História Um Harry Potter diferente - Capítulo 23


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Categorias Harry Potter
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Chegou o tão esperado momento da batalha.
Será que os problemas irão acabar de vez ou não?

Capítulo 23 - Batalha em Hogwarts Parte 1


Tensão, essa palavra poderia simplificar o estado dos bruxos pertencentes à Ordem da Fênix quando Harry contou que o ataque estava próximo e todos deveriam começar a se preparar. O moreno ficou sozinho na Mansão, enquanto os outros corriam para ajeitar tudo, incluindo os aliados que deveriam ajudar, e as passagens que deveriam ser bloqueadas.

-Tenho que dar meus parabéns a você Vitor, concluiu o plano perfeitamente bem. -falou Harry quando um rapaz com roupas esfarrapadas entrou pela porta da frente.

-Quer dizer que o seu espião era o senhor Krum. Falou Dumbledore aparatando na mansão, surpreendendo Harry. Desculpe aparecer de repente, mas esqueci de combinarmos alguns detalhes sobre a evacuação de Hogwarts.

-Não precisa mentir velhote, sei muito bem que ficou espiando o tempo todo, para esperar pelo meu espião. - falou Harry rindo, dando um frasco de poção para Vitor, que respirava mais aliviado.

-Não pode se negar a minha curiosidade sobre isso, mas que tal me contar como vocês conseguiram iludir Voldemort brilhantemente?-questionou Dumbledore genuinamente curioso.

-Vitor é um especialista em feitiços de ilusão, pode fazer qualquer pessoa acreditar no que ele quiser que acredite. Explicou Harry. Esse poder impede que qualquer legilimente possa descobrir seus verdadeiros pensamentos, até mesmo Voldemort não pode descobrir a realidade da ilusão.

É - Entendo... -falou Dumbledore pensativo. É uma habilidade bem rara essa sua Sr. Krum, e aposto que a descobriu graças ao treinamento do Harry, certo?

-Sim diretor Dumbledore. Respondeu Vitor mais relaxado, tendo abandonado sua missão de espião. No fim do Torneio Tribruxo, Harry foi me procurar dizendo sobre um poder oculto que eu possuía e que poderia ser muito útil na luta contra Voldemort, e como sempre quis ser um auror concordei, mesmo tendo que passar por um comensal da morte. Reclamou passando a mão, onde a Marca Negra queimava em seu antebraço.

-Peço desculpas mais uma vez por tê-lo feito passar por isso Vitor, mas sacrifícios são necessários. Falou Harry seriamente. Sem contar que desempenhou seu papel de espião perfeitamente bem.

-Mesmo com suas habilidades ilusórias Sr. Krum, poderia me explicar de qual jeito escapou de ser descoberto por Tom. Insistiu Dumbledore.

-Bem, quando voltamos para o esconderijo usei a maldição Imperius no Corner, e um feitiço ilusório no Rabicho, pra ele pensar que tinha pegado nossas varinhas. Começou Vitor contando toda a cena que foi feita para enganar Voldemort. Aproveitando a distração deles, criei uma duplicata minha, enquanto Corner terminava o seu showzinho explodindo todos os prisioneiros, os matando.

-Entendo. Falou Dumbledore com uma cara de desagrado, não gostava do jeito que Harry agia, mas há muito tempo tinha decidido não discutir sobre isso. E como Corner, foi encontrando na rua longe do tal esconderijo?

-Veneno. Falou Harry simplesmente. Uma das minhas misturas especiais, de efeito em longo prazo, perfeito para assassinatos. Quanto às entradas secretas de Hogwarts, pedi para os Marotos e os gêmeos as bloquearem, será um serviço perfeito e quanto a Floresta Proibida contamos com os centauros e alguns encantamentos para não sermos atacados por ali.

-Irei preparar então as chaves de portal, para evacuarmos a escola quando o ataque começar. Disse Dumbledore se levantando para ir embora. -Sr. Krum, foi um prazer revê-lo.

-O mesmo diretor Dumbledore. Falou Vitor educadamente, após o diretor sumir, olha para Harry. Tem um quarto para que eu possa descansar? Desde que me tornei comensal, não sei mais como é a sensação de dormir tranquilamente.

-Subindo as escadas, terceira porta a esquerda tem um quarto de hospedes. Pode ficar o tempo que precisar Vitor, a mansão é bem grande mesmo. E se quiser comer algo peça a um dos elfos na cozinha. Falou Harry simpático.

-Obrigado, até mais tarde.

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-Draco, o mestre está o chamando, parece que ele tem uma missão especial para você. Falou Lúcio entrando no quarto do filho com um grande sorriso no rosto. Não ouse falhar com ele, precisa mostrar que é um comensal útil e valoroso para o exercito dele, quem sabe você pode se tornar até mesmo o general dele.

-Se a missão envolver aquele maldito do Potter vou cumprir com prazer pai. Respondeu Draco friamente, não esquecendo as humilhações que sofreu do moreno de olhos verdes, que desde que foi para Hogwarts, impedia qualquer um dos seus planos.

-Draco, iremos tomar Hogwarts e para isso quero manter o Potter longe do castelo, pelo menos a principio. Sem o líder, eles tendem a cometer muitos erros, que podem significar a nossa vitória.

-Entendo Milorde, o que senhor quer que eu faça?

-Use alguns daqueles inúteis que estudam em Hogwarts ainda para sequestrar a menina Black, parece que os dois foram criados juntos, e com a ameaça certa podemos manipular o Potter. Sorriu Voldemort malicioso.

-Perfeitamente, mas não seria melhor sequestrar a Weasley?-perguntou Draco, pensando que desse jeito ele poderia se divertir com a traidora de sangue.

