História Um destino para nós - Capítulo 5


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Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Derek Hale, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Stiles Stilinski
Tags Derek Hale, Sterek, Stiles Stilinski
Visualizações 117
Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Um milhão de desculpas pela demora. Os motivos são muitos, mas os principais infelizmente foram: falta de organização do meu tempo e criatividade.
Chaga de enrolar, espero que gostem do capitulo.

Capítulo 5 - 4


— Foi muito estranho Stiles! — Scott conclui ao terminar de contar sua pequena aventura que aconteceu a poucas horas.

É madrugada e ouvi sua história atentamente enquanto fazia um curativo em seu braço. Uma mulher pálida vestida de preto o beijou e depois sumiu como mágica, era muita coincidência com o que eu vivi no posto de gasolina.

— Stiles você está quieto — estava realmente.

— Foi mal, eu só estou pensando sobre o que falou, tem certeza de que ela desapareceu do nada e tem também os olhos vermelhos que viu quando ela sumiu, é tudo muito estranho.

— Eu sei, mas você tem que acreditar em mim, irmão — suplicou.

— Eu acredito e acho que também vi essa mulher hoje — ele me olhou curioso, então contei rapidamente minha experiência com a misteriosa mulher.

Scott esperou eu acabar de falar para fazer comentários:

— Quando a vi foi como se eu estivesse hipnotizado, no sentido literal da palavra, mas com você parece que não aconteceu.

— Talvez porque eu sou gay — respondi incerto — Mas de qualquer forma temos que descobrir o que aconteceu, quem ela era e quem te mordeu.

— Ou o que mordeu, não parecia marcas de dentes humanos.

Ele estava sem camisa e o braço ainda estava estendido sobre a mesa da nossa pequena cozinha.

— Será que não é melhor irmos ao hospital ou a degacia ? — arrisquei, com certeza esse seria o conselho que nossos pais nos dariam, tendo em vista suas profissões.

— Não, está tudo bem, nem dói mais — tranquilizou - me.

— Beleza, Mascote — ele sorriu ao ouvir o apelido — É melhor irmos dormir.

Não foi tão difícil dormir, pelo menos não foi assim que peguei a jaqueta de Derek, foram poucas horas de sono até que eu tivesse que acordar de manhã para a aula.

Encontrei Scott já arrumado tomando café.

— Bom dia — eu disse.

—Bom dia, acordei com uma fome enorme — falou e depois deu uma generosa mordida no pão que estava em sua mão.

— Você parece bem — observei.

— Sim, talvez não tenha sido nada.

— Ou talvez os sintomas só apareceram na lua cheia.

— Por que na lua cheia?

— Porque na licantropia é assim.

— Isso é grave? — arregalou os olhos pequenos o máximo que pode.

Imitei o melhor que pude o uivo de um lobo

— Muito engraçado, Stiles.

Sentei a sua frente e comentei.

— Olha cara, é muito bom que esteja se sentindo bem, mas não acho que devemos esquecer o que aconteceu. Deve ter câmeras de segurança no estacionamento, temos que dar um jeito de ter acesso a elas.

— Eu também acho. Mas vamos deixar isso para amanhã, hoje vamos sair e nos divertir.

— Eu chamei o Derek — avisei.

— Você sempre chama ele. Nada de novo.

— O diferencial é que dessa vez ele aceitou.

— Uhnnn — emitiu malicioso e de forma ridícula.

