História Um faz de conta que acontece! (SwanQueen) - Capítulo 45


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Era Uma Vez, Once Upon A Time, Queen, Regina Mills
Visualizações 79
Palavras 1.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 45 - Pressentimento


POV NARRADORA

Outra semana se passou, quinta-feira, Emma saiu direto de sua última aula para a academia, fazia frio, caminhava pelo campus, enquanto verificava suas mensagens no celular, teve a mesma sensação do outro dia, de estar sendo observada. Olhou a sua volta e percebeu um rapaz parado embaixo de uma árvore, olhando em sua direção, ele usava jeans e um casaco escuro com o capuz cobrindo a cabeça.

Ela ficou amedrontada, não sabia se ele estava ali apenas a observando ou esperando alguém, mas achou suspeito, começou a andar mais rápido, já estava se aproximando do ginásio, sentiu um grande alívio ao passar pela porta do vestiário feminino. Sentou no banco da sala de armários e encostou-se na parede, estava ofegante, não sabia se era pela corrida até o ginásio ou se era pela ansiedade de estar sendo observada.

Após se acalmar, Emma trocou de roupas e foi cumprir o seu circuito nos aparelhos. Malhou com os instrutores e para voltar ao quarto, pediu a um dos colegas que a acompanhasse, explicou o motivo e o rapaz a aconselhou a não andar sozinha pelo campus. Para não perder a carona, deixou para tomar banho no quarto.

Durante o trajeto, Emma ficou observando as pessoas caminhando pelo campus, tentando identificar o rapaz que ela havia visto mais cedo, mas não o viu por perto, já estava intrigada, pensava se não estaria exagerando, mas por que esse medo e essa angústia estavam habitando o seu peito? Agradeceu ao seu colega de treino e entrou no prédio do alojamento feminino, chegando no quarto, Daniela estava se preparando para sair.

— Oi. – sorria animada.

— Oi Daniela, você vai sair? – deixava a bolsa no chão.

— Sim, me convidaram para tocar em uma festa que vai ter no outro bloco. Vem comigo. – colocava o all star nos pés.

— Eu acho que eu não vou não. Mas você tome cuidado ao andar por aqui sozinha a noite, não é totalmente seguro.

— Pode deixar, os meninos me trazem de volta por causa do equipamento.

— Achei que você só tinha a guitarra.

— Eu tenho um amplificador também. – mostrou no canto do quarto.

— E isso estava onde que eu não vi? – retirava os tênis.

— Embaixo da minha cama. – ria.

— Entendi. – seu olhar se perdeu.

— Então? Não vai comigo?

— Não, vou ficar por aqui, tomar um banho, e descansar, o mestrado está sugando minhas forças.

— Tudo bem então, não precisa me esperar.

— Eu não ia. – riu.

Daniela pegou o case da guitarra e colocou nas costas, segurou o amplificador por uma alça e saiu deixando Emma sozinha no quarto, a loura correu para a porta para se certificar que estava devidamente trancada. Foi até a janela e observou os arredores do prédio, como não viu nada fechou a persiana. Mais calma entrou para tomar seu banho e relaxar. Ao voltar para o quarto, pegou um biscoito para comer e sentou na cama com o celular, Ariel e Jasmine ou Mariana, como somente Emma a chamava, estavam online, ao que foi logo chamada pelas duas. Ariel a chamou por chamada de vídeo, enquanto Mariana mandou mensagem.

— Oi Em. Que saudades! Você está bem? – sorria na câmera.

— Oi Ari, eu estou bem sim, e você?

— Eu estou ótima. Eu vi o seu e-mail. Tenho novidades para você. – pulava na frente do computador.

— Então me conta. – sorria.

— Amiga, eu estou namorando a Elsa. Queria te contar pessoalmente, não queria que soubesse por outra pessoa.

— Obrigada pela consideração Ari, mas você não precisa se preocupar com isso, fico muito feliz por vocês, Elsa é uma boa pessoa, acho que vocês vão se dar muito bem.

— Eu também estou achando isso. Ela é tão linda, tão carinhosa e companheira sabe. Ela me lembra você as vezes, quando dá uma de mandona.

— Eu sou mandona agora?

— É, mas eu adoro isso em você, deve ser por isso que adoro nela também. – ria.

— Entendi, mas e ai, cadê a namorada?

— Ela vai vir me pegar, nós vamos a um restaurante que falou que é muito bom aqui pertinho, eu estou esperando ela chegar.

— E as meninas? Não estão em casa?

— Não, elas esticaram direto do escritório, foram para um barzinho.

— Sei. Como eu tenho saudades de vocês! – sentiu um aperto no peito enorme e seus olhos marejaram.

— Ei, não fica assim, já passou praticamente um mês, é rápido, daqui a pouco você está de volta. – sorria .

— Ari, eu estou com medo. – uma lágrima escorreu.

— De que? – ficou assustada.

— Eu estou com a nítida sensação de que estou sendo observada, ou seguida, não sei direito.

— Como assim Em? O que aconteceu? – ficou apreensiva.

— Não aconteceu nada, é que vi um rapaz estranho parado no caminho da academia hoje, e semana passada, tive a mesma impressão, de ter alguém me acompanhando sabe.

— Eu hein Emma, fala com alguém ai, algum segurança, cuidado, não fica sozinha, não volta tarde pro quarto, e essa mania de ficar na biblioteca até dez, onze horas da noite, não faz isso. – dava uma bronca com vontade na amiga.

— O que vou falar com o segurança Ari? Eu estou com um pressentimento ruim? Não vão fazer nada.

