História Um Homem Sobrenatural (Imagine Kim Hyun Joong) - Capítulo 1


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Categorias Kim Hyun-joong
Tags Kim Hyun Joong, Personagens Fictícios
Visualizações 49
Palavras 3.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente aqui é a Sakura Kim, estou compartilhando com vocês esta linda história onde iremos nos emocionar a cada capítulo. Espero que possamos viajar juntos neste história de suspense, drama e amor, onde as personagens estarão vivendo emoções a flor da pele. boa leitura e muito grata por viajar conosco. Naneun neoleul salanghae!

Capítulo 1 - O início de um sonho!


Fanfic / Fanfiction Um Homem Sobrenatural (Imagine Kim Hyun Joong) - Capítulo 1 - O início de um sonho!

Me chamo S/N, tenho 28 anos e sou determinada, não desisto fácil daquilo que quero. Sempre sonhei em ser escritora, e confesso que se tivesse condições teria realizado este sonho a mais tempo ...mais infelizmente tive que esperar para finalmente realizar este sonho!

Trabalhei muito e optei por fazer o curso de letras em uma faculdade Pública no Rio de Janeiro. Naquela época para mim era a melhor opção, já que precisava custear os meus gastos, por tanto, segui dando aulas e estudando até me formar. Sempre fui dedicada, e desafios para mim soava como um incentivo para continuar em frente mostrando que era capaz de fazer. Durante o tempo em que me mantive no Brasil, só pensava em como seria minha vida em um lugar onde finalmente poderia realizar o meu sonho. O tempo passou e finalmente o grande dia chegou! Comprei minha passagem para a Europa e tratei de me preparar para a viagem, afinal de contas eu estava indo morar em um lugar totalmente diferente ao que estou acostumada a viver, lá eu sabia que seria uma outra vida, outros ares. Porém eu não podia imaginar o quanto minha vida iria mudar...

Cheguei em Amsterdam no verão, época em que a cidade está iluminada e cheia de visitantes.  Amsterdam, (Capital da Holanda), lugar que eu escolhi para viver e quem sabe encontrar um grande amor.

Ao desembarcar no aero porto me deparei com minha amiga me esperando toda sorridente. Éramos quase irmãs, nos conhecemos ainda no período da faculdade, e logo nos afeiçoamos. Ela assim como eu, queria morar no exterior, e isso nos aproximou muito. Vivíamos fazendo planos, ela de se casar e morar em Madri, e eu de me transformar em escritora e morar em Amsterdam. No começo era só sonho de jovens que normalmente passa, mas depois começou a dar indícios de que realmente ia se concretizar. Minha amiga acabou indo fazer intercambio em Madri, lá ela conheceu um rapaz e se casaram, confesso que achei uma loucura o casamento, afinal de contas eles ainda estavam estudando, porém ela me disse que foi amor a primeira vista. Apesar de não acreditar em amor a primeira vista, acabei dando uma chance para eles, e assim eles mudaram este conceito pra mim. Hoje os vejo como o exemplo ideal de casal, seguem felizes e parecem estar sempre apaixonados. Eles moram em Madri, porém minha amiga trabalha em Amsterdam, como as duas cidades são distantes, ela passa mais tempo em Amsterdam, indo pra casa nos fins de semana. Sabendo disso, antes de vir pra cá tratei de pedir à ela para ver uma casa mais em conta pra mim, eu queria um lugar tranquilo e afastado da agitação da cidade, porém não muito caro, eu precisava de economizar meu dinheiro. Saímos do aero porto e fomos direto para a casa que ela arrumou pra mim, eu estava curiosa para vê-la com meus próprios olhos. Minha amiga havia enviado algumas fotos da casa pelo zap, e eu amei, não via a hora de chegar lá.

