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História Um Encontro Nada Casual - Capítulo 1


Escrita por: Nani_Sama

Notas do Autor


E ai, gente, tudo bom com vocês? Estou de voltaaa!
I BACK!
Ok... ok... ansiosos?
Espero que sim, haha!
Finalmente, estou trazendo a fanfic do Johnny. Depois da dele, eu ainda não sei o que irei trazer. Estou fazendo um do Hoshi do Seventeen que é bem "diabetes", outra do Lucas, dessa vez tendo hentai, e, por ultimo, tenho uma do XiaoJun LEVEMENTE inspirada em Tail da Sunmi...

Ai vamos ver o que vai ser kkk
Ah, antes que começam a ler... já aviso que essa história, inicialmente, não vai ter romance exatamente(é mais "pentada violenta" kkk)... se não gosta, é melhor não ler.

Enfim, boa leitura, gente!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Um Encontro Nada Casual - Capítulo 1 - Prólogo

Ela amava viajar de carro, mesmo que fosse cansativo, quase sempre, ela ia dirigindo. Boa parte dos seus trajetos eram para lugares próximos e sempre a negócio. Ela não tinha medo de avião, mas sentia que nas nuvens não poderia ver as belas paisagens que poderia visualizar de relance enquanto dirigia. Sempre com atenção com uma pequena parte de seu ser inebriando cada segundo dos momentos que tinha com os verdes por cada estrada que passava.

Contudo, daquela vez era uma viagem noturna, mal havia algumas luzes por onde passava e ela estava esgotada. Poderia ter voltado de avião se não fosse numa cidade do mesmo estado e que sequer tinha aeroporto.

Apesar de ser o mesmo estado, a distância era longe e não daria certo ficar dirigindo a noite toda. Ela estava cansada e seu dia foi mentalmente exaustivo. A mulher era arquiteta e a empresa para qual trabalhava sempre a escolhia para os trabalhos mais complicados. Para isso, ela precisava ir até o local, ver as ideias do clientes, colocar no papel, ajustar os por menores, pois um detalhe poderia fazer o cliente reprovar.

Annie era perfeccionista então quase tudo que caia em sua mão acabava dando certo e a empresa aproveitava desse dom dela.

Finalmente achou um hotel na estrada, na verdade dentro de uma pequena cidade, só não esperava que fosse aquele tipo de hotel. Era notável que aquele lugar servia era para fazer coisa a dois e por poucas horas. A letras do nome do motel, “flame”, estava em néon vermelho e o lugar tinhas suas paredes externas pintadas de bege e vermelho. Apesar da penumbra, devido ao néon, ela conseguia ver tudo.

Apesar disso, engoliu seco, estacionou o carro no pequeno estacionamento que tinha ali – aparentemente próprio do motel - e pegou sua bolsa antes de sair do automóvel indo em direção ao lugar estabelecimento esquisito.

Cruzou os braços nervosamente ao mesmo tempo que adentrava no estabelecimento. O motel por dentro parecia literalmente erótico. As paredes vermelhas, havia um tapete de rolamento da mesma cor, a luz era basicamente o mesmo tom, deixando apenas os moveis, que eram marfins e o chão de madeira ipê, se destacando por serem cores distintas.

Assim que entrou, avistou também uma mulher ruiva, de cabelos longos, presos em um rabo de cavalo, concentrada em algo que estava abaixo do balcão, onde os olhos da Annie não conseguiam alcançar. Se aproximou hesitante e, ao ficar frente para a moça, pigarreou.

- Boa noite... vocês....

Ela ergueu o rosto, mas logo voltou a atenção ao que fazia.

- Ah, você chegou. – Annie não compreendeu, mas já ia falar quando foi interrompida. – Toma, aqui está o cartão chave do quarto. – Ela ergueu o cartão na direção de Annie que nem soube o que fazer. A estranha voltou a olha-la. – Essa é a chave, toma! – Annie pegou o cartão ainda hesitante. -   O elevador é logo ali na frente. Aperte o botão do terceiro andar, que o quarto fica lá. Tenha uma boa noite!

- Mas eu não...

- Não se preocupe, já ajustamos tudo para você. Faça bom proveito!

 

Resolveu não questionar mais. Estava cansada e tudo que queria era dormir. Apenas seguiu até o elevador. Pegou o celular para avisar a sua amiga, Nathaly, que passaria a noite em um hotel e que chegaria de manhã e então o guardou ignorando as outras mensagens do aplicativo de bate-papo.