— Então se cuida hein, não fica andando sozinha por ai não.

— Pode deixar. Ari, não fala nada para Lily não tá?

— Por que?

— Eu não quero preocupar ninguém, só te contei por que você viveu aqui também, queria saber se também acha que estou viajando com essas ideias.

— Não, não acho viagem, você lembra o que fizeram comigo e as outras meninas, não duvido de nada.

— Eu lembro bem. Vou tentar ter cuidado.

Jasmine começou a chamar Emma no whats direito, já que a loura não estava respondendo.

— Jasmine está me chamando. – observou a expressão de Ariel ao ouvir o nome de Jasmine

Antes a ruiva fazia uma careta, mas já estava mais aberta às novas emoções que vivia e esquecia pouco a pouco daquele amor que nutria por Emma. Não esboçou nenhuma reação de ciúmes, e Emma ficou aliviada com isso.

— Vai lá falar com ela então, eu vou me trocar para esperar Elsa.

— Vai lá, eu estou morrendo de saudades, um grande beijo minha amiga.

— Pra você também. Beijos. – Ariel deu um tchauzinho na câmera, e desligou. Emma foi atender Jasmine.

Mari — Oi Emma, você está ai?

Emma – Oi Mari, eu estou sim, você está bem?

Mari — Sim ,eu estou bem.

Emma — Você está em casa?

Mari — Não, eu estou em um bar com o pessoal do escritório.

Emma – Ah sim, eu vi você online, achei que estava em casa de molho.

Mari – Não, hoje não. Eu estou online pelo celular. Como estão as coisas por ai?

Emma – Está tudo bem, uma correria só, estudando, malhando, fazendo trabalho.

Mari – Eu imagino. Estou com saudades de você. Já fez praticamente um mês.

Emma – Eu sei, também estou com saudades. Queria muito estar ai, na minha casa. – dizia com melancolia.

Mari – Vai passar rápido minha linda. Eu estou doida para te reencontrar e sentir seu beijo novamente.

Emma – Rsrsrs, Eu confesso que também sinto falta do seu beijo. Da sua companhia.

Emma – Bom, eu vou deixar você se divertir.

Mari – Conversar com você é mais divertido do que o papo sobre arquitetura moderna que está rolando aqui na mesa.

Emma – kkkkkkkkkk. Então tá, quer falar sobre o que?

Mari – Sobre nós.

Emma – Nós?

Mari – Sim. Do quanto eu queria ter você nos meus braços agora.

Emma – Nossa, assim eu gamo. Rsrs.

Mari – Eu já gamei. Rsrs.

Emma – Como está o céu aí?

Mari – Limpo e com uma lua cheia linda.

Emma – Então olha para a lua e pensa em mim, estaremos conectadas pela energia dela. É a mesma lua que estou olhando aqui agora.

Emma levantou  e foi até a janela, abriu as persianas e sentou no parapeito, podia ver a lua cheia também, era incrível a sensação de conexão entre ela e Jasmine naquele momento.

Emma – Está sentindo minha presença?

Mari – Como se você estivesse aqui ao meu lado Mari.

Mari – É estranho me chamar, a única que me chama pelo segundo nome.

Emma – Não gosta?

Mari – Gosto porque vem de você! - Jasmine admirava a lua e pensava no que Emma havia dito, elas estavam ligadas através da lua, a mesma lua que iluminava o céu que elas olhavam. A morena alheia às pessoas que estavam animadas na mesa, fechou os olhos, no momento que a cantora que estava tocando no bar começou a embalar os seus sonhos.

 Emma voltou a escrever, chamando a atenção da arquiteta novamente.

Emma – Então, gostou da ideia? Agora sempre que olhar para a lua lembre-se de mim.

Mari – Sempre, a lua será nossa confidente.

Emma – Lindo isso.

Mari – O pessoal está me perguntando por que eu estou com cara de boba. Rsrsrs.

Emma – Você está com cara de boba?

Mari – É o efeito que você tem sobre mim.

Emma – Ai Mari. Você é linda sabia. Alguém já te disse isso hoje?

Mari – Não.

Emma – Então, você é linda!

Mari – Você que é. A galera quer tomar o celular da minha mão, é mole?

Emma – Vai se divertir, vou deixar você beber o seu chopp em paz.

Mari – Eu não quero parar de falar com você.

Emma – Eu sei, mas vai lá, você precisa se distrair.

Mari – Ok, eu vou, um beijo minha linda.

Emma – Beijo.

Jasmine saiu do aplicativo e Emma ficou olhando o celular, suspirou e olhou novamente para a lua, ao levantar desviou o seu olhar e reparou em um vulto de uma pessoa parada em frente ao seu prédio e se assustou, se afastou da janela rapidamente e fechou a persiana como pôde, o coração batia forte, apagou as luzes do quarto. Voltou para a janela e abriu uma fresta para olhar a rua. Para sua surpresa, não tinha ninguém em pé do lado de fora.

— Minha nossa! – colocava a mão no peito – Será que eu estou ficando maluca?

Olhou novamente e não viu mais ninguém, depois de outro susto desses, o que lhe restou foi desligar tudo e tentar dormir, o que não foi nada fácil.


Notas Finais


Sinceramente estou desanimada para continuar escrevendo.
Vocês não estão aceitando o rumo que quero que a fic tenha, não estão aceitando os novos personagens e não estão acreditando que tudo vai logo ser explicado.
Alguns comentários me desanimaram e se continuar assim, vou mudar a história coloca o reencontro de Emma e Regina de uma vez e terminar.
O que me dizem?


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