História Um Colírio Para Os Olhos - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Evil Queen, Lana Parrilla, Ouat, Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Sean Maguire
Visualizações 56
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é a musica da história. Foi minha inspiração.
https://m.youtube.com/watch?v=9CnoU_fjIgI#

Capítulo 3 - A Criança Cresceu


Fanfic / Fanfiction Um Colírio Para Os Olhos - Capítulo 3 - A Criança Cresceu

Era horrível acordar naquela mesma casa, eu me sentia mais sozinha do que no neu castelo, e é a primeira vez que acordo com roupa. Tudo que eu vestia era uma camisola branca e fina, uma calcinha de cor vermelha e só, mais nada. Logo ouço as portas se abrindo, olhei e vi Judy.

-Meu Deus! Você mudou muito! -ela diz, fazendo um "uau" bem leve. -Mas bem, me mandaram aqui pra me acordar. -ela diz, quando me levanto ela esconde os olhares. Meu Deus! É ótimo ser eu, sério.

-Olha o que houve com você. Éramos três garotinhas, agora uma me odeia e a outra, empregada do ex. -digo, cruzando as pernas e pondo a mão no joelho, dei um sorriso sacana e Pretendia deixa-la com vergonha. Abro a porta do banheiro e comecei a tirar as roupas pelo caminho, aqui era muito diferente, o meu banho já estava preparado.

-Tudo bem. Vou acordar o Robin. -ela diz e vai embora, comecei a dar umas risadas baixas sem que ela ouvisse. Fui me afogando mais na banheira, o tempo passava bem rápido, então, a porta se abriu de novo uns dez minutos depois e eu quase joguei metade da água fora.

-Que susto... -sussurro e começo a rir, era Rachel que me procurava, eu reconheço aquela voz de qualquer lugar. -Estou aqui, Rachel! -grito, ela aparece na porta e esconde, também, os olhares, me ajeitei um pouco e banheira como se quisesse mostrar meu corpo pra ela. -O que foi?

-Robin quer te mostrar as alguém alinças. -ela diz, me preparo ora me levantar, mas ela faz um sinal de "Pare". -Não vai se levantar, né? -ela pergunta preocupada, mas eu me levanto, peguei a toalha, me enrolei e ela pode ver o corvo. -Nossa! Como você virou a Rainha M...? -ela parou de falar no momento que eu olhei pra ela.

-Perdoe o que eu vou falar, mas isso não te interessa. -digo, logo sorrindo e indo até minha cama. -E... Faz um favor pra mim? Dentro da minha carruagem tem um vestido roxo. Pode trazê-lo pra mim? -pergunto, ela afirma e sai.

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Não consegui me arrumar direito, mas saí do meu quarto como uma pessoa bem (anti) social, comecei a andar pelos corredores, os empregados picavam olhando pra mim, outros dois que só me conhecem com a Rainha Má, que morram também. Cheguei no salão e Robin parou uns segundos pra me olhar, tinha outro homem, que olhou pra mim com mais medo. Me sentei ao lado de Robin e me aproximei do seu ouvido.

-Se me chamar de Corvo, eu mato você na frente de todo mundo. -sussurro, ela ficou um pouco arrepiado, apenas sorri em resposta. -Tenho mais o que fazer, vamos logo. -digo.

-Pode escolher um desses. Todos são de grande valor e pra mostrar nosso compromisso. -ele diz, ele sabia que eu ia dar uma das minhas respostinhas, então, lá vai.

-Compromisso e respeito se mostram na mente e não no dedo. -digo, ele fica meio cabisbaixo, e logo fala um anel com uma pedrinha azul, só ela custava um olho da cara. Estava na mão do vendedor. -Pode pôr no meu dedo. -digo, tinha um sorrisinho legal no rosto, um sorriso brincalhão, mas o vendedor estava tremendo. -Pode colocar, eu não mordo. A não ser se me pedirem. -digo, ele parou um pouco de tremer e pegou na minha mão, colocou o anel e rapidamente soltou.

-Então? Esse é... O mais caro... -ele diz com voz baixa, queria evitar fazer alguma loucura que faça com que eu o mate.

-Eu pago. -digo, Robin faz uma cara ridícula e boba, me olhou meio puto da vida. -O que foi? Se não quiser pagar esse anel eu pago.

-Eu vou pagar o anel. Me dê ele. -ele diz, tiro o anel da minha mão e ele põe na caixinha. Ele saiu me deixando sozinho com aquele vendedor, eu adoro colocar as pessoas pra baixo.

-Robin! Morreu no caminho? -grito o chamando, logo me lembrei de uma coisa, me levantei e fui atrás dele. -Escuta aqui, você não já tinha os anéis? -pergunto, ele fez uma cara como se tivesse se lascado.

-Sim, mas... Minha mãe os pegou de volta. Não nos achou responsável para ficar com o anel. -ele diz. -E disse que você perde coisas e adora quebrar coisas. -ele disse e começou a rir.

-É, eu adoro quebrar coisas, posso quebrar todos os seus ossos com um só movimento das minhas mãos. -ameaço e e ele se cala, cruzei os braços e sorri. -Bom mesmo. E se prepare pra uma vida infernal comigo.

-Já tô bem preparado pra você, meu amor... -ele diz, me analisou do pé a cabeça e sorriu malicioso, mas fixou o olhar no meu decote.

-Você nunca terá isso, não é digno. -digo rindo e saindo.

Estava no meu quarto me preparando para dormir, estava de cabelos soltos, uma camisola branca e a calcinha vermelha, logo ouço as portas se abrindo, olhei para trás , lá estava o Sr. Colírio.

-Uau! -já era o milésimo que me dizia isso só hoje, ele voltou a me analisar, estava sem camisa, então, eu o analisava também. -Então, sobre aquele dia, tínhamos só doze anos e eu... Bem, hoje, será que pode me dar uma chance? -ele pergunta, fiquei um pouco paralisada e dei uma risadinha baixa e grossa.

-Não... Agora, eu sou boa demais pra você. -digo, ainda dando minha risada, me sentei na penteadeira.

-Então, me explique o vermelho. -ele diz, apontando pra minha calcinha, segurei o elástico e Soltei, fazendo um barulho alto e o deixando excitado.

-Coincidência. -digo, mordendo os lábios, cruzei as pernas, e logo me deitei. -Então, querido, boa noite. -digo me cobrindo, ele fez uma cara feia.

-Ah, Regina, qual é? Vamos nos casar! Não posso nem dar uma olhadinha em você? -ele pergunta manhoso, me levanto da cama, fico um braço de distância, ponho as mãos na cintura.

-Tá bem. Dê uma olhadinha. -digo sorrindo, estufei meu peito deixando os meus seios bem maiores, ele me analisou. -Pronto, já deu sua olhadinha. -digo, me deitando de novo. Ele apenas deu uma risada e não recuou. 

-É brincadeira isso, não é? -ele diz, me sentei na cama e comecei a rir. 

-Não. Só vamos dormir juntos quando eu quiser. -digo, ele recuou e eu voltei a dormir. Por mais que eu quisesse te-lo na minha cama, não iria ceder aos desejos dele. 



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