História Um dorama real - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Park Shin Hye
Tags Dorama, Drama, Lee Jong Suk, Park Hyung Sik, Park Shin Hye
Visualizações 17
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Os capítulos são postados de acordo com os relatos da Kim, escrito de forma semelhante, para da enfase a personalidade dela. Espero que gostem.

Capítulo 3 - Park Shin Hye surgiu


Fanfic / Fanfiction Um dorama real - Capítulo 3 - Park Shin Hye surgiu

-Qual é o seu nome? – A professora de história havia perguntando antes de iniciar a aula.

-Anna – Park Shin Hye.

-Como tem sido a primeira semana aqui? – Ela tentava ser amigável, mas não parecia ser muito boa nisso.

-Agradável... – Respondi vagamente.

-Bem-vinda a nossa escola, então...

 

Era o quinto dia de aula na nova escola, depois do ocorrido na outra escola, decidi que me transferir seria a melhor opção. Recebi bastante atenção por ser a única pessoa a entrar na escola na metade do período letivo, então no terceiro dia, metade de escola já sabia meu nome. Queria ser diferente ali, minha aparência diferente e minha timidez, logo fez o apelido “japa” pegar sem ao menos eu falar nada. Logo, os primeiros alunos vieram me perguntar algo sobre meus parentes, e eu receosamente falei a alguns sobre meu avô ser coreano, já que eu não considerava mais meu avô.

Não demorou para a noticia espalhar, e vários outros alunos veneram me dar “ohayo”. A atenção não estava me agradando, nunca havia recebido tanta em tão pouco tempo. Ainda continuava com os mesmos hábitos da outra escola, durante os intervalos, me escondia entre as prateleiras da biblioteca, agora menor, e escolhia um livro qualquer para folear. Durante as aulas, eu costumava sentar em uma das cadeiras da frente, perto da porta, já que os alunos empolgados com a minha chegada, foram bondosos em me ceder um dos lugares das cadeiras de duplas, onde todo dia sentava uma pessoa diferente do meu lado, que sempre tentava puxar conversa comigo.

 

-Eu não vou fazer como os outros professores, que passam revisão para refrescar a memória de vocês por causa das férias. A nossa prova parcial vai ser hoje e agora! Quero ver o quanto vocês lembram do nosso conteúdo. – Ela realmente não me parecia amigável.

-Mas a Anna não sabe qual foi o conteúdo dado! – Aluno ao meu lado resolveu me usar como desculpa.

-Anna, você estudou civilizações antigas? – Ela me olhou por cima dos óculos.

-Sim, até a idade média... – falei em um tom baixo, timidamente.

-Perfeito, ainda vamos estudar sobre idade média, então não tenho o que me preocupar. Separem as cadeiras, a prova será individual.

 

Após a prova, a semana seguinte havia sido mais intensa, os alunos que costumavam faltar na primeira semana apareceram em peso, e a escola realmente lotou. Então havia notado um dos alunos da turma E, ele havia estudado comigo durante o jardim de infância, e certamente não me reconheceu. Ele havia mudado bastante, mas eu o reconheci e tive a certeza que era ele após confirmar seu nome com um aluno da minha sala que andava junto com ele durante o intervalo.  Ele estava bonito, os cabelos grandes caídos aos ombros o deixava com cara de badboy. Mas eu não possuía nenhuma intenção de fazê-lo me notar, mesmo ele sempre me olhando cruzar o pátio a caminho da biblioteca.

A Sexta havia chegado e eu estava na biblioteca, entre as prateleiras, ouvindo as músicas da cantora sul coreana que parecia comigo, e lendo um livro sobre mitologia nórdica, k-pop acabou sendo uma surpresa agradável para mim. O primeiro toque para voltar as salas havia ecoado pelos cantos da escola, então levantei para guardar meu livro em um canto estratégico, quando esbarrei com ele ente uma das prateleiras. Ele não parecia ser do tipo que gostava de livros.

-Mals! – Disse olhando pra mim brevemente e sair.