Logo que chegamos na casa, avistei um jardim que mais parecia um cenário de filme de amor. Tudo ali parecia estar me esperando, e todo o tempo eu me beliscava para ver se estava sonhando! Era uma sensação de estar realizando um sonho...a casa era linda! Apesar da minha amiga insistir para que eu ficasse na casa dela alguns dias antes de me instalar de vez naquele lugar, eu agradeci mais decidi ficar ali já no primeiro dia. Deixei minhas bagagens no quarto principal e fomos fazer um tur pelo local, a casa era muito maior do que eu imaginava e o aluguel parecia ser um presente pra mim. Uma casa daquelas custaria uma fortuna, porém minha amiga conhecia os donos e a história daquele lugar. Os antigos donos construíram aquela casa para viverem lá com sua família, não tinham a intenção de se mudar, porém mudaram de ideia assim que perderam seu único filho em um acidente horrível. O rapaz tinha 23 anos quando perdeu sua vida em um acidente de moto, apesar de não reconhecerem o corpo do seu próprio filho, pelo fato de que todos os envolvidos no acidente tiveram seus corpos carbonizados, o casal o identificou apenas por reconhecerem sua moto. Logo depois do sepultamento do seu único filho, decidiram mudar-se e morarem em uma outra cidade onde não teriam por perto tantas lembranças. Ao saber da história fiquei muito curiosa para saber como era este rapaz, de repente seria uma inspiração para o meu trabalho de escritora, porém minha amiga tinha que ir embora, na verdade ela estava atrasada para encontrar seu marido, eles combinaram de ir ao teatro antes de voltarem para casa. Nos despedimos após eu me negar ir pra casa dela mais uma vez...

Júlia_ Amiga tem certeza que vai ficar bem? _Perguntou ela preocupada.

S/N_ Claro que sim, não se preocupe comigo eu estou me sentido como se morasse aqui a vida toda. Qualquer coisa eu te ligo, o mais muito grata pelo seu carinho por mim_ Digo isso abraçando ela, que em seguida sai. Fechei a porta e corri para o quarto, pois queria tomar um banho e tentar relaxar.

Logo adormeci, estava muito cansada da viagem...as horas voaram, a noite chegou e quando eu acordei passava das 22hrs. O silencio ali era total, o barulho do vento era o único som que se ouvia, desci as escadas em direção a cozinha pois estava com a garganta seca, precisava de um copo d’água, ao chegar na cozinha notei que a janela estava aberta deixando o vento entrar suavemente, e brincar com a cortina que balançava de um lado para o outro revelando a imagem do jardim lá fora. As luzes estavam acesas iluminando o caminho até a porta, dei uma olhada pela janela enquanto bebia a água, de repente me dou conta de que já era tarde e procuro fechar a mesma. Volto para o quarto em seguida, pois estava frio e eu desci sem vestir um casaco, estava apenas com uma camiseta comprida, aqui o frio não é como no Brasil, parece que a minha alma ia congelar por completo...liguei o aquecedor e corri para a cama, logo peguei no sono novamente. Adormeci em seguida, meu corpo estava exausto parecia que o tanto que dormi não foi o suficiente. Enquanto dormia tive um sonho que mais parecia estar acontecendo...eu estava na sala e ao me aproximar da porta de entrada, alguém passava por mim como se tivesse descido as escadas correndo em direção a saída. Era tão real que ao passar por mim eu sentia uma brisa, meio que tocar meus cabelos, fazendo assim com que eu me arrepiasse por inteiro, porque na verdade no sonho eu sabia que estava sozinha naquela casa, por tanto quem poderia ser? Procuro abrir a porta de entrada girando a maçaneta rapidamente, e me deparo com alguém atravessando o jardim...parecia um homem, mas não dava para ver seu rosto, estava escuro e eu não tinha uma visão ampla do jardim, pelo fato das plantas estarem cobrindo parte do caminho. Ele parecia estar com pressa, gesticulava com as mãos mostrando estar discutindo com alguém, porém eu só via ele, a outra pessoa parecia estar do outro lado do jardim. Em todo tempo ele se mostrava indignado, e logo que saiu fez questão de enfatizar que não voltaria nunca mais. Eu tentei por várias vezes ver o rosto dele, mas eu não conseguia porque ele se manteve virado na direção da pessoa que ele estava discutindo, por tanto só deu pra ver que se tratava de um homem jovem pela forma de se vestir, e também se expressar com as palavras. Ao sair do meu campo de visão, ele parecia ligar uma moto, pois eu ouvi o motor e logo em seguida o portão se abriu e ele passou rápido. Eu fiquei ali parada na porta com a sensação de que alguém estava me observando, senti um arrepio percorrer o meu corpo e minhas pernas pareciam fraquejar...olhei para trás e vi uma figura passar por mim indo na direção da escada, tratava-se do mesmo jovem meu sangue pareceu gelar, ele era um rapaz alto, magro de cabelos compridos, mais uma vez não vi seu rosto, pois por mais que tentasse ver, ele se manteve de costas. Ele subiu as escadas apressado, e eu fui atrás dele quase correndo mas ao chegar próximo do corredor não pude mais vê-lo, ele simplesmente sumiu. Daí me vejo em meu quarto deitada na minha cama, e sinto como se alguém me observasse atentamente...acordo mais uma vez, sinto o meu corpo tremer, parecia tão real. Não me atrevo sair da cama, olho para o teto a cima de mim, e fecho rapidamente os olhos buscando desesperadamente o sono, o que não tardou acontecer.