-Draco...Draco, gosto do seu jeito de pensar, mas a Weasley é poderosa demais para alguém como você conseguir controlar, ela o mataria com um estalar de dedos. Falou Voldemort rindo.-Agora saia daqui e pense num bom plano, se falhar será punido.

-Como quiser. Falou Draco, fazendo uma reverencia e saindo de perto dele.

-Rabicho...-chamou Voldemort bebendo uma taça de uísque de fogo. Como está a cotação do meu exército?

-Temos quatro gigantes, uma pequena legião de Inferis, os dementadores, lobisomens e alguns lycans, comandados pelo Greyback. Não contamos mais com os vampiros, após a morte de seu líder.

-Já era de se esperar isso, os vampiros são uns covardes, que sempre dependem de um líder, para mandar neles. Resmungou Voldemort. Iremos atacar primeiro com os inferis, junto com os dementadores e os gigantes que irão aproveitar o efeito negativo dos dementadores para esmagar os bruxos.

-Como quiser Milorde, tenho certeza que iremos esmagar todos os bruxos da Ordem. Falou Rabicho pensando que poderia aproveitar para matar seus velhos amigos.

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-Devemos nos concentrar primeiramente na proteção da Floresta Proibida, não podemos ser pegos num ataque surpresa. Gesticulou Rony para uma maquete do castelo de Hogwarts.

Harry tinha chamado ele, para que os dois junto com Órion decidisse a melhor estratégia para neutralizar as forças de Voldemort, a razão de apenas os três se reunir para isso, é de evitar o vazamento de informações, e Dumbledore preferia confiar na capacidade deles, ainda mais demonstrando seus erros durante os anos.

-Quanto a isso não teremos problemas, a proteção da Floresta será feita pelos centauros e pelos animais.- falou Órion despreocupado.

-Mesmo assim, algumas pessoas devem ficar dentro do castelo pela falta de experiência de alguns alunos que vão querer participar e também para termos quem trate dos ferimentos, sem contar que algumas mulheres que estão grávidas não podem participar da luta abertamente.

-Seu desgraçado você engravidou minha irmãzinha?-explodiu Rony partindo para cima de Harry que surpreso não conseguiu desviar do soco do ruivo, que iria continuar, antes dele ser parado por Órion que observava a cena rindo.

-Está louco Rony? Quem disse que a Gina está grávida seu grande idiota?!-gritou Harry mexendo o queixo dolorido. Estou falando da Tonks e da Fleur.

-Ah?-murmurou Rony com cara de bobo.-Bem, foi mal Harry eu agi por impulso.

-Idiota, vamos logo terminar o plano. Resmungou Harry voltando a se sentar em frente à maquete. O primeiro ataque deve ser criaturas das trevas, como dementadores e inferis, que não podem ficar perto dos comensais, já que os afetaria também.

-Então na linha de frente seria melhor colocar especialistas em feitiços de fogo, mas é perigoso ficar em frente aos inferis ainda mais se tiver dementadores voando ao redor da gente.

-Bem os patronos serão lançados de todo o canto, podemos até mesmo colocar alguns patrulhando o castelo. E quanto aos inferis os centauros podem ataca-los a distancia com suas flechas flamejantes. Disse Harry. Nosso problema de verdade será com os gigantes, os mais indicados para lidar com eles são os gêmeos e a Mione, eles deverão se concentrar neles, por isso alguém vai ter que cobrir eles.

-A Sra. Potter e o Remo são ótimos em feitiços, eles podem fazer isso junto com alguns outros membros da Ordem sob comando deles. Mas não podemos esquecer o Carlinhos, ele disse que poderia aparecer com alguns dragões para ajudar, eles seriam muito eficientes contra os gigantes. Falou Rony.

-Não podemos contar com a sorte de eles chegarem a tempo, se aparecerem, mandamos Mione e os outros recuarem e deixar os gigantes com eles. Concluiu Harry.

-Quanto à luta com os comensais não tem como planejarmos apropriadamente, devemos tomar cuidado com vinganças pessoais, elas podem interferir. Falou Órion sabiamente. Humanos deixam se levar muito pelo sentimento de vingança.

-O que podemos fazer é nos manter afastados quando uma luta desse tipo ocorrer, ainda mais se for contra Rabicho, muitos querem a cabeça dele, até mesmo eu tenho certo interesse na morte dele, mas deixarei para os ex-amigos dele. Falou Harry sabendo que os Marotos planejavam há muito tempo sua vingança contra o rato.

-E se meu caminho cruzar com o do Malfoy faço questão de tirar o sorriso presunçoso daquela doninha.- falou Rony de forma cruel, deixando Harry divertido com aquele jeito dele.

-Então vamos treinar um pouco Rony, faz um bom tempo que a gente não duela. Falou Harry malvado deixando Rony arrependido de ter provocado o moreno, agora não iria escapar de uma batalha treino que acabaria virando um massacre onde ele seria arrasado por Harry, ainda mais depois de ter batido nele. Não se preocupe, prometo deixar você inteiro, quer dizer o mais inteiro possível. Terminou Harry, segurando o ombro do ruivo e aparatando para sua mansão.

-Harry Potter, depois dessa batalha você não será mais o mesmo, tenha certeza disso. Falou Órion olhando para o céu, desfazendo a maquete e voltando para dentro da mata.

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O castelo de Hogwarts estava agitado, mesmo ninguém sabendo muito bem o que aconteceria era possível sentir algo estranho na atmosfera. Os professores pareciam mais tensos que o normal, inclusive Snape que tirava pontos da de qualquer casa apenas por causa de um suspiro mais alto. Os fantasmas mal apareciam e quando faziam isso estavam totalmente alheios a qualquer coisa ao seu redor, nem mesmo Pirraça pregava suas peças habituais. Alguns alunos sabiam o que iria acontecer, então se preparavam deixando sempre suas varinhas ao alcance de suas mãos, alguns inclusive chegavam a treinar em salas escondidas sob o comando de Gina Weasley e Luna Lovegood.

