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História Um Coração Dois Amores (KiriBaku) - Capítulo 25


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Notas do Autor


Olá galera!

Não tenho muito o que falar, então boa leitura e desculpem os erros.

Capítulo 25 - Sonhos


Fanfic / Fanfiction Um Coração Dois Amores (KiriBaku) - Capítulo 25 - Sonhos

Dois dias para acabar o ano, foram viajar, todos os Kirishimas, Katsuki e a noiva de Hiroshi Maya. A praia que escolheram era linda, eles passaram os dias aproveitando o lugar, tanto a praia quanto a cidade. Hiroshi e Maya, eram os que menos ficavam com o restante da família, já Eijiro e Katsuki, passeavam bastante com os pais do ruivo, porém informaram que passariam a virada do ano sozinhos, o que deixou Naomi bem chateada. Kirishima disse que tinham planejado algo romântico para eles, mesmo ainda não gostando, a mulher aceitou sem continuar a reclamar.

Estavam hospedados em um dos melhores hotéis da cidade, Kirishima pediu um quarto em um dos andares mais altos. Entre o hotel e a praia não tinha nada, as sacadas eram bem privativas, quem estava nos quartos dos lados não via nada.

Na noite da véspera de ano novo, Eijiro abriu bem as porta da sacada, arrumou no chão alguns edredons, para ficar mais confortável, colocou travesseiros e almofadas, pediu champanhe e algumas frutas para Katsuki, uma garrafa de espumante sem álcool para ele.

Tinham jantado com a família, mais cedo naquela noite, foi depois que votaram para o quarto e Eijiro arrumou tudo, ficaram sentados ali nos edredons, Eijiro sentado no colo de Katsuki, que o abraçava por traz, observavam toda a praia enquanto conversavam.

Para Katsuki toda a experiência era nova, viajar, ter uma família, um namorado. Ainda era difícil aceitar ganhar coisas dos sogros, mas adorou cada instante. Se sentiu um clichê ambulante, quando apertou Kirishima em seus braços, o ruivo pediu o que ele tinha e respondeu.

- Só estou abraçando meu mundo.

Eijiro percebeu que seu rosto começo a esquentar, tinha ficado corado. Seu namorado era assim, em um momento ria da cara de Eijiro, e no outro dizia que o amava. O loiro não tratava ninguém da forma que tratava Eijiro. Com o Denki tinha criado uma amizade, mas mesmo assim, sempre que tinha uma chance dava uma pequena insultada, nada muito grave, Kaminari não ligava, era a forma do outro agir. Com a família de Eijiro, as coisas eram diferentes, por vários motivos, Katsuki respeitava eles, tinha Hiroshi como um irmão mais velho, do qual Bakugo tinha como exemplo a ser seguido.

Mas com Eijiro era um pouco diferente, ele sabia que somente quando os dois estavam sozinhos o loiro era ele mesmo, alguém que insulta e respeita ao mesmo tempo, porque Katsuki era assim, ele dizia na maior tranquilidade "eu te amo cabelo de merda", e as vezes apenas separava a frase e só falava a primeira ou a segunda parte sozinha.

Quando Katsuki era carinhoso, Eijiro algumas vezes fazia uma piada, outras repondia o carinho e tinha aquelas vezes em que era pego de surpresa, como agora. Já estavam namorando a um bom tempo, se conheciam a quase um ano, mas ainda assim, se surpreendia com algumas demonstrações de amor de Katsuki.

- Eiji, como pode não faz nem um ano que nos conhecemos, e você já transformou toda minha vida, em tão pouco tempo eu te amo tanto.

- Eu também te amo muito, não imaginei que amaria alguém assim. E nem que seria tão bom.

Eijiro se vira, fica de frente com o namorado e o beija. Faltava uns quarenta minutos para a meia-noite, na praia a euforia era enorme. Mas para os dois,o resto do universo não importava naquele momento.

- Algumas vezes não acredito que só te conheço a pouco mais de nove meses - Eijiro fala - parece que já faz muito mais tempo.

- Pois é, e parece que tanta coisa aconteceu esse ano, tanto boas, graças a você, e ruins graças a mim.

- Ei para com isso, tem muita coisa boa que me aconteceu graças a você, como isso que está acontecendo agora.

- Tá bom, vamos mudar de assunto, quais são suas metas para esse ano?

- Não sei, talvez passar de ano na faculdade com notas melhores, e você?

- Acho que a mesma, sabe me dar bem na faculdade e no emprego também, e a meta para o resto da minha vida que é te fazer feliz.

- Então é só continuar o que você está fazendo - quando termina de falar, Kirishima da um beijo em Katsuki.

- E Você tem alguma meta para mais tarde? Tipo você tem algum sonho Eiji?

- Como assim? Quero dizer tenho muitos sonhos, ir para a Disney, para um lugar que tenha neve, sabe varias coisas, e tem é óbvio, os sonhos bregas.

- E é bem desses que eu quero saber.

- Não quer não. Eu sei que vai rir e fazer piadas, prefiro escutar os seus antes, e não me venha com frases prontas do tipo " você é o meu sonho Eijiro" - ele tentou imitar a voz de Bakugo.

- Tcs, eu jamais falaria isso, você está se achando muito para pensa que é meu sonho.

- Então quer dizer que não sou?

- Cala boca, não vou reponder.

- Você tá vermelho, ficou envergonhado senhor Bakugo.

Katsuki virou a cara, sentido que ficava mais corado a cada segundo, o fato de Kirishima não parar de rir, só piorava a situação.

- Pare de rir, e conte a porra de seus sonhos.

