História Um fantasma em minha casa - Capítulo 32


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Categorias Naruto
Tags Bereu, Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku
Visualizações 362
Palavras 2.106
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês, pessoal. <3 Eita, chegamos ao capítulo 32. Pelos meus cálculos ela terminará no capítulo 37, mas farei de tudo para acabar no 40. 35 ou 36 FINALMENTE SAI HENTAI DOS DOIS.

Capítulo 32 - Tentando se conter


 

Após eu sair da casa dos meus pais, eu fui direto para a casa da Sakura. Queria saber como ela estava depois do que ocorreu ontem à noite.

Ao chegar à frente da casa dela apertei a campainha, escutando um “já vai”. Depois de dois ou três minutos ouvi passos se aproximar, e em seguida a porta se abrir, me deparando com a Sakura, trajando um vestido branco.

 — Bom-bom dia! — Ela gaguejou, ao baixar a cabeça.

— Bom-bom dia — Também gaguejei. Eu estava tentando não olhar muito para a parte dos seios dela para não ficar com o pau duro, já que está muito visível os seus mamilos por estar sem sutiã, e usando um vestido branco de malha fina. Senti meu rosto ficar vermelho, fixei meus olhos no seu rosto para evitar ficar excitado. — Posso entrar? — Assentiu com a cabeça.

— Vamos até a cozinha, é que a mamãe saiu e me deixou cuidando de preparar o almoço — Fui a seguindo com os olhos presos em seu traseiro. Ao perceber isso, balancei minha cabeça negativamente tentando espantar os pensamentos pervertidos que estavam vindos à minha cabeça.

A Sakura não parece ser o tipo de mulher que transaria após um dia de namoro, então tenho que me segurar para não fazer besteira e ela ficar com raiva de mim.

— Me desculpe pelo o que aconteceu ontem... — Eu estava um pouco envergonhado pelo o que minha mãe fez ontem, junto com aqueles idiotas. Eu estava principalmente pelo o fato de terem falado o tamanho do meu pau, principalmente pelo o fato da Ino. Algumas mulheres não gostam de saber das ex dos seus namorados, mesmo que tenham sido apenas uma ficante. Ao vê-la tirando a carne duma vasilha com água eu continuei. — Minha família e aqueles idiotas são mesmo irritantes.

— Não se preocupe sobre isso.  Eu não liguei muito sobre o que falaram, nem sobre sua ex-ficante, muito menos sobre os vinte... — Notei que ela quase se engasgou, seja lá com o quê ao dizer isso. Fiquei um pouco constrangido por ela quase tocar nesse assunto, mas decidi ficar calado, ouvindo-a continuar. — Mudando de assunto. É... Aquela sua ficante...

— A Ino? — Assentiu com a cabeça. — O que tem ela?

— Vocês ainda se falam? — Tentei não rir. Será que é o que estou pensando? Será que... A Sakura está com ciúmes?

— Não. Faz muito tempo que a gente não se vê. Nem nos falamos pelas redes sociais. Se está pensando que nós ainda saímos não se preocupe. É como aqueles malditos falaram, faz tempo que eu não saio com ninguém — Fiquei um pouco desconfortado ao falar isso.

Não gosto muito que fiquem falando de quando eu transo ou deixo de transar. Por isso eu quero matar o maldito do Naruto e aquela maldita da Temari.

— Por que...? — Começou um pouco hesitante. Eu estava novamente tentando espantar os pensamentos pervertidos da minha mente. Vendo-a de costas para mim, com esse vestido branco e fino, deixando visível a marca de sua calcinha está me deixando louco. — Por que você não saiu mais com outra pessoa? — Ao perguntar, virou um pouco sua cabeça para o meu lado, imediatamente levantei o meu olhar para que ela não percebesse que eu estava olhando para sua bunda. — Você amava muito a tal Ino para não conseguir mais sair com outras mulheres?

— Eu não a amava. Erámos apenas amigos que resolviam transar de vez em quando para se divertir. Nunca tivemos sentimentos assim um pelo outro, tanto que quando ela arrumou um namorado nunca mais quis saber de transar comigo, me deu um pé na bunda quando a procurei — Comentei um pouco feliz pelo seu ciúme. Saber que ela gosta de mim está me deixando muito feliz, e claro, com uma enorme vontade de quebrar a cama. — E não sair mais com outras mulheres por alguns motivos pessoais. Mas agora não importa, está tudo resolvido.

