de nada.

— Ele e o Jin são como irmãos. E o Jung é uma pessoa maravilhosa. Ele sempre foi simpático e amável para mim e para os amigos, ele sempre quer o bem de todos. Mas eu ficava confusa com as coisas que me dizias. e
E é verdade que ele já ficou com algumas garotas mas eu acho que isso tem alguma explicação. Quando ele acabou comigo eu apenas chorei e fiquei com raiva. Eu nem ouvi direito o que ele me disse. Apenas pensei em tudo o que me falavas dele. Eu acho que ele não é essa pessoa que tu achas.

—.Talvez eu tenha exagerado da forma como te falei dele. Eu não queria que te acontecesse nada de mal e além disso eu admito que senti ciumes. Eu não queria ser egoísta mas eu só queria que vocês se separarem de uma vez, mesmo que isso não queira dizer que eu terei uma oportunidade.

— Talvez possas ter esperanças.

— Acho que é melhor não.

Derrepente ouvimos a campainha.

— Eu vou atender.-disse e foi abrir a porta me deixando sozinho no quarto.

Depois de alguns minutos ela volta com um sorriso no rosto.

— Taehyung é para ti.

— Ok. — disse e vou em direção á porta da entrada mas quando passo pela minha irmã ela agarra o meu braço e faz uma cara maliciosa.

— Boa sorte.

Fiquei sem entender mas mesmo assim continuei o meu caminho.
Quando cheguei à porta arrefalei os olhos.

— Eu queria falar contigo. —disse esperançoso e eu suspirei.

— Entra. — ele entrou e eu fechei a porta — Vamos para o meu quarto que daqui a bocado os meus pais chegam.

Fomos em direção ao meu quarto.

Notei que ele andava meio torto e parecia dolorido, deve ter sido de hoje mais cedo.
Quando entramos eu fechei a porta. Ele estava a olhar o redor do meu quarto até que presta atenção em mim.

— O que querias falar comigo? — disse e ele suspirou.

— Não sei por onde começar.

— Talvez pelo início.

— Porque tu fizeste aquilo hoje? — diz se referindo a mais cedo nos vestuários.

— Fiquei muito chateado com o que fizeste com a minha irmã, não pensei em mais nada senão dar-te a provar do teu próprio veneno.

— Eu gostei... — disse me fazendo arregalar os olhos —Eu gosto de ti, Taehyung.

— Vai iludir outra pessoa. — disse chateado.

Talvez fosse verdade o que ele dizia mas de qualquer forma não me quero iludir.

— Porque não acreditas eu mim? Eu gosto de ti de verdade.

— Tu não gostas de ninguém. Estás sempre agarrado com pessoas diferentes.

Depois do que a minha irmã me falou ainda estou em duvida. Mas eu quero que ele me fale o real motivo pelo qual está sempre com uma garota diferente a cada dia.

— Eu só queria que tu sentisses ciumes. A maior parte das raparigas que eu "pegava"...-disse fazendo aspas com os dedos — ...sabiam que eu te queria fazer ciúmes e ajudavam-me.

— Poupa-me Hoseok. E naquele dia que te vi com uma garota no banheiro e lhe disses-te que se ela fizesse os teus trabalhos ela poderia fazer-te um boquete.

— Essa garota é minha prima. — disse e eu olhei indignado.

— Tu pedes essas coisas à tua prima?

— Não, Taehyung. Eu sabia que tu estavas a ver, por isso pedi a ela para me ajudar. Mas não aconteceu nada.

— Hm...

— Depois de um tempo eu pensei que o que eu estava a fazer não me ía levar a lado nenhum e desisti. Então comecei realmente a namorar com algumas garotas para te conseguir esquecer. Até  que comecei a namorar com a tua irmã. No início não sabia disso, mas quando soube eu tive esperanças que podecemos nos aproximar. Com o tempo notei os olhares que tu me davas. Eu sabia que eram olhares de preocupação pela tua irmã. Mas eu voltei outra vez com o plano de te fazer ciúmes. — eu ouvia tudo em silêncio — Eu apenas queria ver como tu reagiam ao me ver com outras pessoas. Eu ficava muito triste quando te ouvia falar aquelas coisas de mim à tua irmã. Eu apenas queria que sentisses ciumes, não queria que me achasses a pessoa horrível que achas que sou. Eu acabei com a tua irmã.  Não podia iludi-la daquele jeito, eu sei que errei e já lhe pedi perdão.

As lágrimas escorriam dos seus olhos. Quis abraça-lo, dizer que o amava e que o perdoava. Quis mostrar que me preocupava com ele e que não o achava horrível, mas achei melhor apenas ouvir o que ele tinha a dizer.

— Eu estou a dizer-te isso tudo porque...Quando Tu me levas-te para os vestuários e fizeste sexo comigo eu gostei mas quando me deixas-te lá, eu senti o meu coração despedaçado. Mesmo que eu tenha gostado, tu fizeste aquilo para me magoar. E eu sentime muito mal.
Eu só queria poder guardar na memoria aquele acontecimento como algo bom. A pessoa que eu amo e eu transamos, eu gostei. Mas...tu Estavas a fazer aquilo por raiva, por que me odeias. Tu querias que eu sofresse e deixaste me lá confuso. Eu não estou chateado contigo, afinal eu mereço. Só queria que tu percebes que tudo o que fiz é porque te amo. E eu não queria que me odiasses, embora saiba que vais continuar a odiar-me sempre. Perdoa-me por favor. Eu peço desculpa a ti, à tua irmã, a quem tu quiseres mas por favor perdoa-me, eu sou apenas uma pessoa que cometeu erros por estar apaixonada. Não me odeies, por favor. — disse implorando.

Olhei a sua carinha vermelha enquanto lagrimas e mais lágrimas saíam de seus olhos.

Eu senti lágrimas involuntárias a escorrer-me pelo rosto e senti uma enorme vontade de o abraçar. E foi o que eu fiz.

Apertei-o forte entre os meu braços e acariciei os seus cabelo.
Ele tinha o rosto no meu ombro e as suas lágrimas molhavam me a camisa.

— Eu perdoa-te. E não te odeio.-ele olhou pra mim e fingiu com o nariz.

—Não me odeias?

