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História Um instante que poderia ser eterno - Capítulo 2


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Notas do Autor


Estou tentando fazer um hot.... mas é muito difícil!!!

Capítulo 2 - “Segredos lindos e...”


Fanfic / Fanfiction Um instante que poderia ser eterno - Capítulo 2 - “Segredos lindos e...”

E quem via a cena ao longe, via Afonso enlaçando a cintura de Lola q estava com as mãos pousadas no peito dele, eles se olhavam nos olhos, sem nada dizer e tudo dizendo.

Que coisa mais bonita de se ver, hein, Do céu? - falou Zeca, mostrando o quadro descrito acima para Olga. 

- É muito bonito mesmo... Da vida! Mas vc não acha q eles são um pouquinho parados não? Tá faltando um pouquinho de ação hein? 

- Orguinha do céu! Lá vem ocê! É o jeitinho deles de ser... devagarzinho... igual quando a gente pega brasa e vai soprando aí ela vai espalhando... espalhando e quando ocê percebe tá tudo pegando fogo! 

- Só as labaredas hein? Vou levar um pouquinho de espumante para Lola ficar mais soltinha... e vc pega o Afonso! 

- Orga! Orga! 

Afonso e Lola tinham voltado ao salão para se despedir pois iam pegar a estrada, Olga chegou-se com duas taças para eles:

Está muito calor, refresque-se! 

- Não posso beber, tomaremos a estrada agora...

- Nem pensar, cunhado! A suíte principal já está reservada pra vcs! 

- Olga... não tem necessidade disso

- Tem sim! Já preparei tudinho... 

- Orguinha, tá certa! Vcs saem amanhã cedo, descansados e assim aproveitam bem a festa de vocês! Vamo festar! Vem aqui, Afonso, vc vai ter o resto da vida pra ficar com a Lola, mas com a gente vai demorar um pouquinho pra nos reunirmos novamente, não é mesmo? 

Zeca arrastou Afonso e foi levando Almeida, Virgulino, e tantos outros para um canto, onde eles davam risadas altas das anedotas de Zeca e tomavam doses de uma bebida q todos faziam cara feia ao tragar. Enquanto isso, Olga e Clotilde levaram Lola para a suíte principal, assim Olga chamava seu quarto, q era seu orgulho pq ela o tinha decorado igual as revistas q vieram da França. A cama estava com um lençol com detalhes bordados, bem delicados, estava perfumado talvez viesse das pétalas de rosa que Olga espalhara pelo quarto, e ela puxou a Lola para o meio do quarto e falou:

Você tá ouvindo? 

- Ouvindo o que? Não estou ouvindo nada...

- Exatamente! Tudo q acontece aqui lá fora não dá de escutar...

- Olga!!! - riu Lola muito envergonhada e se divertindo com o comentário da irmã 

- Você está envergonhando a Lola, Olga! 

- Vergonha por que? Todo mundo sabe o q acontece depois do casamento... É algo completamente natural! NATURAL! Exceto pra nós duas né?? Que fomos mais apressadinhas... - Olga cutucou Clotilde que não se aguentou e acabou rindo junto, mas Lola estava séria. - O que foi, Lola? Não me diga q seu Afonso e você... 

- Ora! Claro q não...Só... vc está me deixando nervosa, Olga! 

- Euu??? Euzinhaaa? Tome aqui! Tome de uma vez q vc fica calma...

- Calma? Eu vou ficar tonta e nem ver o q está acontecendo...

- Ah mas também não é pra beber desse jeito né? Duas tacinhas e vc vai ficar mais solta...  menos tímida, com seu marido vc não pode ser tímida não Lola! - Lola estava com a taça na mão olhando para Olga q a fez beber a espumante- vou contar uma coisa pra vcs! Mas não pode sair daqui, ouviram!? É segredo de mulher pra mulher e só vou contar pra vcs pq são minhas irmãs! 

Lola e Clotilde concordaram com o sigilo pedido, Olga serviu-se de espumante e com um sorriso:

Eu me vesti de bailarina para o Zeca! - elas ficaram sem entender - Bailarina! - e Olga fez os Passos e rodopios 

E pra que vc fez isso? 

- Ora! Para animar... pra ativar a imaginação dele... depois de 10 anos de casado vc acha q é fácil manter o interesse ? 

Clotilde e Lola caíram na gargalhada, imaginando a cena, e principalmente a cara do Zeca com a surpresa, enquanto Olga contava os detalhes da peripécia. 

Vc não pretende fechar a fábrica de bebês, Olga? - perguntou a Lola bebendo mais espumante e se divertindo com a irmã 

- Já está fechada! Deus o livre! ..

- E vc Clotilde? O que diz da sua fábrica de bebês?

- Está fechada mas continuamos ...

