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História Um encontro, um arrepio - Capítulo 8


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Capítulo 8 - Capítulo 8


Segunda-feira

O dia amanheceu tá um lindo dia lá fora, hoje eu estou de folga no serviço. Tenho aula em meia hora, me levanto e entro no banho, hoje estou radiante então decidi me arrumar um pouco mais do que os outros dias para faculdade, tive um fim de semana maravilhoso e preciso contar isso para minhas amigas Gab e Tayla. Estou saindo do apartamento quando vejo Dona Catarina chegar, ela me comprimenta com um bom dia e segue seu caminho.

 Na aula eu penso o tempo todo no Franklin, até que sou chamada de volta para terra pelo Martim, ele faz aula comigo e é um dos amigos da Camila que estava dando em cima de mim na última sexta, ele tá me chamando para se reunir com ele e o pessoal hoje depois da aula, todos vão para sua casa tomar banho de piscina e beber. 

 Minha aula acabou por hoje estou saindo da faculdade acompanhada por Martim, quando me deparo com Franklin na faculdade 

   - Oi, o que faz aqui? - pergunto surpresa 

   - Preciso falar com você - diz ele furioso vendo Martim colocar sua mão em minha cintura

   - To indo encontrar com o pessoal, aconteceu alguma coisa?  - digo tirando a mão de Martim da minha cintura, lhe olhando com reprovação

  - Vem comigo e depois te deixo onde você quiser Mayla - diz ele encarando Martim 

  - Ela disse que vai sair comigo agora, você não escutou amigo? - pergunta Martim depositando sua mão em meu ombro dessa vez 

  - Se você não tirar as suas mãos dela agora, você vai se arrepender de te encostado nela um dia imbecil - diz ele encarando Martim furioso e continua - Mayla será que você pode me acompanhar? Não vai demorar e depois te deixo onde quiser - diz ele me estendendo a mão 

  - Tudo bem! - digo

  - Martim, depois encontro você e o pessoal - digo me despedindo do Martim

 No carro ele me olha furioso e pergunta quem é Martim e por que tem tanta intimidade comigo, eu digo que estudamos na mesma sala e temos amigos em comum, ele fica quieto e então diz 

  

    - Você já ficou com ele Mayla? Por que ele não quer ser só seu amigo - diz ele me encarando esperando por minha resposta

   - Ele bem que tentou, mas o tenho apenas como amigo. Por que está com ciúmes? - pergunto sorrindo

   - Não gostei de vê ele pegando em sua cintura, minha vontade foi de quebrar a cara dele ali mesmo - diz ele me encarando

 Ele pára o carro em frente a uma casa, abre a porta para mim e estende a mão dizendo que chegamos. 

 

  - Onde estamos Franklin? - pergunto o encarando

  - Na minha casa - diz ele me levando para dentro 

  - E o que estamos fazendo aqui? - pergunto incrédula

  

Já dentro da casa ele senta no sofá e faz sinal de que é para eu me sentar ao seu lado.

  -Por que você me deixou aquele bilhete? - pergunta ele 

  -Só quis tirar um sorriso do seu rosto quando você acordasse - digo acariciando seu rosto

  - Achei que estivesse se despedindo de mim, quando acordei e vi o bilhete fui direto por seu quarto e vi que tava vazio, não tinha nada seu lá - ele pára e me abraça - achei que tinha pedido demissão e não sei por que tive medo de nunca mas vê você de novo - continua ele com a testa colada na minha 

  - Não consegui dormir a noite, tive medo da Dona Catarina chegar e eu está na sua cama, então fui para meu quarto e te deixei o bilhete como uma forma de até logo - digo lhe depositando um beijo em sua testa

 Ele sorrir pra mim aliviado e me beija carinhosamente. Ele me encara e pede que eu não vá embora da sua casa e que não preciso ter medo do que Dona Catarina vai vê. Ele me beija novamente mas dessa vez devorando minha boca com sua língua, ele me deita no sofá e levanta minha saia me deixando exposta para ele, me penetrando lentamente ele sussurra em meu ouvido 

    - Você é minha nervosinha - diz ele mordendo minha orelha 

    - Sou? - digo sorrindo

    - Não brinca comigo Mayla, você é minha e de mais ninguém, entendeu? - pergunta ele me penetrando com mas força até atingirmos nosso limite

 Ele se senta diante de mim e diz que queria passar o dia comigo, mas que não pode por que ele precisa ir para a empresa, mas que irá me ligar a noite por que quer me vê.