—Eu não conseguiria odiar-te nem se quisesse. Acredita eu tentei com todas as minhas forças. Mas a verdade é que eu amo-te. — vi os seus olhos brilhar e abrir um pequeno sorriso — Eu estou arrependido por ter feito aquelas coisas todas e eu definitivamente não te acho uma pessoa horrível. Eu amo-te. Amo-te muito, muito mesmo. Perdoa-me tu a mim. Eu que te fiz sofrer.

— Eu também te perdou. Eu amo-te, nunca conseguiria ficar chateado contigo. Amo-te muito, muito, muito. — diz e começa a enxer o meu rosto de beijos e eu apenas abro um sorriso bobo enquanto o abraçava.

Eu aproximei os nossos rostos e colei os nossos lábios.
A sensação de ter a minha boca junto daqueles lábios macios pela primeira vez era incrível. Poderia ficar só neste selinho demorado para sempre apenas sentindo o seu sabor com os meu braços à sua volta.

Separamonos e olhamos nos olhos um do outro e sorrimos. Os seus olhos escuros brilhavam e eu poderia perder me nos traços perfeitos do seu rosto.

— Queres namorar comigo? — dissemos ao mesmo tempo e os dois demos risadas.

O seu sorriso é lindo e confortante, é em forma de coração e só de olhar para ele sinto uma onde de alegria dentro de mim.

— Sim. — dissemos juntos.

Abraçamo-nos mais uma vez e juntamos as nossas testas ouvindo as respirações e os batimentos um do outro.

— Mas Taehyung. — disse ele preocupado e eu olhei confuso — E a tua irmã. Ela vai ficar triste.

Quando falou nisso eu ouvi algo atrás da porta do meu quarto mas ele parece não ter notado.

— A minha irmã? — disse me levantando indo em direção à porta em silêncio  e ele olhou-me curioso.

Logo a seguir eu abri a porta rapidamente e a minha irmã caiu no chão.

— Acho que ela não se importa. Pois não maninha?

— Nossa! Não era aqui o banheiro? Acho que me enganei. — disse a minha irmã e quando ela ia sair, lê-se fugir, eu agarrei o braço dela.

— À quanto tempo estás a ouvir a nossa conversa?

—Não sei do que estás a falar. —ela fez se de desentendida.

—A quanto tempo estás aí?
— insisti e ela suspirou e abriu um sorriso enorme.

—À tempo suficiente para perceber que TaeSeok é  real.

—Tae o quê? — eu olhava para a minha irmã como se ela fosse um bicho qualquer enquando o Hoseok gargalhava.

Nossa que risada mais fofa.

Foco, Taehyung.

— TaeSeok. Taehyung com Hoseok. — disse e mostrou uma foto de nós os dois.

— Onde arranjas-te essa foto? — perguntei.

— Foi quando você estavam a ir para o quarto. Agora beijem-se para eu tirar outra fotografia.

—Tu estás a ficar maluca?

— Taehyung, é o teu primeiro namorado temos que recordar o momento. — disse preparando a câmara do celular —Como eles crescem tão rápido. — disse limpando uma lágrima enexistente.

— Sou mais velho que tu.

— Vá juntem-se temos que festejar o vosso namoro.
— disse animada e eu bati a mão na minha própria cara — A não ser que vocês queiram festejar sozinhos no escurinho do quarto.

—Chega, sai, vai te tratar num manicômio ou assim. — disse tentando empurra-la.

— Eu só estava a brincar. — fingiu-se ofendida- Mas se quiserem eu até digo aos pais para sairmos e assim deixamos vocês sozinhos.

-Sai!-disse e ela saiu rindo e olhei para o Hoseok e ele estava as limpar lágrimas por gargalhar tanto.

—Desculpa a minha irmã, ela assiste muito anime yaoi e depois é nisso que dá.

— Não faz mal, ela não disse nada que não fosse verdade.

— Então queres transar é isso? Agora que penso, nem sei como não te está a doer a bunda, eu fui tão agressivo.

— Acredita, doi-me muito. E eu acho que não é o momento ideal para fazer isso, a tua irmã está em casa.

— Pois. E os meus pais podem chegar a qualquer momento.

—Eles sabem que tu és gay? — disse curioso.

—Sabem, claro e aceitam super bem. A minha mãe tem uma prima que é transexual e gostava de ver anime yaoi quando era mais nova por isso acabou por apoiar a causa LGBT+ e antes de ela casar com o meu pai certificou-se de que ele não é preconceituoso, ela odeia preconceito. Mas e os teus pais? Eles sabem? E alias tu es gay ou bissexual? — perguntei confuso.

—Eu sou bissexual e eu já contei aos meus pais há uns três anos atrás e eles não reagiram muito bem, até quiseram meter-me em uma igreja. Mas com o tempo foram aceitando.
A minha mãe até hoje se arrepende de ter sido injusta comigo e diz que posso ser sempre sincero com ela que ela sempre vai me apoiar.

—Então quer dizer que não vamos ter que namorar em segredo. —digo lhe dando um selinho — Mas acho que ía ser estranho na mesma se os meus chegassem e se nos ouvissem. Eu quero ir com calma.

— Concordo. E além disso, este dia vai ser sempre especial para mim só por ser o do em que começei a namorar contigo. Agora tenho que ir para casa, eu não avisei os meus pais e eles já devem estar preocupados.

—Vais lhes contar já hoje que namoramos?

—Sim, tu não?

— Claro. E mesmo que eu não contasse, a minha irmã contaria.

—Não vai ser meio estranho já que eu e a tua irmã namoramos?

—Os meus pais não sabem.
A minha irmã não lhes contou. Porque ela disse que ainda é nova e eles podiam não aceitar muito bem.

—Hm. Tenho de ir.

—Eu acompanho-te à porta. — disse e os dois saímos do quarto e fomos em direção à porta de entrada.

Eu abri a porta e ele olhou para mim fazendo biquinho.

— Somos namorados, podemos nos despedir com um beijo. — disse manhoso e eu sorri e segurei o seu rosto e aproximamonos selando os nosso lábios num selinho demorado.

—Eu não acredito nisso! AMOR ONDE ESTÁ A CÂMARA? — somos interrompidos pela minha mãe que estava super contente. — Taehyung, não tens nada para me contar, filho?

—Mãe chegas-te. Onde está o pai? —disse tentando mudar de assunto.

—O teu pai já vem, agora não mudes de assunto. — disse tentando parecer séria e logo em seguida o meu pai entra e olha confuso.

—Mãe, pai, este é o Jung Hoseok, o meu namorado. — disse pegando na mão dele e a minha mãe começou a pular.

