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História Um Filho Não Assumido - Mark Tuan ( GOT7 ) - Capítulo 19


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Notas do Autor


Olá meus Leitores, tudo bem? Espero que sim!
Eu demorei para postar devido as aulas online que me atrasaram um pouco, este capítulo era para ser postado entre o final de Abril e o Começo de Maio, porém não tive tempo para escrever e nem para atualizar as outras Fanfics minhas!

Ultimamente estou trabalhando para postar uma nova história dos integrantes do EXO, então isso também foi um motivo devido ao atraso, estou terminando os primeiros capítulos para publicar a história até o dia 22 desse mês.

Mas voltando para o que interessa, este capítulo vai sair um pouco longo porque estou trabalhando três coisas nele: o Passado do casal principal e o que está acontecendo no presente da história que, está voltado para a Min. Isto é, porque irei trabalhar no ponto de vista do Mark e da Estéfane - e antes que eu me esqueça, o ponto de vista de ambos serão as versões narradas deles: Se for o ponto de vista da Estéfane será narrado por ela e a mesma coisa com o Mark.

Também gostaria de avisar a vocês que, estarei editando a história do começo, pois observei que tem muitos pontos que não estão se encaixando e gostaria de corrigi-los, não sei ao certo quando irei postar o próximo capítulo então vou aproveitar esse tempo - que não irei postar - para editar a história!

Era apenas isso que gostaria de avisar a vocês e espero que vocês compreendam o que estou tentando fazer. Agora, fiquem com a história!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 19 - O Passsado e o Presente...


- Então, começa do início. - Respirei fundo antes de começar a falar.

 

ALGUNS ANOS ATRÁS...

- Oi amor. - Dei um selinho no mesmo, ele estava sério. - Aigoo, o que foi, Bebê? - Ele respirou fundo, e me olhou nos olhos.

- Precisamos conversar. - Eu assenti com a cabeça positivamente, fomos até a sala e nos sentamos no sofá.

- Pronto, pode falar. - Ele passou a mão na cabeça, eu o encarei preocupada. - O que foi, Bebê? Aconteceu algo? - Toquei em seu rosto e ele me encarou.

- Estéfane, eu... - Ele olhou pro chão antes de me encarar novamente. - Estéfane, eu preciso te dizer algo. Eu quero que você me entenda. - Eu assenti novamente, ele me encarou novamente antes de desviar o olhar novamente.

- Ok, Amor. Pode dizer, estou te ouvindo.

- Nós precisamos terminar. Eu preciso terminar, não estou aguentando mais nosso Relacionamento. - Eu o encarei, achando aquilo engraçado.

- Bebê, por favor, não tem graça. - Ri alto, fazendo o mesmo me encarar. - Vai, me conta a verdade, sem brincadeiras.

- É o seguinte: Eu quero t-terminar. - Aquilo foi o meu fim. Senti meus olhos umedecerem pelas lágrimas, aquilo não podia está acontecendo.

- Amor, para de brincar. I-Isso não tem graça. - As lágrimas desceram pelo meu rosto, minha voz saiu trêmula, minhas mãos começaram a tremer e o meu coração estava apertado. Quando fui segurar na mão do moreno, ele se levantou evitando o contato. - Tuan, diz pra mim que é mentira, que você não quer terminar comigo. Olha pra mim Mark, diz olhando isso nos meus olhos. - Eu toquei no rosto do mesmo que estava chorando, ele desviou o olhar para o chão, segurei em meus cabelos os puxando levemente.

- Você precisa entender, estou fazendo isso por nós dois. - Ele me encarou com o rosto molhado pelas lágrimas, o encarei.

- Por nós dois?! Mark você tá terminando comigo, como você quer que eu entenda isso?! Você não me ama mais, é isso?! - Assim que perguntei, ele ficou calado, de cabeça baixa. - Eu não acredito nisso.

- Estéfane, escuta. Eu estou fazendo isso por nós. Eu realmente amei você e eu te amo, muito! Não duvide disso, por favor. - Fiquei o encarando falar, enquanto tentava controlar minha respiração novamente.

- Então, por favor, não termine comigo! Não acabe com a nossa História agora. - Eu segurei em seu rosto, fazendo um leve carinho, ele segurou em minha mão chorando, tirou a mesma do local e me encarou.

- Té, por favor, não complica as coisas. - O encarei e logo secando meu rosto. Sentei no sofá novamente, ainda raciocinando.

- Tudo bem. - Sequei um rosto, minha voz saiu trêmula. Encarei o mesmo que ainda chorava. - Me responde uma coisa, Tuan. - Ele me encarou ainda em pé. - Você não tá terminando comigo por causa de alguma menina, não é? - Ele abaixou a cabeça e eu ri sarcástica. - É SÉRIO ISSO, MARK?!