— Que bom saber que ela arrumou alguém que goste — Não pude resistir ao ouvir isso de sua boca. Estava adorando vê-la com ciúmes. Sem pensar duas vezes fui até ela que tinha pegado o último pedaço de carne para cortar.

— O que foi? — Ouvi um pequeno grito fino, quase parecido com um gemido. Tentei não encostar muito no seu corpo, eu não queria que ela percebesse que eu estava um pouco excitado. — Você está com ciúmes? — Sussurrei em seu ouvido.

— N-não-não! — Gaguejou quase tremendo, me deixando com mais vontade de provocá-la. Vendo seu pescoço branco e macio, não pude me conter. — Eu-eu só... AH! — Dei um leve chupão, tendo como resposta ela dando um grito e se jogando para o lado. Por sorte a faca que ela jogou foi parar na pia e não no meu rosto.

— O que deu em você? — Me abaixei um pouco, estendendo a mão para ela, tentando ignorar sua calcinha rosa florida que estava aparecendo.

Tentei não rir, muito menos mencionar ela estar usando uma calcinha que parece de criança.

— Não precisa, minha mão tá suja... — Disse meio envergonhada.

— É só eu lavar depois, oras! — Peguei em sua mão a ajudando a se levantar sem me importar de sua mão estar suja. Em seguida fui até a pia lavar as mãos com o detergente que estava sobre ela.

— Me desculpe pelo o que acabei de fazer — Ela estava de cabeça baixa. Será que ficou com raiva do que eu fiz? Todas as mulheres com quem eu sair amava quando eu beijava ou chupava o pescoço delas.

— Você não gostou do que eu fiz? — Eu estava rezando para que ela não tivesse ficado com raiva. Seria chato começar um namoro já deixando minha namorada desconfortável. — Eu não sabia que você iria achar isso um incômodo.

— Não é isso! — Levantou um pouco o seu tom de voz. Fitei bem seus olhos prestando atenção em cada palavra que ela falava. — É que... — Olhou corada para mim.  Não entendi o motivo. — Jura que você não vai rir?

— Eu juro, pode falar. Não sou o idiota do Naruto.

O que será tão constrangedor que ela teve que me pedir para não rir, pra poder contar?

— Um... Um homem nunca me tocou desse jeito — Arregalei os olhos. Eu estou doido ou ela acabou de dizer que é virgem? — Por isso eu fiquei muito envergonhada, foi apenas isso.

— O... O que você quer dizer? — Fiquei muito espantado. Eu não sabia o que dizer, eu nunca encontrei uma mulher virgem nessa idade.

— Eu já recuperei uma boa parte das minhas memórias e... — A vi baixar a cabeça, provavelmente está com vergonha de ter revelado isso. — Até onde me lembro, eu apenas namorei um garoto a qual tive que terminar o namoro após... — Notei medo de continuar.

Será que ele a traiu?

— Após ele te trair? — Creio que foi isso.

— Eu terminei com ele após... — Voltou a hesitar. Fiquei preocupado ao perceber que ela estava querendo chorar.

— Se esse assunto lhe faz mal, então não precisa continuar — A avisei. Não quero que ela se machuque falando de coisas que é nociva a ela.

— Não se preocupe... — Foi enxugando suas lágrimas com seu antebraço. — Eu estou bem... Eu terminei com ele, pois ao dizer meus pais que eu estava namorando, meu pai começou a me chamar de vagabunda e me espancou até eu perder minha consciência. — Tentei segurar o ódio que bateu em mim. Como um pai pode fazer isso com uma filha? Como pode espancar a própria filha por estar namorando? Não é mais fácil se sentar com ela e debater o assunto? — Eu ainda não me lembro o que me fez ficar em coma, mas por tudo que ele nos fez passar, por ele não estar mais por perto, por minha mãe sempre não querer entrar em detalhe quando eu pergunto sobre ele, creio que, quem me deixou em coma foi o meu... O meu pai...

Eu arregalei os olhos sem acreditar no que eu acabara de ouvir. Não quero crer que a pessoa que deveria mais cuidar dela, que deveria fazer de tudo para mantê-la protegida e feliz, pode ter sido a pessoa que a machucou, que quase a matou.

Engoli seco para poder falar. Estava com um ódio enorme desse homem que nem se quer sei como é seu rosto.

— Ele vivia batendo em vocês? — Perguntei me aproximando dela. Fiquei olhando bem em seus olhos, ela assentiu com a cabeça.

Comecei a cariciar seus cabelos.