— Prazer senhor e senhora Kim.-disse corado e eu também estava.

— Se quiseres podes chamar-me de sogra. — disse a minha mãe e o meu pai riu-se.

—Mãe! —disse invergonhado.

Logo a seguir à minha irmã vem ter conosco.

A minha familia louca toda reunida, era o que me faltava.

— Vocês não estavam no quarto? — diz com um sorriso malicioso.

—Já está tarde. É melhor ires para casa. Os teus pais devem estar preocupados. — disse o levando até à porta.

—Hoseok não queres jantar aqui? —perguntou a minha mãe.

—Não posso já combinei de jantar com os meus pais.

—E amanhã? — perguntou o meu pai.

—Eu tenho que perguntar aos meus pais, depois eu aviso ao Taehyung.— disse ele invergonhado.

—Ok, foi um prazer te conhecer. —disse a minha mãe e deu-lhe um beijo na testa.

Ele despediu-se e eu peguei na sua mão e levei-o para fora da porta, logo em seguida fechei a porta para não nos verem.

—Desculpa a minha família. Eles às vezes são um pouco exagerados. — disse sussurrando para eles não ouvirem.

—Eu achei-os divertidos. Mas fiquei com vergonha, sinto o meu rosto quente.
— disse e eu beijei cada lado do seu rosto corado.

—Amo-te. — digo sussurrando no seu ouvido e em seguida juntei os nossos lábios.

Eu sinto que estou viciado nos lábios dele, e ainda só demos um selinho.

Eu queria sentir cada pedaço da sua pele.
Quem me dera ter aproveitado mais cedo.
Mas agora namoramos posso toca-lo quando quiser.

—Também te amo. — disse ele é da-me um beijo no rosto.

—Até manha. —dissemos juntos.

Ele mandou-me um beijo no ar e foi andando.

Quando o perdi de vista entrei em casa vendo a minha mãe, o meu pai e a minha irmã a rirem-se.

— Taehyung, quando ias contar à tua mãe que tinhas namorado. —disse tentando parecer zangada mas não conseguia conter o sorriso.

— Eles só começaram a namorar hoje. — respondeu a minha irmã.

— Fico muito feliz por ti. Ele parece ser uma ótima pessoa. —disse o meu pai.

—E é. — disse com um sorriso apaixonado.

—Eles são tão fofos. — disse a minha mãe — Mas quero saber o que aconteceu para o Hoseok estar a mancar daquele geito, eu notei. — disse maliciosa e eu corei.

—Eu vou para o meu quarto, quando o jantar estiver pronto avisem-me.

Cheguei no meu quarto, fechei a porta e fui arranjar roupa.

Tomei banho e entretanto o comer já estava pronto.

Depois de comer voltei outra vez para o meu quarto e deitei-me na cama a mexer no celular.

Derrepente alguém me manda uma mensagem no WatsApp.

Fui ver e era o Hoseok.

Era no saber que ele ainda guardava o meu número.

WatsApp:

Hoseok:
Oii!
Tudo bem?
Era para dizer que os meu pais deixaram eu ir jantar a tua casa.

Eu:
Que bom. :[)
Espero que a minha familia não nos invergonhe mais.


Hoseok:
Kkkkkkkkk
A minha mae e o meu pai também querem que vás jantar lá um dia destes.

Eu:
Nossa isto está a avançar rápido.


Hoseok:
Isso é mau?

Eu:
É ótimo.
Assim vamos poder dizer logo a todos o que sentimos um pelo outro e não precisamos enrolar.


Hoseok:
Tens razão. :)
Taehyung...

Eu:
Hm?


Hoseok:
Quando é que nós vamos fazer..."aquilo"?

Eu:
Hoseok, tu és passivo.


Hoseok:
Ok.
Já tinha percebido isso.
Kkkkkkk

Eu:
IMPOSSÍVEL.
Foi a [email protected] do corretor.
Como o corretor trocou essas duas palavras?


Hoseok:
kkkkkkmkkk

Eu:
Mas respondendo à tua pergunta...
Quando estivermos sozinhos.


Hoseok:
Tudo bem. Eu espero.
Mas vai ser difícil. Quero o teu pai outra vez enterrado em mim.
*Pau.
[email protected] de corretor.
Mas até lá vou te provocar muito.

Eu:
Só não me provoques na hora de jantar, senão eu fodo-te mesmo em sima da mesa.


Hoseok:
Sem os teus pais a ver isso seria uma visão excitante.

Eu:
Kkkkkkkkkkkkk
Podes crer.
Vou dormir agora, tô com sono. Até manha.


Hoseok:
Sonha comigo amor.

Eu:
Só se for para acordar duro.


Hoseok:
TaeTae?

Eu:Hm?

 

Hoseok:
Na escola tu não me vais evitar, pois não.

 

Eu:
Claro que não bebe.
Não é como se eu fosse dizer para a escola que namoramos, afinal eu nao gosto de chamar a atenção.
Mas eu vou fazer questão de mostrar que és meu para quem quiser ver.

 

Hoseok:
TaeTae, tu não estás a pensar em fazer "aquilo" em público pois não?

 

Eu:
Nossa!
Não!
Que tarado.
Kkkkkk

 

Hoseok:
Até parece que não gostas.

 

Eu:
Eu não estava a reclamar.
Agora vou dormir.
Mal posso esperar para te ver amanhã.

 

Hoseok:
E eu a ti.
Txau, dorme bem.

 

Saí da conversa e notei que o Jimin e o Jungkook mandaram me mensagem à uns 10 minutos.

 

Abri primeiro a do Jimin.

 

Jimin:
TU NÃO VAIS ACREDITAR.
O JUNGKOOKIE PEDIU-ME EM NAMORO.

 

        Eu:

 

Sério?
Fico muito feliz por vocês. Já não era sem tempo.

 

Jimin:
Nossa eu tô muito feliz.
Eu amoooo-o tanto.

 

Eu:
Kkkkkkkk
Eu já tinha notado isso, vocês são muito óbvios.
É já agora, também tenho uma coisa para te contar...

 

Jimin:
Conta logo veado.

 

Eu:
Eu também estou namorando.

 

Jimin:
KÊ? COMASSIM?
Com quem?

 

Eu:
Isso vais ver amanhã.
Agora vou dormir.
Bye!