Não tinha cabeça para mais nada, quem dirá conversar com alguém. Só queria dormir.

No terceiro andar, ela seguiu até o número que constava no cartão e o passou diante da porta abrindo rapidamente. Tirou seus sapatos, os deixando logo atrás da porta e quando a fechou uma música começou a tocar e achou aquilo estranho por um segundo.

“Estou em um motel e não em um hotel em si, então deve ter dessas coisas. Sei lá, é minha primeira vez em um.”

No alto dos seus vinte e seis anos, Annie só namorou uma única vez e teve pouco contato com o sexo, além disso, naquela época, nenhum do dois tinham ‘money’ para ir em algum lugar como aquele, por mais barato que pudesse vir a ser.

Estava cansada, mas o que apareceu em sua visão pareceu lidar uma energia além do normal, afinal, o que via era para amedronta-la totalmente. Sua adrenalina tomou conta de si.

Havia um homem em sua frente, deitado de cama, de lado, mostrando todo seu corpo completamente nu.

O grito que ela deu foi gutural.

Sem os saltos e segurando a bolsa com força para se proteger de um possível ataque, ela correu para fora do quarto aos berros.

 

Alguns minutos antes disso tudo, Johnny, olhava seu celular extremamente ansioso para que sua namorada mandasse algum sinal de vida. Os dois estavam fazendo três anos de namoro e aquele seria especial. Ele pediria a Mila em casamento. Tinha pedido dois dias de suas férias para comemorar bem com sua garota.

Preparou tudo de forma adequada para fazer os melhores dois dias da vida de sua amada.

Nenhuma mensagem.

Aquilo estava estranho, afinal, ela prometeu que avisaria quando estivesse a caminho. Seria uma noite cheia de amor e de felicidade.

Havia preparado tudo com tanta antecedência e escolheu o anel de noivado com a ajuda da melhor amiga de Mila. Queria que tudo saísse perfeito.

Claro que antes de tudo, faria amor com ela e com os dois em êxtase, a pediria em casamento. Por isso estava prontinho para ela. Era só tirar o roupão e deitar na cama quando a mesma estivesse chegando.

Quando escutou o barulho da porta, ficou chateado por ela não ter avisado que estava chegando, mas correu. Ligou o rádio, tirou rapidamente a única veste que residia em seu corpo e deitou na cama ficando de lado na mesma, mas totalmente amostra na direção do pequeno corredor que tinha na entrada do quarto.

Corou brutalmente ao ver uma mulher totalmente desconhecida em sua frente. Ela gritou quase que instantemente e ele também. Pulou da cama em dois segundos e apressou-se em colocar o roupão novamente.

- Tem um pervertido naquele quarto! Alguém ai? Socorro! – Escutou a voz ecoando no corredor, se afastando enquanto se ouvia também ela socando as portas dos quartos vizinhos.

Aquilo estava errado. Ele não era um pervertido, quem entrou no quarto foi ela!

Em uma atitude impulsiva, ele correu para fora e foi em direção a estranha que apertava freneticamente o botão do elevador. Por sorte, ninguém saiu pelas portas, porque poderia acabar passando por um pervertido.

- VOCÊ ENTRA NO MEU QUARTO E EU QUE SOU UM PERVERTIDO?

- Não se aproxime de mim. – Ela começou abrir a bolsa enquanto a porta do elevador abria.

- Eu não sou um pervertido, você que é uma assanhada que entrou no meu quarto e... – Foi quando ele sentiu uma ardência em seus olhos o que fez berrar instantaneamente.

Ela tinha tacado spray de pimenta nele.

 

 

Alguns minutos depois, quando os ânimos acalmaram, eles entenderam o que tinha acontecido e então ele vestiu as roupas para os dois descerem juntos até a recepção. A ruiva teve que explicar o que aconteceu, os dois estavam ali extremamente irritados. Enquanto a recepcionista estava sem graça.

Ele tinha vestido suas roupas.

Annie queria dormir novamente e ao mesmo tempo queria agredir aquela garota sem noção que a mandou para um quarto ocupado.

- Você está me falando que por não vir muitas pessoas aqui, achou que eu era a loira que ele esperava?

- M-me chama de Emma. – Annie cruzou os braços para não pular e esganar aquela mulher.