- Se acalma, por favor. - Ele fez sinal pedindo que eu sentasse no sofá, isso só me deixou com mais raiva ainda.

- ME ACALMAR?! Você vem na minha casa pra dizer que quer terminar comigo pra ficar com qualquer garota?! E você tá pedindo calma?! Você tava me traindo por acaso, Tuan?! - A raiva e a tristeza que estavam dentro de mim se misturaram, eu chorava olhando para ele com raiva.

- Claro que não! Eu nunca faria isso com você! - Alterou seu tom de voz, com os olhos cheios de lágrimas.

- Agora eu não sei se acredito em você ou não! Me diz quem é a garota! É a Min? Você gosta dela não é? Tava no maior papinho com ela essestava tempo, nem falou comigo direito esses dias. E eu achando que era por causa das provas finais, mas não! Você ficava com ela! - Eu não sabia no que pensar, estava decepcionada demais com meu namorado, digo, Ex-namorado.

- Não, eu nunca fiquei com ela! Você sabe que eu nunca dei bola para essa garota, eu nunca trairia você, mas... Eu preciso terminar, pelo nosso bem. - Ele veio em minha direção segurando meus ombros. - Meu Amor, por favor, você precisa entender que estou fazendo isso por você, por mim! Por nós! Acredita em mim, eu nunca trocaria você por outra garota, jamais. - Ele segurou em meu rosto fazendo carinho em minhas bochechas com seu polegar. Ele juntou nossas testas, enquanto eu chorava olhando em seus olhos. - Acredita em mim.

- Eu não sei mais o que pensar, Mark. Você agindo assim está me magoando muito! - Eu tirava suas mãos de meu rosto mas ele as colocava novamente. Eu fechei os olhos, tentando me acalmar mas olhar para ele ali na minha frente estava me machucando mais. - Vai embora, Mark. - Eu o empurrei e subi correndo para o meu quarto, assim que entrei no cômodo fechei a porta e a tranquei, me joguei na cama me permitindo chorar ainda mais, tirando toda aquela dor de dentro de mim.

Eu não raciocinava direito, eu só pensava na dor que o Mark estava me causando, tudo que ele me disse lá em baixo  fui o fim pra mim. Me sentia destruída por dentro.  Eu chorava como se não ouvisse mais fim, tudo que eu tinha de felicidade, virou minha maior tristeza.

[...]

Passou-se uma semana desde o término do meu namoro e eu estou definitivamente mal. Não me alimento direito, não saio para nada, fico trancada no quarto, não vejo nem a luz do dia, estou totalmente horrível. Sem contar que vivo passando mal, vomitando toda hora. Provavelmente pela minha má alimentação.

Eu morava sozinha, meus pais moram no Brasil então eles não sabem o que aconteceu, apesar deles conhecerem o Mark há uns 2 anos, mais ou menos. Acordei novamente indisposta para qualquer coisa, me levantei tomei um banho coloquei uma roupa confortável e desci para comer algo. Sinceramente estava morrendo de tanta fome, tudo que eu comia botava pra fora uma hora depois, então optei por comer algo simples.

Preparei o café e me sentei na mesa, saboreando o sabor da bebida. Peguei meu celular para ver as redes sociais, faz tempo que não me atualizo de nada. Olhei o Instagram de alguns colegas da minha turma. Nada que me interesse - pensei. Olhando algumas pessoas, vi que Jackson, amigo de Mark, postou uma foto com uma garota, muito familiar para mim.

- Eu conheço ela de algum lugar. - Falei e dei um Zoom na foto, tentando olhá-la melhor. Ele colocou uma legenda super fofa junto a foto.

"Sei que te conheci a pouco tempo, mas já sinto que somos muito próximos. Sua carisma e o seu sorriso sempre me fazer rir e sorrir, só de estar ao seu lado me sinto muito feliz. Eu sinto que posso me expressar quando estou com você, e fico honrado se você fazer o mesmo comigo. Espero que possamos ser mais que amigos, algum dia! Te amo, Belinda!"

Agora me lembrei!

É a Belinda, afilhada do Padeiro onde minha mãe mora. Ouvi dizer que o pai dela faleceu ano passado porém não tive notícias dela.

Ela parece feliz ao lado do moreno, pelos menos alguém está feliz. Curti a foto do mesmo e logo deixei um comentário motivando o relacionamento dos dois.

"Parabéns, que vocês possam ser feliz! Belinda, faz tanto tempo que não te vejo, felicidades para vocês!"

