História Um Infinito de Verão - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Drama, Novela, Romance, Traição
Visualizações 34
Palavras 669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Leia a primeira história de Skylar e Dylan no meu perfil:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/mil-noites-sem-ela-12871750

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Um Infinito de Verão - Capítulo 1 - Prólogo

        "19 de Setembro de 2014.  22:20 pm.
Eu a vi. De novo, com aquele cara. Ela não me viu dessa vez.

Eles estavam no Jardim... No jardim que meu pai fez para ela. E ela o levou lá, levou Paul no jardim da minha casa!

Enquanto meu pai está em outro estado, cuidando dos outro restaurantes, ela está aqui, transando com o motorista da família... Eu sinto tanto ódio...

Hoje reparei nela o dia todo. Ela ficava por aí, suspirando e dando pequenos sorrisos, quando provavelmente, lembrava de algum momento com ele.

Jennifer não botou os pés para fora de casa e quando Jackie perguntava à ela sobre algo doméstico, ela só olhava e perguntava se Jackie não poderia resolver sozinha.

Há duas horas atrás, depois do jantar, disse que estava cansado e iria me retirar.
Apenas uma desculpa.
Queria observa-lá.
Ela apenas balançou a cabeça e fingi subir para o quarto. Fiquei nos corredores para ver se ela viria ou sairia para algum lugar. Sinceramente, não achei que ela teria a cara de pau de ficar com ele enquanto eu estivesse aqui.

Vi quando olhou para os lados e saiu de fininho, eu a segui. Mentive distância e a segui.

Fiquei esperando uns minutos depois que ela entrou no jardim.

"O jardim secreto de Jennifer" como meu pai gosta de chamar. "O jardim da safadeza secreta de Jennifer" eu chamaria.

Fiquei atrás da porta de flores. Ouvindo, ouvindo, ouvindo...
Vozes, sussurros, voz feminina ofegante, "risinhos" masculino... Eles nem esperaram um minuto sequer. Não conversaram. Não discutiram. Apenas começaram à se beijar.

Olhei por uma fresta e vi Paul levantando a saia de Jennifer enquanto a beijava. Ela fechava os olhos e suspirava.

Ela continuou com ele, mesmo depois de eu tê-la ameaçado dizendo que contaria tudo ao meu pai. Jurou que terminaria o caso nojento com Paul e mesmo assim estava ali, como uma... Adúltera, transando com o motorista no Jardim que meu pai construiu para ela!

Depois de alguns minutos, Paul perguntou quando meu pai estaria de volta.

"Amanhã, talvez" ela responde. Ele fez silêncio e perguntou de novo: "E se ele chegar antes?". Paul parecia bem preocupado, e Jennifer nem tanto.

"Eu te amo Paul. Ele pode chegar agora, eu não estou nem aí"

"Mas Alex está em casa, não está?"

"Não me importo. Eu realmente não me importo..." foi a resposta da minha mãe enquanto abria a calça de Paul.

Eu juro que não sei como não entrei naquele lugar e matei aquele desgraçado ali mesmo.

Sabe, quando você sofre em um casamento, digo quando está infeliz, quando é agredido(a) física, ou psicologicamente ou quando seu cônjuge é um cretino(a), é perfeitamente normal você buscar abrigo em outro lugar ou pessoa. É normal você se apegar à primeira pessoa que te ofereça um pouco de apoio sequer. A carência te faz buscar incansavelmente e desesperadamente por um mísero carinho, talvez.
Mas é impossível entender quando nenhuma dessas questões estão em jogo.

Quando uma pessoa tem tudo, tudo que a vida pode dar à ela; uma casa grande e confortável, um marido apaixonado, rico e atencioso. Simplesmente uma vida boa. A vida que você pode esfregar na cara das suas amigas no chá da tarde, em meio à uma conversa fútil sobre diamantes e vestidos caros. E então você pisa em tudo isso só para transar com um cara que só sabe dirigir e que, particularmente nem é bonito.

Todas as noites me pergunto, Jennifer, o que meu pai viu em você.
Seria seus olhos verdes? O castanho escuro de seus cabelos? O seu jeito de andar?
Eu não consigo imaginar nenhuma dessas coisas, porque tudo o que eu consigo enxergar, é como você realmente é feia por dentro.

Infelizmente, eu sou único Evans diferente. O único que se parece com você.

Tenho pena do meu pai, pena do que você está fazendo com nossa família. Você está sendo nojenta como uma adolescente cegamente apaixonada.

Eu cansei de avisar você. Cansei de ver você fazer meu pai de otário.

Eu tenho nojo de você e não vejo a hora de ir embora para sempre."

 



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