 

Depois disso não vi mais as mensagens do Jimin que devia ser a xingar-me por não lhe contar.
Fui abrir a conversa com o Jungkook que tinha 12 mensagens.

 

Jungkook:
Mano, tu nem vais acreditar.
Eu pedi o Jimin em namora.
E ELE ACEITOU.
Eu ainda estou surfando aqui.
*Surtando
Oi?
Tás aí?
Nossa eu aqui todo felizão, a contar-te a melhor coisa que me aconteceu na vida.
Isso. Continua a ignorar.
Oi?
Taehyung?
TAEHYUNG?

 

Eu:
Oi.
Tava ocupado, sorry!

 

Jungkook:
Tavas ocupado é? Eu vi que tavas online.

 

Eu:
Foi mal? Tava a falar com o Jimin.

 

Jungkook:
ELE JÁ TE CONTOU?
Ele ficou feliz?

 

Eu:
Feliz é pouco.
Nota-se que vocês estão apaixonados.
E já agora tenho que contar-te uma coisa...

 

Jungkook:
Diz criatura.

 

Eu:
Eu também namoro.

 

Jungkook:
Quem foi o maluco que te pediu em namoro?

 

Eu:
Vais ver o maluco na tua cara.


Jungkook:
Tô brincando, diz quem é.

Eu:
Como disse ao Jimin, vês amanhã.
Peace.

 

Depois disso fui dormir.

Acordei com batidas na porta.

—Acorda. Não queres ver o teu amor? — disse a minha irmã e eu suspirei saindo da cama.

Fiz a minha higiene e antes de ir comer alguma coisa peguei no meu celular vendos as minhas mensagens.
Notei que o Jimin e o Jungkook tinham me mandado muitas mensagens ontem, mas depois vejo.
O Hoseok também me mandou uma mensagem à uns 10 minutos atrás dizendo para lhe ligar quando acorda-se.

Liguei-lhe e ele atendeu.

— Oi amor. — ele disse me fazendo abrir um sorriso.

—Oi bebê, gostei da forma como me chamas-te amor.

— Eu gostei da forma como me chamas-te bebê. Então, acordas-te agora?

— Acordei à algum tempo atrás.

— Então despacha-te. Quando eu estiver à tua porta vou tocar à campainha.

—Como assim? Vens me buscar?

— Mais ou menos isso. É que onde eu moro, eu passo por tua casa ao ir para a escola.


— Hm. Ok então. Até já bebê. Amo-te.

— Também te amo.

Depois disse encerrei a ligação e comi qualquer coisa.

Voltei para o meu quarto, lavei os dentes e peguei a mochila, em seguida ouvi a campainha tocar e fui atender vendo o Hoseok com um grande sorriso no rosto.

— Oi. Vamos? — disse me dando um selinho.

— Eí esperem, esqueceram-se de mim? — disse a minha irmã correndo até nós.

— Pensava que entravas de tarde. — disse eu confuso.

— O meu horário mudou, acho que me tinha esquecido de dizer.

—Porque mudaram o horário?

—Acho que é porque alguns alunos não estavam a perceber a matéria então  vão dar aulas extras para a turma toda.

—Hm, ok. — disse e em seguida saímos os três.

Senti a mão do Hoseok agarrando a minha e sorri.
Fomos o resto do caminho de mãos dadas até chegarmos à escola.
Soltamos as mãos para não chamar muita atenção e fomos até o refeitório, que era onde maior parte dos alunos se encontravam antes das aulas.

— Vou ter com os meus amigos, tudo bem? —
disse receoso, talvez pensa-se que eu ficaria triste ou zangado.

— Ok, também vou ter com os meu amigos. — disse abrindo um sorriso e puxei para um selinho e quando nos afastamos ele deu-me um beijo na cara e seguimos cada um para onde estavam os nossos amigos.

Quando vi os meus dois amigos ri ao vê-los de boca aberta, provavelmente devem ter visto eu e o Hoseok. Eles e todos os alunos que estavam no refeitório que não paravam de olhar para mim.

— Oi casalzinho. — disse os cumprimentando.

— Tu namoras com o Jung Hoseok?-perguntaram e eu acenti — Desde quando? — perguntaram outra vez.

— Desde ontem.

— Tens a certeza? E
as coisas que dizias sobre ele? — disse o Jimin preocupado.

— Não te preocupes, eu descubri que afinal estava enganado em dizer que ele era horrível.

— Ok, tudo bem. Mas tem cuidado, não quero que te magoes.

— Não te preocupes eu sei cuidar de mim. E além disso eu apoiei-te e não disse nada por namorares esta criatura ao teu lado. — disse e o Jimin riu-se e o Jungkook começou a dar-me socos no braço enquanto eu também lhe batia.

Ouvimos o sinal tocar para as aulas mas ignoramos e desta vez fazíamos cocigas (cosquinhas) um no outro.

— Parem crianças, o sinal já tocou, vamos para as aulas.

O Jungkook foi para a sua sala sem antes se despedir de Jimin con um beijo e eu fui com o Jimin para a nossa sala.

Depois de muitas horas de aulas e professores chatos chegou finalmente a hora de almoço.

COMIDA.

Estava com o Jimin e o Jungkook no refeitório a comer a minha comida quando sinto alguém me tocar e olho para trás vendo... um anjo.

— Podemos nos sentar? — disse apontando para os seus amigos e eu assinto com um sorriso.

— Então eu estava a pensar... — disse ele brincando com o brinco da minha orelha — Não tem mal estarmos juntos às vezes. Já que eu não paro de pensar em ti um segundo e eu não consigo ficar sem te ver muito tempo.

— Acho uma ótima ideia. — disse e ele sorriu dando-me um beijo no rosto.

— Ei tu. — disse o Jimin tentando soar ameaçador para o Hoseok o que não deu muito resultado — Se tu magoares o Taehyung, eu vou fazer a tua vida num inferno. — o Hoseok olhou para mim provavelmente tentando perceber se aquilo era uma brincadeira e eu apenas ri.

— Não te preocupes, ele não faz mal nem a uma mosca. — disse o Jungkook e o Jimin fez biquinho embirrado o que foi muito fofo.

O Jungkook pôs o seu braço à volta do pescoço dele e deu-lhe um selinho.

— Também tens de fazer de vela?-disse Hoseok e eu olhei para ele confuso — Eu e o Yoongi ficamos sempre de vela, já que o Jin e o Namjoon namoram. Eles os dois são muito tarados, estão sempre a dar indiretas.

