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História Um encontro, um arrepio - Capítulo 14


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Capítulo 14 - Capítulo 14


Hoje o dia amanheceu frio, eu acordo e não vejo Franklin na cama, ainda sonolenta eu fecho os olhos e adormeço novamente.

- Bom dia dorminhoca - sou acordada por ele com beijinhos no rosto

- Bom dia amor - digo me levantando

- Trouxe nosso café da manhã, venha vamos comer - diz ele me estendendo a mão 

- Me dê cinco minutos e eu me junto a você - digo indo ao banheiro 

Parece que nos conhecemos a anos, que vai durar para sempre. Fico triste por pensar assim, afinal eu gosto dele e queria muito viver tudo isso com ele por mais tempo, mas sei que não posso tenho minha família no Brasil e não largaria eles por nada.

Depois do café ele me levou até o dormitório para pegar algumas roupas, eu não trouxe todas porque preciso manter minha vaga no dormitório, não sabemos o dia de amanhã afinal. 

Estamos voltando para seu apartamento quando ele diz que vai me levar em um lugar.

- Vamos almoçar fora hoje - diz ele sorrindo

- Não tá muito cedo por almoço - digo brincando 

- Sim, mas vamos fazer outra coisa antes - diz ele sorrindo igual criança quando ganha chocolate

Chegamos no tal lugar, ele me fala que é a casa dos seus pais e que eu vou conhecê-los. Sinto meu coração parar de bater por um minuto, como assim conhecer os pais dele, não tô preparada para isso. 

É uma linda casa, o jardim é florido e tem um chafariz no meio. Adentramos na casa e eu fico impressionada com o tamanho e a elegância da casa, somos recepcionados pela sua irmã Ashley de 15 anos, sua mãe vem logo em seguida me olhando com desprezo, ela se chama Maria é bem bonita para sua idade, seu pai Elliot surgir bem atrás de nós eu fico impressionada com a beleza dele o filho se parece com ele. 

- Então você é a famosa Mayla? Meu irmão fala muito de você - diz a irmã dele sorrindo

- É! E o que ele fala? - digo brincando, estou tão nervosa 

- Ashley fica na sua por favor - diz Franklin repreendendo a irmã

Eu olho para ele e sorrimos da situação. O olhar da mãe dele me deixa incomodada, mas não me sinto intimidada por ela.

- Franklin disse que você faz MBA, tá gostando? - pergunta o pai dele com um sorriso simpático

- Sim, eu gosto muito, eu amo o mercado dos negócios penso em futuramente ter minha própria empresa - digo 

A mãe de Franklin parece que vai me matar com os olhos que mulherzinha nojenta, espero que ela não venha me dizer nenhum desaforo porque sei que não vou ficar calada. 

Durante o almoço a irmã de Franklin contou sobre seus planos para o futuro, ela disse que seu sonho é conhecer o Brasil. 

- Gostaria de usar o toalete, onde fica? - pergunto

- Vem eu te levo - diz a irmã de Franklin

- Não querida, pode deixar que eu a levo - diz a mãe dele se levantando 

O caminho até o toalete não falamos uma palavra.

- É Mayla seu nome não é mesmo? - diz ela me olhando de cima a baixo

- Sim Dona Maria - digo já sabendo que vai vir bomba

- Pode ser só Maria, não sou tão velha assim - diz ela 

- Me desculpe - digo 

- Eu só quero te avisar que você não vai tirar um real do meu filho sua pilantra, conheço bem esse seu tipinho, meu filho disse que te chamou para morar com ele fique sabendo que se você aceitar você não vai durar muito tempo com ele para contar história - diz ela me apontando o dedo

Sinto meu sangue ferver minha vontade é de dá um tapa na fuça dela para ela deixar de ser besta e aprender a respeitar os outros.

- Olha quem está se mostrando, uma curiosidade. Por que não falou tudo isso na frente de todos? - digo e sem deixar ela responder eu continuo - saiba que eu não tenho o mínimo interesse no dinheiro do seu filho, quero ter uma vida boa sim mas com o meu trabalho e meu dinheiro, não preciso de homem para me dá o que eu quero, diferente da senhora que vive às custas do seu marido - digo a colocando no seu lugar

- Mas que menina mais petulante - diz ela 

- Eu só não respondo a senhora a altura porque já é de idade - digo sorrindo 

Ela levanta a mão para me dá um tapa, mas é impedida pelo seu esposo.

- O que você pensa que tá fazendo Maria? - pergunta ele gritando

- Essa mulherzinha ousou me desafiar na minha casa Elliot - diz ela me olhando

- Sr. Elliot, eu lhe peço desculpas, mas ninguém vai me ofender sem ser respondido a altura - digo 

Franklin e Ashley chegam e perguntam o que houve porque os gritos. A mãe deles faz cena dizendo que eu a tratei mal, Franklin me olha chateado. Eu saio dali correndo e vou embora.

Chegando no dormitório vejo que Franklin me ligou várias vezes, jogo meu telefone na cama e vou tomar  banho, saindo eu escuto alguém bater na porta eu fico quieta e escuto quando Franklin chama pelo meu nome.

Eu permaneço em silêncio e não o respondo, não quero falar com ele agora estou chateada por ele pensar que eu faria qualquer coisa a mãe dele.



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