Cecília Black, sabia que não teria chances de participar da batalha, pois todos queriam proteger, alegando que era apenas uma criança. Nem mesmo Harry que sempre a defendia, já tinha deixado bem claro que ela não iria fazer nada, apesar de que ela mesma tinha consciência que seria arriscado ela enfrentar bruxos experientes, mas mesmo assim ela poderia pelo menos fazer ataques surpresas de dentro do castelo ou cuidar dos feridos, por isso tentava conquistar o auxílio de Gina que tem grande poder sobre Harry. Por isso ela estava correndo para a Sala Precisa, onde as meninas deveriam estar treinando com alguns alunos do sétimo ano.

-Olha se não é a Black traidora do sangue. Falaram um grupo de cinco sonserinos, fechando o corredor onde Cecília passava, não deixando uma rota de fuga para ela.

-O que vocês querem suas cobras idiotas?-desafiou Cecília sacando sua varinha.

-ESTUPEFAÇA!-falou um dos alunos contra ela, que se protegeu com um escudo evitando o ataque e contra atacando.

-RICTUMSEMPRA!-a azaração das cócegas acertou em cheio o bruxo, o fazendo dar risadas descontroladamente segurando sua barriga. Outro sonserino, a agarrou pelas costas a prendendo.

-Me solta, seu desgraçado.-resmungou tentando acertar uma cabeçada.

-Pirralha, desgraçada.-resmungou o que tinha sido acertado pela azaração, puxando os cabelos dela para trás e apontando a varinha no seu pescoço. Tem muita sorte, do Malfoy a querer inteira se não eu acabava com sua raça. Completou estuporando ela.

-Ainda bem que tivemos que capturar ela, se fosse a Weasley ou a Lovegood, estaríamos mortos. Falou o que estava segurando Cecília com medo, de enfrentar as duas.

-Pare de ser covarde, Henri. Vamos logo levar ela para o Draco, quem sabe ele não deixa a gente se divertir um pouquinho com ela. Sorriu malicioso olhando para o corpo da menina. Puxou uma chave de portal do bolso, fazendo os cinco sumirem, sem serem detectados pelos feitiços defensivos do castelo.

Não notaram que uma menina do primeiro ano da casa da Lufa-lufa, espiava toda a ação com medo de ser vista. Ao os ver sumirem, correu para contar para alguém o que tinha acontecido.

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-Milorde capturamos a fedelha Black. Falou Draco fazendo uma reverencia a Voldemort.

-Bom trabalho Draco, com isso podemos dar inicio aos preparativos para o ataque a Hogwarts.-falou Voldemort com um sorriso maligno. Fique na Mansão dos Parkinson, vai demorar um tempo para pensarem nela. Reúna seus colegas de classe e contemporâneos da sua turma, devem ser capazes de cuidar de uma garota de doze anos. Mas mesmo assim vou mandar alguns dementadores e um gigante para ajudar na proteção.

-Um gigante não é fácil de esconder.

-Por isso a mansão dos Parkinson possui feitiços desilusórios. Respondeu Voldemort irritado. Outra coisa Draco, se fizer algo com a menina saiba que vou castra-lo, não podemos perder tempo com brincadeiras sem sentindo. Agora suma da minha frente que tenho que comandar os outros inúteis para conquistarmos o castelo.

-Como desejar Milorde. Falou Draco se retirando, enquanto Voldemort chamava o resto dos seus comensais que apenas esperavam pelas suas ordens.

-Rabicho, selecione um grupo de comensais para tomarmos Hogsmeade sob nosso controle. Faremos daquele vilarejo nossa base para lançar ataques contra o castelo. Avisou Voldemort alisando a cabeça de Nagini.

-Claro Milorde. Falou Rabicho saindo às presas e chamando quem estava perto, reunindo ao todo uns trinta comensais que aparataram imediatamente aos arredores de Hogsmeade. Façam o que quiserem com os moradores e comerciantes, o mestre deseja apenas que tomemos o controle de Hogsmeade, não precisamos de prisioneiros.

-Sim senhor!-responderam partindo em direção ao vilarejo, enquanto Rabicho lançava feitiços para impedir que a Ordem tentasse intervir no ataque.

Cabeça de Javali

Aberfort Dumbledore, como sempre costumava fazer limpava os copos atrás do balcão com um pano sujo, mas que estranhamente deixava os copos sempre limpos, sem qualquer tipo de sujeira. Seu bar, o Cabeça de Javali, não era um dos pubs mais famosos, na verdade as pessoas que costumavam frequentar tinham a índole duvidosa, mas pelo menos isso servia para o trabalho de Aberfort como um informante da Ordem, possibilitando assim que ele informasse seu irmão houvesse algo de errado.

-Que barulheira é essa agora?-perguntou o homem ouvindo gritos e pequenas explosões do lado de fora.- Cuide das coisas, vou ver o que está acontecendo. Avisou ao rapaz que o ajudava a tomar conta do pub. Saindo do Cabeça de Javali, com sua varinha em punho, avistou comensais da morte entrando em Hogsmeade lançando feitiços contra pessoas que passeavam e explodiam os prédios.

-Aquele moleque chega a ser pior que o Alvo. Resmungou levantando sua varinha e disparando diversos patronos em forma de bode para os comerciantes, voltando para dentro do pub. Estamos sendo atacados, mas vocês não precisam se preocupar, temos uma maneira de escapar. Falou aos poucos clientes, mandando seu ajudante os levar para a lareira, enquanto desenhava runas na porta. Espero que essa proteção funcione.

