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História Um Dono Diferente - ORIGINAL (REPOSTANDO). - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo seis.


Ao amanhecer Thomas foi o primeiro a acordar, pois terá que trabalhar. Guilherme acabou acordando um pouco tarde, já que o beijo que rolou pela madrugada não saía da sua cabeça.

— Bom dia, Belo Adormecido! — Beth o saudou, brincalhona.

— Bom dia, Beth. — a figura fofa de Guilherme coçando os olhinhos e bocejando, entrou no campo de visão da moça, que, de novo, sentiu uma imensa vontade de apertá-lo 

— Dormiu bem? — começou a servir Guilherme, que se sentou em uma das cadeiras em frente ao balcão.

— Sim. — corou ao lembrar do ocorrido de madrugada.

— Hmm... Todo coradinho. — fez uma expressão maliciosa. — Aconteceu alguma coisa?

— N-Não! — negou.

— Não foi o que Thomas disse hoje enquanto tomava o café da manhã. — Xeque-mate!

— A-Ah, é? E-E o que ele disse? — olhou para Beth, envergonhado.

— Bem... — fez agora uma expressão pensativa. — que vocês se beijaram, e que foi maravilhoso.

— Beth!

— O que foi? Foi o que ele disse! — segurou o riso.

— Não diga essas coisas... É embaraçoso. — pôs a mão direita na nuca e fez um biquinho. Uma cena mais fofa ainda, pois, as suas bochechas continuam coradinhas.

Um verdadeiro bebê!

— Ok, ok! Não direi mais nada. — levantou aos mãos a altura dos peitos, em sinal de rendição. — Agora coma que mais tarde Thomas quer o levar à um lugar.

— Outra vez?

Não que não goste de sair, mas... Sei lá! É algo muito novo para si, que não pensa em levar uma vida assim quando tivesse um dono. "Talvez, Thomas só quer manter as aparências de seu falso namoro", supôs em seu pensamento.

— Sim, por quê?

— Nada.

[...]

— Com licença, senhor Kannerberg. — a secretária entrou no cômodo. — Tem dois senhores querendo falar com o senhor.

Thomas arqueou as sobrancelhas. — Nomes?

— Artur e Marcel.

— Mande-os entrar.

Passa em sua cabeça o motivo para os dois estarem aqui.

— Ok.

A secretária saiu da sala e em poucos segundos os dois entraram, sentando-se a sua frente.

— Olá, primo! — Artur, alegremente, fala.

— Oi, Artur. — Thomas sorriu. — Oi, Marcel.

— Olá!

— Então, soube que está namorando.

— Pois é.

— O tio ficou muito furioso por você não ter contado que está namorando. — referiu-se ao senhor Kannerberg, o pai de Thomas.

— O namoro é recente. — justificou.

— Mesmo assim, primo! Ele queria saber antes da impressa, e não pela impressa.

— E a minha mãe? Como reagiu? — massageou a testa, imaginando em como a senhora Kannerberg ficou, por seu filhinho querido não ter tido a decência de te lhe contado sobre o namoro.

— A tia é tranquila e reagiu até bem, elogiando a beleza e fofura esbelta de seu novo genro. Admito também que ele é bem bonito. — a última parte sussurrou somente para Thomas, porém, Marcel, o seu namorado, escutou e lhe deu uma cotovelada, enciumado. — Ai, amor!

— Continua de gracinha para você ver. — com os olhos estreitos, murmurou.

— Ui, que medo! — zombou. E quando Marcel estava pronto para rebater, Thomas interrompeu:

— Artur, não começa.

— Ok, ok, ok, primo. — riu. — Mas, então... Os tios querem o conhecer.

— O namoro foi anunciado a dois dias, Ar.

— É, eu sei. Mas, são pedidos deles.

Thomas suspirou. — Irei ver quando será a minha próxima folga.

— Thomas, os seus pais querem o ver, e é para amanhã. — Marcel informou.

— Diga a eles que não posso faltar no trabalho. — deu de ombros.

— O tio vai pirar! — seu primo comentou, gargalhando e se levantando junto de seu namorado. — Tchau, primo!

— Tchau, Thomas!

— Tchau, garotos!

[...]

— Boa noite, Beth. — Thomas sorriu para a moça quando chegou na cozinha, mudando sua atenção para Guilherme que está sentado em uma das cadeiras do balcão, parecendo evitar contato visual. — Boa noite, Gui. — deu um beijinho em uma das bochechas do menor, que corou e abaixou o rostinho, envergonhado.

