História Um inverno de calor e emoções. - Capítulo 10


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens A Fada dos Dentes, Anna, Astrid, Elsa, Flynn Rider, Hans, Jack Frost, Kristoff, Mérida, Norte, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Flynzel, Jelsa, Mericcup
Visualizações 143
Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus amores, o que dizer sobre esse capítulo, que eu estou amando, morrendo de lovezinhos por eles, então leiam....

Capítulo 10 - "Isso não podia ser pior, ou doer mais."


   Cap. X

- Elsa, vamos embora – pediu Anna, puxando o braço da única irmã mais velha. Elizabeth condenava-se por ter aceitado sair para uma inauguração de boate, depois do ocorrido na pizzaria. A mesma nada fez, testemunhando o tal canalha Jackson Frost. Provando a ela que tudo o que falara é da boca para fora. Elsa seguiu em direção ao loiro, - enquanto a ruiva voltava irritada para a mesa onde os demais divertiam-se - ao tempo que ele termina de beijar uma ruiva com os seios quase pulando do espartilho apertado que usa, e mesmo magoada, sorri sarcástica e debochada para Jack, mostrando-lhe indiferença.

- Lamento está interrompendo o casal de pombos apaixonados, mas você poderia fazer o favor de me levar para casa. Não sei se percebeu, eu estou sem carro – claramente irritado, Jack ergueu uma das sobrancelhas e a encarando. Não sabia se, à medida que bebia ela aparentava ser mais gostosa ou, Elizabeth sempre fora assim.

- Táxi não é o que falta – coçou o queixo, a ruiva agarrada ao seu pescoço o beijava de maneira nojenta, deixando marcas de batons avermelhados. – aliás Elsa, por que não pede ao seu pai para vir te buscar? – Toda sua expressão de indiferença sumiu, sendo tomada por fúria e tristeza. – Isso mesmo Elizabeth Snow, seu pai contou-me tudo, não só tudo como mais um pouco, você foi uma pessoa bem azarada. – Mesmo tomada por sentimentos ruins, não baixou a cabeça e apenas sorriu, mesmo que fraco. O mesmo impressionou-se, vendo o quanto a loira é forte e consegue manter as aparências, mesmo estando abalada.

- Posso ver como é fácil para você, manipular os outros, - o sorriso dos lábios do loiro sumiu e uma expressão de dúvida cresceu, o deixando inquieto. – aliás, você e meu pai são dois ignorantes e eu, idiota, continuo ouvindo ele, sou muito ingênua. – Elsa virou-se, tentando com todas as forças segurar as lágrimas que mesmo sem saber, lutavam insistentes para sair.

- Elsa! – disse em um tom mais alto, para que a mesma possa tê-lo escutado, o que fora em vão.

- Deixa ela ir, você não é para o bico dela. – sem respondê-la, a tirou de seu colo, fazendo a mulher quase cair no chão, denunciando a embriaguez.

Elizabeth continuou andando pelo ambiente cada vez mais lotado da boate, só havia pessoas de alto nível e todos muito bem vestidos, quando sente sua cintura ser puxada com certa precisão e força, a fazendo colar o corpo contra alguém alto e claramente forte. – Sente sua falta, princesinha. – Elizabeth piscou várias vezes atônita, não acreditando que o destino poderia ser tão cruel com a mesma.

- Me larga Pietro – suplicou ao rapaz de cabelos negros e olhos de mesma cor, a pele clara como a dela e os lábios levemente carnudos, já estavam contra sua pele causando-lhe arrepios indesejáveis. Ela o empurrou e pôde ver em seus lábios o sorriso malicioso e demoníaco que tanto a atormentavam.

- Como anda meu sogro, fiquei sabendo por outras bocas que você iria se casar...

- Você nunca mais vai encostar em mim, meu pai te odeia, assim como toda a cidade, vai embora! – pediu, soltando-se dos braços do alto rapaz, que permaneceu com o mesmo sorriso, mas os olhos estavam cobertos pelos cabelos compridos o dando um ar sombrio.

Elsa chegou até a mesa onde alguns de seus amigos estavam, Mérida logo a acolheu. – Ei, o que houve, está tudo bem? Você está mais pálida que um fantasma. – Tirou os fios dourados dos olhos da amiga, que continuava calada e com uma leve tremedeira incomoda. – Encontrou o Jack? – Aquelas simples palavras, fez com que Elsa voltasse a si.