Do lado de fora, Rabicho estranhava que ninguém ficava para combater os comensais ou aparatar dali, a única reação que teve foi a do velhote dono do Cabeça de Javali, que lançou diversos patronos para as outras lojas e voltou a entrar.

-Senhor, não estamos conseguindo invadir as lojas. Falou um comensal se aproximando de Rabicho.

-Como assim?

-Toda vez que lançamos feitiços contra as portas, nossa magia é absorvida e alguns casos rebatidas, dois comensais sofreram ferimentos por tentarem cortar a porta ao meio. Respondeu o comensal espantando.

-Isso não importa, deve ser algum feitiço de proteção criado por aquele caduco do Dumbledore. Pensou Rabicho, espiando pela janela. Pelo jeito serve para evacuar os moradores. Precisamos evitar apenas que eles não usem isso para fazer um ataque surpresa, um escudo em forma de cúpula pode impedir que eles façam isso. Terminou Rabicho, mandando cada comensal para um canto de Hogsmeade e criando a cúpula.

-Muito bem Rabicho, é um dos meus servos mais fiéis, tenho que agradecer aqueles seus amigos idiotas por não notarem seu grande potencial. Falou Voldemort aparecendo de repente ao lado de Rabicho, junto com o restante de seus comensais, havia tantos bruxos sob seu comando, que não sobravam espaços vazios na cidade que ficou tomada de comensais. Agora mostrarei a todos a extensão de meus poderes, nem mesmo aquele velhote poderá me deter e Harry Potter será eliminado tentado salvar a priminha idiota. MORSMODRE! A caveira verde, característica durante os ataques de comensais, surgiu no céu, ao mesmo tempo em que o sol começava a se pôr, à noite em que o futuro da comunidade bruxa seria decidido, com a vitória do bem ou do mal.

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-Tom fez justamente o que você disse Harry, meu irmão acabou de iniciar a evacuação e os outros comerciantes já fizeram o mesmo. Contou Dumbledore para Harry, que tinha ido mais cedo para Hogwarts, discutir detalhes sobre a evacuação, Snape também se encontrava na reunião, pois sua experiência como comensal sempre podia os ajudar.

-Os movimentos de Voldemort são muito previsíveis, ele cria estratégias que permitem muitas brechas para podermos contra atacar.

-Aposto que teremos dificuldade para evacuar a Srta. Black, ela não vai aceitar ser mandada para a Mansão sendo cuidada pelos elfos-domésticos. Opinou Snape, sabendo que a menina tinha herdado a teimosia dos pais.

-Não vai ser mesmo fácil...-começou a falar Harry, quando a porta da diretoria foi aberta bruscamente por quatro pessoas, McGonagall, Gina e uma menina primeiranista da Lufa-lufa.

-O que aconteceu, para vocês entrarem desse jeito?-perguntou Snape curioso olhando para o estado da vice-diretora e das duas meninas, sendo que a garota da Lufa-lufa, Amanda Kast, parecia aterrorizada.

-A Srta. Kast, presenciou um sequestro. Começou Minerva com os lábios crispados, mas não conseguiu terminar de falar, pois o ar na sala caiu diversos graus, e os olhos de Harry escureceram.

-O que aconteceu com a Cecília?-perguntou Harry fitando a menina com intensidade, deixando a menina assustada, tremendo segurando a cintura de Gina. A menina sentiu sua mente ser invadida com violência, então pensou em se concentrar apenas no que tinha visto entre o sequestro.

-Harry, pare está machucando a menina!-ordenou Dumbledore ao mesmo tempo em que Fawkes tentava acalmar a todos com sua voz melodiosa.

-Dessa vez não haverá misericórdia Dumbledore. Falou Harry quebrando o contato visual com a menina e olhando para o diretor com uma expressão de puro ódio, seu tom de voz calou até mesmo Fawkes, que explodiu em chamas aterrorizada. Se tentarem me impedir...-deixou a ameaça no ar, após desaparecer num flash de chamas negras.

-Poderiam explicar o que está acontecendo?-perguntou Snape nervoso.

-Eu vi cinco sonserinos sequestrando Cecília Black. Falou Amanda suando e tremendo por ter sofrido uma invasão mental tão poderosa. Acho que o Harry foi atrás dos alunos, pois mostrei todo o ataque para ele.

-Precisamos tentar impedir uma carnificina, mesmo Harry nos ameaçando. Falou Minerva energética, querendo evitar a tragédia.

-Vamos ter um probleminha professora McGonagall. Falou Gina de forma séria.-Hogwarts vai proteger o Harry, se ele quiser se vingar é isso que vai acontecer não podemos intervir, tanto que a magia do castelo, acabou nos selando aqui. Terminou mostrando que a porta não poderia ser aberta.

-Iremos apelar pela força Srta. Weasley, também teme pelo Harry, não adianta esconder suas emoções. Falou Dumbledore caminhando para a porta levantando sua varinha e girando murmurando feitiços celtas. Severo, Minerva, preciso da ajuda dos dois, meu corpo não é mais o mesmo.

-Claro diretor. Responderam os dois, transferindo magia para que Dumbledore completasse o feitiço.

-Também irei ajudar diretor. Falou Gina, liberando sua aura mágica que tinha a mesma cor da de Harry, mas numa quantidade levemente menor.

O esforço dos quatro bruxos, foi o suficiente para romper as barreiras impostas pelo castelo e permitir que seguissem em direção à sala comunal da Sonserina, enquanto Amanda tomava a direção da Ala Hospitalar, já tinha se metido em muitas coisas que não devia hoje, o que mais queria agora era uma poção para curar a dor de cabeça imposta por Harry Potter.

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Harry apareceu nas masmorras, em frente a uma parede onde sabia que o Salão Comunal da Sonserina ficava.Com um aceno de mão, explodiu a parede, assustando alguns alunos que conversavam.

