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História Um dia mais que amigos - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oii, como ser tá? Espero que bem😊👍

Mais um capítulo prontinho 😁
Só acho que ele não tá tão bom 🤔
Mas pretendo tentar fazer os outros melhores 👁️👄👁️🤙

Eu tô já faz cincos dias tentando fazer uma nova capa pra essa fanfic ksksks
A preguiça não deixa 🤡

Bem, vou deixar você lê, tenha uma ótima leitura (ノ◕ヮ◕)ノ*.✧

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Um dia mais que amigos - Capítulo 3 - Capítulo 3

Bertholdt correrá sobre a floresta, uma noite sem estrelas, estará a procurar de alguém, o desespero o consumia, não sabia onde estava, qualquer lugar que direcionava seu olhar só encontraria árvores e por trás delas escuridão. Acelerando seus passos, Bertholdt seguiu um caminho reto chegando ao centro da floresta, estará cansado, o suor descia sobre seu rosto, procurava desesperadamente por um sinal de vida, até ter parado seu olhar, engoliu em seco, começou a ir na direção de quem ele precisava nesse momento.


— R-reiner... — falou, a única coisa que ele conseguia ver eram as costas do loiro — Reiner — chamou mais uma vez, mas o loiro nem sequer deu sinal de o ter ouvido. O vento se intensificou, folhas voaram pelo chão, enquanto Bertholdt tentava se aproximar do loiro nervosamente, seus olhos se arregalaram quando o loiro começou a andar para dentro da floresta.


— Reiner! Espera! — disse, começará a correr para alcançar o loiro, mas como se fosse mágica o chão ao seu redor desapareceu, foi substituído por um líquido negro que prendeu-se em seus pés, o moreno ficou perplexo pelo que viu, voltou sua atenção para o loiro que continuava a ir.


— REINER! POR FAVOR ME AJUDE! — gritou, mas nada, o loiro continuou, lágrimas brotaram nos olhos do moreno, o líquido começará o puxar para baixo, Bertholdt debateu-se desesperadamente tentando se solta, mas nada adiantará a escuridão continuava ao puxar para baixo.


— REINER! NÃO VÁ! POR FAVOR! — gritou mais uma vez, lágrimas não paravam de cair, e o loiro continuará — NÃO ME DEIXE AQUI! POR FAVOR... REINER! — continuará desesperado ao o chamar, e nada, o loiro nem sequer virou para o vê, nem sequer mostrou uma resistência a querer olhar para atrás. Bertholdt parou de se debate, a escuridão agora subia pela sua cintura, voltará sua atenção para o loiro, o moreno não conseguia vê direito o loiro por está muito longe.


— Reiner… — falou baixo, mas lágrimas caíam — Reiner… por favor — nada, o loiro ainda continuava — por favor, não vá…


— Não me deixe aqui... — Bertholdt desviou seu olhar para a escuridão que continuava ao consumir, com pouca força o moreno soltou um sussurro e fechará seus olhos.


— Eu preciso de você… Reiner... Não me abandone… por favor…


Bertholdt abriu os olhos tudo que viu foi o teto de seu quarto, suspirou, foi só um sonho, pensou, levou sua mão até seu rosto sentindo as lágrimas que continuavam a rolarem em seu rosto. Bertholdt queria zombar de se próprio, era tão óbvio que o loiro não sentia nada romântico por ele, nada além da amizade, mesmo ele sabendo que isso iria acontecer, que o loiro um dia iria chegar nele e revelar que estaria namorando, mesmo sabendo disso seu coração ainda doía, ele ainda chorava e sonhava com o loiro.


Pegou seu celular para verificar a hora, 6:23, colocar o celular ao seu lado, se sentia cansado, não queria sair do quarto, ontem foi um dia cansativo, a noite inteira foi horrível, chorar até adormece não o ajudou muito.


— "Eu e Historia estamos namorando!" — o moreno lembro-se do que o loiro disse, ele não conseguirá esquecer, um breve arrepio atingiu Bertholdt, tão rápido quanto veio, o arrepio se foi quando notou a notificação que aparecerá na tela do celular, o pegando imediatamente, Bertholdt se arrependerá de verificar a notificação.


— Ei, Berth, você já está pronto? — o moreno viu na notificação.


