História Um destino sombrio - Capítulo 9


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Categorias Villainous
Personagens 5.0.5, Black Hat, Demencia, Dr. Flug, Personagens Originais
Tags Black Hat, Paperhat, Revelaçoes, Villainous
Visualizações 15
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!
Lamento pela ausência, tenho me dedicado mais à minha fanfic de Gotham, digamos que ela é importante para mim. Por falar em Gotham, devem estar se perguntando o porquê da foto do Oswald na capa, leiam e descobrirão :).
Aproveitem a leitura!

Capítulo 9 - Algo para se lembrar


Fanfic / Fanfiction Um destino sombrio - Capítulo 9 - Algo para se lembrar

Pov. Mônica

Depois de uma loooonga conversa, finalmente pude colocar a conversa em dia com Chaos (sério, eu ainda descubro o nome real dele ao invés desse apelido tosco). Descobri o que aconteceu com ele após meu sequestro. Ele, desde os seis anos, tinha problemas para lidar com sua sanidade quando criança, e isso fazia com que os outros se afastassem dele, tivessem medo dele ou praticassem bullying na escola. Demência também tinha essa fama ruim, mas na época ela tinha dez anos (sim, ela é quatro anos mais velha que ele).

O tempo foi passando e ele me conheceu quando eu tinha seis, e ele, oito. Pelo que me contou, eu fui sua única amiga em toda a sua infância. Mas depois que eu fui sequestrada, a situação piorou. Ele passou um ano e meio sofrendo agressões na escola por ser um "maníaco louco" como a Demência, mas acabou surtando de verdade. Assassinou seus colegas de classe e desapareceu. Demência ainda tinha contato com ele, mas não descobria onde ele estava. Como havia virado um assassino procurado, quando saiu da cidade, conheceu outro matador de aluguel, que precisou trabalhar nisso por causa de dívidas de apostas, e era ameaçado de ter sua esposa morta caso não pagasse.


Ele se chamava Billy, e ele e sua esposa, Terry, acabaram o adotando, pois criaram compaixão por ele, mesmo com suas tendências assassinas. Ele finalmente sentiu que tinha uma família, pois seus pais haviam morrido quando era muito jovem, não lembrava deles.

Billy conseguiu pagar sua dívida e viver normalmente. Eles acabaram por se mudar para cá, ele, parando de matar, recuperando a sanidade aos poucos, e então...


Chaos: Demência me contou que você havia voltado, e tive que vir. Queria te ver. E quando cheguei, tinha um bando de anjos caídos doidos lá!


Mônica: É, os anjos caídos estão sendo mais ameaçadores que nós!


Ele suspira e me abraça, o que me faz corar um pouco. Seguro seu braço, recordando o quanto gostava dele quando criança. Ele me solta e olha para mim.


Chaos: E você? Como perdeu a memória? O que aconteceu depois?


Isso eu me lembrei...


Flashback On

Eu havia acabado de ser amarrada, e os sequestradores me lançaram ao chão, mais preocupados em falar entre si.


Sequestrador: O que vamos fazer com ela?


Ajudante 1: Vamos levá-la para o chefe? Ou damos um jeito nela aqui mesmo.


Sequestrador: Ainda não, quero me divertir primeiro.


Ajudante 2: Acho que o chefe não vai ligar se a gente pegar alguns órgãos dela emprestados, né?


Ele pega um bisturi e um facão e eu entro em pânico. Começo, ou melhor, tento gritar, mas minha boca estava amarrada. Ele passa o bisturi em meus braços, para me ver sofrendo, e funciona. Dói demais, e eu começo a sangrar. Quando ele pega o facão, eu surto. Tentáculos enormes saem das minhas costas, perfurando todos eles, enquanto o outro tentáculo me solta. Meu primeiro pensamento é: Corra.

Corra pela sua vida.

Corri para qualquer direção, procurando por ajuda. Não consigo encontrar ninguém, e então escorrego em um barranco e bato a cabeça. Essa é a última coisa que me lembro.


