História Um falho clone - Capítulo 1


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Categorias Justiça Jovem, Liga da Justiça
Personagens Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Diana Prince (Mulher Maravilha), Dick Grayson (Asa Noturna), Dinah Lance (Canário Negro), John Smith (Tornado Vermelho), J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kon-El (Superboy), Wally West (Kid Flash)
Tags Connerkent, Depressão, Kon-el, Sad, Superboy, Yaoi
Visualizações 5
Palavras 828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo! Sejam bem-vindos a mais uma das minhas historias depressivas! dessa vez, nossa vítima é o querido clone: Superboy! Recomendo que, para que possa entender a historia, tenha assistido o desenho ou lido os quadrinhos. No meu caso, eu apenas vi a animação o que me despertou uma enorme vontade de escrever algo sobre ele (sim, sou fã dele).

Espero que estejam cientes que posso demorar sim para atualizar e essa demais fanfics além de que terá bastante Spoilers. Nesse universo, inclusive, Superboy sequer namoraria Megan, não vendo-a mais do que uma grande amiga.

Capítulo 1 - Eu sou Superboy (Prolongo)


Fanfic / Fanfiction Um falho clone - Capítulo 1 - Eu sou Superboy (Prolongo)

"Eu não tenho um problema com o mundo, ele é que parece ter um problema comigo..."

     Todos na vida já chegaram a se perguntar o que eram ou o qual era sua missão de vida, Superboy nunca precisou sequer considerar o assunto. Porque? Simples: Ele sequer era real. Ela foi criado com um proposito sem sequer o consentimento de um dos doadores de seu DNA. Sua missão? Ser uma arma da luz e substituir o maior herói do mundo após sua morte, ou até mesmo, tomar vosso lugar após destruí-lo. Superboy era bom ou ruim? Isso não importava porque "Superboy" era apenas uma arma e uma arma não possuí um lado.

     Uma arma... Superboy não era um garoto de verdade, era uma arma que pertencia a CADMUS, a Luz... Uma arma quebrada e completamente inútil... Superboy não voava, nem derretia as coisas com o olhar e congelava com um sopro, ele não era poderoso como Superman... Ele jamais poderia ser como Superman, ele jamais poderia sequer chegar a seus pés. Como se não basta-se tamanha humilhação, Superboy sequer poderia ter o reconhecimento de Superman, ele era legal com todos, menos consigo...

     Agora, de frente desse saco de pancadas destruído utilizando seus fones de ouvidos estava o protagonista de nossa história: Superboy. O que ele fazia? Ora, estava treinando, ou era isso que ele gostaria de estar pensando... Ele não era do tipo delicado, destruía o objeto apenas para tentar amenizar sua dor e raiva, essa dor de ser insuficiente para todos e a raiva de não ser real. As músicas em seus fones de ouvidos estavam altas o bastante para que nosso super garoto não pudesse escutar nada ao seu redor, não até ele quebrar o 12° saco de pancadas com um soco muito poderoso que o arremessou para o outro lado da sala. 

- Maldito! - Conner gritou em pura raiva chutando um banco próximo para cima, esse ao qual batera no teto sem piedade e cairá no chão e seguida. O garoto ofegou limpando com a toalha em seu pescoço as poucas gotas de seus cabelos.

- Superboy... - A voz do outro garoto na sala fez Conner quase dar um pulo relaxando sua postura apenas quando percebera quem fora que o chamara: Robin. Um pouco mais aliviado, o clone retirou os fones de ouvido escutando aquele leve zumbido que já se tornara frequente, resultado do quão alto os fones de ouvido estavam sendo usados. Sinceramente, ele só foi capaz de escutar o garoto graças aos intervalos de troca.

- Robin... O que você quer? Não deveria estar fazendo uma patrulha ou dormindo? Você sequer mora aqui - Como sempre, Superboy foi ríspido e direto querendo cortar qualquer tipo de enrolação já que, para variar, ele não estava com paciência algum. Ele suspirou frustrado enquanto se dirigia até o outro lado da sala para pegar o saco de pancadas quebrado e arremesa-lo para outro canto, esse ao qual possuía mais onze iguais.

- Essa música, estava alta mesmo - O garoto maravilha se aproximou do outro que o olhou puto após ter sua pergunta ignorada completamente pelo de olhos escuros que sorria de forma zombeteira. Conner se virou após arrumar o banco chutado que, por sorte, ainda estava inteiro.

- Sim mas dá para me responder? - Ver aquele sorriso irritante fez o sangue do clone ferver mais ainda, ele estava obviamente sendo provocado e não estava gostando nada disso.

- Os membros foram todos chamados para uma missão algum tempo atrás mas você não compareceu. Batman não podia esperar mais tempo então fomos sem você - Revelou o menor olhando atentamente o parceiro que enrijeceu completamente puto da vida.

- Argh... Não escutei a merda do comunicador - Reclamou Conner sentando-se no banco recém arrumado com a palma da mão cobrindo o rosto. Nesse exato momento, Kaldur entrou junto ao restante da equipe se posicionando um do lado do outro.

- Não foi só o comunicador que você deixou de ouvir Superboy... - Conner olhou para cima encarando o Atlantis que haveria falado com si.

- Cara, deveria descansar, você está péssimo! - Dessa vez ele encarou Wally, seus olhos carregavam uma quantia estranha de preocupação.

- O que querem dizer com tudo isso? Parem de me enrolar, não estou com paciência! - O clone enfim explodiu levantando-se no banco tão bruscamente ao ponto de quase derruba-lo. Todos se entre-olharam antes de voltarem a encara-lo.

- Conner... Qual foi a última vez que escutou seu coração? - Perguntou a Marciana. Superboy não entendeu, estava se referindo ao seus sentimentos ou ao seu ritmo cardíaco? 

- Quando foi a última vez que cuidou devidamente da sua saúde? - Dessa vez, a pergunta partiu do ruivo. Ele estava se perguntando do sono? Da alimentação? 

- Eu não me lembro... - Ele respondeu um pouco confuso, porque ele... Não se lembrava...? Um garoto tão problemático que esqueceu a si mesmo, Esse era Superboy...

 

CONTINUA... ~

 

 

 


Notas Finais


Espero que gostem!


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