História Um Coração Frio - Malepok e outros - Capítulo 5


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Palavras 3.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vai ter tortura, vai ter traumas da Malena, vai ter sofrimento, vai ter L3ddy, vai ter alguém morrendo, vai ter muita coisa

Aviso: o flashback é uma espécie de narração ok?

Pega um café e boa leitura

Capítulo 5 - Os motivos de ter um coração frio (meio pesado)


P.o.v  T3ddy

   Estava esperando a Malena chegar e o Lira ainda tava dormindo, deixei dormir porque sei que a loira adora acordar eles com alguma dor pra começar e sempre termina com afogamento parcelado, a porta se abriu e ela entrou calmamente, sem falar nada chegou perto da mesa de instrumentos, pegou um alicate, olhou, sorriu, e perguntou pra mim - do pé ou da mão?

   - indicador da mão direita

   - boa escolha aperta mais as cordas por favor - fiz o que ela pediu e a mesma chegou perto com um alicate na mão e com um sorriso psicopata no rosto, pegou a mão dele na posição certa se preparou e puxou com tudo de uma vez só, o Lira deu um grito alto e fez uma careta de dor enquanto olhava a própria mão que agora lhe faltava uma unha, a loira deu um sorriso de satisfação e perguntou - o que foi Lucas? Eu estraguei seu esmalte?

   - FILHA DA PUTA

   - eu também acho minha mãe uma puta mas isso não importa agora, se isso foi uma tentativa de me ofender eu quero mais respeito então vou te ensinar a fazer isso - ela pegou um ferro que daqueles de marcar boi que tinha a letra M, tirou do fogo e mostrou pra ele enquanto dizia - o que acha desse?

   - acho que você devia enfiar no cú

   - na perna fica legal né? Acho que sim

   - eu devia ter quebrado seu braço quando tive chance

   - quebrar o braço? Ótima ideia

   - por que não usa logo essa porra de ferro?

   - porque não é pra você, T3ddy pode trazer a Bruna

   - NÃO A BRUNA NÃO, DEIXA ELA EM PAZ SUA LOIRA OXIGENADA ESCROTA

   - olha parece que alguém tá com raivinha que coisa mais linda, busca ela logo T3ddy

   - ok - fui pra outra parte do galpão buscar a Bruna e voltei com ela rapidamente, amarrei bem forte na cadeira e falei - toda sua

   - vamos acorda-la no estilo Loira Noob - pegou o taco de basebol e acertou uma vez no joelho, ela gritou e olhou pra gente assustada, depois de alguns segundos ela perguntou - o que tá acontecendo meu bem?

   - eu falei que esse dia ia chegar e que nosso fim não seria calmo

   - Lucas me diz que a gente vai sair dessa por favor

   - pela primeira vez eu não posso fazer isso

   - nossa que casal mais lindo e unido está aqui no meu galpão, ok agora chegou uma hora linda a hora tudo começa de verdade - ela pegou o ferro quente denovo e sem mais nem menos colocou na perna da garota que sofreu bastante com a queimadura, a loira ria como se fosse uma piada boa mas eram só o Lira implorando pra que deixasse ela em paz e focasse nele, a Malena pegou uma furadeira e fez um buraco na mão esquerda do Lucas, depois de quebrar o pé da garota deixar o braço esquerdo do Lira em carne viva deixar alguns pregos no ombro dele fazer vários cortes em vários lugares na Bruna ela pensou um pouco e disse - T3ddy vamos fazer o que agora?

   - uns palitos embaixo das unhas que tal?

   - acho incrível e vamos finalizar logo com o clássico afogamento parcelado porque eu tô afim de tirar uma soneca e depois ver o Andrei

   - você quer com farpas?

   - claro aí depois eu quebro a ponta deles - ela estava com aquele sorriso psicopata no rosto, pegou os palitos e fez exatamente como tinha falado, depois parou pra pensar e falou - já sei! Ela vai morrer afogada na sua frente e depois eu vou botar fogo em você pra já ter uma amostra grátis do inferno - desamarrou a garota e colocou a cabeça dela no barril de água, quando estava perto de perder a consciência deixou ela respirar, quando recuperou o fôlego fez a mesma coisa novamente e o Lira assistia tudo mas abaixou a cabeça deixando algumas lágrimas caírem, a loira gritou - OLHA PRA CÁ LIRA, EU QUERO QUE VOCÊ ASSISTA TUDO PRA SER MAIS DIVERTIDO - ele não se mexeu então ela mandou - levanta a cabeça dele - cheguei perto e puxei o cabelo fazendo com que ele olhasse aquela cena, a Malena se divertia com aquilo. Depois da quinta vez a Bruna não aguentou e a loira deixou que o corpo dela caísse no chão já sem vida, o Lira parecia anestesiado e triste, a Malena chegou perto dele e disse - é o seguinte sei que você não morre fácil e eu quero que você sofra com a morte dela, T3ddy leva ele e joga em alguma estrada de terra por aí, se sobreviver a isso eu vou me surpreender