-O que pensa estar fazendo aqui Potter?-perguntou o monitor-chefe da sonserina pretensiosamente.

-Tenho assuntos a tratar com vermes que residem na sua casa, e se algum de vocês ousarem me impedir serão mortos. Falou segurando o rapaz pelo colarinho e o jogando contra uma estante de livros, o deixando inconsciente. Fico feliz por vermes sempre ficarem juntos. Falou consigo mesmo, observando quatro dos responsáveis pelo ataque, próximos a lareira encolhidos. Sorrindo cruelmente expandiu sua presença, uma aura assassina que colocaria até mesmo vampiros no chão aterrorizados. Demonstrando claramente que suas ameaças tinha fundamento. Em poucos segundos todos os alunos saíram correndo com medo de serem mortos pelo demônio que Harry Potter, ainda mais aqueles que sabiam o que ele tinha sido capaz de fazer no resgate ao professor Snape.

-Vou perguntar onde está a Cecília?-perguntou Harry de forma devagar, caminhando em direção aos quatro.

-Morra Potter!-gritou o quinto atacante que se mantinha escondido brandindo a varinha, tentando atacar Harry pelas costas.

-Tipicamente sonserino tentar golpes covardes. Murmurou Harry materializando um punhal totalmente negro na mão direita, virando o corpo e o arremessando contra o sonserino, atingindo-o diretamente no coração.- Vocês fiquem quietos aí, não dei permissão para se levantarem!-disse sentando os quatro contra o chão apenas com a força da sua magia.

-Não iremos contar nada, fizemos um juramento de servir o Lord das Trevas com as nossas vidas, então pode nos matar, seu mestiço imundo!-falou o da ponta, orgulhosamente.

É -É bom saber que não temem a morte, pois irei me divertir antes de mata-los. Falou Harry com um sorriso sádico, olhando atentamente para cada um, tentando descobrir o covarde do grupo. Já que se mostrou tão corajoso, será o primeiro a morrer. Com movimentos da sua mão esquerda, deixou sua magia fluir livremente rodeando o corpo do mini comensal, forçando-o a ficar de pé levitando acima da cabeça dos outros. A magia de Harry, formou um casulo em volta do corpo dele.

-Qual é a sensação de ser esmagado vivo, inseto? Ainda se sente honrado?-questionou Harry fechando a mão, ao mesmo tempo em que o casulo diminuía, comprimindo o corpo até explodir, espalhando sangue pra todo lado. O sangue dele é puro mesmo, provem, vamos ver qual o gosto. Nenhum deles respondeu, tremendo de medo. O próximo vai ser você. Falou apontando para o da outra ponta, levitando ele com a mão esquerda e ficando com a mão direita espalmada. Não vou esmagar você, se fizer isso toda hora fica sem graça, não concordam?

-O Lord das Trevas, vai nos vingar. Falou olhando desafiadoramente para Harry.

-É melhor guardar um lugar para ele no inferno, lá é tão quente. Divertiu-se Harry, criando uma chama vermelha na mão direita. Quer descobrir a sensação?-perguntou ao mesmo tempo em que lançava o fogo contra ele, o deixando cair no chão enquanto queimava vivo, gritando por piedade. O cheiro de carne queimada chegou ao nariz de Henri que vomitou enojado com a cena. Que estomago fraquinho...

-Pare...Eu conto o que você quer saber, mas pare com isso. Choramingou Henri com lagrimas.

-Fique quieto Henri, não seja estúpido seremos lembrados como heróis se não contarmos nada. Gritou o sonserino ao lado de Henri, de forma fanática.

-Deixe o jovem Henri tomar suas próprias decisões cobrinha chata.-falou Harry, girando a mão, virando completamente o pescoço do sonserino que caiu morto no chão. Agora conta tudinho pra mim.

-Pro-promete não me matar?-gaguejou com medo.

-Claro que sim, fiz isso aos seus companheiros, pois eles não sabem dar valor a vida. Falou Harry segurando o queixo de Henri. Agora conte de forma detalhada os planos de Voldemort.

-O sequestro é para tirar você de Hogwarts no momento do ataque, fazer com que não se intrometa durante ele. Falou Henri sem nem mesmo pensar direito nas consequências de contar tudo aquilo.

-E onde a Cecília se encontra, onde Voldemort, a escondeu?-quis saber Harry.

-Na mansão da família Parkinson, o comensal responsável por isso é o Draco Malfoy.

-Que beleza, terei a chance de me vingar daquele Malfeito. Sorriu diabolicamente. Obrigado Henri, foi muito útil me contanto tudo isso, mas agora terei que puni-lo por participar do sequestro.

-Co-como assim?-gaguejou Henri tentando recuar.-Você prometeu não me matar seu eu contasse.

-Correto, na irei mata-lo, mas ainda sim o castigarei por ter prejudicado alguém da minha família.Futuramente faça acordos melhores Henri, se é que vai poder fazer alguma coisa.-falou Harry sombriamente tocando a testa do sonserino com a ponta dos dedos indicador e anelar.

-Harry pare!-gritou Dumbledore chegando junto com os outros três, que olharam a carnificina que Harry causou entre os sonserinos.Snape, virou o rosto ao ver o corpo queimado de um de seus alunos, enquanto Minerva tinha a mão na boca espantada com tudo aquilo. Gina apenas observava sabendo que seu namorado não podia ser controlado.

-Sinto muito velhote, mas já tinha avisado que puniria quem tocasse em alguém importante para mim.- respondeu Harry voltando a se concentrar em Henri. Arte Sombria #3: Aprisionamento da Mente!