- Estou ótima, - sorriu forçado. – eu vou indo. – Distanciou-se, deixando todos confusos e estranhos, continuou seu caminho até a saída com dificuldade, todos que pareciam animados, ou pela bebida ou pela música, sentiam-se na obrigação de esbarrar contra a mesma, não possibilitando sua passagem. Aos poucos, chegou a saída do local, esbarrando em Hiccup sem perceber e, o mesmo reconhecendo a cabeleira loira segurou seu pulso com cautela.

- Elsa, está tudo bem? – os olhos estranhamente encontraram-se, não que ambos tenham sentimentos um pelo outro, mas o modo como se encontraram fora tão clichê aos olhos de Elsa, que rapidamente encerrou o contato visual, assim como o moreno soltou seu pulso.

- Ótimo, só preciso do aconchego da minha casa e você, por que não está junto dos outros?

- Acha mesmo que eu devia ir, depois do clima que eu provoquei entre mim e Mérida, você só pode estar embriagada para me perguntar algo assim. – colocou as mãos nos bolsos, por conta do frio que tomava o lugar, mesmo que imperceptível, a neve caia fraca, tão fraca que os flocos mau formavam-se por completo. Em resposta, Elsa riu envergonhada. – Mas e você, por que não está lá dentro, achei que estivesse tudo bem... – A garota respirou fundo, logo soltando toda e qualquer frustação que tenha dentro de si, talvez precisa-se viajar, ou simplesmente fugir, mas era impossível de se fazer isso na melhor época do ano, que é o inverno.

- Acho que "tudo bem" não é a melhor definição – sorriu fraco, conseguindo ver a neve apenas pela luz fraca do poste mais próximo, a iluminação da boate é forte e multicolorida, sorte que, aonde estavam não era tão agitado quanto a própria entrada.

- Tem um bar próximo, se quiser conversar, não tenho nada melhor a fazer – convidou, mesmo que estando sem graça, coçou a nuca um gesto comum que sempre fazia quando fica envergonhado. Sorrindo, Elizabeth aceitou o convite de muito bom grado.

 

Jack chegou a mesa onde Mérida, Anna e Kris estava acomodados. Procurou ao redor, vendo que a loira não estava ao por perto e sentiu-se frustrado por estar indo atrás dela, um papel ridículo para um galinha como ele. – Viram a Elsa? – A atenção dos três fora direcionado a ele, mas o olhar de Anna é mortífero, já que a pedido da irmã, não contaria nada.

- Desculpa, mas só eu estou achando isso estranho, por favor, estou cansada de manter as aparências, Elsa não está bem e, você está procurando por ela, sendo que vocês vieram juntos, me diz por favor, o que está acontecendo? – Mérida gritou as palavras, para que todos possam ouvir e até Kris concordava com a ruiva.

- Pergunta a ele Mérida, por que a Elsa fora embora sozinha – ambos os olhos azuis encontraram-se, Jack podia ver ódio e nojo, da parte de Anna, revirando os olhos, voltou sua atenção a Mérida, que era a única que tentava ajuda-lo.

- Jack, me diz que você não foi um canalha com ela – pediu, massageando as têmporas, o mesmo nada respondeu, o que adiantaria mentir se a sua resposta não ajudaria a encontrá-la. – não acredito, achei que gostasse dela, você é um imbecil! – gritou irritada, o mesmo assistia a cena sem expressão, mal conseguia reorganizar seus pensamentos, talvez por conta do excesso de álcool.

- Olha só quem eu tive o ilustre prazer de reencontrar – toda a atenção que antes fora direcionada a Jack, pousaram em Pietro. Anna o olhou assustada, e Mérida semicerrou os olhos. – cunhadinha. – Kristoff notando o pavor de Anna, entrelaça os seus dedos aos de Anna. – você deve ser o Kristoff, noivo, não é mesmo?

- Por que não vai embora, e deixa todos nós em paz? – perguntou Mérida irada. O mesmo sorriu, o mesmo sorriso que havia lançado a Elsa.

- Ir, mas eu acabei de chegar, DunBroch, vejo que conseguiu ficar ainda mais masculina do que de costume, me diz, vocês já gosta de mulher, talvez isso tenha mudado, depois de tantos anos... – Mérida socou a mesa irritada, fazendo o moreno rir debochado, adorava ver o caos que causava toda vez que reencontrava uma Snow, principalmente a Elizabeth. – E você, quem é? Parente delas? – ergueu uma sobrancelha, em direção ao loiro, que permanecia calado, analisando Pietro, ele lhe lembrava alguém, mas nada vinha a sua cabeça.

- Ele é o namorado da minha irmã! – Anna pois se a falar, com um tom de orgulho, disfarçando o medo que sentia. E como um soco no estômago, Pietro revoltou-se, encarando o loiro a sua frente, Jack continuou com expressão de indiferença. Mesmo irritado, Pietro sorriu sarcástico, erguendo os braços.