— Ele era um bom pai... — Começou ao encostar a cabeça em meu peitoral. — E um bom marido. Depois que formos morar em outro país por causa de um emprego, se manteve tranquilo por um bom tempo. Mas as coisas começaram a desandar, então tivemos que voltar. Ele... — Sua voz começou a ficar um pouco falha.

— Não precisa continuar — Acariciei um pouco mais seus cabelos, depositando em seguida um beijo em seus lábios. Foi apenas um beijo leve para poder acalmá-la. Ao cessar o beijo e olhar nos seus olhos, passei os dedos levemente nos dois, enxugando as lágrimas que escorriam.

— Me desculpe te incomodar com os meus dramas — Enxugou o restante das lágrimas. — Agora vou preparar o almoço senão a mamãe vai me matar quando chegar.

— Quer ajuda? — Me ofereci, claro. Tenho que mostrá-la minhas qualidades.

— Você sabe cozinhar? — Perguntou espantada.

— Tanto que o Naruto vive aparecendo em minha casa pedindo almoço e jantar, como se fosse meu marido que acabou de chegar do trabalho — Ao ouvi-la sorrir do que eu disse, fiquei um pouco envergonhado.

Acho que eu não me expressei bem, mas deixa quieto.

— Quero ver se você sabe fazer uma boa macarronada — Piscou para mim, sorri de canto.

— Você vai adorar que vai até lamber os dedos — E assim começamos a fazer o almoço. Após terminar fomos até o sofá e ficamos nos beijando enquanto víamos algo qualquer na TV, até ser surpreendido pela a mãe dela que chegou de mansinho com um sorriso pervertido estampado nos lábios.

Após almoçarmos — E ouvirmos os resmungos da sua mãe por não termos feito nada pervertido na sua ausência. — eu ia chamar a Sakura para sairmos à noite, mas desistir. Deixarei para a próxima vez, não parece uma boa hora chamá-la para sairmos.

***

Já era quase meia-noite, e eu estava no motel com uma morena bastante gostosa. Eu estava com muito tesão, vendo-a toda nua e aberta para mim.

Comecei a chupá-la, ela gritava muito o meu nome, me deixando mais cheio de tesão. A penetrei e fui fodendo-a bastante forte, ouvindo seus gritos a cada metida. Meu celular começou a tocar, decidi ignorá-lo. Porém a porra que estava ligando não desistia, já estava me enchendo o saco. Provavelmente era a Konan para falar algumas merdas no meu pé de ouvido. Sem pensar duas vezes, desliguei e voltei para o que interessa.

Queria curtir a noite e nada iria me atrapalhar.

A virei de quatro, colocando meu pau nessa bunda maravilha e voltei a meter na gostosa que gritava horrores.

Depois de várias estocadas, gozei, trocando a camisinha para dar uma segunda rodada. Após terminarmos, formos para o banheiro tomar banho para partimos. A levei até a casa dela e ao sair do carro, lhe dei um beijo, e claro, uma enorme tapa naquele enorme traseiro que fodi muito. Vendo-a entrando em sua casa dei partida e fui direto para a minha. Decidi não ligar o celular, assim eu posso dar a desculpa que ele descarregou.

— Cheguei — Falei após chegar em casa. Fui subindo a escada, meus pais provavelmente estão no quarto, assim como a maluca que provavelmente vai começar a encher meu saco quando eu entrar no quarto. — Hum... — A estranhei não estar. Fui procurará em outros lugares e nada. Não achando em quanto nenhum, decidi perguntar aos meus pais. — Mãe, pai! — Bati na porta os chamando. Não ouvindo resposta voltei a chamá-lo. — Mãe, a senhora está ai? Onde está a Konan? — Indaguei. Não ouvindo resposta novamente, rodei a maçaneta da porta, e reparei que eles não estavam no quarto. Decidi ligar meu celular para telefonar para minha mãe. Não queria ligar para Konan, ela deve estar puta comigo por eu novamente chegar tarde. Ao ligar o celular no mesmo exato momento começou a tocar, me fazendo ter um susto. Fui ver quem era e era minha mãe. Notei que tinha dezenas de ligação dela. Fiquei preocupado.  — Mãe, algum...?

— Finalmente você atendeu, seu moleque irresponsável! — Me cortou aos gritos, me deixando preocupado, por parecer bastante nervosa. Tentei dizer algo, mas ela continuou com seus gritos sem me deixar falar. — Onde você estava que não atendia, seu idiota?! Estou tentando todo esse tempo lhe informar que sua mulher está aqui no hospital, e pode ter perdido seu filho e você estava farrando com alguma vagabunda!

O quê...?

 



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