- Isso não é hora de apresentações! - Soou grosso. Ele estava tremendamente nervoso. Aquela situação não era nada agradável, era bem constrangedora e sem noção. Ele ainda usava uma toalha nos olhos para tentar ameninar a ardência que seguia sentindo em seus olhos. - Olha o que você fez, nós dois passamos por uma péssima situação por sua causa. Eu deixei bem claro que era uma mulher de cabelo preto, branca e de olhos azuis.

 Annie revirou os olhos revoltada com toda aquela situação. A sua única semelhança com essa pessoa era, no máximo, os cabelos. Os seus olhos eram acinzentados e a pele morena. Ela tingia o cabelo curto. Descendente de índios latinos com europeus, ela era a perfeita combinação dos dois, mas não era fã da cor dos seus fios naturais.

- Me perdoe, senhor... senhora...mas senhora, é que você sequer falou nada quando falei com você e...

- Senhorita! – A corrigiu imediatamente. – Eu achei que você tinha esse discurso para todo mundo. Além disso, estou cansada e tudo que eu queria era deitar. Assim como todos os hotéis que passei, pensei que aqui eu também simplesmente pagaria quando fosse embora. - Respirou fundo, descruzou os braços e sua feição aliviou, ficando serena. Ela estava exausta. Tudo o que ela queria era dormir e dormir no seu carro não era uma boa ideia. Queria o conforto certo para sua coluna não reclamar no dia seguinte. -  Olha, eu só quero um quarto. – Então virou para o rapaz toda sem graça. – Eu lamento ter atrapalhado a surpresa e ter jogado spray em você... eu não sabia... – O rapaz se virou para ela, também todo sem jeito.

- Não, que isso. No seu lugar, acho que faria o mesmo... eu peço desculpas também pelo que viu. – Parando para olha-lo melhor, ela podia dizer que estava tudo bem ter tido aquela visão. O estranho era incrivelmente atraente. Ela o considerou bem alto, tinha cabelos acastanhados, provavelmente tingidos, e seus traços eram totalmente vindos dos orientais de pele amarela. Tinha ombros largos, um boca rosada atrativa e um olhar tão chamativo quanto o pouco que vira naquele quarto antes de se exaltar.

Nunca achou nenhum que tivesse lhe despertado interesse, mas aquele ali era diferente.

É uma pena que o rapaz tinha obviamente uma namorada.

Pigarreou, desviou o olhar dele e respondeu:

- Tudo... bem...

- Olha, se não fizer reclamação com o gerente, eu dou aos dois um desconto de cinquenta porcento. 

- Está bem, Emma... só me dê a droga de um cartão cujo o quarto eu não encontre mais ninguém em situações.... digamos que... comprometedoras.  – Ela entregou rapidamente e Annie pegou rapidamente. – Tenham uma boa noite!

Ela estava esgotada e, por mais que tudo aquilo a tenha despertando um pouco, nada parecia tirar da sua ideia que deveria dormir pelo menos pelas próximas oito horas. Nem mesmo as imagens daquele homem nu que inicialmente a assustaram, mas que passaram a ser bastante interessantes poderia a impedir de desmaiar a qualquer momento devido a quantidade de cansaço e sono que sentia.

 

 

Enquanto Annie subia, Johnny sentiu seu celular vibrar, então tirou a toalha dos olhos e o pegou rapidamente, mudando e feição para um sorriso largo já imaginando que era sua Mila. Mesmo com a ardência nos olhos, ela abriu a mensagem e cerrou a visão pra conseguir entender o que estava escrito:

“Eu não vou mais. Sinto muito fazer dessa forma, mas está tudo acabado entre nós. Não venha atrás de mim!”

Aquilo já era desastroso, ele sentiu seu coração dar um fisgada, mas o pior estava por vir. Logo em seguida, ela mandou uma foto cujo ela estava com um homem, nus, transando.

Deixou seu celular escapar de suas mãos junto da toalha.

- O senhor está bem? – Ele não respondeu, pareceu que tudo tinha ficado escuro. Mila não era esse tipo de pessoa. Quer dizer, não achava que fosse.

Então, semelhante aos espinhos de uma roseiral, ele sentiu o seu coração sendo perfurado.


Notas Finais


E ai... o que estão achando?
Espero que tenham se interessado, haha!
Próxima semana trago o capitulo final!
Até ! <3


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