— Reiner… — falou num sussurro, não queria responder e nem vê o loiro, queria o inventar uma desculpa pra não ir ao colégio, sentirá que se visse o loiro com a Historia acabaria desmoronando, não que ele odiasse a menina, Christa (Historia) era uma boa pessoa, um anjo entre as pessoas, talvez por isso Reiner gostasse tanto dela, ela era tudo que Bertholdt não era.


— Eu estava pensando em chegar cedo com você… — mandou outra mensagem, o coração do moreno apertou, seu coração o fazendo ter esperanças distorcidas mais uma vez — Aí podemos encontrar a Anne, e perturbar o juízo dela — acrescentou com um emoji com a língua pra fora no final, Bertholdt sorriu triste.


— Claro, porque não. Pode esperar um momento, ainda irei me arrumar — o moreno digitou e o enviou, ele não conseguia, quando tudo se relacionava ao loiro o moreno era como uma criança do primário, mesmo estando triste ele ainda estaria disposto a seguir o loiro.


— Ok. Quando você estiver pronto me mandar uma mensagem — responder.


— Pôde deixar — respondeu, Bertholdt se levantar colocando seu celular para carregar, foi ao banheiro, olhou-se no reflexo do espelho.


Sua aparência estava horrível, seus olhos avermelhados por conta de tanto chorar, as marcas de lágrimas faziam uma trilha em seu rosto se alguém o perguntasse diria que era por causa do sono, seu cabelo estará uma bagunça rebelde que não desmancharia tão fácil, estará com as mesmas roupas do dia anterior o que resultou em estarem amassadas. Tentou força um sorriso mas logo o desfez em derrota, com um olha triste começou a se despir, era hora de começar com sua rotina de sempre.


Saiu do banheiro depois de ter tomado um banho longo, não perdendo tempo começou a se vestir, calça Bolso Faca preta, colocou sua camisa social branca e por cima uma blusa moletom azul escuro. Deu uma olhada na sua aparência no espelho que tinha na porta do seu guarda-roupa, não está nada mal mas ainda seus olhos estavam vermelhos.


— Vai ficar tudo bem, Bertholdt — falou pra se próprio, uma tentativa de acalmar seus nervos, pegou seu celular que estava carregando, 7:12, Bertholdt então enviou uma mensagem para o loiro, agora só restava o esperar, pegou sua bolsa e saiu de seu quarto.


Fora a cozinha, seu pai ainda estará dormindo, Bertholdt sempre faria algo para comer, apesar de não ter comido nada ontem ainda não sentia vontade de comer, então só bebeu um copo de água. Bertholdt estava mais uma vez perdido em seu mundo, percebendo que ele estava sempre sozinho, mas o que ele podia fazer? Ele não era sociável como os outros, até a Anne era mais social que ele. Por um momento, Bertholdt encarou o copo que ainda segurava em sua mão, as vezes ele se via como um simples copo, que tinha suas utilidades mas que era algo tão normal que ninguém chegava a se importar.


Então, o moreno ouviu o som de buzina, imediatamente, colocar o copo sobre a piá, saiu da cozinha e foi em direção a porta da frente que o separava da realidade, parou quanto colocou sua mão sobre a maçaneta, espero alguns segundos para ver se demonstraria alguma coisa, nada. Então abriu a porta, fechou os olhos para se proteger da luz que o sol cintilante trazia, reabrindos para visualizar a caminhonete do loiro, que o esperava pacientemente, fechou a porta e saí em direção ao carro, sentirá como se suas pernas estivessem molengas mas não deixou isso transparecer, abriu a porta do carro e entrou, sendo cumprimentado por um sorriso brilhante de sempre do loiro.


— Bom dia! Senhor dorminhoco — disse o loiro, mas seu sorriso diminuir quando vê os olhos do moreno — Oe, Bertholdt. Por que seus olhos estão vermelhos? — Bertholdt hesitou um instante, custou-lhe um esforço pra dizer uma mentira, embora o loiro não soubesse o qual mal o estará fazê-lo.


— Bem… eu acabei passando a noite inteira acordado. Encontrei um livro que falava sobre a vida marítima, e achei interessante — respondeu com a voz inexpressiva.


— Caramba, Berth. Não faça disse um costume, hahaha, mas quem sou eu pra reclamar? Se eu faço as vezes a mesma coisa, mas não é lê livros — falou o loiro na mesma hora dando partida no carro, Bertholdt quase soltar um suspiro.


--


Chegaram no colégio, estacionando a caminhonete, os dois saíram do carro, e andaram um ao lado do outro como de costume. Bertholdt continuou a andar, sem prestar muita atenção ao caminho que estava seguindo, a cada uma dúzia de passos, o moreno olhava por cima do ombro, o loiro percebeu isso.


