História Um Harry Potter diferente - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Agora o bagulho vai ficar doido.
O que será que vai acontecer com Dumbledore?
Será que o Harry chegará a tempo?

Capítulo 24 - Batalha em Hogwarts Parte 2


-Ordem da Fênix!-gritou Dumbledore ampliando sua voz. Atacar!-comandou abaixando o braço, deixando que os bruxos de dentro de Hogwarts saíssem para o céu aberto combater os comensais.

-Lils, você acha que pode cuidar sozinha da proteção deles, preciso encontrar o Greyback.-falou Remo com seus instintos lupinos começando a aflorar novamente.

-Parece que não vamos ter problemas com isso Remo. Falou Hermione, parando ao seu lado suando e ofegante. Carlinhos chegou com alguns domadores, o Rony avisou que se isso acontecesse deveríamos ajudar os outros.

-Ótimo. Rosnou Remo, fazendo uma meia transformação e saltando em busca de Greyback, dando poderosas patadas nos comensais que apareciam na sua frente, até encontrar o responsável por tê-lo transformado.

-Ora se não é o lobinho que mordi há alguns anos atrás. Falou Greyback passando a língua pela boca suja de sangue, de algum bruxo. -Vem brincar comigo, apesar de não ser lua cheia controlo muito bem minha maldição, graças aos anos de prática.

-SPARKS!-falou Lupin atacando rapidamente com o punho roxo, e continuando com outros feitiços de impacto.

-Lento. Gracejou Greyback levantando a varinha e se protegendo com um escudo simples.

-BOMBARDA!-falou Remo mirando aos pés de Greyback, o obrigando a pular para o lado, criando uma abertura que Remo aproveitou. -ARGENTUM!-um feixe de pura prata, acertou o peito de Greyback, criando um grande buraco ali. Remo nem mesmo pode comemorar sua vitória, pois mais inimigos surgiram na sua frente, obrigando-o a voltar a duelar.

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-E os gigantes Carlinhos?-perguntou Gui curioso ao ver o irmão descer do dragão que tinha pousado em cima de um grupo de comensais.

-Abatidos. Falou simplesmente dando um tapinha no dragão que levantou voo. Os outros domadores irão carregar os corpos de gigante para longe daqui, e eu resolvi ajudar meu irmão.

-Obrigado, mas estou me saindo muito bem graças aos treinos do nosso cunhadinho psicótico. Resmungou Gui, acertando um comensal entre os olhos.

-Falando no diabo, cadê ele?

-Segundo a Gi, ele foi atrás de um idiota que sequestrou a Cecília.

-Esse vai sofrer. Falou Carlinhos sentido seu corpo tremer, só de pensar do que Harry seria capaz de fazer.

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Neville tinha se separado de Luna, mas se juntou aos seus pais na luta. Os três Longbotton's derrotaram vários inimigos à frente, até encontrarem Rodolfo e Rabastan Lestrange, junto com um comensal corpulento.

-Lestrange, temos mesmo assunto a tratar com vocês. Falou Frank encarando os dois homens a frente com raiva. Filho, você pode ficar com o parrudinho, Rodolfo é meu e o Rabastan fica pra sua mãe. Mal terminou de falar e já se enganchou numa luta mortal contra o comensal ao mesmo tempo em que Alice se defendia dos ataques de Rabastan.

-Seus pais já eram moleque. Falou o comensal maldosamente, tentado por medo em Neville, que simplesmente o ignorou.

-FLAMUS!-falou Neville lançando uma bola de fogo contra o comensal que teve dificuldades para desviar e teve uma parte do braço queimado. Em vez de tagarelar sobre eles, deveria prestar mais atenção na nossa luta.

-Filho da puta! CRUCIO!

Neville desviou e voltou a lançar feitiços de fogo que se tornavam cada vez mais poderosos até que o escudo criado pelo comensal não pode o proteger e teve seu corpo transformado em cinzas. Frank e Alice estavam com certa dificuldade em vencer os irmãos Lestrange, afinal de contas ambos faziam parte do circulo interno, mas eles não aceitariam ajuda externa, tinha contas a acertar com eles.

-Amor, vamos usar nosso truque. Avisou Frank, Alice criou um escudo a sua frente e abaixou o rosto. - OFUSCUS!-uma explosão luminosa cegou os Lestrange que abaixaram a varinha. Agora! -IMPACTUS DUO!-o poderoso feitiço arremessou os dois para trás, mas não foram muito longe, pois Frank os amarrava com correntes negras.

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Rony se juntou a Hermione logo que ela parou os ataques aos gigantes, não queria de maneira nenhuma ficar longe de sua noiva e por isso queria a proteger, claro que nunca admitiria isso, a não ser que quisesse arranjar briga com ela. Graças ao treinamento deles, e as estratégias do ruivo, eles não perdiam muito tempo enfrentando os comensais e os poucos lobisomens, que ainda restava.

-Veja só Yaxley se não são os amiguinhos do Potter. Falou Rookwood se aproximando, lançando um estudante contra uma árvore. -Vem lutar conosco, quero ver se serão capazes de nos enfrentar.

-Quero ver quanto tempo vai durar esse sorriso. Falou Rony, piscando para Hermione e atacando os dois ao mesmo tempo, deixando para a namorada o defender com feitiços escudos. Onde está toda aquela marra seus idiotas, não conseguem acabar conosco?-gracejou forçando cada vez mais seus feitiços, obrigando-os a se defenderem apenas. Mione agora.

-BOMBARDA!ACULEUS!-o primeiro feitiço serviu para destruir os escudos dele, e o segundo produziu um espinho que acertou Yaxley no pescoço, o matando rapidamente.