    Amanheceu... finalmente eu estava acordada, me levanto da cama e abro as janelas do meu quarto afasto as cortinas e deixo que uma brisa suave invada todo o espaço. O sol estava presente mais uma vez iluminando o lugar, não me demorei para descer, tinha que fazer compras afinal de contas eu tinha que comer. Enquanto pensava no que comprar decidi passar em uma padaria e tomar um café, estava faminta meu estômago já estava a reclamar, e quando estou com fome, meu cérebro não funciona. No caminho para a cidade, resolvi pegar um taxi pois apesar de não ser muito longe, eu não queria perder tempo andando. Pedi para o motorista me deixar em um super mercado, coisa que ele fez com eficiência, não tentou fazer o percurso mais longo nem nada, foi direto ao ponto coisa que me deixou impressionada, se fosse no Brasil ele iria tentar ganhar mais me levando ao super mercado pelo caminho mais longo infelizmente. Bom chegando lá ouço meu celular tocar, era minha amiga querendo saber se podia passar lá em casa mais tarde, pois ela ainda estava na cidade...

Júlia_ Oiiii...tudo bem? Posso passar ai mais tarde, ontem acabamos ficando em um hotel, decidimos que seria melhor retornar pra casa hoje, pois eu queria comprar algumas coisas aqui que não tem em Madri. E você dormiu bem, ou estranhou a casa? _ Respondi de imediato que dormi muito bem, não contei a ela que acordei no meio da noite, pois não queria falar por telefone sobre o que havia acontecido...

S/N_ Oi amiga estou ótima, neste momento estou fazendo compras acabei de chegar ao mercado. Quero aproveitar bem este dia...porque vocês não vem almoçar comigo? _ digo isto enquanto pego na prateleira um vinho branco, acho que vai combinar com o prato que eu tenciono fazer para hoje.

Continuamos a conversar enquanto pego tudo o que preciso, na verdade nem cheguei fazer uma lista de compras, apenas sai pegando aquilo que achei necessário para começar. Ficou combinado que eles iriam chegar ao meio dia, por tanto me apressei pois já passava das nove da manhã. Cheguei rápido, assim pude dar início a preparação do almoço. Aquela seria a minha primeira visita, então tinha que surpreender, pois minha amiga já tinha feito tanto por mim arrumando tudo para a minha chegada...agi rápido, enquanto o peixe estava no forno, coloquei o vinho para gelar e preparei uma salada para acompanhar o prato. Arrumei a mesa e subi para tomar um banho e espera-los já pronta, porém antes do banho percebi que não tinha abrido as janelas da casa, então resolvo abri-las antes de começar a me arrumar. A casa era mesmo espetacular, a luz do dia revelou os detalhes que a noite escondia, sua estrutura parecia ter sido feita no século passado, porém havia uma harmonia entre o romântico das flores entalhadas na madeira do corre- mão da escada com os degraus que pareciam de pedra. As portas também eram cobertas com aquelas flores, que foram entalhadas caprichosamente na madeira de modo a parecerem flutuar sobre a mesma. Não pude reparar mais, pois estava apressada para me arrumar, porém ao chegar na porta do meu quarto olhei rapidamente para uma porta no final do corredor, e vi que ela era diferente das demais. O que mais me chamou a atenção e que de longe notava-se a figura de um violão entalhado na porta, olhei mais logo me lembrei que tinha que me arrumar, por tanto corri para o banheiro.

