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História Um dia, eu entenderei. - Capítulo 4


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Notas do Autor


Tudo funciona de sua própria forma, o eixo se concerta e se vira ao redor de sua própria áurea.
Como o universo. Johnny enfrenta meteoros em sua mente, e está prestes a perder seu campo de força.

Capítulo 4 - Aceitação.


Fanfic / Fanfiction Um dia, eu entenderei. - Capítulo 4 - Aceitação.

A aceitação é algo a se tratar e se trabalhar a cada dia que passa, todos os dias passamos por situações e coisas que temos que dar alguma atenção.. derrepente até escolher oque fazer, aonde ir e assim.. decidir. 

Ultimamente ele andava enfrentando coisa e tal, desde da última vez que ele tinha descutido com Natah. Ficou atento a tudo, com medo de errar novamente, não só de errar, mas sim de falhar por completo. O medo era grande o suficiente de se filtrar a algumas coisas, automaticamente ele se afastava de Natah.. e nem percebia. Bom.. ele ficou vunerável, e começava a se sentir.. sozinho, sem saber o porquê. 

Natah era alguém bem esperta em si, ela o conhecia, e sabia o que ele faria por certas atitudes, depois de tudo ela sabia que não seria a mesma coisa.. ela não deixou permitir que ele se afastasse. Ela sempre esteve ali, e.. evitou falar dela, como sempre. Achava que ele não estava preparado, e assim estava certa. Mas a pergunta é, quando ele estaria? Nada volta a ser como era antes.. mas às coisas mudam, e até pra melhor.. às vezes. 

Chegando em casa depois de mais um dia de aula, Johnny encontra seus pais na sala. Ele vê que sua mãe Chelly está a chorar, seu pai Jota levanta do sofá e o chama. 

Jota: Johnny, precisamos conversar. 

Nesse momento ele se cala, bota sua mochila no chão e vai em direção a ele. 

Johnny: Aconteceu alguma coisa? - diz apavorado

Jota: Ouvimos alguns boatos que você está andando com influências ruins.. entrando em lugares proibidos e coisa e tal. Nossos vizinhos reclamaram que alguém anda te chamando na janela de madrugada, no que você estava pensando? - diz com ignorância 

Johnny: Isso tudo é mentira! - grita - eu não tenho motivos pra mentir, vocês sabem! 

Chelly: Por que então você anda chegando tão tarde? Se mudamos pra cá pra isso? Pra você ficar nos dando decepção? 

Johnny: Mãe.. me escuta eu..

Chelly: (o interrompe) - você está proibido de andar com essa pessoa, se eu souber de mais alguma  coisa vindo de você.. eu te tiro dessa escola. - diz claramente. 

O ódio rondêm tanto o seu psicológico que ele fica sem forças suficientes pra dizer mais algo, ele começa a chorar, sem perceber. 

Johnny: Tá, desculpa. - diz tentando ter calma. 

Jota: Vai pro quarto, amanhã você tem aula cedo. 

Ele segue pro quarto, sem pensar.. ele não sabia o que fazer, só sabia sentir raiva e dor por eles. - eles não entendem.. eles não a conhecem, eles não me conhecem. - seu celular vibra, notificação de Natah: chegou bem? - ele chora ainda mais quando lê essa mensagem, e responde: sim, está tudo bem.. eu tenho que dormir, amanhã a gente se vê. 

Muita coisa passava pela sua mente, mas nenhuma delas ele não sabia se devia seguir, no que daria e se realmente funcionaria, até porque tudo é possível. Só sabemos como será a custura depois que dermos o primeiro ponto. Depois que dermos o primeiro passo, depois que nos aceitarmos. 

O passado é o agora, o presente é o agora e o futuro.. é o agora. Ele não tinha tempo pra pensar, a mente dele não permitia, tudo estava entalado, preso. Prestes em se tornar apenas Entrelaços no meio de tantos fragmentos seguintes. Apenas duas opções estavam "limpas" em sua mente no que ele deveria fazer e seguir. 

A primeira era se afastar e se isolar por completo, algo que seria mais fácil porém traria muita dor pra ele, sem contar em como ela ficaria diante isso. A segunda era continuar, fazendo o que faz.. o orgulho dele era grande o suficiente de não aceitar continuar tendo ela pra si e perder tudo o que ela proporciona como: as saídas, ligações, mensagens e visitas durante a noite. 

Agora a questão é: perder tudo o que ela proporciona que o faz feliz, ou perdê-la por completo? A mente dele o torturava a cada segundo.. porém ele estava dividido, sua mente dizia uma coisa, mas seu coração algo totalmente oposto.. o dia já amanhecia, afinal.. Amanhã é outra dia...

O sol já nascia em sua janela, os raios em degradê laranja com um tom amarelado invadiam seu rosto, iluminando sua íris enquanto abre seus olhos. Ele não queria acordar, não queria infrentar oque tinha que combater. Ele levanta, escova seus dentes e toma um banho.. começa a se arrumar para mais um dia de aula numa sexta-feira. Descendo as escadas ele vê sua mãe, já acordada logo cedo.. 

Chelly: Daqui a pouco começa a sua aula, esperando algo? 

Ele não podia dizer que estava a espera de Natah. 

Johnny: Não, eu já vou indo.. até depois - diz saindo de casa. 

Saindo de casa, Johnny encontra com Natah por perto 

Natah: Pensou que fugiria de mim, ladrão? - diz o segurando e rindo 

Johnny: Aqui não! - Ele o puxa e corre para a rua de trás - preciso conversar com você.. - diz abaixando a cabeça

Natah percebe o quão aflito estava, ela percebeu que ele estava mexendo nas unhas de nervoso 

Natah: Eiei, pode dizer.. não vou morrer agora querido, não quero encontrar a minha vó racista no inferno nem tão cedo! - diz o abraçando enquanto os dois andam a caminho da escola. 

Ela transmitia calma a ele, conforto. O suficiente dele se culpar e não querer a magoar, pois sabe que isso a afetaria.. ele só queria que aquele momento parasse, o tempo congelasse e os problemas zerassem de uma só vez. Porém cada segundo daquele não voltaria novamente, o tempo dele estava acabando e isso estava claro. 

Johnny: Ér.. não era nada - ele não consegue dizer mais do que isso. 

Natah: Acha que eu sou trouxa? Você me assustou! Eu pensei por um momento que você tinha engravidado alguém. 

Johnny: O que?? - espantado - claro que não sua louca! - ele retribui o abraço e os dois começam a rir. 

Ele tinha em mente que não podia adiar o inevitável.. um dia ela vai saber, precisa saber, ele só precisava de tempo para se organizar, pensar e saber o que fazer. Agir sobre pressão pode ser o maior arrependimento não só na sua vida, mas também na vida de alguém. 

O tempo pode não existir, porém podemos criá-lo a nosso favor a qualquer momento. 

Somos capazes de qualquer coisa quando queremos, somos capazes de qualquer coisa quando nos aceitamos.



Notas Finais


Dê um tempo pra si mesmo, pare e pense.
Congele o tempo ao seu redor, respire e principalmente inspire..
Canalize oxigênio do universo sem cor.
E dê vida a si... Aos poucos estarei trazendo a continuação, escrever isso está me ajudando muito e espero poder entreter vocês também.
Obrigado!


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