-TRACTO!-bradou Rony acertando Rookwood que ficou surpreso pela morte do companheiro, o feitiço azul petróleo tinha o efeito de esmagar suas costelas, fazendo com que perfurasse seus órgãos internos, o matando também.

-ESTUPEFAÇA!-falou uma voz feminina, os assustando.

-Luna!-gritou Mione aliviada ao ver que era à amiga que tinha estuporado um comensal que planejava atacar pelas costas.

-De nada, Mione. Sorriu Luna para eles. Agora vamos logo terminar isso. Terminou avançando contra eles.

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Severo Snape, era um dos membros da Ordem mais caçado, sendo um traidor e ainda mais por ter escapado das mãos de Voldemort. Por sorte os comensais, não sabiam trabalhar em grupo, o que facilitava eliminar eles.

-Snape seu traidor, o Lord quer muita a sua cabeça. Falou Lúcio se aproximando, após ter matado os seus oponentes.

-Se ele quisesse a sua teria muito trabalho para pintar esses seus cabelos oxigenados, certo?-gracejou Snape friamente, movimentando a varinha de cima para baixo, criando um corte no canto do rosto de Lúcio.

-SECTUMSEMPRA!-falou Lúcio com ódio.

-Usando meus próprios feitiços contra mim, loira oxigenada?-caçoou Snape se protegendo sem problemas, contra-atacado ferozmente. O duelo entre os dois era bem equilibrado, fazendo com que alguns comensais tentassem ir ajudar Malfoy.

-ELEKTRUS!-o feitiço veio de trás de Snape e acertou os comensais que tentavam ajudar Lúcio. Se você não se importar deu o ajudar Severo, mas tenho contas a acertar com o Malfoy pelo que ele fez ao meu filho. - falou Arthur com as vestes meio rasgadas e alguns arranhões. Snape concordou dando espaço para o patriarca dos Weasley duelar com ele.

-Consegui matar o fedelho, Ministro?-zombou Lucio.

-Lilian salvou o Percy, não precisa ficar preocupado, apenas garanto que ninguém vai o socorrer agora. - ameaçou Arthur começando a atacar, sendo seguido por Snape que complementava os feitiços, causando efeitos variados.-AQUOS FERVUS!-um jato de água quente, acertou o rosto de Lucio que acabou largando a varinha, para segurar o rosto.

-Maldito!-gritou afastando levemente a mão, mostrando as queimaduras em seu rosto, que já começava a estourar bolhas.

-Vamos por um fim nisso. Falou Severo, movimentando a varinha num movimento circular, fazendo uma esfera cinzenta que ao atingir Lucio, começou a petrificá-lo. Um feitiço que eu inventei com ajuda do seu filho Ronald. Explicou Severo.

-Tenho orgulho dos meus filhos, mas ainda quero me vingar desse maldito direito. Falou apontando para a estátua a sua frente. -DESTRUCION!-o feitiço explodiu a estatua, deixando o coração de Arthur mais tranquilo. Agora me sinto melhor. Relaxou o ruivo, se descuidando e abaixando a varinha.

-Cuidado Arthur!-gritou Severo empurrando o ministro, antes de um feitiço que veio de trás de algumas árvores, o acertasse. Apareça covarde atacando as pessoas assim escondido. Gritou segurando o braço direito que sangrava.

-Você está bem Snape?-perguntou Arthur, criando um escudo em volta deles.

-Não muito esse ferimento é profundo demais, será difícil para eu continuar a lutar. Reclamou Snape trocando de mão.

-Arthur, leve o Snape para dentro, para que seja tratado. Falou Tiago Potter, aparecendo ao lado deles. - Deixem que eu cuido desse rato, não é Rabicho?

-Como é bom reencontrar você Pontas, meu velho amigo. Falou Rabicho aparecendo com sua mão prateada brilhando sob a escuridão da noite.

-Não graças a você que entregou a mim e a Lilian para Voldemort. Como teve coragem de nos trair Pedro?- perguntou Tiago com raiva, apertando a varinha com força, enquanto Arthur e Snape iam para dentro do castelo.

-Simples vocês sempre me maltrataram, me fazendo de mascote, uma cobaia de testes para os feitiços que inventavam!-gritou Pedro descontrolado.

-Você era nosso amigo, nunca chegamos a fazer isso por mal. Falou Tiago triste com as escolhas do amigo.

-Agora é tarde para arrependimentos “amigos”. -respondeu Pedro com nojo na voz. Sou o comensal mais fiel de Voldemort, o seu braço direito, tenho o que sempre quis. Poder!

Um luta feroz entre os dois começou, Tiago ficou surpreso ao notar que Pedro tinha tal nível de poder, ele não mentiu dizendo que havia se tornando poderoso, os anos perto de Voldemort transformaram aquele garoto gorducho e esfomeado, num bruxo excepcional, sem contar que a sua mão prateada absorvia alguns feitiços e também era capaz de lançar feitiços.

-EXPELLIARMUS!-falou Rabicho conseguindo desarmar Tiago, o deixando vulnerável, e aberto a um ataque. Hora de morrer Pontas. AVADA KEDA...

Um cachorro negro pulou em cima de Rabicho o impedindo de completar a maldição, tentando rasgar o pescoço do rato, mas foi afastado por um tapa dado pela mão prateada jogando o longe e ganindo de dor.

-Sirius, continua sendo um vira-lata intrometido. Cuspiu Pedro no chão, se levantando e apontando a varinha para os dois.

-E você um covarde. Respondeu Sirius assumindo a forma humana, mexendo o queixo onde tinha levado a pancada.

-ACCIO!-falou Tiago ao vazio, fazendo sua varinha retornar as suas mãos. Vamos acabar agora com ele Almofadinhas.

-Primeiro precisamos dar um jeito naquela mão prateada. Falou Sirius lançando uma sequencia sem intervalos de feitiços.