Observei alguns comentários e parei no comentário da pessoa que acabou com o meu coração.

" Parabéns para vocês, pelo menos, alguém está feliz! ".

Ler aquilo acabou comigo. Só de ver que quem comentou aquilo era o Tuan me senti muito mal. As lágrimas veio a tona, descendo pelo meu rosto sem que eu permitisse. E lá estava eu, chorando novamente pelo garoto que me magoou.

 

Mark Tuan

 

Fazia uma semana desde que havia terminado o meu namoro. Eu estava muito mal. Vê-la chorar na minha frente machucou meu coração, até porque quem havia feito a chorar assim, era eu. Eu nem saia de casa, ficava no meu quarto chorando por ter magoado o Amor da minha vida.

- Filho. - Minha mãe bateu na porta pelo lado de fora, eu havia trancado. - Você precisa comer, eu fiz seu café. - Sua voz saiu abafada. - Meu amor, abre a porta. Vamos conversar.

- Me deixa, mãe. - Falou com a voz trêmula. - Eu não quero ver ninguém. - Algumas lágrimas desceram pelo meu rosto, afundei meu rosto no travesseiro que abraçada.

- Tá bom, meu amor. Mas se quiser conversar, estou a disposição para te ouvir. - Ela suspirou e então ouvi seus passos se afastando, até que não pude ouvir mais nada.

Voltei a chorar, afundei meu rosto no travesseiro o encharcando com minhas lágrimas, me levantei indo até a cômoda que fica ao lado da cama, pegando um retrato onde havia nós dois, na beira da piscina, ela tirava a foto enquanto eu beijava sua bochecha abraçada a sua cintura. Passei o dedo pelo rosto dela na foto e algumas lágrimas caíram em cima.

- Me desculpa, meu Amor. - Falei em sussurro, quase que não ai minha voz. - Meu desculpa, eu não queria terminar com você. - Abracei a foto chorando um pouco mais alto, cai de joelhos no chão. - Mas foi necessário. Ela queria te machucar, eu não podia permitir isso. - Olhei o quadro mais uma vez, vendo o sorriso de minha amada no quadro, tudo era perfeito até aquela desgraçada da Min estragar tudo.

[...]

Depois que parei de chorar resolvi sair do quarto, faz uma semana que eu não como e eu estava muito magro. Tomei um banho bem demorado antes de descer e fui para a cozinha, encontrei meu irmão no caminho para a cozinha e ele me olhou assustado, provavelmente pela minha cara.

- Meu Amor! - Minha mãe me abraçou confortavelmente, a abracei apertado sentindo o cheiro de seu perfume entrar pelas minhas narinas. - Olha para você. - Ela alisou meu rosto com sua mão e uma lágrima desceu de meu rosto enquanto a encarava. - Venha, sente-se. Você precisa se alimentar. - Ela segurou em minha mão, me levando até uma cadeira da cozinha pedindo para eu me sentir, assim fiz. - Filho, o que aconteceu? Seu pai, eu e os seus irmãos ficamos preocupado. Você não saiu do seu quarto praticamente a semana toda. - Suspirei pesado enquanto minha mãe fazia um carinho em minhas mãos.

- Eu posso comer primeiro? - Falei com a voz trêmula, ela assentiu e eu comecei a comer enquanto ela ficava observando. Ela começou a fazer carinho em meus cabelos enquanto eu me alimentava. Assim que terminei, ela pegou o prato colocou na pia e lavou, depois pegou um copo de água para mim. assim que terminei de tomar o líquido ela pediu para eu ir para a sala esperar ela, assim eu fiz.

- Pronto meu Amor, pode falar. - Ela passou a mão em minhas costas a acariciando, eu respirei fundo antes de começar. Senti as lágrimas umedecerem meus olhos.

- Eu terminei com a Té. - Falei e ela passou a mão eu meu rosto.

- Aigoo, porquê? Vocês brigaram? - Eu neguei e as lágrimas desceram de meu rosto.

- Pelo contrário mãe, eu terminei com ela porque a amo muito! - Não me contive e chorei mais alto, minha me abraçou de lado enquanto passava a mão em meu rosto.

- Me explica o que aconteceu então. - Ela se sentou direito e segurou em minha mão.

- Eu terminei com ela por culpa de uma garota. - Limpei o rosto, ainda fungando pelas lágrimas que caíam. - Tem uma garota. Min, é um nome dela. Pelo que eu sei ela estudo comigo desde o fundamental I, mas nunca havia reparado nela. Um tempo atrás ela veio conversar comigo, então fomos criando amizade entre nós e então ela se declarou. Eu fui sincera com ela, disse que namorava a Estéfane e que a amava muito. Ela então compreendeu e prometeu nos deixar em paz. Bom, era o que eu pensava.

