História Um eterno amor - Capítulo 18


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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Iki Hiyori, Kazuma, Kofuku, Tenjin, Yato, Yukine
Tags Anime, Colegial, Drama, Iki Hiyori, Mangá, Noragami, Romance, Shonen-ai, Yaoi, Yato, Yato X Yukine, Yatokine, Yukine
Visualizações 232
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIIIIEEE GENTEEE!!!
Que alegria eu estou sentindo de ter conseguido postar dois caps no mesmo mês. Mas não se acostumem, isso é uma raridade KKKKK
Bem, esse cap é basicamente uma versão do Yukine narrando o cap anterior, só depois de ter postado o ultimo capitulo que fui perceber que o Yukine não narrou nenhuma vez. E como eu adoro escrever pelo ponto de vista do Yukine decidi fzr esse cap rsrsrs (Ele sempre deixa as coisas mais fofas :3)
Bora partir para a leitura, espero que vcs gostem ^.^

Capítulo 18 - Filmes e mais filmes 2 (E BEIJO!!)


Fanfic / Fanfiction Um eterno amor - Capítulo 18 - Filmes e mais filmes 2 (E BEIJO!!)

Yukine

 

Acordei mais cedo do que eu esperava. Mesmo ainda sentindo as dores dos machucados, me sinto renovado, mais leve e calmo. Nunca havia percebido o quanto me sentia sufocado naquela casa.

Calmamente me levanto da cama. Eu fiquei muito envergonhado e agradecido quando Yato me cedeu seu quarto. Eu poderia dormir no sofá ou até dividir o mesmo quarto que ele, para mim seria problema algum isso. Mas ele insistiu tanto.

Às vezes me pego pensando se eu mereço tal tratamento...

Olho para a janela. A primeira coisa que tentarei providenciar será uma cortina. Não que eu esteja reclamando. Mas é que me arrepio só de pensar que dá para ser visto facilmente pela casa da frente, minha antiga casa.

Eu sei que é questão de tempo para acabarmos nos esbarrando...

Suspiro.

Saio do quarto e então desço para tomar café da manhã.

 

As horas se passam e nada do Yato acordar.

Já é quase hora do almoço...

Desligo a TV e me levanto do sofá. Não posso ficar dependendo do Yato para tudo e também seria bom eu poder ajuda-lo às vezes.

Pego o meu notebook e pesquiso algumas receitas simples de se fazer.

 

Eu estava acabando de colocar a comida na mesa surge um Yato sonolento.

Sorrio. — Bom dia, Yato.

— Bom dia... Foi você que fez tudo isso?

Não consigo evitar rir ao ver sua cara confusa. É tão estranho assim eu ter cozinhado?

— Só tem eu aqui, então acho que sim, né.

— Nossa você aprende rápido... Por que não me acordou? Era só ter me chamado que eu faria algo para a gente.

Acho incrível o fato do Yato estar sempre disposto a me ajudar. — ...Eu não queria te incomodar. Além disso, eu não posso ficar dependendo de você para tudo. E também tem vários tutoriais na internet, fica mais fácil de fazer.

— Hum... Sei.

Sem dizer mais nada ele se senta, e juntos começamos a comer.

 

Salgado. Eu salguei a comida. Nem para cozinhar eu sirvo.

Com sua estranha habilidade de me ler como se eu fosse um livro aberto, Yato tenta me animar. — Calma, Yukine, é normal cometer alguns erros de vez em quando. Até que estava bom.

— Mentiroso. Estava salgado. Muito salgado.

Subitamente ele acaricia meu rosto. — Fico feliz pelas feridas já estarem sumindo. Você tem certeza que quer ir para a escola segunda?

... Esses machucados, evidencias da violência pela qual passei. Em lugares que qualquer um pode ver.

— Sim... Não ajudará em nada eu ficar faltando. — Não sei se digo isso para convencer o Yato ou a mim mesmo.

Ele passa seu braço pelo meu pescoço e com firmeza ele diz.

— Bem, pelo menos uma coisa eu te prometo. Não permitirei que ninguém mais encoste um dedo em você. Então não se preocupe.

Sempre que ele diz essas coisas eu me acalmo. É como se fosse magica. — Obrigado, Yato. Por tudo.

Ele se afasta. — Não precisa me agradecer. — Ele respira fundo e então animado ele fala. — Bem, nós temos o final de semana todo, está a fim de fazer algo?

 

Me senti mal pelo Yato. Ele parecia querer que fizéssemos alguma coisa juntos, porém eu tinha que estudar. Já é ruim saber que serei alvo de fofocas pelo colégio de novo ao aparecer com o rosto todo machucado, mas seria pior ainda passar o dia inteiro sem entender nada que os professores disserem.