Aproveitando a chance, Tiago utilizou sua forma animaga, um cervo, para acertar com seus chifres o peito de Pedro com tamanha força que o deixou sem ar, dando a oportunidade para Sirius decepar a mão dele com um feitiço de corte.

-Podem ter arrancando minha mão, mas ainda posso matar vocês. Rosnou Rabicho lançando um feitiço entre os chifres de Tiago o lançando para longe, fazendo voltar a sua forma humana com a testa sangrando. Mas acredito que é melhor fazer uma retirar estratégica. Comentou preparando para escapar.

-Não tão rápido Pedro. Falou Remo bloqueando o caminho dele. Não vai escapar facilmente da gente, merece uma punição por tudo que nos causou. Nossa amizade começou por causa do meu segredo, fizemos juramentos de sempre proteger um ao outro, nunca trair os segredos que conquistamos durante os anos em Hogwarts, mas você vendeu tudo para Voldemort e o pior, entregou Tiago e Lilian nas mãos dele.

-Sempre com esse jeitinho de sabe-tudo, não é Aluado?-falou Rabicho se vendo encurralado, pensando na melhor forma de escapar, talvez voltar à forma de rato.

-Nem pense em se transformar, eu e o Aluado podemos farejar você mesmo no meio de toda essa confusão. - falou Sirius batendo no nariz.

-Terão coragem de me executar friamente desse jeito, meus velhos amigos?-tentou Rabicho apelando para os sentimentos fracos deles.

-Pare de tentar nos enganar. Falou Tiago sentindo sua raiva aumentar. Vamos utilizar o feitiço que Harry nos ensinou, você será julgado pelos próprios juízes do Inferno. -os três começaram a entoar um cântico em grego antigo, se posicionando de forma que um triângulo prendesse Rabicho.

-O que estão dizendo? Arem com isso!-gritou Rabicho desesperado soltando feitiços para todos os lados, sem efeito algum.

-Δίκη Τρεις δικαστές!(Julgamento dos Três Juízes!)-falaram juntos, sentindo suas forças sendo drenadas, cada vez mais por causa do poderoso feitiço. Uma sombra encapuzada surgiu acima de cada um deles, ambos emitindo auras ameaçadoras, paralisando quem duelava perto deles.

-Pedro Pettigrew, o julgamento da sua alma começa agora!-falou Tiago com a voz etérea.

-É acusado de traição, planejar a morte de inocentes, estupros, tortura de crianças. Continuou Remo com a mesma voz. Julga-se culpado ou inocente?

-Culpado!-falou Rabicho sem controlar direito suas ações.

-Seu castigo será vagar pelos campos de punição eternamente ouvindo as vozes das suas vitimas, tendo as Fúrias como suas carcereiras. Sentenciou Sirius apontando o dedo acusadoramente para Rabicho.

-Agora que as Parcas cortem a linha da sua vida e o mandem para o Tártaro. Falaram juntos, a imagem de três senhoras surgiu ao lado de Rabicho, duas segurando uma linha e a terceira uma tesoura gasta, se aproximando da linha e a cortando. Parecia que o corpo de Pedro desidratava rapidamente, até restar apenas suas roupas.

-Que feitiço... -falou Tiago caindo de joelhos exausto no chão, arfando pesadamente, olhando para os dois que estavam na mesma situação que ele.

-Harry conhece feitiços inacreditáveis mesmo. Falou Remo olhando com nojo para o que restou das roupas de Pedro.

-Precisamos logo sair daqui, seremos alvos fáceis nesse estado. Continuou Sirius se forçando a levantar para nenhum comensal os pegar de surpresa. Que merda!-exclamou ao olhar para o Salgueiro Lutador, vendo Voldemort se aproximar com uma aura negra em volta dele, movimentando a varinha e matando rapidamente quem se intrometia a sua frente.

-Precisamos de você meu filho, por que tá demorando tanto?-gemeu Tiago, com medo de que rumo àquela batalha estava seguindo.

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Aleto e Amico Carrow conseguiram se esgueirar pelas batalhas e invadir Hogwarts para conseguir pegar reféns, pois as batalhas estão ficando difíceis para eles. Ao ver o ministro passar por eles carregando Snape, resolve segui-los para ver onde todos estão se escondendo.

-O que estão fazendo aqui irmãos Carrow?-perguntou Ninfadora Tonks, com uma barriga salientando sua gravidez.

-Não sabe mesmo auror?-perguntou Amico sarcástico, preparando para duelar. Vai ser ótimo matar a esposa do lobisomem.

-Posso entrar na brincadeira Tonks?-perguntou Fleur, aparecendo às costas dos dois comensais, com sua barriga de poucos meses.

A resposta não teve, pois Aleto perdeu logo a paciência atacando Fleur ferozmente, surpreendendo à loira. Tonks não perdeu tempo agindo contra Amico, transformando o corredor numa confusão de feitiços que se perdiam, acertando as paredes. Conforme duelavam, Tonks tentava se aproximar de Fleur, para ficarem juntas, já que por estarem grávidas suas magias ficam alteradas.

-Estão ficando cansadas, garotas?-gracejou Aleto ao desviar de um feitiço muito lento, notando que a efetividade delas estava caindo muito, não seria difícil acabar com a vida delas.

-ESTUPEFAÇA!-falaram Lilian e Marlene surgindo atrás dos comensais, salvando a vida das duas.

-Obrigada, Lene. Agradeceu Tonks arfando, mas mesmo assim fazendo um esforço para amarrar eles. Se não fossem vocês duas estaríamos mortas, é inacreditável como a gravidez pode afetara nossa magia.

-Logo se acostumam, mas deveriam agradecer a Cecília que ouviu os feitiços e nos chamou. Falou Marlene ajudando elas a voltarem para a enfermaria.