Uma energia negra saiu das pontas dos dedos de Harry, atingindo diretamente a mente de Henri. O sonserino se viu do lado de seus pais, orgulhosos parabenizando ele por ter se tornado um comensal. De repente eles começaram a se afastar, e a imagem de Harry Potter surgiu na sua frente, com um sorriso diabólico.

-Que cena tocante...-debochou Harry. Pena que terei que deixar ela aterrorizante.

A cabeça de Harry cresceu, devorando Henri, jogando-o numa escuridão eterna, amarrado numa cruz sem roupas, tendo em sua volta as imagens de seus pais com capas negras esfarrapadas, segurando cada um, uma faca enferrujada de porte médio.

-NÃÃÃÃÃÃO!-gritou Henri desesperado enquanto seus pais o apunhalavam em diversas partes do corpo, sem demonstrar qualquer tipo de remorso.

Voltando a realidade, Harry se levantou ao mesmo tempo em que o corpo de Henri tombava de lado, com os olhos vidrados e escorrendo um filete de baba.

-O que você fez Harry?-perguntou Dumbledore, correndo para examinar o garoto preocupado.

-Apenas aprisionei a mente dele nos seus próprios pesadelos. Avisou Harry sem ligar muito para o que tinha feito. Agora se me dá licença tenho que destruir os responsáveis pelo sequestro da Cecília, e vocês em fez de se preocuparem com um lixo como ele, deveriam estar se preparando para a invasão de Voldemort. O plano dele é pra me afastar e vai conseguir isso.

-O Lord é muito ardiloso, tirando você assim do caminho, vai deixar o moral baixo e com isso seu ataque será ainda mais efetivo. Pensou Snape deixando de lado o aluno, há muito tempo parou de se preocupar com os filhotes de comensais.

-O único erro dele foi ter deixado esses idiotas para trás, com isso não vou perder tempo investigando onde Cecília está presa. Explicou Harry, girando a varinha e limpando o sangue das suas vestes. Acredito que vocês vão aguentar sem mim, mas em hipótese alguma tente enfrentar Voldemort, o poder dele superou o de um bruxo normal, nem mesmo você Dumbledore ou você Gina, seriam capazes contra ele. Terminou alisando o rosto de Gina e dando um selinho de despedida. Cuida-se ruivinha.

-Não faz nenhuma besteira e tenta se controlar um pouquinho. Murmurou Gina o abraçando preocupada, dele se descontrolar novamente.

-Ruivinha, você me conhece sou um anjo de pessoa. Gracejou Harry, enquanto desaparecia novamente em chamas negras.

-O Harry às vezes é um bruxo incontrolável. Suspirou Dumbledore movimentando sua varinha, eliminando os corpos dos sonserinos, enquanto pegava Henri no colo, percebendo que seu estado parecia ser irreversível até a vontade de Harry o tirar do feitiço. Mas entendo o ponto de vista dele. Quero todos os alunos nos seus salões comunais, as redes de Flu estarão ligadas, e quando o sinal for dado vocês devem os retirar, deixando apenas os que quiserem lutar do nosso lado. Terminou saindo do salão comunal da Sonserina, ao mesmo tempo em que os outros seguiam direções diferentes, inclusive Gina que seguia para o sétimo andar, se preparar.

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Harry surgiu em frente à Mansão da família Parkinson, ao mesmo tempo em que o sol começava a se pôr, deixando o céu com um tom alaranjando-se concentrando, vasculhou toda a área ao redor e dentro da mansão para descobrir quais os perigos teria que enfrentar.

-Interessante. Falou Harry sorrindo excitado, encontrou vestígios de um pequeno grupo de comensais, a maioria tinha estudado com ele em Hogwarts, mas a presença de um gigante o deixou verdadeiramente agitado, seus instintos animalescos, por causa de sua forma animaga começavam a gritar, fazendo com que sofresse uma transformação parcial, deixando garras e presas a mostra, sem contar os olhos felinos. O escudo que protege é poderoso, mas nada que uma magia divina não seja capaz de destruir. Juntando suas mãos, em forma de prece, Harry começou a falar um feitiço antigo em grego, seu corpo começou a brilhar num tom dourado, enquanto as suas costas formava-se a imagem de Zeus segurando em sua mão direita o tão poderoso raio mestre, olhando com fúria para a construção.

- Oργή του Δία(Fúria de Zeus!)-terminou Harry, abaixando o braço ao mesmo tempo em que a imagem de Zeus, lançava seu raio-mestre em cima da mansão, destruindo todas as proteções. Agora para que ninguém pense em fugir. Desenhando uma runa em frente à casa, e misturando com seu sangue, criando uma barreira que possibilitaria apenas que alguém com seu sangue poderia entrar ou sair. No momento em que Harry colocou o pé na propriedade, o gigante tentou o atacar, descendo o tacape que tinha nas mãos, sendo bloqueado por um escudo invisível do moreno.

-Potter você já nos descobriu!?-perguntou um comensal aparecendo na porta, junto com mais dois companheiros. Dois eram sonserinos e o outro um corvinal, que estudaram com ele.

-Esperem um minuto que ainda vamos brincar. Falou Harry levantando a varinha e apontando para eles.- IMMOBILUS!-murmurou paralisando os três comensais enquanto se virava para o gigante. Vamos cuidar de você primeiro grandão. Ampliou seu escudo fazendo com que o gigante recuasse, um pouco, ao mesmo tempo em que lançava um feitiço “Conjuctivitus” entre os olhos dele, o deixando atordoado. -Arte Sombria #1: Correntes Atormentadoras!-batendo ambas as mãos no chão, correntes negras surgiram da terra, prendendo o corpo do gigante que não conseguia se soltar com sua força bruta. Iria adorar brincar mais um tempinho com você, mas tenho certo horário a cumprir, por isso irei te eliminar, de uma forma rápida. Arte Sombria #4: Profundezas do Submundo! Um pentagrama vermelho sangue, brilhou abaixo dos pés do gigante, e uma mão espectral surgiu agarrando o tronco do gigante e o puxando para baixo, enquanto ele gritava apavorado.