   - eu vou voltar pra te arrastar pro inferno sua puta - ela pegou o fuzil e deu uma coronhada na cabeça dele que desmaiou com o golpe, peguei ele e levei pra carroceria da Amarok, escolhi a estrada mais deserta possível e joguei ele lá em um lugar bem escondido, voltei pra casa da Malena que é quase a casa de todo mundo como se nada estivesse acontecendo, quando passei pela porta o Luba me encarou e perguntou - ele morreu?

   - a namorada morreu e a Malena deixou ele vivo pra sofrer a morte dela mas estava tão machucado que deve morrer

   - eu sei no que está pensando e sim eu vou lá encher a cara com você

   - você me conhece tão bem Luba - sorri pra ele e falei - vou tomar um banho rápido e a gente vai

   - te espero aqui embaixo - subi as escadas em direção ao "meu quarto" (autora: sim, meio que tem coisas deles na casa da Malena) e entrei no banheiro, tirei as roupas e entrei no chuveiro, a água que descia era vermelha por causa do sangue seco do Lira e da Bruna que estava em mim, me lavei direitinho e vesti uma roupa qualquer, passei perfume peguei dinheiro celular carteira e chave do carro, desci e encontrei o Luba me esperando na sala, disse pra ele - vamos que hoje eu preciso beber e muito

   - então bora que eu também tô afim de beber - entramos no carro e eu dirigi até a balada mais próxima, descemos do carro e entramos, peguei uma bebida e fui dançar um pouco mesmo não sabendo, fiquei dançando até cansar e depois fui pro bar encontrando o Luba debruçado no balcão, cutuquei ele e perguntei - bora virar mais uns?

   - bora - pedi virei e repeti, fiz isso até perder as contas e ficar bêbado, olhei pro Luba que não estava diferente de mim e ele me agarrou do nada, o beijo estava bom mas eu queria mais então falei - tem um lugar legal aqui perto

   - então vamos - saímos da balada e entramos no carro, era errado dirigir bêbado mas nós não estavamos nem um pouco afim de andar até lá. Depois de muitas mãos bobas no carro nós chegamos até o lugar e subimos pro quarto sem parar com os beijos, entramos no quarto esbarrando em tudo e acabamos na cama...

...

   Abri os olhos e ví o Luba dormindo como um anjinho delicado, passei a mão delicadamente pelo rosto dele observando cada detalhe, ele abriu os olhos devagar e sorriu, colocou a mão sobre a minha e disse - eu esperei tanto por esse momento

   - então era planejado? - nós dois rimos um pouco e ele respondeu - planejado não, sonhado sim

   - então quer dizer que eu era a pessoa que não te correspondia a um tempo atrás quando a gente conversou com a Malena?

   - sempre foi mas você é meio lento - rimos de novo, eu me aproximei e dei um beijo delicado nele, os lábios dele eram delicados e macios, quando o ar fez falta nos separamos e eu falei sorrindo - eu te amo

   - eu também e pensei que nunca seria correspondido

   - nunca imaginaria que você gosta de mim

   - nunca deixei isso evidente, urso você tem remédio pra dor de cabeça?

   - urso?

   - é o apelido carinhoso que eu te dei

   - que fofo, respondendo sua pergunta eu tenho remédio no carro

   - então vamos logo que minha cabeça tá explodindo - dei mais um beijo nele e levantei pra procurar minha roupa, peguei as dele e joguei encima da cama, vestimos as roupas e saímos do quarto, entramos no elevador e parecíamos dois bobos de tantos sorrisos, quando a porta se abriu eu peguei a mão dele e saímos andando em direção ao "caixa", paguei tudo mesmo com ele não querendo e fomos pro carro, abri o porta-luvas e dei o remédio pra ele, o Luba tomou o remédio no seco mesmo e eu comecei a dirigir pra casa. Estacionei o carro e nós descemos, abrimos a porta e todo mundo estava na sala incluindo o casal Cellps, o Authentic olhou e gritou - OLHA O CASAL L3DDY CHEGANDO A ESSA HORA

   - eu já estava cansado de vocês falando L3ddy toda hora sem motivo então... L3DDY É REAL CARALHO

   - achei que demorou até demais - a Malena falou sem tirar os olhos do celular então eu cheguei perto e olhei com quem ela estava conversando, o nome do contato era Popok, saí de perto e disse - parece que tem outro shipp aqui que está andando no caminho certo