- E o que aconteceu com a garota? - Ela tocou em meu braço me incentivando a contar.

- Parece que ela tinha uma obsessão por mim, desde pequena. - Minha mãe colocou a mão na boca, surpresa pelo que disse. - Descobri isso, quando encontrei um colega meu que estudava comigo e com ela naquele tempo, então ele me contou tudo. No começo eu não quis acreditar naquilo, mas quando eu percebi que tinha algo de muito estranho acontecendo eu percebi que era verdade.

- E o que você achou de estranho? - Eu suspirei, pensando ao certo como contar aquilo para ela.

- Eu estava sendo seguido. - Minha mãe arregalou os olhos e parou um pouco para raciocinar. - Percebi isso quando estava saindo da escola. Eu vi um carro preto parado um pouco afastado da escola, quando eu o olhei pela primeira vez pensei que fosse de algum pai de algum aluno mas, - parei para relembrar o ocorrido. - nesse mesmo dia, Jackson e os meninos combinamos de nos encontrarmos para jogar futebol no campo, e na volta passamos em uma sorveteria. Foi muita coincidência mas, quando olhei para a rua da Sorveteria esse mesmo carro estava lá estacionado e, quando havia chegado em casa o carro estava do outro lado da rua, parado. Eu me assustei na mesma hora, porque não sabia quem estava fazendo aquilo, então de primeira me lembrei da Min.

- E quando você descobriu isso? Por que não nos contou? - Ela pareceu irritada, mas manteve a calma por mim.

- Por que eu não tinha certeza. Eu havia te falado que ela tentou acabar com o meu namoro? Ela seguiu a Té até um Bar onde ela estava bebendo sozinha. JB me contou que nesse dia ela havia ligado para ele achando que fosse eu, dizendo que queria se encontrar comigo e ele logo percebeu que ela estava bêbada e então foi busca-la. Chegando lá, ela estava um pouco sóbria e então chamou o mesmo para beber com ele, ele aceitou e então começaram a beber. Então ele disse que ela bebeu tanto, que nem tinha noção do que fazia e então agarrou ele para um beijo, achando que fosse eu, ele de imediato separou o beijo e a levou para casa. Depois que ele chegou na casa dela, me ligou dizendo que ela estava bêbada e que precisava que eu fosse cuidar dela. E assim eu fiz.

- Mas então?

- JB não havia me contado do beijo, ele me disse que não havia correspondido o beijo quando ela pediu passagem e então tentou apenas deixar quieta aquela situação. Mas eu acabei descobrindo através da Min que estava discutindo com ela dentro de uma sala, Min dizia para a Té que ela me traiu que havia se agarrado com ele no bar. Naquela hora eu havia ficado irritado depois de tudo que havia ouvido e quando Min havia me mostrado a foto senti meu coração doer vendo aquela foto. Por isso aquele dia eu fiquei suspenso, por causa disso.

- Ai filho, isso é assustador. - Ela colocou a mão na boca olhando para o chão.

- É ai que ela entra no término do meu namoro. - Ela me olhou confusa. - Foi por causa dela que terminei com a Estéfane. Mãe, aquela garota é louca. Louca! - Comecei a chorar novamente, ela suspirou jogando os cabelos da frente de seu rosto para trás com as mãos.

- Me diz o que ela te fez?! Ela te ameaçou? - Assenti chorando, abracei minhas pernas afundando meu rosto na mesma. - Que desgraçada.

- Ela me mostrou uma arma e me ameaçou, dizendo que se eu não terminasse com a Estéfane ela ia sofrer as consequências, mãe eu fiquei muito assustado. Eu fiquei com medo dela fazer alguma coisa com a Estéfane, eu fiquei com medo, mãe. - Minhas mãos começaram a tremer, minha mãe segurou minha mão entrelaçando em seus dedos, me abraçando apertado. Abracei apertado a mesma permitindo minhas lágrimas caírem, comecei a chorar alto e vi meus irmãos aparecerem na sala me observando naquela situação.

Vi Tammy se sentando ao meu lado no sofá, ela fez m carinho com suas mãos sobre minhas costas e me abraçou por trás. Meus outros irmãos fizeram o mesmo, provavelmente devem ter ouvido minha conversa com minha mãe. Eles me abraçaram me confortando, aos poucos fui parando de chorar. Minha mãe acariciava meus fios de cabelo fazendo com que o meu sono chegasse logo.

AGORA NO PRESENTE...