— O que foi? Bertholdt — perguntou, o mais alto voltar sua direção para o loiro imediatamente.


— Ah! Não é nada — respondeu rápido demais fazendo quase que o loiro não o entendesse. Reiner levantou uma sobrancelha, mas não disse nada para a alegria do moreno.


Foram até o pátio, encontrando o grupo de amigos, que faziam uma barulheira, fazendo que algumas pessoas olhassem, os dois se aproximaram dando bom dia aos amigos que retribuíram. Bertholdt sentou-se perto de Anne e Armin, uma tentativa de manter uma distância do loiro, notou que os únicos que não estavam no meio do grupo eram a Ymir e a Christa, isso trouxe um alívio ao moreno, ele não conseguiria ver loiro e a loira juntos de tal forma, só de pensar já o deixava desconfortável.


— D-desculpe... O que você disse? — perguntou Bertholdt, estará em seu mundo mais uma vez e acabou não ouvindo o que tinham falando.


— Seus olhos, Bertholdt. Porque eles estão vermelhos? Você passou a noite inteira acordado? — repetiu Jean, agora todos olhando para o moreno e percebendo os olhos um tanto avermelhados, Anne franziu um pouco as sobrancelhas, já tinha entendido o porque os olhos estarem vermelhos. Bertholdt ficou uns segundos sem conseguir falar, mas antes de poder responder, Reiner foi mais rápido e responder por ele.


— Foi exatamente isso, Jean. Berth, decidiu lê a noite inteira um livro sobre vida marítima — respondeu Reiner, o moreno reforçar acenando para todos que o olhavam.


— Ele passou a noite aprendendo algo, diferente de você, cara de cavalo! — disse Eren mundano o assunto.


— Você me respeitar, seu suicidar! — retrucar Jean, Eren se levantar.


— E o que tu vai fazer se eu não te respeitar? cara de mula! — disse Eren, Jean logo se levantando também, onde os dois começaram uma discussão, que foi parada por Mikasa e Marco, que o fizeram se sentarem em seus lugares novamente.


Mas uma vez o grupo de amigos falavam conversas paralelas, Bertholdt tentava ficar o mais quieto possível, só respondendo algumas coisas que alguns de seus amigos o perguntavam. Foi assim até que Reiner deu sua notícia ao grupo, a notícia que o moreno não queria ouvir de novo, mas tinha que se força a aceitar.


— A propósito pessoal, quero lhes dá uma notícia. Eu e a Christa estamos namorando! — disse o loiro, fazendo quem quer estivesse tomando algo ou comendo cuspir, só deixando o moreno mais desconfortável ainda.


— Eu não acredito! — disse Eren.


— Não é possível, isso é possível? — falou Sasha indignada.


— Meu deus, o que está acontecendo com o mundo? — disse Jean.


— Ah, qual é, hahaha! Vocês sempre souberam que eu tinha chance com a Christa — disse Reiner, todos olhando para seu rosto.


— Não verdade, não — todos falaram, menos Bertholdt.


— Nossa… — disse o loiro, Bertholdt se levantar, tinha que saí antes que o assunto começasse a ficar mais profundo.


— Com licença pessoal — disse Bertholdt começando a ir.


— Ei, Berth. Pra onde você vai? — Perguntou Reiner.


— V-vou ao banheiro, só isso mesmo — responder acelerando seu passos aínda mais.


Virou a esquina esbarrando em alguém que xingou, pediu desculpas, mas percebeu que era nada menos que Ymir, que estará com uma aparência quase igual ao de Bertholdt. Ela olhou para o rosto do garoto e deu um sorriso fraco.


— É... Bertholdt, parece que estamos na mesma situação — falou a morena, Bertholdt só conseguiu olhar para seus sapatos.


— Saber eu nunca esperava que isso acontecesse, mas parece que eu estava enganada — falou mais uma vez, o moreno só a escutando.


— Mas sabe… nada nós impede de conquistá-los — acrescentou, Bertholdt levou sua atenção para a morena que agora sorria com determinação.


— O que você me diz? Bertholdt — falou a morena, não, foi o que Bertholdt queria dizer, ele tinha que aceitar a derrota, as vezes era melhor assim, com o tempo essa dó iria passar. Afinal, ele não queria fazer nenhum mal ao seu amigo e a Christa, diferente da morena que ele tinha certeza que se ela podesse iria tacar uma pedra na cabeça do loiro.