- dá pra ver né? O fogo docês!!! Lola! Esses dois ... meu Deus do céu!  E isso pq tem três meninos para cuidar...

-São recém casados, Olga! É normal essa ...animação... 

- e vc, Lola? Está animada? - perguntou Olga, segurando a mão de Lola

- Olga... eu não sou mais jovem pra ter esses arroubos ... Me vestir de bailarina e fazer piruetas... - disse Lola entre risos - Um dia... vcs vão entender! Amor é mais parecido com paz... a paixão existe... claro! Mas não tem todo esse ardor de vcs 

- Que bonito, Lola!  O amor de vocês...

- Verdade... muito bonito! - falou Olga, não tão convencida. - Eu acho que só precisa de um empurrãozinho pra pegar fogo isso aí, viu??? 

Lola baixou a cabeça rindo encabulada, e as duas começaram a fazer galhofa com Lola, encabulada demais. Bateram à porta, era D. Maria chamando Lola para se despedir dos convidados q estavam indo embora. Já era noite, os músicos já tinham indo embora, apenas Neves e Zeca estavam a cantar meio bêbados, e Afonso tinha terminado de se despedir de Inês e Lúcio, chegou ao lado de Lola:-

- A festa foi muito bonita mas estou cansado... foi bom pousarmos aqui, amanhã seguimos descansados... 

- Sim... você quer jantar?

- Não... Dona Maria nos deu um caldo há pouco... para curar o efeito da bebida! Acho q só nao surtiu efeito com o Zeca e o amigo dele... 

- Então... vou lhe mostrar onde vamos ficar assim você pode tomar um banho... tb estou bem cansada


Olga apareceu para espantar Neves e Zeca, já era muito tarde para estarem naquela cantoria e as crianças tinham q dormir, Zeca cambaleou e Afonso correu para ampara-lo, e assim o carregou para dentro de casa. Zeca foi para o banheiro, e ela lhe jogou debaixo do chuveiro sob os protestos dele, e os pedidos de silêncio dela. E os noivos recolheram-se a suíte principal.

Afonso ficou bem surpreso, e achou tudo muito bonito, Lola ajudou-o a tirar o casaco, e pos num cabide, e com naturalidade desabotoou o colete dele e foi desafrouxando a gravata dele, arriou os suspensórios dele e entregou - lhe a toalha: 

-Tome um banho, vou deixar sua roupa separada - Afonso olhava-a surpreso e Lola riu ao perceber:

- O que foi? Somos casados, agora eu cuido de você 

- Sim... é a falta de costume... - falou Afonso suspendendo os ombros e sorrindo


Quando Afonso saiu do banho, Lola estava desfazendo o penteado e tirando os brincos, ela sorriu pra ele e comentou q o Zeca queria continuar a festa, mas Olga já o tinha feito dormir. 

-Trouxe um chá para vc, prevenir nossos excessos - Afonso pegou a xícara sem falar nada, estava emocionado, a viu entrando e percebeu q agora em diante, esta seria sua vida, uma mulher cuidando dele, uma mulher não! Lola, a esposa dele. Pegou uma revista para folhear, como queria se esticar deitou-se na cama. Ele terminou o cha, e estava absorto na leitura, quando sentiu um perfume invadindo o quarto, ele a viu saindo do banheiro. O cabelo descia em ondas, contrastava com a alvura do roupão q ela usava, ela olhou pra ele, e perguntou se podia apagar a luz, ele respondeu q sim, deixando a revista de lado no criado, e então ficou observando Lola, que apagou a luz principal, mas as luzes dos abajures continuaram iluminando indiretamente, e foi em direção a cama, desfazendo o nó do roupão, revelando uma camisola branca longa com rendas desenhando o busto, com as costas nuas. Ela estava em pé na borda da cama, e sorriu para Afonso, q estava como bobo com a mulher.

-Está tão linda! Isto tudo é para mim? - Lola deu imenso sorriso, concordando. Ele chamou-a para deitar ao seu lado, assim ela fez.

Afonso a acolheu nos braços e cobriu a boca dela com a sua, mansamente, beijando-a profundamente e com calma, com lábios, língua e dentes, e ela correspondeu da mesma forma. Afonso olhou-a completamente entregue a ele, com os olhos mornos e a boca entreaberta. 

Eu a quero tanto... - Lola sorriu langorosa, e mordeu o lábio dele, beijando-o docemente em seguida.

- Eu também o quero...muito.

Afonso beijou-a mais uma vez, e depois foi  fazendo um caminho de beijos úmidos pelo pescoço dela, até lhe morder a ponta de sua orelha, ao qual Lola reagiu com um ai e ele lhe sussurrou em seu ouvido “segredos lindos e indecentes”, ela sorriu e respondeu-lhe:

- O que quiser... Eu sou sua... completamente sua! 


Notas Finais


Continuo? Falem ai!


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