— Na verdade sou mais eu que fico de vela, porque o Hoseok fala tanto de ti que parece que estás conosco.-disse o Yoongi para mim e eu olhei para o Hoseok que estava corado.

Eu puxei o seu rosto e lhe dei um selinho.

O resto do dia foi normal até chegar a hora de ir embora e eu despedi-me dos meus amigos e fui para casa com o Hoseok, já que ele ia jantar lá.

Fui o caminho todo em silêncio.
Estava nervoso, não sabia como os meus pais e a minha irmã se comportariam.

— O quê foi? Estás tão calado. Achas que estamos a avançar demais não é? Podes falar a verdade. — disse ele triste.

— Não é nada disso bebê. É só que eu estou nervoso. Os meus pais conseguem ser muito constrangedores quando querem.

— Hm. — ele ficou um pouco desconfiado.

Eu segurei no seu rosto e colei os nossos lábios.

Assim que separei as nossas bocas sorrimos um para o outro e fomos andando de mãos dadas.

Quando chegamos a casa estava silêncio.

— Os meus pais ainda não devem ter chegado, e a minha irmã deve demorar um pouco, ela foi a casa de uma amiga. Vamos para o meu quarto. — disse lhe agarramdo o braço e o levo para o meu quarto.

Entramos no meu quarto, pousamos as nossas mochilas e sentamonos na cama.

— TaeTae? — diz ele me chamando a atenção — Eu estou nervoso. E se os teus pais não gostarem de mim? — diz ele preocupado e eu abraço-o.

— Relaxa bebê. Eles já te adoram. É impossível alguem te odiar.

— Tu odiavas-me. — ele diz fazendo biquinho e eu mordo logo em seguida, fazendo ele ficar surpreso.

— Correção, eu tentava te odiar, mas é impossível. Tu és perfeito é impossível não te amar. — disse lhe enchendo o rosto de beijinhos.

— Eu não sou perfeito, tenho muitos defeitos.

— Eu amo cada um dos teus defeitos.

Selo os nossos lábios.
Realmente os lábios dele são o meu vício, é tão bom estarmos deste geito.

Peço passagem com a língua e ele cede.

Pela primeira vez as nossas línguas tocam-se e isso mos faz arfar, as mesmas começam a deslizar uma na outra de forma lenta e sincronizada.

Separamonos por falta de ar e olhamos os olhos um do outro.

Os seus olhos são tão intensos e brilhantes.
Olho cada traço do seu rosto.
Para mim ele é a pessoa mais linda à face da terra.

Olhei os seus lábios rosados, um pouco enchados do beijo.
Eles pareciam-me ainda mais convidativos.

Mordi o lábio inferior dele sem muita força e puxei-o entre os dentes.
Voltei a beija-lo adentrando a língua em sua boca e desta vez as nossas línguas se moviam com mais rapidez.
Era aconchegante enroscar a minha língua na sua que estava um pouco tímido.

Beijavamo-nos com mais desejo. Senti as suas mãos nos meus cabelos e agarrei a sua cintura o ouvindo gemer.

Ele foi para o meu colo e começou a rebolar no meu colo.

Eu já estava a ficar duro. Era incrivelmente excitante a sensação de ter a sua bunda a esfregar-se no meu membro, mesmo que por sima das roupas.

Começo a ajuda-lo, intensificando os seus movimentos e os dois gemiamos baixinho durante o beijo.

Paramos de nos beijar por falta de ar e eu ataquei o seu pescoço o entendo de beijos e chopões.

Começei a desabotuar os seus botões do uniforme e ele faz o mesmo comigo.

Em pouco tempo já estavamos sem as nossas camisas.

Mudei as nossas posições, o deitando e ficando por sima dele com as sua pernas em volta do meu quadril.

Dei beijos e chopões por  todo o seu peitoral e voltei para a sua boca, o beijando com desejo.

Agarrei as suas cochas apertando-as e esfreguei os nossos membros duros causando um atrito gostoso fazendo-nos gemer.

Fui em direção ao seu cinto da calça mas derrepente ouvimos batidas na porta.

— Taehyung? Estás aí? — ouvi a minha mãe.

Os dois levantamos desesperados.

Vestimos rápido as nossas camisas e eu fui abrir a porta.

— Oi mãe, chegas-te cedo.

— Pois eu queria preparar algo para comer.

— Hm.

— O Hoseok já chegou? Que despara-te, é óbvio que sim, tu demorasse mais de 5 minutos a abrir a porta. Não queria interromper.

Após isso ela saiu me deixando especado na porta com cara de tacho.

— Não podemos continuar, a tua mãe está em casa.

— Mas então e... — disse aprontando para as nossas ereções — Já sei.

Puxei-o para o banheiro para ninguém ouvir.

— Tae, agora não é boa hora.

— Sim mas podemos fazer algo diferente.

— Tipo o quê? — ele perguntou curioso.

Encosteio a uma parede e desapertei-lhe o cinto vendo a sua cara corada de vergonha.

Abri o meu cinto também e abri as nossas calças as descendo juntamente com as boxers.

Fiquei a olhar para o seu membro e subi o meu olhar para a sua cara.

Segurei o seu rosto e direcionei os meus labios para a sua orelha.

—.Tu és totalmente perfeito. — digo sussurrando e mordo-lhe o lóbulo vendo-o se arrepiar.

Pego no seu membro e começo a fazer movimentos para sima e para baixo ouvindo-o gemer baixo no meu ouvido.

Com a minha mão grande peguei nos nossos membros e masturbei-os em conjunto.

Era maravilhosa a sensação de ter os nossos membros se roçando enquanto eram masturbados.

Continuei os movimentos nos fazendo gemer cada vez mais.

Juntei os nossos lábios e adentrei a língua na sua boca sentindo as vibrações dos sons que os nossos gemidos faziam.

Depois de algum tempo os dois chegamos ao ápice juntos jorrando o nosso gozo na minha mão.

Lambi e chupei os meu dedos cheios do nosso esperta olhando para ele que me olhava com desejo.

Passei os meus dedos nos seus lábios os sujando um pouco e logo o beijei com desejo sentido os nossos sabores misturados.

Lavei as minhas mãos e limpei o que sujamos, arrumamonos e saímos do quarto vendo se o jantar já estava pronto.

