História Um Grande Amor Depressivo - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Depressão, Romance
Visualizações 19
Palavras 589
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico)
Avisos: Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Psicóloga


Acordo numa nova manhã, me levanto e tomo um banho com água fria.

Visto meu moletom e desço.

Me despeço da minha mãe e saio sem tomar o pequeno almoço.

  A meio do caminho sinto alguém agarrando a minha cintura, quando me viro vejo que é o Diogo. 

Eu e o Diogo fomos andando pra escola e chegando la vimos a Giovana na entrada conversando com umas garotas, não quisemos interromper a conversa então fomos andando pra sala de aula.

O dia de aulas correu como sempre, escrever, decorar, calcular, desenhar, entre outras coisas.

Depois de todas as aulas acabarem eu sai da escola sem o Diogo e sem a Giovana, eu tinha que ir a um sítio que eles não podiam me acompanhar, bem a Giovana até podia ir, mas eu prefiro estar sozinha.

Vou andando até que chego no local, entro e vou na recepção.

Recepcionista- Boa tarde

Jennifer- Boa tarde, queria me encontrar com a Dra. Joyce por favor 

Recepcionista- Sala três

Segui até a sala, bati a porta e entrei.

E era agora, neste momento eu ia aguentar mais um sermão de uma hora sobre o que é depressão e como eu tinha que parar de me cortar. 

Mas afinal foi diferente.

Dra. Joyce- Boa Tarde Jennifer 

Jennifer- Boa tarde

Dra. Joyce- Antes de tudo quero que me conte tudo desde quando começou a se sentir assim.

Jennifer- Tudo começou quando eu tinha 12 anos, meus pais discutiam todos os dias, a todas as horas e a um certo momento meu pai começou agredindo minha mãe com um cinto. Tempos depois minha mãe apresentou queixa eles se separaram e ele foi preso durante 2 anos. Nessa fase da minha vida eu me sentia a culpada, principalmente porque meu pai sempre dizia que eu que arruinei o casamento deles, mas minha mãe por tras vinha sempre dizer que não era verdade, o que não mudava muita coisa. Depois coisas mínimas me abatiam bastante, comecei a me cortar aos 12, depois de meu pai ser preso e quando minha mãe descobriu meus braço cheio de cortes aos 14 anos me levou num psicologo. Todas as sessões ele me dava um sermão falando o que era depressão, eu até ja sabia o sermão de cor, achei estranho vc me fazer perguntas e não me dar um sermão.

Dra. Joyce- Esse psicologo não deve ser muito bom, mas continua vai

Jennifer- Nesse ano que eu descobri que tinha depressão todas as minhas amigas me abandonaram e foi ai que comecei a ser a mais zoada e isolada da escola. Eu sofria bullying era zoada a toda a hora, ne chamam de tudo e mais alguma coisa. A minha vida continuou igual durante anos, indo no mesmo psicólogo e sentindo sempre a mesma tristeza dentro de mim. Até que esse ano minha mãe e eu noa mudamos pra cá, no segundo dia conheci um garoto que virou meu melhor amigo e há uns dias atrás conheci uma garota. Ela sabe que eu tenho depressão pois eu contei pra ela.

Dra. Joyce- Isso é um bom sinal 

Ela fala me interrompendo e fazendo sinal pra eu continuar

Jennifer- Mas não contei pro meu melhor amigo pois tenho medo de o perder.

Dra. Joyce- Isso é uma coisa que temos de resolver mas já estamos aqui a muito tempo, então pode ir e vemo-nos daqui a quatro dias.

Me despedi, sai e fui andando pra casa.

Sentia-me um pouco mais leve sem aquele peso todo que carregava todos os dias.

Então cheguei a casa jantei e subi pra dormir.


Notas Finais


Oieeee gente, está quase quase acabando, não sei se quando acabar vai ter continuação então deixo isso pra vocês.
❤😘


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