-Ainda bem que o Harry conseguiu te resgatar Ceci. Falou Tonks sentando numa maca, bagunçando os cabelos dela. Ele já voltou?

-Sem sinais dele. Falou Snape entre os dentes, por causa da dor. Mas se ele não voltar logo, teremos problemas. O Lord das Trevas resolveu entrar na batalha. Completou olhando pela janela e vendo a aura negra de Voldemort.

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Molly duelava com uma fúria nunca vista antes, alguns comensais podiam a ouvir falando o nome dos irmãos assassinados, ela lutava até com três comensais de uma vez sem qualquer tipo de problema, ela acabou se tornando um inimigo que poucos desejavam enfrentar.

-Venha Colin, eu ajudo você a ir para dentro. Falou gentilmente abaixando para ajudá-lo. Colin possuía um corte na perna e na cabeça, ficando meio desorientado, quando estava o levantando uma faca prateada atingiu diretamente seu coração, o matando-o quê?

-Deveria prestar mais atenção numa batalha Molly. -debochou Bellatrix segurando a varinha em uma mão e com a outra arremessou uma faca contra Molly que tentou desviar, mas foi arranhada na bochecha, que começou a sangrar bastante.

-Maldita. Urrou Molly atacando ferozmente, mas Bellatrix não era a favorita de Voldemort à toa, mantendo um duelo muito equilibrado. O problema é que comensal não duelava de forma justa, deixando Molly em desvantagem.

-O que serão dos seus filhos quando eu matar a mamãezinha deles?-provocou Bellatrix, desorientando Molly, deixando uma abertura para atacar. -AVADA KEDAVRA!

A maldição da morte parte velozmente contra Molly que não tem como reagir a tempo, afinal de contas não era mais tão jovem e mesmo com os treinamentos de Harry, ela ficava cansada se duelasse por tanto tempo. Já tinha até mesmo desistido de lutar pela vida, se arrependendo de deixar sua família.

-Não ouse tocar na minha mãe sua cadela!-gritou Gina surgindo na frente da mãe, criando um muro de barro, a protegendo da maldição da morte. Seu duelo vai ser comigo agora.

-Preciso ter medo da namoradinha do Potter?-riu Bella, sem levar Gina a sério.

-Deveria sim. Falou Gina calmamente, mandando uma sequencia incrível de feitiços, deixando Bellatrix surpresa, pois tudo que ela poderia fazer é criar um escudo para se defender, mas antes que notasse, seu poderoso feitiço escudo começou a rachar e acabou por ser destruído. -SCYTHUS!-o poderoso feitiço cortante, decepou o braço de Bellatrix até a altura do cotovelo, fazendo-a gritar segurando o toco sangrento.

-Fedelha maldita como ousa fazer isso comigo?-berrou furiosa tentando pegar sua varinha que estava nascendo segurada pela mão arrancada.

-Basta!-falou Molly lançando um feitiço contra o peito de Bellatrix, que em poucos segundos a matou.

-Mãe!-reclamou Gina. Por que a senhora interferiu?

-Você que demorou muito para agir, querida. Respondeu Molly dando de ombros, mas ficando alerta ao sentir uma pressão mágica poderosa. Dumbledore resolveu enfrentar Voldemort!

-Ele é louco, Harry disse que ninguém deveria fazer isso. Resmungou Gina temerosa ao ver que o diretor parecia enfrentar problemas para se mantiver num duelo contra o bruxo das trevas.

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Ao ver Voldemort adentrar nos terrenos de Hogwarts, Dumbledore partiu para combatê-lo, tentar reparar os seus erros cometidos no passado. Fawkes voava ao seu lado, querendo proteger seu mestre.

-Alvo Dumbledore, por que não se entrega e evita mais mortes desnecessárias?-perguntou Voldemort.

-Tom, mesmo que nos rendêssemos você mataria aqueles que não jurassem lealdade, ou discordar de seus ideais ridículos. Falou Dumbledore calmamente. Por isso resolveremos isso agora.

-Não tem poder algum contra mim, seu velho ridículo, e deveria saber disso. Mas se é isso que deseja vou adorar me divertir com sua carcaça até o Potter aparecer.

Um espetacular duelo mágico começou ambos utilizavam de feitiços poderosos e envolvendo os elementos, sem contar às maldições que Voldemort lançava a todo instante. O peso da idade afetava Dumbledore, tornado seus movimentos mais lentos, mas mesmo assim sua experiência o mantinha vivo e quando uma maldição da morte iria o acertar, Fawkes apareceu na sua frente o salvando.

-Pássaro intrometido. Esbravejou Voldemort. Pelo menos agora ninguém pode salvá-lo, Dumbledore. Criando uma cobra de fogo que avançou contra Dumbledore, que girando sua varinha e proferindo um feitiço em latim, criou uma redoma de água o protegendo, mas criando uma densa névoa formada pelo vapor. Era isso mesmo que eu esperava de você. AVADA KEDAVRA!

Dumbledore não teve velocidade suficiente para evocar um escudo ou desviar da maldição da morte, e agora não poderia mais contar com Fawkes para protegê-lo, tinha caído na armadilha de Voldemort, mas pelo menos agora no fundo de sua alma não sentia mais arrependimentos.

-Ασπίδα της Αθηνάς!(Escudo de Atena!)-falou Harry saltando na frente de Dumbledore. A imagem da deusa da sabedoria surgiu atrás de Harry, portando lança e escudo, os protegendo da maldição da morte.

-Potter!-gritou Voldemort furioso e impressionado ao mesmo tempo por causa do feitiço divino.