— O jantar ainda não está pronto meninos, podem ir para a sala se quiserem. — disse a minha mãe.

— Ok mãe. — disse para ela — Queres ver televisão
— perguntei para o Hoseok.

— Pode ser.

Liguei a televisão e fui passando os canais para ver se achava algo para a gente ver.

—CHEGUEI! — disse a minha irmã se sentando no sofa no nosso lado pousando a sua mochila no chão e eu continuei a passar os canais — Deixa estar esse filme, eu amo-o.

Era um filme de terror chamado "Ultimo destino".

— Tae, eu não gosto de filmes de terror. — disse e eu olhei para ele que estava a tapar a cara com as mãos.

— Tudo bem, Taehyung eu vejo depois. — disse a minha irmã rindo da cara dele que fez um bico emburrado.
Dei um selinho nele e abracei-o.

— O comer já está pronto. — disse a minha mãe e fomos todos para a cozinha — Eu fiz Japchae, espero que gostes Hoseok.

— Eu adoro. Obrigado.

Sentamonos à mesa e depois de desejarmos bom apetite começamos a comer.

— O quê achaste da comida, Hoseok?

— Acho que foi o melhor Japchae que já comi. — disse ele abrindo um sorriso e a minha mãe também sorriu.

— Vocês já transaram? — perguntou a minha irmã do nada nos assustando e eu cuspo a água que estava a beber.

— Tu não podes fazer esse tipo de pergunta. — digo sentindo o meu rosto queimar.

— Responde. — disse a minha mãe.

— Até tu mae? Eu não vou responder a isso.

— Mas o Hoseok pode responder. — diz a minha irmã apontando para o meu namorado que estava mais vermelho que um tomate.

— Ele também não vai responder a isso.

— Tu és muito chato. — disseram a minha mãe e a minha irmã emburradas enquanto o meu pai ria daquela cena toda.

— Como vocês se conheceram? — perguntou o meu pai.

Finalmente uma pergunta normal.

— Quando eu entrei para esta escola no primeiro dia ele derrubou suco de uva em cima da minha camisa preferida...

— Eu lembro-me que ficaste uma semana a lamentar-te pela camisa. — disse a minha mãe me enterrompendo.

— Desculpa. — disse o Hoseok.

— Não faz mal. E não é preciso exagerares mãe.

— Quem é o passivo?-perguntou a minha irmã.

Eu bati a minha mão na cara.

— Podes parar de fazer perguntas constrangedoras?

— Desculpa. Eu não faço mais perguntas assim. — disse e eu suspirei aliviado
— Mas quando vão casar?
— eu olhei chateado para ela é a mesma riu — Estava a brincar.

O resto do jantar foi o mais normal possível para a minha familia.
Ou seja, perguntas constrangedoras.
E comentários sobre as marcas que o Hoseok tinha no pescoço.

Quando acabamos de comer eu e o Hoseok fomos dar uma volta, já que conversar com a minha familia em casa não era seguro.

Derrepente lembrei-me de uma coisa que ando a pensar à algum tempo.

— Sabes, eu tenho pensado numa coisa. — disse fazendo o meu namorado prestar atenção em mim — Tu disseste que quando estavas com alguma garota era para me fazer ciúmes ou tentar esquecer me, certo?

— Sim. — disse ele confuso por eu ter começado aquela conversa do nada.

— Mas disseram-me que tu já ficavas com várias garotas e só arranjadas problemas. — disse e ele suspirou.

— É verdade que no meu primeiro ano nesta escola, eu fazia muita bosta. E arrependo-me. Naquele tempo os meus pais estavam sempre fora de casa, nunca me davam atenção. Eu ficava revoltado e fazia de tudo para chamar-lhes a atenção. As garotas, eu só pensava em sexo, não me importa com nada nem ninguém. Depois eu conheci o Jin e o Nam. Eles trataram-me como se fosse filho deles e aconcelharam-me a falar com os meus pais de verdade. Quando eu falei com os meus pais, eles ficaram arrependidos. Hoje eles já não me deixam tão sozinho e eu percebo que se eles trabalham, é para me dar uma boa vida. Mesmo assim eu continuava a ficar com muita gente, afinal não devia nada a ninguém. Eu estava a planear em ficar assim até acabar a faculdade, mas depois conheci-te. Eu estou completamente apaixonado por ti, sempre que eu tentava beijar alguém, eu só conseguia imaginar que estava a beijar-te a ti. — quando ele terminou de falar sorriu e eu sorriu de volta.

— Eu também estou completamente apaixonado por ti.— digo lhe puxando para um rápido selar — Desculpa perguntar isso bebe. Não quero que aches que eu pensava que estavas a mentir. Apenas tinha isso a martelar-me a cabeça.

— Tudo bem amor. Podes perguntar-me qualquer coisa.

Eu dou-lhe um beijo na sua testa.

— Bem, já está tarde, preciso ir para casa.

— Mas já? - digo fazendo biquinho e ele dá-me um selinho.

— Sim, os meus pais não gostam que chegue muito tarde a casa sem avisar. Vemonos amanhã, e além disso vens a minha casa amanha.

— Pois é. — digo sorrindo nervoso.

— O que foi? — perguntou com a voz suave.

— Eu vou conhecer os teus pais, estou nervoso.

— Não te preocupes, amor.

Demos um abraço apertado e em seguida fomos em direção à minha casa.

Ele foi embora no seu carro e eu entrei em casa.

Fui direto para o meu quarto, tomei banho e fui dormir, já que estava com muito sono.

No dia seguinte, foi um dia normal, aulas chatas mas a compensar tem os intervalos para estar com os amigos, e almoçar com o meu namorado.

O dia passou e chegou a hora de ir para casa do Hoseok, estou nervoso.

E além disso o mal da faculdade é que termina tarde e não dá para ir para casa me arrumar. Mas pelo menos pude tomar banho na hora de educação física.

— Estou nervoso. — digo para o Hoseok que estava ao meu lado enquanto andávamos para a sua casa.

— Não te preocupes amor, os meus pais vão te adorar.

— Espero mesmo que sim.-digo esperançoso.

Após alguns minutos chegamos eparamos em frente de uma casa enorme.

Eu fiquei a olhar para a casa que mais parecia uma mansão de olhos arregalados e boca aberta.

Ouvi ele rir.

— Não sabia que eras rico.

— Eu não gosto muito de falar às pessoas que tenho muito dinheiro, tenho medo que as pessoas se aproximem por interesse.