Flashbak Off


Chaos: Caralho, que pesado.


Demência, que estava ao nosso lado, chega a rir quando ele o diz, mas logo faz casar de séria.


Demência: Olha a boca, tonto!


Não sei dizer se ela disse isso por causa do olhar sinistro que o pai Black Hat deu à ela nessa hora, ou porque ela queria dar uma de irmã mandona. E eu nunca vou saber :).

Mas pensando bem, o que eu faço agora? Tenho a impressão de que eu fracassei e não vou poder ser uma vilã, nem lutar. Começo a me sentir nervosa quando o pensamento do fracasso passa pela minha cabeça. Era para eu provar que era capaz, mas ao invés disso, eu acabei quase morrendo, e ainda falhei. Olho para o pai Flug, que está sério.


Mônica: Me desculpe, eu falhei outra vez...


Ele logo muda a expressão. Ele parece preocupado ao perceber o quanto estou com raiva de mim agora. E então tenta me confortar, mesmo que um pouco bravo por eu ter "me colocado em perigo".


Flug: O que importa é que você está bem. E você não falhou, só precisa de um pouco de prática, só isso.


Ele logo começa a pensar, e parece sorrir de canto.


Flug: Se bem que é impressionante você ter feito tudo aquilo sem nenhum treinamento, foi impressionante! Tudo o que eu peço é que tenha cuidado. Eu não...


Ele tem dificuldade em terminar a frase, parece não querer nem pensar nisso, seja lá no que for. Ele tenta parecer indiferente, o que não funciona.


Flug: Eu não quero te perder de novo, entende..?


Eu assenti. Se eu senti tanta falta da minha família, mesmo sem ter memória dela, imagina ele. Mesmo que eu tenha 14 anos, ele ainda me vê como sua garotinha. E se eu estivesse em seu lugar, com uma filha desaparecido por tanto tempo, eu já teria enlouquecido.
Me sinto mais à vontade para abraçá-lo, e ele parece surpreso, mas melhor. O pai Black Hat coloca a mão no ombro dele. Ele fala em um tom de brincadeira, que nunca ouvi ele falar;


Black Hat: Vou acabar ficando com ciúmes.


O pai Flug dá uma leve risada, o que parece satisfazer o pai Black Hat. Ambos se abraçam, uma coisa que nunca pensei que veria. Eu, particularmente, acho esse clima bem fofinho (genial, eu shippo meus próprios pais ;-;).

Um tempo depois, quando as coisas se acalmam, meus pais tentam decidir o que fazer. Pelo que entendi, estou proibida de lutar até ser treinada. Mas agora, os heróis e os anjos têm dado uma "sumida", então nós podemos ter um sossego. Me perguntaram o que eu estava planejando, até que me lembro de um detalhe:

Minhas coisas ainda estão no orfanato.

Além disso, eu sumi sem ao menos dar satisfação à Akemi e Masaru, que são importantes amigos para mim. Puxa...!


Mônica: Pai Flug, eu... Poderia voltar ao orfanato amanhã? É que tem umas coisas que preciso resolver.


Flug: Bem, não vejo porquê não se nós pudermos te levar até lá.


Essa ideia me deixa até animada! Finalmente meus pais e meus amigos irão se conhecer! Mas não sei como eles irão reagir. O jeito é tentar permanecer positiva.


Mônica: Certo!


No dia seguinte, estamos de volta à cidade, em frente ao orfanato em que morava.


Flug: Então era aqui que você estava...


Mônica: É... Não foi o melhor lugar do mundo para se viver, mas tudo bem.


Eu digo em tom até que positivo. Para mim isso ficou no passado. Estou com meus pais agora, e tudo o que aconteceu não me afeta mais. É uma sensação muito boa.

