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História Um Crime Perfeito-Kim Namjoon - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Um Crime Perfeito-Kim Namjoon - Capítulo 2 - Capitulo 1

                                     Busan / Dias atuais

Namjoon POV

- Após a morte de seu marido, ela entrou em uma depressão profunda. Passou por uma clinica e está recuperada. – Jin dava todos os detalhes sobre o caso do premiê Frances. - Ela viu como foi o assassinato pode nos dar mais informações do que já temos, Você tem que ir até ela Namjoon.

- Eu irei, assim que terminar aqui. – Analisava os papéis acabava de ser contratado para substituir Julian que era o chefe do FBI para suas férias merecidas após 20 anos. – Jin, sei o quanto é clichê e por ser novo nisso, porque a primeira suspeita nunca foi à esposa? – Perguntei intrigado com o fato.

- Namjoon, ela não se lembra de nada. Entrou em choque após ver o marido tendo o rosto arrancado daquela forma.

- O que me intriga é que nada foi roubado. Eu me pergunto por quê?

- Talvez tenha sido um assassinato comprado? – Jin sugeriu.

- Pela esposa. – Insisti.

- Não acho que tenha sido ela, eles estavam casados há poucos meses.

- Quero investigar, tanto a vida dele como a dela, por ser político não estou descartando nada, mas após meses uma mulher pode se cansar. E então matam os maridos e ficam podres de rica, saiba que viúvas são a ultima moda em Paris, e em alta com os homens mais jovens.

- Diz isso por experiência? – Jin não sabia de seu passado.

- Não! – Respondeu seco. – Quando podemos ir falar com ela, quero solucionar esse caso o mais rápido possível.

- Para que tanta pressa? Mal entrou aqui Namjoon.

- Pedi afastamento Jin, também estou nessa vida há 10 anos, como Julian, também quero minhas férias. – Estava no meu auge aos 37 anos merecia não?

- Não poderemos vê-la em solo coreano?

- E porque não?

- S/N voou para Itália ontem à noite após sua alta da Clinica.

- Ela fez exatamente o que?

- Ela voou para Itália, mas não se preocupe Jungkook está atrás dela, Sabe onde ficará, nosso vôo está marcado para as dez da noite,  nós encontraremos com Jungkook e lá junto a policia italiana para investigar o assassinato de James Piterson, e colher o depoimento dela.

- Tudo bem, então estou indo para minha casa a fim de arrumar minhas malas. - Me encaminhei para a porta.

- Até logo Namjoon. – Jin se despediu, voltando a fazer seu serviço.

- Até.

Era fácil não ter família, filhos, irmãos ser sozinho no mundo, com esse tipo de trabalho eu só precisava pegar bandido, lembro de quando brincava de policia e ladrão sempre queria ser o ladrão, pensar como eles me ajudou chegar onde estou. Arrumei minhas malas e voltei aos papeis, era natural investigar o caso, e conhecê-lo profundamente, foi um assassinato sem sentido, nada foi levado e porque ele seria morto de tal maneira, vídeos foram mandados a todas as redes de TV. Primeiro mandaram para o FBI, depois surgiram pela internet.

Era óbvio que queriam chocar, mas seria o passado influenciando na sua morte?

James Piterson era Coreano , naturalizado na França casou-se com a também Americana S/N Dwyer atualmente James em Junho de 2018, 6 meses de casamento, tempo suficiente para um plano de assassinato, James sempre esteve presente no meio político Francês, primeiro o avô, depois o pai e finalmente ele.

James vinha de uma família muito rica há anos no poder na França, nenhum deles fora pego por corrupção sempre foram vistos como discretos. No final de 2008 James assumia o cargo de seu pai e fizera maravilhas desde então, conhecendo S/N que trabalhava para o governo Francês desde seus 27 anos, sete meses depois se casaram. Ela queria dinheiro, status ou fora aquele verdadeiro amor? Com o caso ainda aberto sem suspeitos teria que me aproximar dela para obter informações sobre o que aconteceu tentar achar o assassino que agora vem aterrorizando e matando mais pessoas como matou James Piterson .

Nos últimos meses ele vinha fazendo vitimas, policias, gângsters, políticos principalmente. Às vezes matava da mesma forma que matou James Piterson tínhamos quase certeza que era o mesmo assassino ele não deixava marcas, mas matava com diversão. Era doentio ele se divertia ao matar,os corpos apresentavam tortura, usava o corpo como um tiro ao alvo, treinava tiro e com diversas armas.

