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História Um Coração Dois Amores (KiriBaku) - Capítulo 13


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Notas do Autor


Oi galera!

Como está a quarentena de vocês? A minha tá normal, não saio de casa mesmo e como to desempregada já estou em quarenta a seis meses.

Agora sem brincadeira, se cuidem sigam todas as orientações, fiquem em casa e tudo mais.

Sem mais delongas boa leitura e desculpem os erros.

Capítulo 13 - Relacionamento?


Fanfic / Fanfiction Um Coração Dois Amores (KiriBaku) - Capítulo 13 - Relacionamento?

Mesmo que na metade do caminho eles trocaram de lugar, Eijiro e Katsuki chegaram cansados em casa, assim que o carro foi estacionado na garagem Eijiro olhou no celular, eram onze e trinta e quatro da noite.

- Acho que vou avisar seu pai que estou em casa - Katsuki falou enquanto estavam no elevador - para ir trabalhar amanhã.

- Mas ele te deu folga.

- Para viajar, e como não estou mais viajando acho melhor avisar ele.

- Mas eu não quero trabalhar amanhã.

- Kirishima teu pai é o dono, você não precisa. É só falar que está cansado.

- Você está tão cansado quanto eu.

- Mas eu não sou patrão.

Eijiro pegou o celular e começou a digitar.

Para: Pai

A viagem foi chata, eu e o Bakugo estamos chegando agora em casa, vc quer que eu ele vamos trabalhar amanhã?

- Pronto - disse Kirishima assim que a porta do elevador abriu - avisei ele, se nós tiver que trabalhar amanhã a culpa é toda sua.

Katsuki apenas riu enquanto abria a porta da casa.

- Caramba eu estou muito cansado - Eijiro falou - você quer ir tomar banho primeiro ou eu posso ir?

- Fique a vontade.

De: Pai

Não precisa vim nenhum de vocês Eiji, descansem já esta tudo certo os horários de amanhã.

- Ótima notícia, papai disse que nenhum de nós precisa trabalhar amanhã.

- Que bom, eu estou realmente cansado.

Eijiro então foi tomar banho e logo em seguida Katsuki, nenhum sabia direito o que falar ou fazer. Assim que Katsuki entrou no banheiro Kirishima começou a separar as roupas na mala, apenas como desculpa para ficar com a luz do quarto acesa e a porta aberta, também mandou uma mensagem para Denki, avisando que já estava em casa.

Assim que saiu do banho, Bakugo olhou o que Kirishima estava fazendo, percebeu que ele queria que Bakugo visse que ele ainda estava acordado. 

- Você é tão previsível - Katsuki falou entrado no quarto.

- E eu achando que era sutil.

- Não mesmo, Kirishima eu estou tão cansado.

- Eu só queria mostrar uma opção, não precisa se não quiser.

- Eu realmente não sei.

- Você pode apenas dormir aqui comigo, se quiser. Eu também estou muito cansado.

- Apenas dormi? - Kirishima fez que sim com a cabeça - Ok, acho que é uma boa idéia. Agora pare de arrumar essa mala e venha dormir.

Bakugo deitou na cama, Kirishima apagou a luz e foi deitar também, ficam um de frente para o outro. Bakugo começou a fazer carinho no rosto de Kirishima, deram um breve beijo, e dormiram.

Na manhã seguinte, acordaram já passava das dez horas, a campainha estava tocando, e ambos acordaram assustados, correram para fora do quarto e Kirishima foi ver quem estava ali.

- Mamãe o que esta fazendo aqui? - disse assim que abriu a porta.

- Bom dia para você também, eu vou bem obrigado por perguntar e claro séria uma alegria entar.

- Ata desculpe, é a convivência com o Bakugo.

- Ei, não fiz nada.

- Então foi tão ruim assim a viagem? Por que Denki não voltou também?

Os dois meninos se olharam, o que iriam dizer? A verdade não era uma opção.

- Bom o Denki deve ter gostado, sabe ele tem a namorada dele lá.

- Vocês estavam dormindo até agora?

- Sim, a viagem foi cansativa.

Katsuki preparou o café, a mulher não quis, então apenas os dois comeram, ela ficou fazendo muitas perguntas. Quase uma hora depois, resolveu ir embora.

- Então vão almoçar lá em casa amanhã.

- Eu não sei mãe, você quer ir Bakugo?

- Eu tambem não sei.

- Eu acho que vou deixar para outra semana mãe, sabe quero aproveita que  voltei e descansar, ficar o dia todo assistido TV no sofá.

- Filho ingrato, mas tudo bem, outro dia vocês vão.

Ela se despediu e foi embora, depois disso Kirishima sentou no sofá e Bakugo foi ao seu lado.

- Acho que precisamos conversar Bakugo.

- Tsc.. também acho.

- Você realmente quer ficar comigo?

- É claro, eu só... bom talvez eu não saiba como fazer isso.

- Como assim?

- Como funciona um relacionamento entre dois homens. 

- Acho que normal, igual qualquer outro. Mas nós estamos em um relacionamento?

- É claro, a não ser que você não queria.

- Então se eu quiser posso fazer isso?