Meus amigos chegaram logo, Júlia era uma pessoa contagiante, de sorriso largo e de uma doçura grandiosa, ela parecia empolgada com a minha mudança, não parava de dizer que eu ia me apaixonar ainda mais, pois aquela casa era de uma magia contagiante. Enquanto conversávamos, fomos nos sentar à mesa para comer, afinal de contas eu já estava com muita fome, e acredito que eles também. O marido dela, era muito legal assim como ela parecia ser muito divertido, porém no meio da conversa ele deixa escapar que aquela casa guardava um segredo. No momento em que ele falou, eu achei que seria apenas uma brincadeira, pois entre amigos sempre rola aquela conversa de mistérios sobre um novo lugar para descontrair, principalmente quando este lugar é desconhecido. Só que ele me fez entender de que não se tratava de uma brincadeira, mas sim da verdadeira história que se passou naquele lugar. Minha amiga tentou desconversar, pois ela alegou que tinha coisa mais importante para falarmos naquele momento, porém eu insisti em saber do que se tratava esta história. Ele foi direto ao ponto, disse que a família vivia em harmonia até que seu único filho decidiu sair de casa. Passaram a discutir com frequência, pois o marido culpava a mulher dizendo que o filho era muito mimado por ela, e por este motivo não havia crescido emocionalmente, levando a vida de uma maneira totalmente irresponsável. Porém a mulher se defendia acusando o marido de não ter dado a atenção devida ao seu único filho, e em todo tempo se colocar para o rapaz como sendo perfeito e deixando assim claro a sua posição de aversão a tudo que ele fazia. Enquanto conversávamos os chamei para a sala, antes servi um pouco mais de vinho e assim nos sentamos e continuamos o nosso papo, que a cada momento se mostrava mais interessante. Foi aí que o Daniel me pergunta se eu já havia explorado a casa...

Daniel_ E ai, você já deu uma boa olhada pela casa? _Eu respondi que não havia tido chance, já que ao chegar acabei indo dormir, e hoje apenas me arrumei e sai. Ele então me perguntou se eu estava desposta a fazer o tur pela casa naquele momento, pois assim eles poderiam me acompanhar e continuar a me falar da história daquele lugar. Coisa que eu aceitei prontamente...

S/N_ Claro, vamos sim! Na verdade, eu só fiz o percurso do quarto em que eu estou dormindo até a sala, da sala a cozinha e o caminho de saída para o portão principal. Disse isso já me levantando...

Começamos lá por cima, havia um corredor que levava aos quartos. Era num total de oito quartos, e quase todos tinham em sua porta o detalhe de flores, como eu já havia dito com exceção da porta no fim do corredor, que em sua moldura tinha um violão. Todas estavam com as chaves na fechadura, apenas a porta diferente estava trancada e sem a chave. Perguntei para a Júlia se ela sabia onde estava as chaves, porque na verdade foi ela quem ficou com as chaves da casa até eu chegar, porém ela me disse que a proprietária não havia entregado para ela as chaves daquele quarto em especial. Não havia nenhuma explicação para o fato de ela não entregar as chaves, já que estava alugando a casa para outra pessoa, porém ela apenas disse a Julia que não sabia onde tinha guardado as chaves daquele quarto. Fiquei super curiosa, quando eles me disseram que se tratava do quarto do rapaz que havia falecido. Depois de andarmos pela mesma, fomos para o jardim tomar um pouco de sol e aproveitar para entrar em uma estufa de plantas que ficava no meio da propriedade. A antiga proprietária tinha um orquidário que mantinha com todo carinho, e por encontra dificuldades de cultivo na época do frio, construiu uma estufa para proteger sua orquídeas do frio estremo.

