História Um certo professor - Capítulo 66


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Categorias Lolita
Visualizações 31
Palavras 685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 66 - ''''


Gabriel

- Johnny, acorda.

O encontrei jogado do lado da cama, com um travesseiro por cima da cabeça, Alison quem me chamara para dar uma olhada.

- eu não sei o que houve, ele deitou comigo e adormeci. Quando acordei de manhã, ele estava assim.

Cutuquei com meu pé, na esperança de acorda-lo, mas só com um pouco de água no rosto que Johnny finalmente despertou.

- hhhnn...o que foi...

- por que você tá jogado no chão?

Ele levantou a cabeça olhando ao redor e suspirou.

- não interessa.

Se levantou cambaleando e foi pra cozinha. Encarei Alison com uma cara de preocupado e seguimos. Ele pegou cereais e encheu uma taça, cobrindo com leite e comendo. Após um tempo se virou para nós com uma cara totalmente cansada.

- cara, o que você fez ontem?

- quer mesmo saber? Tipo, quer que eu diga na frente da Alison?

Alison se estremeceu confusa e fitou nos dois.

- que? Como assim? 

Ele riu meio sarcástico, revirando os olhos.

- transei com três ontem, melhor foda que já tive na minha vida...- riu -..tinha que ver.

Gabriel semicerrou os olhos totalmente chocado.

- você chapou demais ontem né?

Alison se desaproximou e segurei seu braço, a levando pro quarto.

- fica aqui, que eu vou conversar com ele, ok? Eu tenho certeza que ele tá falando merda.

Voltei pra cozinha, onde Johnny agora se encontrava largado numa cadeira.

- que porra foi aquela?

- o que você quer.

- eu sei que você não transou porra nenhuma.

- ah é? Não tava lá pra ver.

- você não tem coragem de fazer isso, não tem coragem de magoar a Alison.

Ele fingiu uma risadinha.

- claro que tenho, a vida é minha.

- acha que assim vai afastar os sentimentos que Alison tem por você, é? E depois Johnny? Como ela vai caminhar com isso? Não é assim que se resolve as coisas. Tá sendo um belo de um merda egoísta.

- e quem você acha que é pra dizer isso?

- eu sou amigo da Alison, e não vou deixar você fazer uma porcaria dessas, vai foder a sua vida e a dela também. 

- e como você quer que eu faça porra? Já era. De nenhum jeito ela vai se recuperar disso, muito menos eu, não tem saída. 

Eu respirei fundo, caminhei até a janela e voltei pegando ar.

- pra começar, você nem devia ter trazido ela pra cá. Poderia ter resolvido as coisas com ela lá, ter deixado a garota em paz e pronto. Mas não, você tinha que sequestra-la, e fazer toda essa merda, agora a polícia deve tá procurando indícios ainda sobre esse desaparecimento que parece tão óbvio, um professor que era tão chegado a Alison, e que os dois sumiram do mapa completamente no mesmo momento. Como você não pensou nisso Johnny?

Ele demorou pra responder, passando a mão no rosto.

- eu não sabia o que fazer, eu só a amo mais que tudo, não sei como tê-la na minha vida mais, pois me sinto completamente culpado e um merda. Não consigo mais beija-la sem sentir aquela sensação horrível me queimar. Eu quero ela por perto, mas não quero.

- você tem que fazer algo. Não minta pra ela Johnny, só não faça isso. Eu sei que vai resolver, só precisa de mais tempo, apenas.

Depois daquele dia, combinei de sair somente com Alison, a levando num morro pra ver o pôr do sol. Nos sentamos na graminha fofa, e bebemos refrigerante. 

- como você tá hoje?

- ah, sei lá, acho que bem.

- por que acha?

-...fiquei pensando nas coisas que Johnny disse semana passada. Eu acho que ele não me ama mais, não demonstra mais isso.

- olha...ele só está com a cabeça cheia e farta de culpa. Talvez ele fique assim por um tempo mas tá tudo bem. 

- não consigo mais sentir falta de casa e da vida que eu tinha. Sinto que aqui é o meu lugar de alguma forma. Eu sei que minha amiga e minha família estão de boa lá, não deve ser tão difícil.

- na verdade, é. Esse tipo de coisa que aconteceu... é muito complicado...eu ainda penso como Johnny vai resolver isso contigo.

- eu amo ele demais, Gabriel, não é tão fácil.

- é, nunca foi.





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