- Com todo esse carinho, é agora que eu não conto.

- Ok, não conte, mas também não me peça nenhum favor.

- Você fica tão lindo quando age igual uma criança.

Katsuki não respondeu, apenas ficou emburado. Eijiro tentou entrar na brincadeira e não falar mais nada também, era inútil, já tinham feito aquilo varias vezes, o ruivo sempre perdia. Para conseguir ganhar mais tempo abriu se espumante e serviu sua taça, Bakugo sabendo que não seria servido, fez a mesma coisa com a outra garrafa, e pegou algumas uvas para comer.

- Mas por que você quer saber tanto assim dos meus sonhos? - pediu Eijiro desistindo do silêncio.

- Não vou contar, você está muito cheio de gracinhas hoje, vai ficar rindo de mim.

- Então vamos fazer assim, você me conta o motivo e eu te conto o sonho, e ninguém ri de ninguém, fechado?

Kirishima levanta seu dedo mindinho, que logo é encaixado pelo mindinho de Bakugo.

- Fechado, então você disse que quer ir para Disney e outros lugares, é difícil eu conseguir realizar esses sonhos, talvez você tenha um mais fácil e eu posso te ajudar.

- Já disse que você é o melhor namorado do mundo?

- Sem enrolar, eu te conheço, vai querer me beijar e desviar o assunto, conte seus sonhos.

- É bem bobo, você lembra que disse que eu queria um cachorro, mas achava ruim criar em apartamento? - Kirishima viu o loiro afirmar com a cabeça- então é mais ou menos isso. Quero morar em uma casa, com um quintal bem grande onde eu possa ter varios cachorros correndo, onde eu possa chamar alguns amigos para fazer uma reunião.

- E por que foi para um apartamento?

- É muito difícil cuidar de uma casa.

Mas como já havia mostrado em várias ocasiões, Bakugo conhecia muito bem Kirishima, sabia que ainda tinha mais coisas que ele não contou.

-Super Kirishima, tem mais coisas ai além de um canil?

- Tem, mas não vou contar, a não ser que você me conte algum sonho que você tenha para o futuro.

Bakugo desviou o olhar, observou o pessoal na praia, já estava quase na hora do ano novo.

- Sabe Kats - Eijiro falou desviando o olhar também - eu sei que você consegue quase ler a minha mente, mas eu sei muito de você também, sei todas as suas formar de não responder algo. Sabe seria muito legal dividimos nossos sonhos, desejos e ambições um com o outro, então quais são os seus?

- Eiji, o que eu quero para meu futuro, é uma casa com um pátio enorme, cheio de cachorros correndo, e você junto a mim.

- E você já pensou em ter filho?

- Por que você engravidou e essa conversa toda é para achar uma forma de me contar isso?

- Era para ser uma surpresa - Eijiro coloca a mão na barriga e os dois começam a rir - idiota, mas é sério, você nunca pensou em sabe criar uma família?

- Não para ser sincero, sabe antes eu e a Haru eramos muito novos para isso, depois então, nunca mais pensei que encontraria alguém, e agora eu não sei, acho que um bando de vira-latas pulguentos já esta bom.

- Não fale assim, nada de chamar meus filhotinhos de vira-lata pulguentos, mas respeito com eles.

- Só para me preparar, quantos cachorros exatamente você quer?

- Bom não posso colocar um número, vamos deixar o tempo dizer.

- Isso me assusta, vou fazer o possível para isso se tornar realidade, mas não tenho paciência para pincher.

- Sem pincher então, para falar a verdade, tem umas raças de cachorros bem bonitas, mas prefiro os vira-lata.

- Percebi pela escolha do seu namorado.

- Você não é um vira-lata Katsuki, você é um pitbull, por fora parece ser bravo, mas pode ser bem dócil quando quer.

- Dócil? Eu não sou nada dócil.

- É sim, dócil e carinhoso.

- Tcs, vem aqui que vou te mostrar como sei ser carinhoso.

Eles começam a se beijar, logo então deitados nos edredons que Eijiro arrumou. Quando deu meia noite os dois estavam completamente nus, olham os fogos de artifício, brilhando no céu.

- Feliz ano novo Kiri.

- Feliz ano novo Kats.

Voltam para o que estavam fazendo, eles tem uma noite maravilhosa juntos. Acordando na manhã seguinte, ainda deitados no chão, enrolados nas cobertas, Katsuki pega Eijiro no colo e leva para a cama, deita junto e adormece novamente. E assim que acordam Katsuki lembra que a parte final do sonho de Eijiro não foi contada, e faz o ruivo falar o que era.

- Bom, eu disse que era difícil cuidar de uma casa sozinho. Mas a verdade é que não quero morar em uma casa legal, com o pátio, cachorros e tudo mais, sozinho, sabe quero alguem comigo nessa casa - Eijiro falava sem pensar - quem sabe um dia, eu e você poderemos morrar em um lugar assim, no futuro.

O restante da viagem continuo incrivel, fizeram muitas coisas com a família, ficaram uma semana em ferias, os pais de Eijiro ainda ficariam mais outra semana, os mais novos voltam para casa. E no dia seguinte foram trabalhar, Katsuki e Eijiro em um dos mercados e Hiroshi no outro.

Agora Katsuki já sabia tudo o que precisava no seu novo cargo, mas Eijiro ainda ficava ali com ele, principalmente naquela semana, em que o seu pai não estaria ali,

Kirishima tinha muitas ideias para os próximos dias, estava louco para colocar elas em prática.


Notas Finais


É isso, gostaram?
Me contem o que acharam
Beijos até o próximo e obrigado sempre!


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