Ele estava dando cada vez mais trabalho para o departamento era uma missão que custava muito porque a cada corpo encontrado tínhamos que fazer exames minuciosos para reconhecimento.

Quando se trabalha no FBI tem que estar pronto para tudo, um caso de drogas, desvio de dinheiro e um assassino insano. Eu teria que ir a fundo se quisesse uma missão bem sucedida, atormentaria a Sra. Piterson até que ela me diga tudo que ocorreu naquela noite.

Eu necessitava da sua palavra para seguir em frente e eu iria até o fim do mundo por ela, olhei a foto da mulher em meus arquivos, uma morena de olhos Verdes, feliz ao lado de James Piterson.

Talvez a Itália não seja apenas uma missão.

Estava no Heathrow a mais ou menos uma hora a espera de Jin ele iria me auxiliar no caso, eu já havia feito o check in e nada dele houve a primeira chamada do vôo, e nada quando a ultima chamada soou eu desisti desligando meu notebook não antes de enviar uma mensagem para ele. Seria bom que ele tivesse uma ótima desculpa pelo atraso e por sua falta. Trabalhar com Jin e Jungkook era fácil formávamos um trio imbatível, apesar de ter nascido em Busan me mudei ainda criança para Seoul meus pais decidiram morar em Chicago já que minha mãe era de lá

Estudei em Harvard, me formando em Psicologia freqüentei os melhores colégios, mas eu sempre quis fazer o mesmo que o meu pai. Ex-agente do FBI trabalhou para a Scotland Yard eu admirava meu pai, acabei entrando para o FBI muito cedo, traçava os perfis dos assassinos e ajudava em alguns casos, comecei a ajudar em investigações logo após me formar. Minha família sempre foi estruturada e tínhamos posses meu pais investia pensando no meu futuro e num futuro próximo da minha família.

Entrei no caso Piterson quando a policia grega onde ocorreu o assassinato disse que não meteria, a família Piterson era poderosa tanto nos EUA como na França onde fez carreira política. Sabíamos que o caso seria extremamente visado pela mídia e isso nos inclinaria a ser mais rápidos porem com o problema de  S/N nos deixou de mãos atadas ela tinha a chave do assassinato o rosto do assassino. Poderia nos ajudar, mas resolveu se isolar por um ano em uma clinica.

Sua família não tinha informações concretas sobre o caso, eles não gostaram de saber que S/N se casara com um político. A família Dwyer era contra ela trabalhar no mundo político, e ainda mais sendo namoradinha de um esnobe. Era assim que MinJi mãe de S/N declarara publicamente sobre James Piterson ela não o suportava e segundo testemunhas tinha chegado a esse julgamento com apenas um jantar e talvez meia dúzia de palavras trocadas no mesmo. Com a mídia em cima era questão de honra da policia americana tomar a frente do caso, foi um patriota deles que morrera brutalmente. Entao atendendo a um pedido do governos americano para se sobressair mais uma vez como um bom país, Jin e eu passamos a frente para o caso.

Vim para Seoul há seis meses e junto com Jungkook que trabalha para Scotland Yard há meses monitoro  S/N, movimentações de suas contas eram poucas e muitas vezes coisas bobas, básicas apesar do inicial choque que ela entrara, passou a comprar coisas pela internet. Até mesmo roupas e o pagamento de sua estadia na clinica. 

A clinica era comandada por um médico chamado Kim Ryan, um nome bastante conhecido em tratamento de pessoas traumatizadas e com sérios problemas mentais. Seus estudos foram publicados no mundo todo. Eu sabia que Ryan não liberaria a ficha médica de S/N, não seria ético da parte dele revelar o tratamento da paciente, mas apelaria a isso. S/N evitou qualquer tipo de contato com a policia se internando na clinica em Londres.

Essa era mais uma causa da fama do doutor Kim, seus portões eram fechados e somente o que acontecia lá permanecia lá. Era uma espécie de Las Vegas dos maluquinhos. Esse seria um outro caminho que eu seguiria se S/N não cooperasse comigo.

- Senhor, por favor, coloque o cinto vamos pousar em Roma dentro de cinco minutos. – A comissária chamou minha atenção tirando dos pensamentos relacionados a  S/N e a morte de seu marido.

Eu tinha uma impressão de que os crimes que vem acontecendo nos últimos meses só terminariam quando S/N voltasse a si e nos déssemos uma pista, ou ela mesmo acabaria morta já que foi a única que viu o assassino naquela noite.



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