-Da próxima vez me ouça velhote. Falou Harry se virando e chutando Dumbledore para longe, invocando suas duas katanas. Ninpou: Kekkai no Amaterasu!(Arte Ninja: Barreira de Amaterasu)-jogou as duas para cima, que tomaram a forma de dragões, criando uma cúpula em volta dele e de Voldemort. Osíris se empoleirou no ombro de Harry, enquanto Nagini se enroscava nos pés de Voldemort. Agora ninguém vai interromper nosso duelo.

-Confesso que para alguém tão jovem, você conhece feitiços interessantes Harry, mas mesmo assim sou mais poderoso que você. Graças ao diário de Fausto, descobri rituais muito interessantes, que me tornarão um deus!

-Não seja ridículo se fosse um deus, não precisaria lutar contra a gente utilizando todo seu exercito. Falou Harry conversando telepaticamente com Osíris sobre Nagini.

-Aquela cobra parece estar ligada com Voldemort de algum jeito Harry, aposto que as almas deles estão conectadas por algum ritual de Fausto. Falou Osíris que em nenhum momento tirou os olhos da cobra que sibilava “provando” o ar.

-Vou criar uma abertura para você. Falou Harry na mente de Osíris, para depois falar em tom alto. - EXPULSO! A velocidade do feitiço surpreendeu Voldemort que não teve como reagir, mas o feitiço não o acertou, e sim Nagini que foi lançada contra a cúpula. Osíris aproveitou e saiu dos ombros de Harry, atacando violentamente a cobra.

-Qual é o amor que você e aquele caduco têm por pássaros?-gritou Voldemort tentando salvar Nagini.

-Nem pense nisso branquela, seu duelo é comigo. -respondeu Harry atacando Voldemort com feitiços rápidos. Não vou deixar que salve sua cara metade. Sinceramente, foi muita idiotice colocar seu bichinho de estimação como um ponto de ligação, para que não morra.

Voldemort não respondeu apenas continuou tentado salvar Nagini, mas antes de conseguir isso, Osíris destroçou a cobra violentamente com suas garras, deixando para trás apenas os restos dela

.-Não!-gritou Voldemort tentando acertar o falcão, só que todo feitiço que visava o atingir, era bloqueado por um escudo criado a base de uma runa que sempre brilhava a sua frente. O que é isso?

-Magia de proteção, se foi idiota o suficiente para não ter feito isso com Nagini, o problema é seu. Agora vamos duelar, ainda tenho um encontro com minha noiva.

-Pirralho insolente!-urrou Voldemort se virando para Harry, mas respirando fundo antes de começar a atacar. - Tudo bem, não vai me tirar do sério moleque, se quer tanto um duelo terá um.

Movimentando sua varinha como se fosse um chicote, Voldemort começou a executar uma quantidade absurda de feitiços contra Harry, que se defendia e aproveitava as brechas criadas para contra-atacar. Quem estava do lado de fora, não importando de qual lado estava parou para acompanhar o duelo do século, os feitiços lançados por cada um fazia a cúpula tremer, mas nada acontecia com ela, ao contrario parecia que cada vez se tornava ainda mais resistente.

-É muito habilidoso jovem Potter, isso está se tornando muito divertido. Respondeu Voldemort, quando eles pararam de trocar feitiços, o Lord possuía alguns arranhões pelo corpo, de alguns feitiços que conseguiram passar por seu escudo. Mas mesmo assim, não é capaz de me vencer, não comigo tendo um demônio ao meu lado. Ao falar isso a imagem de um homem de meia idade e aparentando fraqueza, com olhos negros e uma bengala com uma caveira nas mãos, olhou maliciosamente para Harry.

-Todo ritual pode ser desfeito Tom Riddle, inclusive o pacto da encruzilhada. Falou Harry, fazendo um corte nas duas mãos e depois batendo ambas no chão. Arte Sombria #2: Armadilha do Diabo!-o sangue que escorreu no chão, atingiu toda a parte da cúpula, desenhando um pentagrama com símbolos sumérios perto das pontas.

-O que significa isso Potter?-perguntou Voldemort sem entender as ações dele, até que ao se virar para o lado, notou que o demônio mostrava uma careta de insatisfação.

-Ele está desse jeito, pois sabe muito bem o que vem a seguir. Avisou Harry respondendo a pergunta que Voldemort fazia mentalmente. -EXORCIZAMUS! Uma cruz branca perola surgiu da varinha de Harry, indo em direção ao demônio o acertando no peito, fazendo com que o mesmo soltasse um grito. Aproveitando-se disso, Harry começou a recitar o ritual de exorcismo em latim.

Regna terrae, cantate deo, psallite dominio…

Tribuite virtutem deo. Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incuriso infernalis adversarii, omnis legio, omnis congredatio et secta diabolica…

Ergo… Perditio nis venenum propinare. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciae. Hostis humanae salutis. Humiliare sub potenti manu dei. Contremisce et effuge. Invocato a nobis sancto et terribile nomine. Quem inferi tremunt…

Ab insidis diabo li, libera nos, domine. Ut ecclesiam tuam secura tibi facias, libertate servire, te rogamus, audi nos. Ut inimicos sanctae ecclesiae humiliare digneris, to rogamus audi… Dominicos sanctae ecclesiae, terogamus audi nos, terribilis deus do sanctuario suo deus israhel. Lpse tribuite virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus deus, gloria patri…”.

Uma fumaça negra começou a sair da boca do demônio, sendo puxada para o chão, criando algo parecido com uma explosão no símbolo, fazendo com que ele desaparecesse, levando o corpo junto. Voldemort observou todo o ritual de exorcismo sem sequer mexer um músculo, algo o impedia de fazer isso.

-Agora que eliminei seus aliados branquela, vamos por um fim naquela maldita profecia. Falou Harry sorrindo. -GUARDIAN ANIMALIS!-um tigre de pura magia vermelha com listras douradas surgiu da varinha indo em direção a Voldemort, rosnando furiosamente.

