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História Um contrato para amar - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Capítulo 15 - You killed your Emeraude


Fanfic / Fanfiction Um contrato para amar - Capítulo 17 - Capítulo 15 - You killed your Emeraude

Harmmer

Assim que chegamos e entramos no local, estava cheio de poeira, eu não designava ninguém para cuidar da manutenção interna dessa propriedade há anos.

—Casa do lago! —Ben desceu do meu colo empolgado —Oi, almofada, sofá, abajur, centro, estante e televisão!

Soltei uma risada do meu filho cumprimentando todos os objetos possíveis da sala, enquanto isso Emeraude analisava o local, um pouco horrorizada.

Ela é maluca por organização e limpeza, principalmente por conta de Ben.

—Filho, vai brincar lá fora até a mamãe e o papai ajeitarem o local —murmurou, tirando alguns lençóis brancos que cobriam alguns móveis.

Ben obedeceu  e saiu, Emeraude seguiu para a Cozinha, a segui levando as compras, enquanto ela foi para área de serviço e eu fiquei sem entender, fui limpando a dispensa para colocar as compras, até que ela voltou com vários materiais de limpeza.

—O que vamos fazer aqui mesmo? 

—Vamos limpar a casa toda.

—Por quê? Sabe que eu poderia contratar alguém pra fazer isso por você, né? 

—Sei, mas eu quero limpar, porque tenho capacidade e você vai me ajudar —piscou para mim, sorrindo debochadamente.

Ela fica tão sexy assim…

—Eu não vou!

—Você vai sim!

Cruzei os braços e estreitei os olhos para ela, logo eu cedi a sua vontade e levantei as mãos em forma de rendição, sorriu satisfeita. Começamos a limpar a casa.

Coloquei nossas fotos em família em alguns porta-retratos.

Uma das fotos era do nosso primeiro passeio juntos na França, ela estava com um vestido florido vermelho e estava estonteante, me lembro o quanto me encantei por ela aquele dia.

Quando precisei limpar o chão depois de lavar, eu comecei a brigar com o rodo e estava muito escorregadio.

—Quanto você colocou de detergente? —Emeraude apareceu na sala.

Ela já havia limpado os cômodos do primeiro andar e eu ainda estava limpando a sala principal.

—Bastante, porque não estava fazendo espuma.

—Harmmer, só se coloca duas gotas, eu te disse isso.

—Eu não nasci pra limpar casas.

—Não é questão de nascer, é questão de aprender mesmo.

Ele veio tomar o rodo da minha mão, mas eu exitei.

 —Harmmer, me dá logo isso aqui! —disse, impaciente.

—Não, eu vou limpar a sala!

No final, ela insistiu e escorregou, eu tentei segura-la, eu escorreguei também e nós dois caímos no chão.

Cai por cima dela e a proximidade dos nossos corpos me fez entrar em chamas.

—Eu te disse que eu sou péssimo em limpar a casa, sua teimosa! —murmurei, acariciando sua cintura com o polegar, senti seu corpo estremecer.

—Agora eu sei, mas ser insistente faz parte de mim —falou, encarando fixamente meus olhos.

—Não, você é teimosa mesmo —dei um beijo na sua bochecha.

Um sorriso bobo surgiu nos seus lábios.

Eu amo o sorriso dela, eu amo tudo nela, eu amo Emeraude Colby.

A beijei antes que ela pudesse ter uma outra reação, foi um beijo quente e necessitado, eu precisava tê-la ali.

Desci meus lábios para o seu pescoço, e em meio os beijos e mordidas de leve que eu estava deixando, notei várias marcas de chupão e mordidas no mesmo, não havia sido deixadas por mim, essa é a primeira vez que nos tocamos em meses. 

Sai de cima dela, inquieto, decepcionado, magoado, com muita raiva e triste. Eu sentia o desespero tomando conta de mim, eu havia perdido a mulher que eu amo.

Fui para o andar de cima, entrei na suíte já organizada e fui direto para o banheiro organizado com nossas coisas, procurando o remédio para ansiedade, preciso conter essa merda antes que piore mais — piorar no sentido de desmaiar — eu nunca consigo lidar e apago geral, tomo esse remédio sem a prescrição médica.

Quando finalmente achei a maldita caixinha de remédio, já era tarde demais, eu comecei ficar sem ar. 

Senti um desespero anormal dentro de mim e me desequilibrei caindo no chão. 

Emeraude entrou pela porta do banheiro e logo se agachou na minha frente, pegando no meu rosto.

Ela é a única pessoa que já me viu tendo crises e sabe exatamente o que fazer para me deixar calma, ela era incrível em me acalmar.

—Playboy, olha pra mim, você precisa acompanhar minha respiração —disse, com um tom calmo.

Sua voz aveludada, fez meu corpo reagir positivamente a ela, mas eu acabei vendo as marcas de prazer no corpo dela e não haviam sido deixadas por mim.

Isso me deixou num misto de desespero e ódio.

—V-você d-dor-miu com ou-outro —acusei, com dificuldade para falar.

—Shh…prometo que te deixo surtar comigo um outro momento, meu amor —ela me deu um selinho demorado e me encarou fixamente, seus olhos estavam marejados —Só inspira e respira —ela fez o exercício e eu acompanhei —Você vai ficar bem…

Ficamos por cinco minutos fazendo o exercício, mas não estava passando, então fiquei angustiado demais.

—A minha Emeraude jamais me trairia —confessei, aflito.

Ela me deixou por alguns segundos, acho que uns 30, mas logo voltou com um saco de papel e me entregou e me entregou,eu sabia o que tinha que fazer e fiz.

Aos poucos foi passando e eu fui observando o quão angustiada ela estava e era por minha causa, ela estava chorando e muito.

—Você matou sua Emeraude no momento que passou a negar seus sentimentos por ela —ela sussurrou, se levantando do chão do banheiro.

Ela saiu e me deixou sozinho refletindo suas palavras.


Notas Finais


Eu tô aproveitando o tempo em casa pra ver se eu consigo soltar o máximo de capítulos possíveis da história, porque quando as aulas voltarem eu vou está fodida.


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