— Infelizmente à muita gente que faz isso. Mas quero que saibas que tu até podias ser a pessoa mais pobre do mundo, eu iria te amar da mesma forma. — digo lhe segurando o queixo.

— Só estás a falar isso da boca para fora. — diz e eu abraço-o.

— Não estou não.

— Sei. — ele diz rindo e eu beijo-o.

Peço passagem com a língua e ele cede, abrindo os lábios.

As nossas línguas acariciavam-se de leve apenas mostrando carinho e paixão.

Derrepente ouvimos alguem pegarrear e paramos o beijo assustado.

Vejo um homem de terno azul escuro na porta de casa e coro.

Ouço o Hoseok dar uma risadinha e logo me puxa para dentro.

— Os meus pais já chegaram? — perguntou ao homem.

— Sim menino Jung. O senhor Jung está no escritório e a senhora Jung está na sala. Estao à espera do menino.

— Ok, obrigada. — diz e logo o homem faz uma reverência e sai das nossas vistas  — Vamos ter com a minha mãe, ela está à nossa espera. —diz e puxa-me para a direção da sala — Mãe! — diz quando avistamos uma mulher sentada no sofá.

— Hoseok... — diz dando-lhe um beijo na testa e em seguida olha para mim sorrindo — E tu deves ser o Taehyung de quem o Hoseok tanto fala.

— Mãe! — disse o Hoseok corado.

— Vai chamar o teu pai, por favor, querido.

O Hoseok foi e a mãe dele olhou para mim.

— Ouve bem Kim Taehyung eu não aprovo o vosso namoro e acho bem que te afastes do meu filho. — disse ameaçadoramente e eu arregalo os olhos assustado, derrepente ela começa a gargalhar — Devias ver a tua cara.

— O quê? — digo não entendendo a situação.

— Estava só a brincar. Eu queria dizer que fico muito feliz por vocês. E também quero te agradecer por fazeres o Hoseok feliz. Ele não tem passado momentos muitos bons, sei que a culpa é minha e do meu marido, quase não lhe damos atenção mas eu quero mudar isso. E eu e o meu marido apoiamos 100% o vosso relacionamento, além disso quero te conhecer melhor. — disse sorrindo e eu senti o meu rosto queimar.

Era tão bom saber que eu e o Hoseok poderíamos ficar juntos sem ninguém nos atrapalhar.

Derrepente oiço alguém atrás de nós e vejo o Hoseok com um homem.

— Olá, deves ser o Taehyung, o Hoseok fala muito de ti.

— Pai tambem tu? — diz o Hoseok invergonhado e eu sorri para ele que também sorri tímido.

—Sim, é um prazer conhecê-lo. — disse.

Ele estendeu a mão e eu apertei-a.

— O jantar já está pronto, vamos? — diz mãe dele.

Sentamonos na mesa, alguns empregados serviram-nos a comida e começamos a comer.

— Taehyung, eu ia fazer a comida, mas eu realmente sou um desastre na cozinha, ainda pegava fogo. Mas eu pedi à melhor cozinheira para fazer e a comida dela é deliciosa.

— Tudo bem, de qualquer forma está mesmo uma delícia. — disse e a mesma sorriu.

— Vocês conhecem-se à quanto tempo? — perguntou o pai dele.

—À 2 anos. — respondi.

— E só começaram a gostar um do outro recentemente? — perguntou a mãe dele surpreendida.

— Não, eu já gosto dele à muito tempo, mas pensava que ele era hetero. — eu disse e vi o Hoseok corar.

— Eu também gosto dele à muito tempo, mas achava que ele não ia com a minha cara.— disse o meu namorado.

— Que pena não terem ficado juntos à mais tempo, fazem um casal muito fofo. Mas o que interessa agora é o presente. E se vocês ficaram juntos só agora é porque assim tinha que ser. — disse a mãe dele e o pai dele concordou.

Os dois sorrimos e continuamos o jantar normalmente.

Eu antes estava nervoso mas os pais dele são muito simpáticos.

Passado algum tempo o telefone do pai do Hoseok toca.

— É da empresa, preciso mesmo atender. — ele disse triste olhando para Hoseok e o mesmo concordou.

Ele foi atender e quando voltou estava com uma expressão não muito feliz.

— Tenho mesmo que ir, a empresa está com problemas.

— Podes ir pai. Não te preocupes. — disse o Hoseok sorrindo para confortar o pai e o mesmo também sorriu.

O pai dele chegou à si beira e lhe deu um beijo na testa.

— Foi bom te conhecer Taehyung, espero que possas cuidar bem desse garoto ai. — disse brincalhão e eu corei.

Em seguida o mesmo saiu.

— Quem quer a sobremesa? — falou a mãe dele animada.

— Eu — dissemos os dois.

Em seguida uma empregada trouxe 3 taças com mousse de morango.

Passado algum tempo o telefone da mãe dele toca.

A mesma olha para a tela do telefone e pousa-o.

— Mãe, quem é?

— É o hospital, mas não interessa. Eles podem arranjar outra pessoa.

— Mãe, vai lá. — ele diz compreensivo.

— Tens a certeza? — ela perguntou apreensiva.

— Sim, e além disso eu estou com o Tae, por isso fico bem.

— Ok, então vou indo. — ela dá um beijo na testa do Hoseok e depois dá também em mim — Fiquem bem queridos. Foi muito bom te conhecer Taehyung. E se quiseres dormir aqui estás à vontade.

Ela pegou em um casaco e numa bolsa e foi-se embora.

—Queres ficar aqui a dormir? Amanhã é fim de semana, podemos ficar acordados a noite toda a ver filmes e comer doces e salgados.

—Claro, vou só mandar uma mensagem à minha mãe.

Depois de confirmar com os meus pais, os dois fomos tomar banho.

De banho tomado e ainda com os cabelos molhados os dois fomos para o quarto dele assistir algum filme e comer pipocas.

Depois do filme acabar o Hoseok ficou a passar os canais entediado para ver a estava a dar algo de interessante.

Eu segurei o seu rosto delicadamente e o virei em minha direção, beijando-o.

Deitei-o na cama e fiquei por sima dele, dei-lhe um selinho e depois peguei o comando da televisão e desliguei a mesma.

—Não precisamos de ver televisão, podemos fazer outra coisa para passar o tempo.

— Tipo o quê? —perguntou com um sorriso malicioso.

