História Um faz de conta que acontece! (SwanQueen) - Capítulo 122


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Era Uma Vez, Once Upon A Time, Queen, Regina Mills
Visualizações 98
Palavras 1.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 122 - Marque uma consulta


POV NARRADORA

No escritório, Emma chegou conversando com Ariel. Lily e Ruby já estavam no local.

— Bom dia meninas. – Ariel cumprimentou.

— Bom dia! – as duas responderam juntas.

— Bom dia. – Emma completou.

Cada uma seguiu para sua mesa, Ruby estava colocando um café para fazer na cafeteira e ouviu as duas amigas conversando.

— Ai, Emma, pelo menos agora está tudo bem. – pendurou a bolsa no braço da cadeira.

— Eu fiquei muito feliz por você ter acertado as contas com Elsa. – fez o mesmo.

— O que houve Ariel? – Lily perguntou.

— Ai amiga, eu nem te conto, quase que terminei com Elsa ontem. – sentou em sua cadeira.

— Mas por que? – assustou-se.

— Ah, aquela sonsa da ex namorada dela resolveu aparecer no apartamento dela ontem.

— Nathalia? – Ruby perguntou.

— Essa mesmo. – Ariel completou.

— Nathalia está em Storybrooke? – Lily perguntou preocupada.

— Está Lily. – Emma respondeu.

O clima ficou meio pesado entre as amigas, Ariel contou o que aconteceu na noite anterior e como tudo terminou, a ajuda de Emma e Regina.

— Acabei dormindo com Elsa no apartamento dela, e hoje de manhã a ex ligou perguntando se tinha ficado tudo bem, aposto que estava querendo saber se o caminho estava livre para vir e consolar minha namorada.

— Talvez ela tenha ficado preocupada mesmo Ariel, de ter causado um problema maior entre vocês. – Emma tentava ponderar.

— Eu duvido, aquela sonsa tem cara de santa mas não me engana não. – gesticulava.

Ruby ficou calada o tempo inteiro, Lily percebeu o desconforto da esposa.

— Ruby, vem aqui um minuto. – Lily chamou.

Ruby foi com a esposa para a sala de reunião e ficaram lá conversando por um tempo. Emma percebeu que era sobre a presença de Nathalia.

— Será que a volta de Nathalia vai abalar as duas? – Ariel perguntou.

— Acho que não, Lily só está se certificando que isso não irá acontecer. – Emma começou seu trabalho.

**********

Regina se preparava para sair do escritório, quando Eduarda passava no corredor e resolveu visitar a colega de trabalho.

— Oi linda. – parou na porta.

— Oi Duda. – guardava uma pasta no arquivo.

— Já está saindo? – caminhou para dentro da sala.

— Sim, eu já terminei por hoje. – olhou para Duda — Eu vou me encontrar com minha namorada. – sorriu.

— Ah sim. Eu entendi. Quer uma carona?

— Não, obrigada. Ela vai me pegar aqui embaixo. - O celular tocou. — Oi Emma.

Eduarda observava a morena falando ao celular.

— Sim, eu já estou pronta, vou descer. Beijos. – colocou o aparelho no bolso.

–Eu vou descer Duda, ela já está chegando. Nos vemos amanhã.

Regina foi caminhando com Duda para fora de sua sala e fechou a porta. Duda não falou nada, ficou parada no corredor, apenas observando a promotora caminhar para o elevador.

— Ah Regina, Nós poderíamos ter nos divertido muito juntas. – lamentou.

*******

Regina e Emma jantavam em um restaurante perto do apartamento da loura.

— Meu amor, você pensou sobre minha sugestão, de ir comigo no consultório de Marta?

— Ai Regina, é muito difícil pra mim pensar nisso, não pensei nisso ainda. – cortou um pedaço de carne.

— Tudo bem, não vou te forçar a nada, mas pensa com carinho, será muito bom para você. Aprender a lidar com os problemas que teve com sua mãe e essa descoberta sobre o seu pai. – bebeu um gole de vinho.

— Eu sei, comecei uma terapia lá em Harvard, me obrigaram, por causa do sequestro.

— E o que você achou? – limpou a boca.

Emma deixou os talheres sobre o prato e cruzou os dedos sobre seu colo e desviou o olhar.

— Foi bom por um lado, mas era tão ruim ficar relembrando tudo aquilo, ainda tenho pesadelos até hoje sabia? – olhou para a namorada.

— Sim eu sei. Eu ouvi você falando, enquanto dormia na última vez que fiquei na sua casa. – estendeu a mão sobre a mesa – Me dá sua mão.

— O que? – Emma não entendeu.

— Me dá a sua mão.

Emma estendeu a mão sobre a de Regina que a segurou forte e entrelaçou os dedos.

— Você não está mais sozinha Emma, não está em outro país, longe de quem você ama, de quem gosta de você, ao contrário, estou do seu lado, te amo e prometi fazer você feliz. E vou fazer. Mas você precisa se libertar. Deixa tudo o que te faz mal sair, e abre espaço para ser feliz.

Emma sentiu os olhos lacrimejarem, se havia algum tipo de dúvidas sobre Regina e sua mudança, esta se esvaiu. Se existia algum tipo de receio ou medo, isso acabou naquele momento. Apertou a mão de Regina com mais força e sorriu. Seu coração se encheu de esperança e por um momento ela aceitou ir com Regina conhecer sua terapeuta.

— Regina, eu vou com você conversar com sua terapeuta, marca um dia que vou lá.

— Ai minha linda, você não sabe a alegria que você me deu agora, quero só o seu bem, e tenho certeza que Marta pode te ajudar muito. – sorriu.

— Tudo bem, eu consigo fazer isso.

As duas terminaram de comer e caminhavam em direção ao prédio de Emma, Regina tomava um sorvete e Emma andava com as mãos nos bolsos.

— Emma, a Duda ainda está dando em cima de mim.

— Por que você está me contando isso?

— Porque não quero que existam segredos entre nós, já basta de confusões e mal entendidos. – tomou a ultima colherada do sorvete.

— E você fez o que? – encostou-se na grade do jardim.

— Nada, só disse a ela que agora tenho uma namorada linda e que só podemos ser amigas. – encostou-se ao lado da namorada.

— E ela aceitou na boa? – levantou uma das sobrancelhas.

— Em princípio sim, acho que ela não vai nos trazer problemas maiores, fica tranquila.

— Tudo bem. Ela pode até dar em cima de você, mas não quero saber que você está alimentando essas investidas dela ouviu? – cruzou os braços.

— Ai minha gatinha ciumenta, não fica grilada não, não vou alimentar nada com a Duda. Minha vida é com você e mais ninguém.

— Se não estivéssemos na rua, te daria um beijo. – disse baixinho – Vamos subir?

— Eu não resisto a um pedido desses. – sorriu.

As duas entraram no prédio da loura e aproveitaram o fim de noite para namorar.



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