-Se fossem confiáveis até os deixaria escapar, mas poderiam acabar sendo um inconveniente mais tarde, por isso...-falou Harry sacando sua desert eagle, disparando contra eles, e passando por cima dos corpos sem nem ligar.

Com o barulho dos tiros, os comensais começaram a surgir das salas em frente a Harry, varinha em riste, prontos para atacar. O moreno não perdeu tempo com eles, eliminando-os com feitiços rápidos ou atirando em pontos vitais, ema alguns casos, atirava em pontos que causavam hemorragia para morrerem lentamente. Sentiu uma aproximação às costas, e virou rapidamente apontando a arma no rosto de Pansy Parkinson.

-Está com sorte de a minha munição ter acabado Parkinson. Falou Harry dando um poderoso soco no estomago dela, a fazendo cuspir sangue. Talvez não tenha sido tão sortuda assim. INFERNUS!- o feitiço de chamas negras, não queimavam o corpo e sim a alma, transformando o sofrimento ainda maior.

Arrombando a porta, encontrou Draco olhando com certo medo para ele, apontando sua varinha contra o pescoço de Cecília, tendo seus dois lacaios, Vicent Crabbe e Gregory Goyle a sua frente com varinhas apontadas para Harry.

-Se escondendo atrás desses dois gorilas ainda Malfoy?-perguntou Harry debochado. EXPECTO PATRONUM!-seu tigre prateado surgiu e irrompeu contra eles que se assustaram, e pularam para o lado, enquanto o tigre rosnava para Draco o empurrando para longe de Cecília, encurralando-o contra uma parede. Vou brincar um pouquinho com esses dois e já acabo com sua vida, Draco. Flik!-gritou Harry.

-O que deseja mestre Harry?-perguntou o elfo-doméstico aparecendo em frente a Harry, a proteção dele não afeta a magia dos elfos.

-Leve Cecília para o castelo, deixe-a junto com Madame Pomfrey. E diga para todos que em breve estarei os ajudando.

-Sim senhor. Falou Flik, segurando o braço de Cecília e desaparatando dali.

-Medo de que a pequena Black seja ferida, Potter?-falou Draco, com uma pequena pontada de coragem na voz.

-Não seja tolo Malfoy, queria apenas evitar que ela visse o massacre que estou prestes a fazer. Falou Harry friamente, lançando uma saraivada de feitiços contra Crabbe e Goyle, que erguiam escudos para se proteger, e quando tinham chance contra-atacavam.-DIFFINDO!ESTUPEFAÇA!DIFFINDO!INFLAMUS!

-Esses feitiços de criança, não fazem nada contra gente Potter. Falou Crabbe convencido por ter escapado de todos os feitiços, menos do primeiro que cortou seu antebraço, e o terceiro feitiço que desviou e acertou Goyle na orelha.

-Continuam burros.-falou Harry com um sorriso sinistro. Arte Sombria #5:Cães do Inferno!-seis cachorros parecidos com dobermanns, mas com aparência raivosa, com olhos vermelhos e espumando de raiva. Hora do lanche rapazes.

-Se afastem daqui. AVADA KEDAVRA!-falou Goyle, mirando no cachorro da frente, que recebeu o impacto parando por um instante, mas logo voltando a avançar. Que merda é essa?

-Deveria limpar as orelhas, já disse o que são. Cães infernais.-falou Harry em tom despreocupado virando-se para Draco, e dissipando o seu patrono. Enquanto eles cuidam dos seus capangas, vamos duelar Malfoy, só não vou prometer uma morte rápida.

-Quem vai morrer aqui é você Potter. Falou Draco levantando a varinha preparando-se para duelar. Antes que conseguisse pronunciar qualquer feitiço, teve que erguer um escudo para se proteger de diversas maldições lançadas por Harry.

-Vamos Draco, tente me acertar. Falou Harry parando de lançar feitiços e abrindo os braços.

-Irá se arrepender Potter. AVADA KEDRAVRA!

-Lento demais. Gracejou Harry, desviando do feitiço sem problemas.-EXPELLIARMUS!

A varinha de Draco escapou de suas mãos, voando em direção a Harry, que mirou sua própria varinha e lançou um feitiço de cor cinza chumbo, que destruiu a varinha do loiro, em milhares de pedaços.

 

-Maldito como ousa fazer isso com a minha varinha!-gritou Draco esperneando como uma criança mimada.

-Do mesmo jeito que queimei aquela sua namoradinha ridícula, e transformei seus dois capachos em lanche para os meus cães infernais.-contou Harry contando nos dedos, apontando para o lado, onde os corpos mutilados de Crabbe e Goyle estavam.

-Você é um monstro!-gaguejou Draco, tentando escapar de Harry.

-Descobriu isso apenas agora?-perguntou Harry paralisando Draco, parando na frente dele. Deveria ter pensando nisso antes de ter sequestrado a Cecília. Guardou a varinha, e esticou as mãos, respirando fundo.- Katon: Hono Ken!(Estilo Fogo: Punhos Flamejantes!) Tenton:Kogeki no Okami!(Estilo Celeste: Ataque do Lobo) A imagem da deusa Amaterasu surgiu atrás de Harry, e junto com o moreno desferiu uma sequencia de socos contra o corpo de Draco, acertando seu rosto, peito, barriga e cabeça. Os socos banhados pelas chamas alaranjadas, causavam sérios danos ao loiro, deixando graves queimaduras, sendo superiores as queimaduras de terceiro grau. Quando parou Harry convocou um espelho, e entregou a Draco, sorrindo contente.