   - qual? - o Felps perguntou e finalmente a loira tirou os olhos do celular esperando a resposta - a Malena sabe qual é

   - fala aí Maleninha - o Cellbit pediu curioso e ela suspirou enquanto revirava os olhos bem de leve - o T3ddy viajando como sempre

   - tira Popok e põe Andrei então

   - Popok? Essa me pegou de surpresa... Mentira eu já esperava isso desde aquela festa - o Cellbit disse animado e rindo um pouco, todo mundo estava de boca aberta então eu falei - gente fecha aí senão entra mosquito

   - quem diria que a Loira Noob estaria ccolocando apelido de um apelido no contato de alguém - o Authentic estava impressionado e rindo froxo logo em seguida o Cauê falou - eu preciso parabenizar o Spok afinal ele realmente roubou o coração da loira de olhos verdes

   - não precisa se preocupar que ele também gosta de você - o Luba disse e a Malena se levantou do sofá, ela olhou pra todo mundo e falou séria - não se intrometam na minha vida desse jeito de novo

   - ok - todos disseram ao mesmo tempo e ela saiu andando em direção a cozinha, nós nos entreolhamos e o Authentic gritou - MALEPOK CARAI

   - MALEPOK MALEPOK MALEPOK - todo mundo gritou e começou a rir, só ouvimos um barulho de tiro que provavelmente era a Malena tentando fazer a gente parar mas eu gritei - A TORCIDA MALEPOK NÃO VAI CALAR A BOCA POR CAUSA DE UM TIRO

   - MALEPOK MALEPOK MALEPOK - todo mundo gritou de novo e começaram a rir de novo, a loira chegou na sala com uma cara de que estava full putassa, olhou pra cara de todo mundo e gritou - TEM COMO PARAR COM ESSA PORRA

   - na sua frente a gente para MAS nos bastidores a torcida ainda rola frenética e a gritaria é alta afinal um dia MALEPOK VAI SER REAL

   - MALEPOK MALEPOK MALEPOK

   - VÃO SE FUDER - ela subiu as escadas morrendo de raiva como sempre e nós ficamos conversando lá embaixo, eu e o Luba ignoramos totalmente o fato que precisávamos de um banho

        ~~~ Quebra de Tempo ~~~

                    (1 semana)

P.o.v  Malena

   O Spok estava dormindo quando eu entrei no quarto, sentei do lado da cama e ví ele dormindo igual a... Uma pessoa que dorme muito, ele abriu os olhos devagar e falou - bom dia Marlene

   - bom dia Popo... Spok

   - você ia me chamar de que? - senti meu rosto queimar e com certeza eu estava vermelha então respondi baixinho - Popok

   - não ouvi você falou muito baixo

   - eu ia te chamar de Popok - ele sorriu e disse - eu escutei da primeira vez é que eu gostei do apelido

   - babaca

   - loira desculpa a pergunta aleatória no meio da conversa mas eu estou curioso, o que houve com seus pais?

   - mandei eles pro lugar mais fundo do inferno

   - como assim? E por que?

   - eu nunca te contei como foi a primeira parte da minha vida então vou contar agora

Flashback mais estranho do mundo on

                  (7 anos de idade)

   A primeira lembrança que eu tenho já era ruim, estava no quarto lendo uma revistinha da turma da Mônica que já tinha lido antes, meu "pai" parou na porta e eu olhei pra ele com medo - tá me olhando assim por que?

   - nada não - ele chegou perto de mim irritado como sempre e me levantou pelo pescoço, o ar começou a faltar e eu implorava com todas as forças pra que parasse mas ao invés disso ele só apertava mais ainda, comecei a sentir minhas forças irem embora e tudo começou a escurecer, finalmente meu "pai" me soltou e eu consegui respirar, ele me bateu naquele dia mas foi pouco comparado as outras vezes

~~quebra de tempo muito estranha~~

                 (12 anos de idade)

   Minha vida já era uma merda faz tempo e as únicas partes boas eram uma amiga de escola e o Cellbit, era férias e eu estava sentada na calçada da casa dela, ela sentou do meu lado e falou - Mah eu tenho uma notícia triste pra te dar

   - pode falar - ela suspirou com uma cara triste e disse - eu vou me mudar de cidade - foi como um tiro no coração, ela era como uma irmã pra mim e colaborava pra que minha vida não fosse uma merda por completo. Sorri de nervoso sem querer acreditar mas ví que não ia ter um "brincadeira" então as lágrimas começaram a descer pelo meu rosto entrando em contraste com o sorriso triste que ainda não tinha se desfeito, ela olhou pra mim e falou - calma você ainda vai ter o Cellbit aqui

   - pra onde você vai?