Passei o sábado inteiro estudando as anotações que o Yato pegou para mim. Não posso me esquecer de agradecer ao representante da minha sala por ter me emprestado suas anotações.

Já domingo foi diferente. Yato me convidou para assistir algum filme junto com ele e eu aceitei. Basicamente passamos o dia inteiro assistindo filme. E não poderia ser melhor.

Para mim, assistir filmes, series ou até mesmo ler livros é um meio de fugir da realidade, de parar de pensar em meus problemas e me acalmar.

 

Eu já perdi a conta de filmes que já assistimos. Só sei que quando fui comentar algo com o Yato percebo que ele havia pegado no sono.

Dou um pause no filme, vou até o quarto e pego um cobertor.

Conhecendo o Yato eu sei que se eu o acordasse agora ele tentaria se manter acordado para me fazer companhia. Mas eu prefiro que ele continue a dormir, amanhã terá aula e não quero que ele fique cansado por minha causa.

Tentando não acorda-lo eu o cubro.

Talvez eu também deveria dormir, mas só de pensar que amanhã eu irei para a escola...

Dou play no filme. Só mais um não faz mal.

 

Olho para o relógio, falta menos cinco horas para ir à escola.

Estou morrendo de sono já, porém com preguiça de mais para me levantar daqui e ir para a cama...

Olho para o Yato dormindo tranquilamente. Acho que ele não se incomodaria de dividir o cobertor, não é?

Cuidadosamente me aproximo dele e entro debaixo da coberta. Infelizmente a que peguei é pequena para nós dois dividirmos confortavelmente, assim eu sou obrigado a me aproximar ainda mais do Yato ao ponto de ficarmos grudados.

Para falar a verdade isso não ruim, é até bom. Por estar de baixo do cobertor por tanto tempo ele está bem quentinho.

Sem perceber eu pego tranquilamente no sono.

 

Acordo assustado sendo esmagado pelo Yato, dormindo ele caiu em cima de mim.

Surpreso percebo que nossos lábios estão grudados um no outro, praticamente estamos nos beijando...

Meu primeiro beijo foi roubado por alguém que nem ao menos consciente está.

Com toda a minha força tento afasta-lo de cima de mim e rapidamente me levanto do sofá. Me surpreendo ao ver que ele não acordou.

Toco em minha boca, ainda consigo sentir seus lábios nos meus.

Melhor eu fingir que esse beijo nunca aconteceu...

Olho para o relógio e vejo que já está quase na hora do despertador, que o Yato colocou, tocar.

Subo as escadas e vou para o quarto me arrumar.

 

Na cozinha tomo meu café da manhã, que é basicamente uma caneca de café.

Não consigo evitar pensar em como as pessoas do colégio reagirão ao me ver.

Eu já sou conhecido por ser um “garoto de programa”, agora se me verem assim vão pensar que eu apanhei de um dos meus supostos clientes?

Suspiro.

As pessoas não podem cuidar de suas próprias vidas? Se for pra fazer isso pelo menos que seja para ajudar, não para ficar julgando os outros.

O despertador soa e o Yato acorda.

— Bom dia, Yato.

Ele olha para mim e então boceja. — Você sabe que não precisa se forçar a ir, não sabe?

Eu não o respondo. Sei que se eu responde-lo acabarei cedendo e fugindo dos meus problemas de novo. 

Dou um último gole em meu café. — Se você não se arrumar logo vou acabar indo sem você.

Me levanto e vou em direção da porta.

— Tá bom, eu já vou. Só deixa eu me arrumar.

Só depois de já ter dito que eu percebo o quão grosso soou minha resposta. Mesmo após tudo o que ele fez por mim eu fui capaz de destrata-lo dessa forma...

 

Rápido o Yato chega já arrumado e sorrindo ele pergunta. — Vamos?

Saímos de casa e juntos caminhas até o ponto de ônibus.

— Quer que eu carregue sua mochila, Yukine? Você ainda deve estar com dor, não é?

— Não precisa. Estou bem.

Eu não sou merecedor de sua atenção. 


Notas Finais


WOOOOOW Como será que o Yato reagiria ao saber tudo o que aconteceu enquanto ele dormia?!?!?! O primeiro beijo do casal!!! (eu sei que n foi do jeito que vcs queriam, mas eu adoro trollar vcs kkkkk)
E esse Yukine sempre tão atencioso... Tão FOFO >.<

Gente espero que vcs n tenham achado esse cap repetitivo :/ Mas é que eu queria muito colocar a narração feita pelo Yukine rsrs
Espero que vcs tenham gostado :3
Comentem 😊


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