— Ah toma seu café que você ganha mais!

~~~

Mesmo que muito curioso para saber quem era a misteriosa mulher que apareceu para mim e Scott, por hora preferi esperar. Resolvi ocupar minha cabeça com nossa saída hoje a noite. Estou muito animado e boa parte dessa animação se deve a Derek, espero que ele esteja animado também, apesar de ser a algo bem difícil de se imaginar.

Após o término das aulas, esperei Scott no estacionamento, queria falar com ele antes de ir trabalharmos. Ele não tardou a chegar.

— Não está sentindo dores? — perguntei referindo - me a mordida em seu ante-braço — Gostaria de dar olhada — revelei, estava preocupado, mas também tinha curiosidade.

— Então… sobre isso… — disse levantando a manga longa da blusa que estava vestido, a expressão de surpresa foi inequívoca quando percebi a pela lisa onde deveria estar o precário curativo que fiz durante a madrugada e abaixo dele as marcas da mordida.

— Scott, isso é impossível — ou pelo menos deveria ser.

— Mas aconteceu, não é única coisa estranha que aconteceu, estou ouvindo sons que não deveria, cheiros… — tinhas as mãos nos bolsos enquanto falava, mantendo o olhar em seus sapatos.

— Tipo o quê? — perguntei, ele levantou a cabeça para me responder.

— Tipo o chiclete de menta em seu casaco — respondeu seguro, não era um palpite. Não demonstrou surpresa quando tirei do bolso esquerdo o tal chiclete que nem eu sabia existir.

Eu não tive o que falar, tudo ficava cada vez mais estranho, talvez eu esteja ficando maluco, mas estou realmente começando a achar que única explicação para isso seja algo sobrenatural. Na verdade, desde e o princípio tive a tendência a acreditar nisso, sempre me falaram que tenho uma imaginação fértil.

— Vamos seguir teu conselho, hoje nos divertiremos .

— Como seu amigo devo aconselhar que use camisinha — minha expressão passou de confusa a constrangimento e depois a raiva em segundos.

— Derek é meu amigo!

~~

O boate em que estávamos não era a melhor da cidade, afinal, não teríamos dinheiro para pagar, Derek provavelmente tem, o que me levanta a curiosidade do porquê ele trabalhar em um café, um que nem mesmo é dos mais movimentados.

Mas voltando rapidamente na linha temporal, o expediente hoje veio para complementar as coisas estranhas que aconteceram. Em certo momento Scott entrou apavorado na cozinha dizendo que Derek o olhava como se quisesse arrancar a sua cabeça, eu obviamente questionei cético, mas Matt ( o outro garçom) que veio pegar os pedidos, confirmou o que Scott dizia - me, e de repente Derek entrou na cozinha ordenando, praticamente rosnando, para Scott voltar ao trabalho. Scott o fez. Eu não tive tempo de questionar porque Derek fizera aquilo, já que não estivemos a sós em nenhum momento.

Neste momento, Scott está dançando com Allison. Eu estava sentado ao balcão do bar entre Derek e Matt.

— Stiles você dança? — ele teve que falar alto e próximo da minha orelha por causa da música alta.

— Ah não…

— Eu ensino a você, vem — ele segurou minha mão sobre a mesa.

— Não, desculpe.

— Posso te pagar uma bebida então?

— Se ele quiser algo eu pago — Derek falou categórico, ele colocou a mão em meu queixo e desvio meu olhar para o seu.

Ouvi uma movimentação do meu lado, Matt saira. Derek continuava com a mão em rosto. Toquei de leve as costas de sua mão com as pontas dos meus dedos.

— Você está irritado? — ele olhou - me confuso, é provável que não fosse o que ele esperava ouvir.

— Não — seu tom não era passível de acreditar.

Segurei com minhas duas mãos a sua que estava em meu rosto.

— Por que estava incomodando Scott?

Seu rosto não expressou nenhuma reação a meu questionamento incisivo.

— Nada em particular, esqueça.

— Derek, isso não vai acontecer. Quero que me conte porque saiu da indiferença completa para esse tratamento rude com Scott?

— Por que se importa tanto com ele?

— Ele é meu amigo e você também, não quero que tenha nenhum problema entre os dois.

— O nosso problema é você.

— O que?

— Não gosto dele perto de você.

— Derek não seja ciumento

— Não é ciúmes. Não totalmente.

— Então o que mais é?

— Esqueça.

— Já disse que não vou esquecer nada. Sei que está escondendo algo e eu vou descobrir o que é — ele tirou sua mãos das minhas e não pude continuar a falar, pois Allison chegou a nós.

— Stiles onde está Scott? Fui ao banheiro e quando voltei ele não estava onde o deixei.

— Eu não o vi, vou procura - lo lá fora.

— Deixa que eu vou. — Derek disse.

— Vamos nós dois.

Chegando a rua, não vi Scott em nenhum lugar . Com Derek à minha frente caminhamos ao beco na lateral da boate.

— Stiles volte para dentro.

— Não — disse firme e ouvi ele sussurrando "teimoso", querido você ainda não viu nada.

Quando entramos no beco, em meio a escuridão tinha alguém soltando altos grunhidos com as mão na cabeça, as costas curvadas e cambaleando.

— Scott? — chamei.

— Sai daqui, Stiles, agora. — veio a resposta, uma voz que não era totalmente humana. paralisei por alguns segundos.

Mas quando o homem que julguei ser Scott virou para mim a única coisa que consegui focar foi em olhos amarelos.

— O que é isso? — tentei correr na direção de Scott, mas Derek me segurou. Ele foi puxado pela figura enfurecida de Scott e jogado violentamente contra a parede.

Eles começaram a brigar, Derek parecia ter muito mais agilidade e logo Scott estava sob seu controle, imobilizado na parede com a mão de Derek em seu pescoço.

— Derek solta ele, assim vai machuca - lo.

— Você se importa mesmo tanto com ele?

— É claro, não o machuque por favor.

— Não posso deixar que ele fuja.

Aproximei de Scott e tão perto pude perceber que seu rosto não estava completamente humano.

— Scott se acalme por favor. Sou só eu, seu melhor amigo desde que éramos crianças.

Seus olhos ainda estavam dourados, mas a respiração estava mais calma.

— Desculpe Stiles, eu não sei o que está acontecendo.

Ele estava tão confuso quanto eu, mas de uma coisa eu sabia, que descobriríamos isso juntos.

— Não se preocupe rapaz, explicarei tudo que precisa saber.

— Professor o que está fazendo aqui? — eu realmente pensei que as coisas estranhas já tinham acabado por hoje.

— Olá, Stiles. Sobrinho solte McCall, aqui é por minha conta.


Notas Finais


Não darei prazo para postar o próximo capítulo, mas ele vai sair.
Até o próximo pessoal ( se ainda tiver alguém lendo, kkkk risos nervosos)


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