 Ele é dono de uma construtora bem famosa em Seattle. Isso explica o apartamento e essa casa maravilhosa dele. No caminho de volta para o dormitório eu peço que ele me deixe na casa de Martim 

   -Você me deixa na casa de Martim - digo 

Ele me olha furioso e responde - você vai pra casa do cara que quer te pegar, tá brincando comigo? - pergunta ele furioso

   - Tenho muitos amigos no Brasil que me desejam, então o Martim é só mais um na lista de amigos que me quer - digo tentando mostrar a ele que só quero ele 

   - Aff, Mayla. Eu entendo seus amigos, se eu fosse seu amigo também iria te desejar. Mas não gosto que tenha gente tentando ter o que é meu - diz ele sorrindo

Chegamos na casa de Martim, Franklin me beija e diz que mas tarde me liga para me buscar. Retribuo seu beijo e digo que esperarei ansiosa. 

Camila estava chegando também na casa de Martim e viu quando Franklin me beijava, surpresa ela diz 

   - Como que você fisgou o boy mais desejado da cidade? - pergunta ela surpresa

   - Nos conhecemos no aeroporto ainda no Brasil - digo encerrando o assunto

A casa tá cheia, tem muita bebida e comida aqui, tem um DJ tocando músicas brasileiras, eu me empolgo e começo a dançar lembrando das vezes que saí com minhas amigas, a gente bebia e se acabava de tanto dançar. Pego um drink e começo a beber sem parar, estou dançando com a Camila e os amigos que fiz aqui. 

 

 Já é noite, estou completamente bêbada e amanhã preciso trabalhar. Sinto meu telefone tocar, é o Franklin, não atendo porque  estou muito ferrada e o pouco que conheço sei que ele vai ficar furioso com isso e não tenho cabeça agora para discussão agora, meu telefone toca mais três vezes e eu não atendo.

 Digo a Camila que estou voltando por dormitório, quando estou em frente a casa de Martim, ele surge atrás de mim e tenta me agarrar a força, por mais bêbada que esteja consigo afastar ele de mim, sou mestra em arrumar confusão bêbada principalmente com caras machistas que não respeitam uma melhor, era disso que minha amiga tava falando quando disse para eu não me meter em confusão aqui.

  Deixo Martim caído no chão e estou indo em direção ao táxi quando ele me puxa e tenta me beijar novamente a força, quando estou prestes a me defender sinto alguém tirar ele de cima de mim, Franklin o joga no chão lhe dando vários soco no rosto o taxista tenta separar a briga e grita por ajuda. 

 

 Todos aparecem e forma uma grande aglomeração de pessoas, sinto minha vista escurecendo e de repente eu estou no chão desmaiada. 

 

 Quando acordo estou no hospital tomando soro na veia, sinto que tem alguém ao lado segurando minha mão, é ele Franklin, ele me olha com reprovação e diz 

 - Em que você estava pretendendo ficando alterada desse jeito? - diz ele furioso

  - Ei, se acalme - digo puxando ele para perto de mim - eu estou bem Franklin - contínuo

  - Se eu não tivesse chegado a tempo só Deus sabe o que aquele imbecil poderia ter feito com você Mayla, não faça mas isso nervosinha - diz ele acariciando meu rosto

 - Obrigada por me defender, mas sei me cuidar sozinha - digo tentando deixar ele mais tranquilo

  - Ah eu vi como você sabe se cuidar sozinha Mayla - diz me reprovando 

 A enfermeira entra no quarto e diz que já posso ir embora, que está tudo certo com meus exames. Ele me ajuda a mudar de roupa e me leva para o seu apartamento, chegando lá Dona Catarina está na cozinha e olha para gente com dúvidas, Franklin não perde tempo e diz 

 - Catarina, ela é minha namorada, vai dormir aqui hoje - diz ele deixando ela sem fala 

  - Devo procurar por uma nova ajudante Sr. Corlim? - pergunta ela surpresa

  - Não Dona Catarina, amanhã estarei ajudando a senhora da mesma forma - digo antes que Franklin possa responder 

 Ele me leva por seu quarto, me diz para tomar banho e descansar. Quando saio do banho, ele está sentado na cama e sem me dirigir a palavra ele entra no banheiro, então eu vou até seu closet e pego uma camisa dele para eu dormir.

 Quando ele sai do banho estou deitada em sua cama, ele deita sem me dizer uma palavra, eu me aproximo dele e dou um beijo, mas ele recusa meu beijo e diz que não tá afim que é para eu descansar que tenho aula no outro dia.

  - Que droga Franklin, porque está me rejeitando? - perguntou sem entender nada 

  - Não quero falar sobre isso - diz ele virando para o lado e me dando as costas

 Eu me levanto e começo a me trocar, ele continua de costas para mim e quando estou saindo do quarto ele vem atrás de mim e me pergunta para onde estou indo tão tarde da noite.

  - Estou indo embora, não entendi porque me trouxe para cá se não quer ficar comigo. Vou embora e não venha atrás de mim - saiu batendo a porta

 Já são 4:00 da manhã, fico parada na entrada do prédio aguardando pelo o táxi. Ele não veio atrás de mim, melhor assim isso nunca devia ter acontecido. 



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