-Merda. -gritou Voldemort tentando atacar o animal, mas sem sucesso. A velocidade do tigre era superior à dele, escapando dos feitiços e mordendo seu braço direito com extrema força junto com uma patada no peito, que dilacerou a pele abaixo do peito. -DEGENERUS! O feitiço cinzento destruiu o tigre completamente, dando chance para que Voldemort atacasse Harry com uma chama negra que atingiu seu braço esquerdo. Por causa dos ferimentos deles, o duelo se tornou mais lento, mas não menos fantásticos graças ao poder que os dois possuíam.

-Esse duelo pode durar para sempre Harry. Exclamou Osíris na mente de Harry.

-Talvez possa fazer alguma coisa, mas... -respondeu Harry hesitante, mas percebendo cada vez mais que não tinha maneiras de continuarem duelando, ainda mais por ter um fato que ainda o incomodava de quando Voldemort fez o ritual para voltar à vida. Qual dos rituais de Fausto você usou para ter esse corpo de volta?

-Finalmente percebeu Harry. Respondeu Voldemort sorrindo. Pensei que desconfiaria antes, a minha exigência por querer usar seu sangue, sendo que poderia ter pegado o do velhote o que já me reuniria poder suficiente para fortalecer meu corpo.

-Harry é o que estou pensando?-quis saber Osíris notando o nervosismo de Harry.

-Usou meu sangue para impedir que eu o matasse certo?

-Isso mesmo, criei um jeito daquela profecia ridícula nunca se realizar. Isso não é ótimo, passaremos a eternidade duelando e você nunca vai poder me matar.

-E nem você pode me matar.

-Correto. A não ser pelo pequeno fato que você já está morrendo. Avisou Voldemort com um grande sorriso no rosto. Graças ao seu passarinho que mutilou Nagini, o veneno que ela continha no corpo está sendo bombeado no ar desde o começo, as toxinas vão te matar em poucos instantes.

-Então não tenho escolhas. Falou Harry suspirando fundo. - MORTUN EXPECTRUS CEIFERO INFERNOS!- entre os dois surgiu a figura de um homem com nariz de gancho, cabelos pretos lambidos para trás, olhos castanhos, rosto parecendo com o de uma caveira de tão magro, vestindo um terno. -“Ceifeiro ordeno que me obedeça! Cuide da missão que estou te dando e leve essa alma impura daqui!”

Uma linha tênue de cor branca saiu da varinha indo em direção ao ceifeiro e se enrolando no seu pescoço, virando uma corrente. -Para que com isso Harry, brincar com a morte é perigoso. Falou Voldemort temeroso agora, enquanto o velho caminhava em sua direção. Saia de perto de mim!-berrou lançando maldiçoes contra ele, sem conseguir detê-lo, fazendo com que continuasse a avançar.

-Magia não funciona comigo. -respondeu o velho segurando o pulso de Voldemort que empunhava a varinha, e forçando o braço dele para baixo. Agora receba o castigo por todos seus erros Tom Riddle, acompanhei de perto a sua vida humano, em alguns momentos até esteve longe de mim, mas graças aquele jovem posso finalmente leva-lo para ser castigado. Com a outra mão segurou o rosto dele com extrema força, seus dedos apertando cada vez mais seu crânio. O ceifeiro largou a cabeça dele e esperou, enquanto Voldemort agonizava de joelhos segurando o rosto com ambas as mãos, sentindo a pele queimar e depois começar a desmanchar, junto com o resto do corpo, e sobrar apenas os ossos e uma sombra que era sua alma do lado, tentando retornar ao corpo que não existia mais. Que os portões do Mundo Inferior abram!-gritou batendo palmas, com isso um imenso portão com retratos de morte e dos piores momentos da humanidade surgiu às costas dos restos mortais de Voldemort, dois esqueletos vestindo uniformes da Guarda da Real, puxaram a alma de Voldemort para dentro, com os portões logo sendo fechados quando os três passaram.

-Espere um pouco... Um ceifeiro comum não pode fazer isso. Gagueja Harry olhando de forma temerosa para o homem na sua frente.

-Correto, pelo menos algum mortal inteligente. Falou o velho virando-se para Harry. Se você não se importar, vou retirar essa corrente aqui, ela está me incomodando, entende?-encostando a mão na corrente, ela enferrujou e se partiu.

-Isso não é possível. Não tem como uma corrente de ligação ser desfeita desse jeito.

-Da última vez que invocou um ceifeiro, ele poupou sua vida por ter entregado uma alma que não deveria mais estar nesse mundo, e também deve ter avisado o que aconteceria se voltasse a realizar aquele feitiço. A minha pergunta é, por que de ter desobedecido?

-Se não fizesse isso, de nada adiantaria essa batalha, e as outras que aconteceram anteriormente. Voldemort não só podia ser morto por mim, mas o ritual que ele fez impedia que eu pudesse mata-lo, por isso invoquei um ceifador, mas parece que fiz mais que isso, certo?-falou Harry, olhando atentamente para ele.

-Mais uma vez está certo, jovem Potter. Você acabou por chamar o líder dos ceifeiros, entende sua situação? Nem mesmo os deuses podem agora o salvar, eles também me temem, eu sou o fim de tudo que tem vida... Sou a Morte!-falou com uma voz antiga.

-Esse feitiço não poderia invocar algo como a própria Morte, não tem como isso. Falou Harry sem acreditar.