-Ele realmente não me reconhece. – Murmurei pra mim e me virei, me deparando com um dos amigos que andava com ele.

-Você conhece o Eli? – Ele parecia com o outro, seus cabelos também batiam nos ombros, mas o deste eram mais lisos e escuros.

-N-não! – Gaguejei.

-Você não sabe mentir! – Ele colocou o livro na estante e saiu.

 

Ele era bem estanho. Voltei a sala e a professora de história já havia começado a entregar as provas. Quando sentei no meu lugar, Danilo me entregou a minha prova com uma cara nada boa, mas para a minha surpresa era nota máxima.

-Parabéns Anna, o seu foi o único 10 da sala! – Ela notoriamente enxergou uma esperança em mim.

 

Ao terminar a aula, notei que alguns alunos que falavam comigo normalmente, saíram sem me olhar, então fiz a besteira de me queixar com o Danilo.

-O que aconteceu? Por que as meninas não falaram comigo hoje? – Fui inocente.

-Por que você foi a única a tirar dez. Mal chegou e já quer ser melhor que a gente? – Ele parecia irritado.

-Como assim? – Aquilo me pareceu ridículo.

-A gente notou, tudo que os professores perguntam você responde, deixa de falar com a gente pra prestar atenção na aula e ainda que mostrar pra todos que sabe mais, ninguém gosta desse tipo de aluno. – Ele simplesmente virou as costas e saiu da sala.

Fiquei arrumando minhas coisas, pensativa, achei melhor não me misturar com eles novamente, pois não fazia sentido e nem futuro vir pra escola somente pra fazer amigos, no momento, a única ambição que eu poderia ter era o conhecimento.

 

Ao chegar em casa, voltei para a minha sessão de pesquisa sobre a coreia. Já havia descoberto muita coisa e então decidi aprender a falar coreano. Em um dos sites de coreano online, encontrei um link que me redirecionou para uma página do Facebook sobre covers de kpop. Aquilo me fascinou. Havia vários vídeos de apresentações de grupos cover em um evento de cultura asiática local, logo, descobri que havia umas massivas quantidades de fãs da cultura coreana na minha cidade. Aquilo me deixou animada para continuar minha busca. Adicionei algumas pessoas, fiz algumas amizades e perguntava constantemente sobre a Coreia, se havia conhecido algum coreano na cidade, e sempre me falavam a mesma coisa “Coreanos? Só na vila de pescadores”. Essa vila era famosa pelos coreanos que vinham trabalhar nas siderúrgicas.

Resolvi procurar uma das pessoas que trabalhavam na tal siderúrgica, mas para o meu azar, antes mesmo de trocar ideia com alguém descobri que nenhum dos coreanos da siderúrgica falavam português e bem pouco inglês. Eu realmente tinha que aprender coreano. Então tive a ideia: procurar no cartório de Busan sobre registros do meu suposto avô ou algum parente vivo na Coreia do Sul.

Para meu azar, meu avô biológico foi dado como desaparecido e sem informações sobre sua morte, mas que possuía uma filha que vivia em Seoul. Resolvi então entrar em contato com ela. Havia se passado três dias e nada de aceitar o meu convite nas redes sociais, então mudei meu nome no facebook para Park Shin Hye. Isso gerou uma bola de neve incontrolável e que eu jamais imaginaria que pudesse tomar grandes proporções. Imediatamente, minha suposta tia me aceitou, e várias pessoas imediatamente mandaram convites para minhas redes sociais.

Uma menina veio falar comigo, uma tal de Carol que eu nem mesmo sabia que tinha no facebook, logo ela abriu o mundo os dançarinos de k-pop para mim. Ela então me explicou que as galeras dos covers possuíam fascínio pelos coreanos, e que qualquer pessoa que tinha contanto com alguém, era bajulada. Aquilo não me pareceu agradável, mas eu estava disposta a tentar qualquer coisa. Talvez, covers de k-pop não parecia uma má ideia, a semelhança me ajudaria. 


Notas Finais


Se alguém tiver duvidas a respeito da garota retratada na história, deixe nos comentários. Espero que tenham gostado.


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