História Um drama aleatório sobre amor (trágico) - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Conflitos, Drama, Romance
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Palavras 849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Slash, Suspense

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Quinta avenida e o acidente


Fanfic / Fanfiction Um drama aleatório sobre amor (trágico) - Capítulo 3 - Quinta avenida e o acidente

Depois do intervalo, as aulas passaram bem rápido. Na hora da saída, Rose perguntou a Rupert sobre as oficinas extracurriculares da escola:

- Rupert, você participa de alguma dessas oficinas depois das aulas?

- Sim, inclusive, estou indo agora, você se interessa?

- Sim, como faço pra participar?

- Vem comigo, eu te mostro.

 Rose seguiu Rupert até uma sala aleatória, os dois entraram e falaram com uma mulher que estava sentada na mesa do professor:

- Olá Sra. Collins, essa é Rose Marie, aluna nova da minha sala, ela se interessa em participar de alguma oficina.

- Que ótimo! Prazer sou Elizabeth Collins, mas pode me chamar de Beth ou Sra. Collins. Então, nos temos vagas pra aula de dança, canto, instrumentos, ciências, matemática avançada e artes visuais, por qual você se interessa?

- Artes visuais.

- Okay, preencha esse formulário de inscrição, traga assinado pelos seus responsáveis, e amanhã você pode começar.

- Okay, obrigado.

- De nada.

Rose olhou para Rupert, que estava esperando ela terminar sua inscrição.

- Então, vou começar só amanhã, mas posso ver você na sua aula, se você deixar é claro (risos).

- Eu faço aula de canto, pode vir sim.

 Os dois andaram até outra sala bem perto, entraram e se sentaram numas cadeiras que estavam vazias, Rupert pegou um violão que estava lá e começou a cantar e tocar, Rose ficou admirada com o talento vocal de Rupert e o encheu de elogios:

- Nossa Rup, você canta muito cara, por que não me disse?

- Você não perguntou (Risos).

- (Risos) Ai bobo, mas é serio, devia virar profissional.

Rose e Rupert ficaram cantando enquanto o professor não aparecia. Passaram uma hora e meia e ele não chegou, Rupert decidiu ir embora.

- Vamos, ele não vem.

- Tudo bem, você vai pegar qual ônibus?

- 120, pra Rua das Flores.

- Eu moro nessa rua, vamos comigo, eu vou pegar o 119, mas ele passa daqui cinco minutos.

- Ok, vamos rápido então.

Eles correram para o ponto e o ônibus tinha acabado de passar, eles ficaram chateados e resolveram ir a pé. Eram seis da tarde, a rua da casa deles ficava a 3 quilômetros da escola, ia demorar um bocado pra chegar lá. A escola ficava na Quinta Avenida, a maior avenida de Manhattan. Eles foram andando e conversando sobre a escola e admirando os estabelecimentos da grande rua:

- Você sabe o caminho de casa? Eu não faço a mínima ideia de onde estamos.

- Sei sim, já perdi o ônibus várias vezes, estou acostumado com esse caminho.

- Graças a Deus (Risos).

 Andando pela imensa rua, eles viram um acidente, com várias viaturas de policia e uma ambulância chegando ao local, eles chegaram perto para tentar ver o que aconteceu, ou para saber quem era o acidentado. Era o professor de música, Rupert ficou em choque por alguns segundos, estava arrasado.

- Rupert, está tudo bem? Você conhece esse homem?

- Sim, é o professor de música, por isso ele não foi, vamos embora daqui Rose, por favor.

- Tem certeza? Não quer ir ali naquele café tomar uma agua, se acalmar, vou ligar pro meu pai buscar a gente.

- Tudo bem...

 Eles atravessaram a larga rua e entraram num café, pediram dois copos d’água. Rose pegou seu celular e discou o numero de seu pai:

- Pai, você pode vir buscar eu e um amigo? Nós estamos na Quinta Avenida, bem perto do museu.

- Mas o que aconteceu? O que você está fazendo aí? Que amigo é esse? E o ônibus?

- Ele mora na rua de casa, nós íamos pegar o ônibus juntos, mas nos ficamos na escola e ele passou assim que nós chegamos na esquina. Aí nós decidimos ir a pé, mas quando estávamos chegando perto de um museu, nós vimos um acidente, ai meu amigo disse que era o professor dele e começou a passar mal, estou meio confusa, você pode vir, por favor?

- Posso. Daqui trinta minutos eu chegou aí, tchau filha.

 Tinha uma TV no café noticiando o acidente, a jornalista disse que o professor morreu, e disse também que o corpo iria passar por exames para investigar a morte. La fora tinham varias fitas de cena do crime, e alguns peritos olhando o carro. O pai de Rose chegou  de carro no café, eles entraram no carro.

- Pai esse é Rupert, ele é meu parceiro nas aulas.

- Olá Rupert? Tudo bem? Prazer, eu sou David Hugh, mas pode me chamar de Sr. Hugh.

- Olá Sr. Hugh, estou bem, meio chateado pelo acontecido, mas estou bem sim.

- Filha, você está bem?

- Estou confusa, mas estou bem (Riso)

 Sr. Hugh ligou o carro e Foi. Depois de 40 minutos eles chegaram em casa. Sr. Hugh perguntou a Rupert se ele queria que ele o levasse até sua casa, Rupert disse que não havia necessidade e se despediu dele e Rose, virou a esquina e sumiu. Rose queria ter abraçado Rupert, mas ele parecia mal e com pressa. Rose entrou.



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