Tudo era lindo, e ao olhar para a casa do lado de fora, notei que havia um sótão e tratei de perguntar a Júlia como chegar até lá, e ela me disse que infelizmente o acesso ao sótão era pela porta que a proprietária alegou não saber onde estava as chaves. Fiquei ainda mais curiosa...entramos pela porta da cozinha, e propus um cafezinho pra assim finalizar a visita pois eles teriam que partir, não queriam chegar muito tarde em casa. Após o café nos despedimos e eu os levei até a porta de saída, Júlia me abraçou e disse ao meu ouvido que poderia ligar pra ela caso precisasse de algo.

   Agora já sozinha começo a arrumar as coisas, pois tinha muito que trabalhar...não havia trazido uma bagagem grande do Brasil, porém a casa estava fechada por meses, e apesar da Júlio ter dado uma limpeza, eu queria organizar tudo do meu jeito e como eu como sou detalhista, isso ia demorar. Enquanto trabalhava na arrumação notei que no escritório havia alguns quadros sem fotografias deixados em cima da escrivaninha, pareciam terem sido colocados por acaso ali. Peguei uma das caixas de papelão e os guardei, até encontrar alguma utilidade para eles, de repente novas fotos quem sabe?

Trabalhei o resto da tarde, fiquei tão focada na organização e limpeza que não vi a noite chegar. As luzes lá fora se acenderam automaticamente ao cair da noite, assim eu resolvi parar por hoje. Estava cansada porém muito animada, e para relaxar enchi a banheira com uma água bem quentinha, e mergulhei o meu corpo por inteiro deixando apenas parte do rosto de fora. Estar ali me fez relaxar literalmente a ponto de quase adormecer...antes de ir pra cama, resolvi tomar uma taça de vinho enquanto desfolhava as páginas de um livro que havia encontrado no chão do escritório enquanto fazia a limpeza. Notei que que algumas páginas estavam marcadas, umas apenas dobradas e outras com uma caneta de cor forte. Parecia ser um história de suspense, porém eu não quis ler, apenas queria saber porque as páginas estavam marcadas, de repente me deparo com uma fotografia entre as páginas do livro. A pessoa na foto estava, parecia estar com muito frio os trajes pareciam pesados, mas algo me chamou atenção, era os olhos bem expressivos na foto, pareciam estar tristes. Apesar de não poder ver o rosto por completo, parecia ser um rapaz muito bonito. Retirei a foto e corri lá em baixo pra buscar um quadro que pudesse colocar a foto, abri a caixa e encontrei um quadro perfeito! Pus a foto e voltei para o quarto, resolvi pôr o quadro ao lado da minha cama, no criado mudo. Tentei dormir mas não estava conseguindo, então desci para preparar um chá, enquanto esperava a água ferver fui até a sala afastei a cortina da janela e fiquei olhando para o jardim, de repente vejo um vulto...

Parecia o vulto de uma pessoa atravessando o jardim correndo, eu tentei acompanhar com o olhar mas não consegui, logo depois o vejo desaparecer em meio as sombras da noite. Senti meu corpo arrepiar, mas logo depois penso que poderia ser apenas minha imaginação...sorrio de mim mesma e volto para a cozinha e preparo o chá. Subi as escadas ainda pensando no que havia visto a poucos minutos no jardim, mas procuro desviar meus pensamentos pois não era uma boa ideia ficar imaginando vultos naquela hora. Ao chegar no corredor, olho para a porta no fim do mesmo e volto a pensar em quantos segredos que aquela porta guardava...


Notas Finais


Mais uma vez agradeço a vocês que estão viajando conosco nesta linda história. Espero que gostem e se divirtam a cada capítulo. Naneun neoleul salanghae!


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