—Adivinha.

Voltei a beija-lo e pedi passagem com a língua iniciando uma guerra entre as nossas bocas.

Passei as minhas mãos por todo o seu corpo apertando cada centímetro da sua pele.

Apertei a sua bunda e desci as minhas mão para as suas coxas puxando-as mais para perto juntando os nossos membros já duros e causando um atrito gostoso.

É impressionante a maneira como ele me deixa excitado tão rápido.

Paramos o beijo por falta de ar e eu passo os beijos do seu maxilar e descendo pelo seu pescoço, deixando marcas de chupões e mordidas.

Adentrei as minhas mãos dentro da sua camisola de pijama e passei as mãos no seu peitoral e comecei a apertar delicadamente os seus mamilos já enrigecidos ouvindo o mesmo gemer.

Ele também passava as mãos dentro da minha camisola arranhando o meu tronco com as suas unhas curtas. A sensação da ardência fazia-me ficar ainda mais excitado e tudo o que queria era tirar os tecidos indesejáveis do nosso corpo.

Arranquei a sua camisa e fui enchendo o seu peitoral e abdomem de beijos e chupoes.

Os seus gemidos eram musica para os meus ouvidos e cada vez que ele arfava no meu ouvido sentia o meu membro vibrar em excitação.

Começei a chupar os seu mamilos e arrastando cuidadosamente com os dentro e ele puxava os fios do meu cabelo enquanto que com a outra mordia a mão tentando abafar os gemidos em vão.

Depois de maltratar os seus mamilos o suficiente agarrei a mão que ele mordia, via toda maltratada e dei um beijo na mesma.

— Não precisas de abafar os teus gemidos bebê, eu quero te ouvir gritar em alto e bom som o meu nome.

Ele acentiu com a cabeça e tirou a minha blusa ficando parado por alguns momentos olhando para mim.

E quando ele ia abrir a boca eu disse:

—Eu amo-te Hobi hyung.

—Eu também te amo TaeTae.

Ele sorriu e voltamos a beijarmonos de forma lenta mostrando o nosso carinho.

Comecei a tirar as suas calças e ouvi-o arfar durante o beijo.

Parei de beija-lo por falta de ar e depois de tirar as suas calças eu começo a beijar, chupar e a apalpar as suas pernas.

Quando chego no meio das suas pernas, olho para ele e o mesmo está corado tambem a olhar para mim.

Abaixei a sua boxer e peguei o seu membro com cuidado.

Ouviu gemer baixinho e logo começei a movimentar a minha mão para sima e para baixo ouvindo os seus gemidos.

Aproximei a minha boca do seu pênis, dando um beijo na glande e logo meto-o todo na boca e o Hoseok urra de prazer.

Faço movimentos de vai e vem com a cabeça e sinto as suas mãos agarrando os meus cabelos e puxando.

Gemi contra o seu membro e ele arfou.

Fui aumentando os movimentos com a ajuda da sua mão na minha cabeça e ele gozou na minha boca.

Engoli e logo o virei de costas para mim.

Olhei para a sua bunda e apertei ambas as nadgas, dando chupes, mordidas e tapas fortes, parando só quando estava satisfeito com as marcas.

Agarrei as nadgas as separando dando visão da sua entrada rosada.

Lambi ali e Hoseok gemeu contra uma almofada que tinha na sua cara.

Lambi e chupei a sua entrada e começei a penetrava com a minha língua ouvindo ele gemer cada vez mais alto.

Penetrei um dedo na sua entrada e ele deu um gemidonho de dor.

Mexi o dedo dentro da sua entrada apertada e logo meti outro dedo começando a fazer movimentos de tesoura para alargado.

Logo ele geme de prazer e quando ele rebelou contra os meus dedos por mais contacto. Tirei os mesmo de dentro de si e tirei as minhas calças e boxers. 

Tiro a almofada da sua cara para poder ouvi lo gemer e dou um selinho nos seus lábios.

—Relaxa. Eu vou ser cuidadoso.

Virei-o para mim e penetrei devagar o meu membro na sua entrada.

—Porra. —Ele gritou assim que o meu membro estava todo dentro de si e eu tirei emediatamente com medo de o ter magoado.

—Por que tiraste? Estava tão gostoso.

—Não sentiste dor?

—Sim, mas só de pensar que já estas dentro de mim essa dor é excitante. E eu só quero que me fodas com força. —Eu sorri e ele puxou-me para um beijo, quando eu ia adentralo ele parou o beijo —Taehyung, esquece a dor, eu só quero que estoques a minha bunda com força violencia.

Eu sorri safado e ele fez igual.

—Vou te deixar sem andar por uma semana.

Segurei nas suas coxas com uma mão e com a outra posicionei na sua entrada.
Adentreio com força e começei a estocalo com violência ouvindo-o gritar de prazer.

Enquanto estocava a sua bunda com toda a minha força apertei as suas nadgas ouvindo o barulho dos nossos corpos chocando, me excitando e levando à loucura.

Passado algum tempo os dois chegamos ao orgasmo.

Depois disso fizemos em outras posições.

De quatro, com ele cavalgando em sima de mim de frente e de trás, contra a parede, fizemos em sima da secretária dele.

Depois de muitos "eu amo-te" e gemidos os dois tomamos banho e fomos para a cama com sorrisos no rosto.

Talvez não deveriamos ter nos levado tanto assim, amanhã ele vai acordar muito doloroso.
Mas quando ele acordar, mesmo com dor, eu lhe direi as palavras "eu amo-te", um beijo no rosto e um remédio para a dor.

Passaremos o resto do dia juntos e eu cuidarei dele.

Eu amo-o, como nunca amei ninguem.

No passado eu queria odia-lo, no futuro eu não sei se ainda estaremos juntos.
Só sei que quero viver o presente da melhor forma posdivel.

A minha familia gosta dele e a familia dele de mim, os meus amigos aceitam-no e os deles aceitam-me a mim, nós os dois amamo-nos.

Temos tudo o que precisamos.
E talvez nem tudo seja sempre bom e feliz, vai sempre haver algo a atrapalhar. Mas sei que o que quer que seja vamos resolver juntos.
Porque eu realmente o amo. E ele ama-me a mim.










 


Notas Finais


O que acharam? Espero que tenham gostado.

Eu estava a pensar fazer um capítulo extra talvez de um pés de casamento. O que acham? Comentem aí.


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