História Um delírio que nos fixa (Changlix) - Capítulo 24


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Azeitona, Changbin, Changlix, Han, Hyunjin, Jão, Jeongin, Jisung, Lee Felix, Lee Know, Minho, Minsung, Seungin, Seungmin, Stray Kids
Visualizações 272
Palavras 971
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Fluffy, LGBT, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá.
Olá.
Olá.
Boa leitura :3

Capítulo 24 - Era altar


Hoje é sexta, meu dia de folga. Está tudo tão calmo que me recuso a aceitar que minha família está em casa. Posso ouvir tranquilamente minhas musicas enquanto risco qualquer coisa em uma folha de papel para poder passar o tempo. Felix precisou sair cedo, e ainda não voltou, senão mataria meu tempo com ele.

Seungmin e Jeongin vão viajar para a América com sua turma do estágio. E eu, ainda procuro por algo que goste para trabalhar. Minho me avisou que abriu vagas no local onde ele trabalha, fui lá conversar com o proprietário que falou que me ligaria caso desse certo de eu ficar com a vaga. Como estou sem esperanças, pedi para o velho me deixar fazer horas extras hoje, mas ele negou dizendo que trabalhei muito durante a semana, grandes coisas, melhor do que ficar mofando em casa.

- Filho, cadê seu namoradinho? Vocês sempre ficam juntos durante suas folgas

- Não sei mãe – me levanto da cama –Será que ele já chegou em casa? – pergunto baixo o suficiente para somente eu escutar –Mãe, eu já volto! – pego a minha blusa xadrez e a visto indo em direção a porta.

Travo em frente a porta do apartamento de Felix, será que ele já chegou? Mas o que me custaria bater na porta? Bato.

Ninguém atende. Suspiro e fico esperando alguns segundos para bater novamente.

Ninguém.

Me viro para voltar até o meu apartamento e dou de cara com o loirinho que sorria com algumas sacolas nas mãos, o meu sorriso foi instantâneo ao vê-lo depois de ficar o dia todo sem o ver.

- Entra.

Entro e me jogo no sofá, ele caminha até o som e o liga em uma musica qualquer que nem se quer sei dizer de quem é. Ele senta no chão de frente para mim, seus olhos sorriam e eu me sentia corar a cada sorriso que ele me dava. Estou louco para levantar daqui e apertar suas bochechas, ou dizer o quanto as sardas em seu rosto são fofas, mas estou me controlando.

- Eu fiz algo para você- ele se levanta do chão e se joga em cima de mim –Mas só vou te mostrar depois do jantar

- E o que faremos para o jantar, hein? – aproximo meu rosto do dele que abrigava uma expressão fechada, como pensasse em algo –Poderíamos descer e pegar algo no bar

- Não. Vamos cozinhar, Binnie!

- Cozinhar o que? – reviro os olhos, estou morto de cansaço por fazer nada o dia todo

- Tem pão, alface, ovo... – ele suspira –Coca-cola...

- Sanduíche de ovo? É isso?

- Quer melhor, querido? – ele sai de cima de mim e vai até a cozinha já pegando a panela e os ovos.

Preparo três sanduíches para mim, e Felix quatro. Não falamos enquanto comemos, e, não parava de chegar mensagens no celular dele, a tela ascendia, apagava, ascendia, apagava, que saco.

-Não vai ler as mensagens?

- É do grupo de dança – ele leva seu prato na pia e me puxa pelo braço até seu quarto, trancando a porta. 

Ele fica vermelho e abre uma caixinha que estava dentro de uma sacola que ele trouxe mais cedo. Dentro da caixa havia muitas fotos nossas, recortes de corações e frases de musicas.

- Que fofo – sorrio

- Calma – ele ri e abre o seu armário, me assusto quando vejo uma foto minha ali dentro rodeada de palavras como: “fofo" “bonito” “meu" “mal educado" certo que esse mal educado foi sacanagem, pois nem sou. Ele termina de colar nossas fotos ao redor da minha, cola também as frases e os corações. Ele ri ao ver o resultado, ficou brega, MUITO BREGA, porém fofo.

- Um santuário para nós?

- Exatamente. Bonito, né?

- É- sorrio e me aproximo do loirinho segurando sua cintura e aproximando nossos corpos, Felix abaixa a cabeça com um sorriso tímido e eu dou um grito de fofura, o assustando –Desculpas

- Que merda foi essa, mermão? – ele ri –Você que deveria fazer eu gritar

- Felix! – o solto –Hoje não estou com ânimo...

- Ânimo pra que? Estou falando que eu deveria gritar de vergonha por ter feito algo desses para você

- Ah sim -coro

- Aaaa, seu safado - ele me dá um tapa

- Eu, eu tenho que ir – falo mas travo em sua frente de tanta vergonha que eu estava. Felix ri e se joga no meu colo, antes que eu pudesse fazer alguma coisa ele já estava me beijando. Levo ele até a cama e me sento com o loirinho ainda no meu colo, mas logo o beijo acaba –Está ensaiando muito para a apresentação?

- Estou. Já estou bom, mas quero ficar melhor. Preciso mostrar que não estou de brincadeira. – admiro Felix, ele corre atrás do que quer e ainda tenta ser o melhor, enquanto eu aprendi isso tarde demais.

- Você já é o melhor

- Você está estranho

- Eu sei – suspiro. Talvez esteja me sentindo meio frustrado –Eu juro que tentarei ser o melhor

- Para de frescura e me ajuda em algo!

Felix me pediu para ajudá-lo mover a cama para perto do buraquinho, assim ficava mais fácil de conversarmos durante a noite. Movemos a escrivaninha para o antigo lugar da cama, e o loirinho resolveu furar a parede e colocar uma prateleira velha que ocupava espaço no seu quarto, agora a dando uma utilidade: o lugar onde ficará nosso santuário. 

Fiquei também o observando instalar as luzes coloridas no quarto, luz verde. Quando Felix as ascendeu meus olhos brilharam, ficou tão bonito, parece quarto de filme, bem estilo do filhinho de mamãe que meu namorado é. Por mais que a luz seja bonita eu nunca gastaria dinheiro comprando uma coisa dessas.

- Morra de inveja, Seo Changbin- Grandes coisas – bufo e dou de ombros.


Notas Finais


Esse capítulo de hoje foi pra falar de uma parte da musica, que tem a ver com o santuário e tals kkkkkk.

O próximo capítulo será um mais ativinho porque eu inventarei e não seguirei a musica.

Bem, tenha paciência que eu to acostumando a escrever de novo e minha criatividade está mais por fora que braço de caminhoneiro kkkkkkk aaaa vida

Até mais e se cuide <3


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