— Ymir… eu.


— Sim, sim. Eu sei... Está tudo bem — disse Ymir como se lê-se a mente do moreno.


— Mas, saiba que se quiser. Estarei aqui — disse a morena passando por Bertholdt, indo para onde o grupo estava. Bertholdt não disse nada, ele só olhou, ele tinha certeza que Ymir iria tramar algo, mas ele não conseguiria parar a mulher, era melhor deixar ela vê por se própria do que ele atrapalha.


--


Bertholdt Hoover, um adolescente de 16 anos quieto, que foi descrito como uma pessoa com pouca vontade e que segue a opinião popular. Mas que ama seu melhor amigo, Reiner Braun, outro adolescente de 17 anos, e que agora namora Historia Reiss, mas uma vez o moreno tentou ficar o dia inteiro sem vê o loiro, seu plano de invitar o amigo estará dando certo até agora, ele pretende ficar assim até sua paixão incondicional pelo amigo passasse, pelo menos, é o que ele pensar que vai acontecer, a aula tinha acabado bem mais cedo, então Bertholdt foi para cantina com alguns alunos conhecidos.


Sentou-se em um lugar isolado longe dos outros alunos, sempre fazia isso quando estava sozinho, afinal, qual era o momento em que ele não estará? Suspirou, não conseguirá prestar atenção nas últimas aulas, como conseguiria se sua mente sempre vai está no loiro, não importa o que ele faça, Reiner sempre estará em uma parte da sua cabeça. Estava muito distraindo para nota que alguém se esgueira atrás de se, até sentir dois braços fortes o abraçarem e uma cabeça do lado da sua.


— Eu tenho visto você bem pouco nesses últimos dias, Berth — falou quem o moreno queria invitar, ele não conseguirá se mexer, a respiração do loiro estará muito perto do seu ouvido acabou enviando calafrios pela espinha do moreno, sem falar nos braços que ainda o abraçavam, o loiro estava quente. Deus, Bertholdt queria tanto aproveitar esse toque, já fazia tanto tempo em que eles não faziam essas carícias tão inofensivas, mas que significavam tanto para o moreno.


— Até parece que você está fujindo de mim — falou, deixando o moreno mais vermelho do que já estava.


— Bertholdt… — disse Reiner sua voz tornou-se rouca e sua respiração está muito mais perto do que antes, o moreno tremeu, seu coração parecia que acabaria abrindo um buraco em seu peito, ele tinha que saí, se não acabaria fazendo algo que se arrependeria. Levantou-se soltando-se dos braços quentes do seu amigo, pegou sua mochila, seu rosto estará vermelho, não conseguia olha para o rosto do loiro.

— Bertholdt, você est-

— E-estou bem, R-reiner. Só preciso ir no banheiro — falou e saiu correndo sem escutar o que o loiro dizia para impedi-lo, correu o mais rápido que pôde até chegar ao banheiro, se trancou no cômodo, sentou-se em cima da privada, estará com as mãos no rosto, não queria tirá-las, as lágrimas começaram a brotar em seus olhos.


— Mas que droga, Bertholdt! O que você acabou de fazer? — disse em voz alta para se mesmo, ele não conseguia, lágrima caíam como cachoeiras de seus olhos, como ele iria encarar o loiro agora depois disso que fez? seria um milagre se ele ainda quisesse ser seu amigo, Bertholdt pensou. Estará muito deprimido para isso, não deveria ter vindo ao colégio hoje, ter passado o dia em casa, não teria acontecido tal coisa, talvez se não tivesse esse amor por seu amigo nada disso estaria acontecendo, isso era total culpa dele, por ter se apaixonado, quando não deveria.


Notas Finais


Oii, de novo (ㆁωㆁ)
Não sei como descrever esse capítulo ksksksk (((;ꏿ_ꏿ;)))

Mas até que gostei? Eu realmente não sei skskksks e eu que tô escrevendo isso aí 🤡

Espero que eu tenha te entretido com esse capítulo 😁👍

Muito obrigada por estar acompanhando essa fic (≧▽≦)
Estou achando divertido fazer ela, já que sou uma novata aqui 👁️👄👁️

Desculpe por qualquer erro que estiver no capítulo (ノ◕ヮ◕)ノ*.✧

Mas uma vez obrigada ksksksk Tchauzinho até o próximo capítulo (◠‿・)—☆


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