-Chegamos num ponto interessante, é a primeira vez que sou invocado por um humano com poderes mágicos, apesar de terem dois irmãos nos Estados Unidos, que vivem me perturbando com rituais para que eu os ajude, mas isso não vem ao caso. Falou Morte, balançando a mão e ficando em frente a Harry, colocando a mão no ombro dele. Vai ser uma pena ter que levar você antes da hora, mas sabe como é não posso deixar livre depois de um aviso, nem depois de ter me invocado.

-Aceito o meu destino, Morte. Respondeu Harry abaixando a cabeça. Desde o dia em que comecei meus treinamentos e soube sobre a profecia, imaginava que meu destino estava entrelaçado com o seu, apenas sinto não poder curtir um pouco mais minha vida com Gina, gostaria de me despedir pelo menos se não for pedir muito.

-Realmente é um humano curioso, talvez seja de família. Pensou Morte lembrando-se de Ignoto Peverell. - Vou deixar que se despeça dela, não acho justo mesmo ter que levar você tão cedo, vou acabar atrasando a evolução.

-Morte, tenho uma proposta para lhe fazer, poderia me escutar?-perguntou Osíris conversando diretamente com a Morte, bloqueando Harry.

-O que está fazendo?!-perguntou Harry irritado, mas o falcão simplesmente o ignorou.

-Com todo prazer, adoro ouvir propostas, ainda mais se forem interessantes. Sorriu a Morte.

-Em de levar o Harry deveria me levar, sou um familiar dele, então estamos ligados. Começou Osíris, sendo interrompido pelo grito de protesto de Harry.

-Silêncio Harry, estou negociando com o seu amiguinho de penas. Disse a Morte, apontando o dedo para Harry e o deixando paralisado. Prossiga Falcão Guardião!

-Como estamos ligados, se você me levar no lugar dele, não vai parecer que não cumpriu o aviso que o outro ceifeiro deu, afinal de contas estará levando teoricamente a mesma alma. Harry quis falar algo, discordar, mas o poder da Morte não permitia isso.

-Bem faz sentido, mas ainda a o risco deu ser invocado novamente. A magia do Harry está num nível muito perigoso, mesmo que ele saiba controlar, é algo que vai afetar futuramente, talvez ele se torne o próximo Lord das Trevas. Avisou a Morte, fazendo Harry arregalar os olhos com essa possibilidade.

-Impeça isso então!-exigiu Osíris num tom de voz mais alto. É a Morte, pode tirar um pouco da magia dele, deixar que se desenvolva normalmente sem qualquer interferência dos Ancestrais.

-É um jeito de se pensar. Falou a Morte, pensativa. Está decidido, pra mim é um bom acordo. Respondeu materializando uma foice de cor negra. Infelizmente isso vai machucar você um pouquinho Harry, mas nada que vá mata-lo.

Com um movimento rápido cortou o peito de Harry, criando um corte transversal que começou a verter sangue, e junto com ele magia também escorria e era absorvida pela terra.

-Adeus Harry, foi um prazer estar sempre ao seu lado, mas sempre soube que teria que dar a minha vida em troca da sua, é esta a missão dos Falcões Guardiões. Falou Osíris se despedindo de Harry, bicando a orelha dele delicadamente. Vou deixar um presente para que nunca se esqueça de mim, meu amigo. Saiu do ombro de Harry e foi se empoleirar no ombro da Morte, que observava o moreno cair no chão quase desmaiando.

-A gente vai se reencontrar daqui a muitos anos Sr. Harry Potter, vai ter uma vida longa e feliz. Tem um destino brilhante pela frente, desde que siga os caminhos certos. Falou a Morte, batendo a foice no chão e destruindo a cúpula que Harry criou, e sumindo dali com um farfalhar de vento.

-HARRY!-gritou Gina correndo em direção ao corpo do moreno, que se encontrava inconsciente já pela perda de sangue e dos ferimentos causados pelo duelo, logo outros se aproximavam para levar Harry para dentro, e segurar Gina.

-Prendam todos os comensais que sobraram, não deixe ninguém escapar!-ordenou Dumbledore após despertar do choque, mandando a Ordem capturar alguns comensais que tentavam sair de Hogwarts.

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A enfermaria de Hogwarts se encontrava lotada de membros da Ordem feridos, ou querendo ficar na companhia dos mesmos. Os comensais que tinham sido presos, já haviam sido escoltados para Azkaban pelos aurores. O corpo dos mortos estava sendo levados para uma ala no castelo, onde um funcionário de Registros do Ministério dava baixa em tudo, para depois serem encaminhados para a família, dar o destino final para eles. Madame Pomfrey examinou Harry constatando que o seu estado era muito grave, sugerindo uma transferência direta para o St. Mungus. O responsável por levar ele foi Sirius e Tiago, Gina queria ter ido com eles, mas foi contida pelos gêmeos que sabiam que mais gente iria apenas tumultuar os corredores do hospital.

-Chame a equipe especializada em medicina trouxa. -gritou um medi bruxo enquanto examinava Harry com a varinha. Precisamos tratar ele na UTI, vocês precisam ficar aqui, qualquer coisa venho informar, senhores. - falou barrando Sirius e Tiago que pareciam prestes a entrar com ele.

-Droga Sirius, o que vou fazer se perder o Harry?-desabafou Tiago sentado numa cadeira, passando a mão no cabelo transtornado com essa possibilidade.

-Não precisa se preocupar Pontas, o Harry é duro na queda, ele não vai se entregar tão fácil, não depois de ter trazido vocês de volta e ter derrotado o cara de cobra. Sem contar que se ele morrer vai deixar uma ruiva muito furiosa pra trás. Falou Sirius tentando animar o amigo.

Eles ficaram um tempo esperando alguma noticia, mas nenhum medi bruxo tinha saído da UTI. Quando o mesmo medi bruxo que tinha os barrado, saiu, eles correram para pedir qualquer informação.