Kirishima foi até Bakugo sentou em seu colo e passou as pernas pela cintura do loiro, e o beijou. Bakugo abraçou Eijiro e aprofundou o beijou, o ruivo então passou as mãos pelos cabelos e Katsuki.

- Você pode fazer isso o quanto quiser - Katsuki disse sem fôlego, assim que o beijo acabou.

- E isso?

Kirishima sussurrou na orelha de Katsuki, em seguida dando uma pequena mordiscada nela, abaixando e beijando o pescoço, subindo e dando um selinho na boca de Bakugo.

- Eu poço fazer isso também? - ele pede com a boca a poucos centímetros da de Katsuki.

- Pode sim.

Eles se beijam mais uma vez, com desejo, quando se separam, Katsuki segura o rosto de Kirishima próximo ao seu, da mais alguns selinhos e antes de falar.

- Tem mais alguma coisa que você quer saber se pode fazer?

- Tem muitas coisas, mas acho melhor nos ir com calma - Kirishima responde.

Katsuki não argumentou, apenas deu mais alguns beijos, em pouco tempo tinha viciado nos labios de Kirishima, deu algumas mordidas naquela boca que ele achava deliciosa.

- Mas Kirishima, eu não sou igual aquele idiota, se você quiser ter um relacionamento comigo é somente comigo, assim como eu terei apenas com você.

- Eu não gostaria que fosse de outra forma.

- E tem outra coisa que eu quero deixar claro - Katsuki fala e afasta Kirishima de seu colo.

Eijiro então fica assustado, ele estava com medo o tempo inteiro que Bakugo falasse que aquilo era um erro e corresse para o quarto.

- Kirishima eu quero você, mas você precisa ficar sabendo agora, para evitar problemas futuros, que é você que eu quero - Katsuki tentava manter o ar de durão, mas o rosto começava a ficar vermelho.

Queria deixar claro o que queria mas não sabia como expressar isso.

- Kirishima é você que me conquistou, sabe não tem nada a ver com-com o coração da Haru.

Ele sabia que talvez falar o nome da ex não fosse a melhor forma de se declarar para alguém, mas a relação dele e Kirishima era fora do normal.

Então por um breve instante ele se tocou, pensou pela primeira vez na vida em Haru como sua ex. Nunca chamou ela assim, pensou que nunca alguém substituiria ela, estava enganado.

- Katsuki eu não... sabe eu também quero dizer que sou eu que quero ficar com você, e isso não tem nada a ver com o fato desse coração já ter se apaixonado por você.

- Eu nunca acreditei que é no coração que os sentimentos estão armazenados, mas fala outra vez.

- O que?

- Meu nome, diga meu nome de novo.

- Como assim? Bakugo.

- Não você falou o meu primeiro nome, repete - a voz de Bakugo era cheia de autoridade.

- Eu nem tinha percebido eu... - então ao olhar a cara do loiro, Kirishima parou o que estava falando e apenas segui a ordem que foi dada - Katsuki.

- Vem aqui Eijiro.

Então Katsuki puxou Kirishima novamente em seu colo e começaram a se beijar novamente, a mão do loiro entrou por dentro da camisa do outro, e acareciou a pele de Kirishima, deitou no sofá e deixou o outro ainda por cima de si. Puxou a camiseta de Kirishima mas antes de tirar, o ruivo para e interrompe tudo o que estão fazendo.

- Eu realmente acho melhor nós ir devagar.

Queria ter certeza que Katsuki não agiria por impulso e depois que trasassem correria dele.

- E o que você sugere que nós faça agora?

- Hãm, que tal um filme?

- Tsc... sério Kirishima.

- Sim, na verdade ontem iria estreiar na Netflix um que eu queria muito assistir.

- Merda, já que você quer liga essa bosta logo.

- Tão carinhoso.

- Acho melhor se acostumar.

Kirishima apenas revirou os olhos, levantou e ligou a TV, ficaram ali assistindo. Na metade da tarde estavam com fome, tinham tomado café tarde, e não almoçaram, mas aquele horario não fazia sentido almoçar.

- Podíamos sair para fazer um lanche - sugeriu Eijiro.

- Mas aonde? Você passou mal essa semana, não acho que deveria comer algo gorduroso.

- Vamos pegar o carro e sair por ai procurando algum lugar que não tenha apenas comidas gordurosas.

Bakugo concordou eles se trocaram e sairam, encontraram um lugar que fazia lanches naturais, fizeram seus pedidos, após comerem Kirishima diz para irem pro cinema.

Kirishima sabia que em casa séria difícil os dois ficarem afastado, ele realmente queria levar as coisas mais calmamente. A muito tempo, eles conversaram sobre pessoas que vão ao cinema e ficam se agarrando, nenhum deles gostava daquilo, então o cinema era um local seguro. Quando sentaram e o filme começou, Katsuki fala bem baixinho no ouvido de Kirishima.

- Essa sua ideia de vim ao cinema, também não foi nada sutil.

Katsuki sabia muito bem o que se passava na mente de Eijiro.


Notas Finais


É isso por hoje, espero que tenham gostado, beijos e obrigado pelo apoio.


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