— Chegou até que cedo hoje. — Beth comentou secando as mãos com o pano de prato.

— Terminei as coisas mais rápido, pois queria ter mais tempo com o Gui. — admitiu, sem nenhuma vergonha. Guilherme arregalou os olhos e ficou mais vermelho do que já está.

— Aah, entendi! — Beth riu fraco.

— Ah! Beth, antes que eu me esqueça, mais tarde quero falar com você.

— Ok. — assentiu. — Irei deixá-los a sós. Se quiserem comer é só me chamar.

— Não é preciso, Beth. Tire o resto da noite de folga, eu irei cozinhar hoje.

— Tem certeza? — arqueou uma das sobrancelhas, porém, sorrindo por dentro ao ser liberada do serviço.

— Sim.

— Jesus amado! É hoje que irei tirar o atraso. — a frase maliciosa não passou despercebido por Thomas, que gargalhou, deixando Guilherme confuso — este não havia entendido.

Beth saiu correndo pelo corredor, aparecendo em poucos minutos com uma mochila, vestindo roupas normais. — Irei me arrumar na casa de uma amiga. Tchau, Toni! Tchau, Gui! Tenham uma boa noite! — e saiu pela porta de entrada contentíssima.

— Acho que a nossa noite não será tão boa quanto a dela. — Thomas murmurou risonho e Guilherme sorriu. — Espere um minutinho que tomarei um banho rápido, ok?

— Ok.

[...]

— Então o que gostaria de comer? — Thomas indagou. — Algo em especial? Aproveite, pois é raro eu cozinhar.

— Hmm... — fez uma expressão pensativa. — Eu queria muito experimentar um prato tailandês, por mais que estejamos nos Estados Unidos.

— Bem... Para a sua sorte conheço um pouco da comida tailandesa, já morei um tempo lá. Aprendi a fazer um prato chamado Kai yang e é originário do Laos e de Isan, região nordeste da Tailândia, no entanto, pode ser encontrado em toda a Tailândia. O frango é marinado e, em seguida, grelhado em fogo baixo.

— Parece ser bom.

— E é! Provavelmente, não tenho frango na geladeira, então teremos que ir até o mercado comprar.

Guilherme fez um biquinho. — É realmente necessário eu ir? — lembrou-se do que Beth disse-lhe mais tarde. — Aliás, Beth me contou que você iria me levar à um lugar hoje.

— Mudança de plano. E sim, é necessário que você, o meu namorado, me acompanhe. — vestiu um casaco. Lá fora estava um pouco frio. — E também não faz bem você ficar trancafiado aqui dentro.

— Toni~ — usou o apelido que Beth chamou Thomas. A timidez pareceu desaparecer. Além do mais, estava com muita preguiça de sair. Um pouco irônico, pois, a muito tempo deseja sair para conhecer novos lugares dos Estados Unidos. As lembranças de quando era pequeno não são tão explícitas assim. —, eu estou com preguiça.

— Já que quer ficar sozinho nesse casarão, tudo bem. — deu ênfase na quinta palavra, sabendo que esse é o ponto fraco do menor, que de contragosto se levantou, cedendo. — Irei pegar um casaco para você.

[...]

A situação em que Guilherme está é um pouco incomoda, pois, ter que aturar os olhares sugestivos direcionados a Thomas de algumas moças e garotas adolescentes do local, o deixam muito incomodado.

Ciúmes? Talvez. Porém, isso não importa no momento. Thomas nem dava atenção, porém, Guilherme não consegue fazer o mesmo então cutucou o outro.

— Oi, Gui. — olhou para o menor.

— Não sente incômodo ao ser encarado assim? — indagou baixinho, buscando ser discreto.

— Não. — deu de ombros, e continuou a pegar os ingredientes que irá usar para fazer o frango. — Eu não me importo muito, por quê? Está se sentindo incomodado?

— N-Não. — mentiu. — É-É que achei estranho vo-

Tudo aconteceu muito rápido. Thomas o puxou pela cintura e colou seu corpo junto ao dele, iniciando um ósculo, deixando não somente a Guilherme surpreso, mas, também as moças e as adolescentes que os olham.

— Não precisa sentir ciúmes, Gui. — fala próximo ao ouvido de Guilherme, após separarem os lábios por falta de ar. — Tenho olhos apenas para você, e nenhuma dessas garotas será interessante, bonita e fofa o suficiente para lhe superar e me tirar de você. 



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