-Os procedimentos tiveram que ser de modo trouxa, precisamos fazer uma cirurgia delicada para tirar o veneno que tinha no corpo dele, e também para religar os nervos do braço que foram queimados e quase destruídos totalmente. Explicou calmamente. A ferida no peito não chegou a ser tão profunda, mas mesmo assim vai demorar um tempinho para cicatrizar.

-Podemos vê-lo?-perguntou Tiago interrompendo o bruxo.

-Ele está sedado no momento, perdeu muito sangue e seus níveis mágicos caíram de uma maneira absurda, então seu corpo acabou ficando desacostumado. Estamos fazendo transfusões de sangue, mas transfusões mágicas são perigosas demais, por isso ele vai ter que se recuperar lentamente. Quando terminarem as transfusões, vai ser levado para um quarto e você podem o visitar. Agora com licença, tenho outros pacientes. Terminou o medi bruxo caminhando para fora do corredor.

-Disse pra você que ele iria ficar bem Pontas. Falou Sirius abraçando o amigo, aliviado de saber que o afilhado estava fora de perigo.

-Poderia ir pra Hogwarts e avisar a todos que ele se encontra fora de perigo, e pedir para a Lilian vir, nós vamos ficar com nosso filho.

Pode deixar. Respondeu Sirius se despedindo do amigo e pegando uma lareira para Hogsmeade.

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Harry passou dois dias, desacordado no St. Mungus, sua recuperação ocorria de forma lenta, pois nenhum tratamento mágico podia ser feito, já que o corpo dele recusava imediatamente. Nesse tempo Tiago e Lilian, tinham que disputar com Gina a possibilidade de ficarem com ele, normalmente as discussões eram bem acaloradas, por isso normalmente a ruiva acabava sendo estuporada por um de seus irmãos ou sua mãe.

-Água... -pediu Harry com a voz seca, olhando para o teto branco do quarto. Ouvi um grito animado e depois um peso em cima do peito, que o fez arfar de dor.

-Querida, não faça isso, ele precisa se recuperar ainda. Falou Tiago tirando a mulher de cima do filho e entregando um copo para ele. Aqui está filho.

-Obrigado... -agradeceu Harry, tentado se levantar e sentindo o braço formigar. Droga parece que um hipogrifo me atropelou. O que aconteceu?

-Não se lembra Harry?-perguntou Tiago, enquanto Lilian e agarrava ao pescoço dele, não querendo largar mais o filho.

-Mais ou menos, estou com a cabeça muito confusa. Avisou Harry retribuindo o abraço de sua mãe.

-Bem, então leia o Profeta Diário, com a ajuda de Dumbledore e do Ministro Arthur, apenas as coisas relevantes foram escritas. Avisou Tiago entregando o jornal para o filho que começou a ler imediatamente.

Pegando o jornal das mãos do pai, Harry começou a ler rapidamente todas às noticias, envolvendo o combate em Hogwarts, não tinha muitas coisas claras, apenas que Harry tinha duelado até a morte de Você-Sabe- Quem, e estava repousando na Mansão Potter desde então. Mencionava também o nome de Carlinhos, dizendo que seu esquadrão de dragões “adestrados”, derrotou os três gigantes que atacavam o castelo facilmente. Depois seguia uma lista com os nomes dos mortos de ambos os lados, e dos comensais presos em Azkaban, ficou levemente aliviado ao notar que as baixas do lado da Ordem não foram muitas, mas mesmo assim tinham perdido os irmãos Creevey, Hestia Jones, Dédalo Digle, entre outros alunos.

-Acabou então?-perguntou Harry aliviado por um instante, mas depois se lembrando do sacrifício que Osíris fez por ele e sua magia que tinha enfraquecido consideravelmente, mas era um preço pequeno a se pagar, por ter posto fim a crueldade de Voldemort.

-Sim, filho você conseguiu. Falou Tiago, mas depois trocou olhares com Lilian. Mas parece que o corpo de Draco Malfoy não foi encontrando na mansão Parkinson, e nem Narcisa foi achada.

-Não importa, ele é peixe pequeno e o estado que o deixei não será nenhum problema para o capturarmos futuramente. Falou Harry com um tom voz sério. Agora quero apenas sair daqui, e curtir minha vida com a mulher que eu amo. Falando nisso cadê a Gina?

-Bem... -começou Lilian ficando vermelha de vergonha. Deve estar dormindo depois que eu a estuporei... - falou num tom de voz baixinho.

-Mãe! Por que você fez isso?-perguntou Harry entre surpreso e com vontade de rir.

-É porque sua mãe é uma egoísta. Falou Gina entrando no quarto com os cabelos descabelados, correndo pra abraçar Harry beijando o moreno com paixão, enquanto lagrimas escorriam. Fiquei com tanto medo de te perder meu amor.

-Vamos Lírio, eles precisam de um tempo sozinhos. Falou Tiago puxando a esposa para fora do quarto, antes de fecha olhou a cena do filho beijando a mulher que amava e não teve como não comparar com ele mesmo, no fim do sétimo ano, quando Lilian fez o mesmo com ele, após ter se machucado no Quadril.  Sorrindo fechou a porta contente por ter a chance de ver o seu filho feliz.

-Feliz por ter intervindo Zeus?-perguntou Hades ao irmão, enquanto eles observavam Harry e Gina, prometendo ficarem juntos para sempre, nunca se separarem.

-Certo Hades, confesso que você estava certo dessa vez, irmão. Falou Zeus suspirando derrotado. Agora que ninguém mais vai tentar matar ele, talvez o garoto possa ser feliz com aquela ruivinha, ser um Harry Potter Diferente!


Notas Finais


E aí cambada, sei que mentalmente algumas pessoas estão me xingando, mais não ligo.
O que vcs acharam?


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