 

Estéfane Kim

 

Assim que ele terminou de me contar tudo, não impedi que as lágrimas caíssem. Coloquei a mão no rosto assustada, ainda processando o que o Mark havia acabado de me contar. Sem pensar duas vezes, abracei o mesmo começando a chorar.

- Me desculpa, eu não te deixei explicar aquele dia. Eu fiquei muito magoada porque você havia terminado comigo, que nem deixei você me contar o verdadeiro motivo de você terminar comigo. - Ele acariciou o meus cabelos enquanto afundava o rosto na curvatura do meu pescoço.

- Tudo bem, já passou. - Ele separou o abraço me olhando, acariciou minhas bochechas secando algumas lágrimas que escorriam por ali. - O pior já passou.

- Não. - Neguei abaixando a cabeça, ele levantou o meu queixo com seu dedo indicador me olhando. - É tudo culpa minha, eu não devia ter vindo atrás de você.

- Por quê? O que aconteceu? - Eu me separei de seus braços segurando em sua mão.

- Mark... - Ele me olhou esperando que eu falasse. - A Min tá viva. - Assim que eu falei, ele arregalou os olhos. Ele ficou imóvel, vi sua respiração ficar um pouco desregulada.

- Como assim viva? Fiquei sabendo que ela morreu em um acidente de carro. - Ele se levantou com as mãos na cabeças, ainda surpreso.

- Não, ela está viva. Eu a vi pessoalmente. - Assim que terminei de falar, ele veio até mim segurando em meus ombros.

- Por que não me contou isso antes?! Você sabe o que ela é capaz de fazer?! - Ele respirou fundo e pensou um pouco. - Ela não fez nada com você, certo? Se ela tocar um dedo em você, eu acabo com aquela desgraçada! - Ele se alterou, sua expressão era de raiva e ódio.

- Mark, ficar assim não vai nos ajudar em nada. Você precisa se acalmar. - Me levantei, me aproximando do moreno, tocando em seu ombro. O virei para mim. - Temos que manter a calma agora, respira.

Ele respirou fundo, e me olhou. Me abraçou forte e eu retribui, sentindo seu perfume entrar pelas minhas narinas.

- Você está bem? - Perguntou ainda me abraçando.

- Sim, mas assustada com tudo que aconteceu. - Respondi sem desfazer nosso abraço.

- E o Hyun? Ele está bem?

- Sim, mas está desprotegido. - Apertei o abraço, o trazendo mais pra mim. - Mark, e se ela tentar fazer algo com o nosso filho? Eu não vou me perdoar nunca. - Comecei a chorar ele acariciou meus cabelos, enquanto mais lágrimas saíam do meus olhos.

- Não vai acontecer nada. Vocês não estão sozinhos, não mais. - Eu levantei o rosto para olhá-lo, ele secou minhas lágrimas e se aproximou de meu rosto. Selou nossos lábios em um selinho demorado, e depois os separou.

Quando pensei que ele fosse se afastar de vez, ele se aproximou novamente selando nossos lábios, logo pedindo passagem. Cedi ao seu beijo, deixando sua língua explorar a minha boca. Ele segurou meu rosto com a suas mãos enquanto as minhas o abraçava pela cintura. Nossas línguas brigavam por espaço, uma invadindo a boca da outra, querendo mais. Separamos nossos lábios recuperando o fôlego.

- Me desculpa, eu não devia. - Ele tentou me soltar, mas o segurei pela cintura, colando seu corpo ao meu.

- Cala a boca e me beija. - O puxei pela nuca juntando nossos lábios em um beijo intenso, ele segurou em minha cintura, me trazendo para mais perto dele.

Puxei os pequenos cabelos de sua nuca, ele se arrepiou, senti suas mãos entrarem por dentro da camisa que eu vestia passeando-a por minhas costas, me fazendo arrepiar. Ele apertou levemente minha cintura me fazendo arfar, suas mãos desceram para minha bunda as apertando, aquilo foi tão bom. Senti um calor subir em meu corpo, faz tanto tempo que não sinto isso. Começamos a dar passos cegos até que caímos juntos na cama, ele por cima de mim. Minha mão entrou dentro de sua camisa passando por seu abdômen, senti seus gominhos duros e os arranhei levemente, o fazendo arfar. Separamos nossos lábios novamente recuperando o fôlego.

 

- Você quer? - Ele perguntou ainda ofegante, enquanto distribuía beijos pelo meu rosto enquanto segurava em minha cintura a apertando de leve.


Notas Finais


Ela quer ou não?

Coitadinho do Mark pessoal! Me digam o que acharam...
Rola hot ou não?


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