-Meu rosto, o que você fez com meu lindo rosto!-gritou Draco segurando o espelho e observando em completo choque, seu rosto cheio de queimaduras. Tentou abrir o olho esquerdo, notando que ele também tinha sido queimado, sem ter como abrir. Seus cabelos tinham sido queimados, mostrando o couro cabeludo avermelhado.

-O deixei com uma aparência que combina mais com você, mas ainda não terminei. Falou Harry malicioso, tirando o espelho de Draco e o transformando numa faca de caça, depois o arrastou até uma cadeira, colocando a mão esquerda dele estendida sobre o braço da mesma. Com extrema pericia Harry passou a lâmina no dedo mindinho, decepando-o completamente, ao som dos gritos de Draco. Decepou o dedo seguinte de forma mais lenta se divertindo com o choro do loiro, os últimos três dedos cortou na parte da falange, deixando em tocos.

-Não é divertido isso Malfoy?-perguntou Harry sadicamente, soltando o braço esquerdo e pegando o direito.- É uma pena, não termos tanto tempo para brincarmos, poderíamos passar meses com isso, sabe? Poderia me divertir bastante torturando um verme como você. Passou a lâmina da faca pelo pulso de Draco, cortando seus tendões lentamente outra vez, sentindo prazer ao rasgar os músculos. Sua expressão é tão divertida!

-Harry!-gritou uma voz no fundo da mente do moreno, o despertando da sua pequena tortura.

-Osíris, o que quer comigo?-questionou Harry percebendo que era seu companheiro de alma. Está tão divertido torturar esse merdinha.

-Idiota, estamos com problemas. Voldemort resolveu entrar na batalha e Dumbledore está duelando com ele!- gritou o falcão irritado e preocupado ao mesmo tempo.

-Merda.-exclamou Harry baixinho, parando de cortar Draco, e girando a faca entre os dedos, transformando ela numa pistola 9 mm.-Estou indo Osíris, não precisa se preocupar. Adeus, Draco. O moreno disparou duas vezes, uma no joelho esquerdo, fazendo o loiro perder o equilíbrio e segurar a ferida gritando mais alto de dor.Com um chute no peito dele, o derrubou e afastou as pernas, mirando no saco dele e disparando novamente, estourando literalmente as bolas do loiro, que acabou desmaiando de dor.    -Que fraco, desmaiou com isso apenas. Suspirou Harry demonstrando decepção na sua voz, enquanto fazia a pistola desaparecer. Ele poderia dar um fim na vida do loiro, mas preferia o deixar agonizando a sua própria sorte, enquanto desaparatava para os jardins de Hogwarts. O que viu fez seu sangue congelar. Velhote idiota!- resmungou correndo contra o tempo.

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Dumbledore convocara a Ordem e deixara todos a postos, para quando os primeiros ataques ocorressem. Além de Harry que tinha ido resgatar Cecília, Carlinhos Weasley ainda não tinha aparecido, a mensagem tinha demorado a chegar, então ele se atrasaria para chegar junto com seus companheiros da Romênia. Da sua sala, observava o cair da noite, junto com uma corneta, o aviso dos centauros.

-Atenção professores, inicie a evacuação!-ordenou Dumbledore.

Os diretores da casa, começaram imediatamente a evacuar os alunos através das lareiras dos salões comunais, alguns resistiram e tentaram se revoltar revelando serem aliados dos comensais, mas era rapidamente neutralizado pelos alunos do sexto e sétimo ano que tinham sido treinados por Harry, alguns quiseram ficar para lutar, mas muitos outros decidiram ir embora com medo de perder a vida.

-Vamos Fawkes, hora da batalha minha amiga. Falou Dumbledore segurando a cauda da fênix, e surgindo em frente aos portões do castelo, observando os escudos da escola serem quebrados, e o portão principal arrancando por um gigante, possibilitando a entrada dos inferis e dementadores, sendo seguidos pelos três gigantes. EXPECTO PATRONUM!-a fênix prateada surgiu da varinha de Dumbledore e avançou contra os dementadores, em pouco tempo outros animais prateados surgiram do castelo avançando para ajudar à fênix.

Os inferis eram abatidos pelas flechas dos centauros, e os que conseguiam escapar logo encontravam com as chamas lançadas por um grupo de bruxos liderados por Kingsley. Hagrid saia de sua cabana com sua besta tentando abater os gigantes, mas as flechas faziam apenas cócegas, os inferis não duraram muito tempo, graças à organização deles e os dementadores temiam os patronos prateados.

-O que está acontecendo!?-berrou Voldemort furioso, quando percebeu que seu ataque parecia não estar surtindo qualquer tipo de efeito.

-Os inferis foram destruídos meu senhor, e os dementadores debandaram com medo dos patronos, e não parece que os gigantes resistiram muito. Informou Lúcio Malfoy.

-Maldito Potter, ele conseguiu prever os movimentos, além das passagens secretas terem sido todas bloqueadas. Murmurou Voldemort irritado, aumentando sua voz magicamente. Greyback, avance com seus homens! E comensais ataquem em seguida, vamos massacrar esses malditos!

O diretor, já iria começar a organizar os ataques contra os gigantes, para ajudar os gêmeos e Hermione que tinham dificuldade para dar um jeito, mesmo com suas habilidades. Mas antes de conseguir fazer isso, diversos uivos cortaram a noite, sendo seguidos por feitiços lançados contra ele.

-Ordem da Fênix!-gritou Dumbledore ampliando sua voz. Atacar!-comandou abaixando o braço, deixando que os bruxos de dentro de Hogwarts saíssem para o céu aberto combater os comensais.


Notas Finais


Particulamente, adorei o que aconteceu com o Malfoy, deveria ter ficado pior, mas.....


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