   - passar algum tempo em Curitiba mas minha mãe prometeu que vamos voltar assim que possível

   - você sabe que não vai voltar né?

   - mesmo se não voltar a gente pode tentar se comunicar por cartas ou por outra coisa

   - cartas? Você sabe que não

   - não seja pessimista Malena

   - sou realista, quando você vai?

   - agora - ela se levantou e estendeu a mão pra me ajudar, aceitei a ajuda e quando estava de pé lhe dei um abraço, quando nos separamos a mãe dela já estava com tudo no táxi e chamou - vem filha senão vamos nos atrasar

   - tchau Malena um dia nós vamos nos reencontrar

   - tchau - ela saiu na direção do táxi e entrou, me deu tchau pela janela e eu fiquei pensando em como não tinha notado que estavam de mudança. Coloquei as mãos no bolso do casaco e fui andando pra casa com a cabeça baixa. Abri a porta de casa e fui recepcionada com uma surra por ter atrasado cinco minutos do horário de chegada combinado

    ~~~Quebra de tempo estranha~~~

                           (15 anos)

   Cheguei em casa mais destruída que o normal afinal o garoto que eu gostava tinha me humilhado na frente de todos e tinha doído muito. Subi pro meu quarto decidida a acabar com a minha vida, peguei uma lâmina no banheiro e sentei no chão do quarto, coloquei perto do meu braço e respirei fundo enquanto pensava - "vertical e fundo, você consegue Malena" - fiz o primeiro corte o mais fundo que eu conseguia e doeu mas não mais que meu coração, fiz os outros da mesma maneira e joguei a lâmina longe, relaxei e esperei pra morrer mas não morria, fiquei esperando um tempo e como nada "fora do normal" aconteceu eu comecei a chorar enquanto lamentava internamente por não ter funcionado, as lágrimas que caíam dos meus olhos se misturavam com o sangue enquanto os dois caíam no chão devagar. Fiquei 30 minutos pensando e cheguei a uma conclusão - "se eu não consigo tirar minha própria vou tirar o que faz mal da minha vida" - levantei e não fui limpar os cortes como sempre fazia, abri a porta do meu quarto e fui andando até a cozinha, abri a gaveta e peguei a maior faca que tinha em casa, andei até a sala com a faca na mão e parei na frente da televisão, o sangue escorria dos meus pulsos e sujava minhas mãos mas eu não me importava nem um pouco, eles ficaram irritados e minha "mãe" gritou - SAI DA FRENTE, RESTO DE ABORTO VOCÊ NÃO É INVISÍVEL NÃO

   - CALA A PORRA DA BOCA SUA PUTA - ela lançou um olhar mortal e eu tive certeza que se fraquejasse não veria o dia de amanhã, ela se levantou de uma vez e eu enfiei a faca na sua barriga com uma força absurda, ví sua expressão mudar de raiva pra dor e sorri enquanto sussurrava - o único resto de aborto aqui é você sua puta psicopata - tirei e enfiei a faca várias vezes até que meu braço se cansou e meu "pai" me empurrou pra longe dela, peguei uma cadeira na cozinha e bati nele com toda a força na cabeça, caiu no chão desnorteado e com a mão na cabeça, peguei um álcool na cozinha junto com um fósforo e coloquei fogo nele, ele gritava de dor e agonia e eu ria daquela situação que estava muito boa pra mim afinal pela primeira vez eu não estava apanhando e sim "batendo", ver eles no chão me fez senti um alívio indescritível. Corri pro meu quarto e joguei umas roupas na mochila, nem me preocupei em me limpar, saí de casa e comecei a andar na direção da casa do Cellbit. Bati na porta e ele olhou minhas roupas cheias de sangue, não falou nada só me deixou entrar, peguei roupas na mochila e fui na direção do banheiro, abri o chuveiro e ví a água suja de sangue que entrava no ralo, sorri só de lembrar da expressão que aquela puta fez enquanto morria. Saí do banho e contei a história pro Cellbit sem muitos detalhes, aquela seria a primeira noite de 3 meses antes de descobrir o tráfico e comprar minha primeira casa

Flashback mais estranho do mundo off


   - eu sinto muito - algumas lágrimas escorriam pelo seu rosto, segurei a mão dele e perguntei - por que você ainda insiste em mim?

   - porque eu tenho certeza que embaixo desse escudo que você criou ainda tem aquela menina de 15 anos que está muito machucada - ele pegou meu braço e viu as marcas dos cortes de anos atrás que já estavam cicatrizados, deu um beijo e olhou nos meu olhos - eu estou com você a partir de agora

Continua...



Notas Finais


A história dela não é simples e não é atoa ser assim

Quem será essa amiga de infância?

Casal L3ddy se assumindo kkk

Comentários por favor :D

- H.T


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