Entro com o pai Flug, que estava sem a sacola, para não ser "reconhecido". Eu não sei a razão para ele usar a sacola, mesmo que ele tenha cicatrizes no rosto, ele eh fofinho!
Ele não está mais com seu uniforme de cientista. Ao invés disso, ele usa uma roupa semelhante à que Oswald Cobblepot usava nas primeiras temporadas da série Gotham (sério, ficou muito legal nele!). Pai Black Hat olhava para ele a todo momento, o que foi ainda mais legal de ver.

Quando entramos (o pai Black Hat fica lá fora vigiando), todas as crianças nos encaram, além dos adolescentes, como Sally. Ela e suas amigas me encaram indignadas. Em todos esses anos, ela dizia que meus pais me abandonaram porque eu era uma aberração, fazia eu ter vergonha dos meus olhos. Mas agora, eu estou com meus pais, e com meus olhos à mostra. Isso pouco me importa agora. Ela é insignificante.

Pego o que tenho lá, e em seguida, vou em encontrar com Akemi e Masaru em sua casa. Masaru atende, surpreso. Akemi chega ligo atrás dele e me abraça, assim como Masaru.


Akemi: Mônica-chan! Onde estava? Estávamos sentindo sua falta!


Masaru: Nos assustou um pouco, Mônica-chan. Nande...


Ah, tinha esquecido. Eles ainda falam um pouco em japonês. Masaru tenta corrigir a si mesmo.


Masaru: ...Por quê desapareceu? Ah... Kare wa daredesuka?


Akemi que o corrige dessa vez.


Akemi: Ele está tentando perguntar quem é esse moço do seu lado.


Mônica: É o meu pai!


Ele chega apenas agora ao meu lado, percebendo que eram os eles os tais amigos de quem eu falava.


Flug: Ah, então vocês são os amigos da Mônica? Muito prazer, me chamo Flug.


Ambos parecem bem surpresos, mas felizes. Eles sabiam o quanto eu queria os encontrar, e agora eles finalmente vão os conhecer. Ambos o cumprimentam animadamente. Eles até que estão se dando bem, até que o pai Black Hat chega.


Akemi: Oh, olá senhor? Quem é...


Black Hat: Sou o pai da Mônica. Black Hat.


Ele apenas acena, e então meus amigos fazem cara de quem teve um AVC. Claro, não é? Primeiro, o pai Flug afirma ser meu pai, depois Black Hat também, e sendo meus pais biológicos. Isso os deixou bem confusos.


Mônica: Certo, isso vai ser um pouco complicado de explicar, de novo.


Meus pais nos deixam a sós para eu esclarecer tudo, desde os meus pais até meu sumiço. Ah, e os tentáculos também. No final, eles pareciam ainda mais perdidos, mas acabaram por compreender depois de um tempo.


Masaru: Ah.. Então seus pais são vilões, e você vai seguir o destino deles, é isso?


Mônica: Basicamente. Mas agora nos focamos mais em combater os anjos caídos.


Akemi: Podemos ajudar?


Mônica: Hein??


Masaru: É, andamos treinando luta corpo a corpo. Além disso, nos sentiríamos mal se os anjos machucassem alguém e não fizéssemos nada...


Mônica: Depende, Demência é boa de luta, acho que ela deixa se estiverem dispostos.


Akemi: Hai! Digo, sim, claro!


Masaru: E ainda, se ela deixar, podemos nos ver mais!


Mônica: Legal! Aliás...


Lembrei daquela ocasião no ônibus e o "pecado". Agora eles terão que dizer!


Mônica: Naquele dia, no ônibus, do que o anjo estava falando sobre pecado?


Eles se entreolharam, depois me encaram depois de criar coragem.


Masaru: Ok, tudo começa com nossos pais..


Continua...

Notas Finais


Por enquanto é isso, espero que não se decepcionem pela minha falta de frequência quanto à fic, irei postar com um pouco menos de frequência, mas não deixarei de postar, não se preocupem.
Um grande abraço de raposa!


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