- Juro-lhe Anna, que por até certo momento acreditei, mas o vendo aqui e não encontrando Elsa, acho que esteja mentindo, afinal, eu a encontrei vagando desnorteada pela boate, parecia bem confusa, posso dizer que até triste, já que Elizabeth é tão forte, é uma das coisas que mais admiro na sua irmã. – os olhos de Anna arregalaram-se ao saber que Pietro já havia encontrado Elsa.

Anos atrás...

- Por favor Pietro, deixa ela em paz! – chorava Anna, ao rapaz que levava a irmã embora, a mesma voltava com alguns hematomas ou mordidas por todo o corpo, Elsa nada lhe contava, mesmo que toda aquela tortura lhe machuca-se tanto psicologicamente, quanto fisicamente.

- Está tudo bem Anna – Anna sabia que nada estava bem, desde muito pequeno, quando ambas eram obrigadas a ir à casa da irmã mais velha de seu pai, teriam que encontrar o primo que é cinco anos mais velho que elas. Elizabeth era obrigada a escutar todos os xingamentos, arranhões, machucados, empurrões e calada, fora até mandada ao psicólogo, por acharem que a garotinha se cortava. As mesmas não entendiam por que ele era assim, ficava feliz em vê-las sofrer, ainda mais quando a causa maior era ele. As duas o apelidaram de Pitch (bicho papão), já que para ambas, ele era o único monstro que as maltratavam. Fora assim durante a infância e adolescência de Elsa, até os dezesseis anos, quando pôde fazer a escolha de ir ou não para a casa de suas tias e, aos poucos fora deixando de visita-las.

Dias atuais...


- Então está fugindo dos seus problemas? - Hicc levou a caneca de cerveja, que estava pela metade - ainda sim com uma boa quantidade de espuma - até a boca, tomando mais um gole e logo a limpando, discretamente.

- Para ser sincera, estou, não achei que fosse ser difícil ter um relacionamento, Hans não era tão presente quanto Jack e, tem também o Pietro que... - a mesma emudeceu, ao lembrar-se do passado, calou-se também, por achar que estava tagarelando demais sobre sua vida e, que Hiccup só estava a respondendo por educação, já que para ela a mesma está sendo um tanto incomoda. - desculpe, eu estou falando que nem uma imbecil e, acabei não te dando espaço para falar, com certeza seus problemas devem ser maiores que os meus. - sorriu, brincando com a taça vazia de vinho.

- Na verdade, olha a coincidência, estamos no mesmo barco - Hicc desviou o olhar para a caneca de vidro. - eu gosto da sua amiga, ela é diferente entende, você é - consertou-se, ficando constrangido, fazendo Elizabeth sorrir novamente, o fazendo pensar o quanto a garota e bonita. - resumindo, o problema é a Astrid e, não sei acho que só isso que me impede de ser feliz.

- Tem mais uma coisa que te impede, - colocou mais um pouco do vinho que o garçom fez a gentileza de deixar na mesa do casal. - a raiva que ela está sentindo de você, não tem noção do quanto ela ficou magoada ao te ver com a Astrid.

- Você também - Elsa ergue uma sobrancelha em dúvida, encarando o moreno. - não pareceu ter gostado de ver a Tooth. - a loira tomou mais um gole e voltou a atenção ao moreno.

- Pelo contrário, ela que não gostou da minha presença, mal ela sabe que não passa de uma mentira, uma boa mentira que, agora acabou - disse abatida, mas sorrindo por fim, não estava no direito de chorar por alguém ou por pessoas que não valiam a pena. Ela é forte, teve tantas dificuldades, outras até piores da qual ela está passando, não deixará se levar por um simples termino de namoro insignificante.

- Como consegue seguir, exatamente o que seu pai fala, sem ficar louca? - a mesma nada respondeu, ponderou sobre o assunto, entreabrindo e logo fechando os lábios, umas duas ou três vezes. Talvez um "não sei" seria o suficiente, mas ele provavelmente a perguntaria, "quem?", deixou por não respondê-lo, dando a entender que qualquer fosse a resposta, seria vaga. - Desculpe. - A mesma lançou-lhe um sorriso fraco e mesmo assim, muito gentil. Seu celular começou a soar insistente e aquilo estava a irritando, deixando Hiccup desconfortável, a loira apenas bloqueou a tela, deixando o celular no silencioso, não gostaria de saber da vida dos outros agora, mesmo que alguém tenha morrido. - Vou te deixar em casa, tudo bem?

[...]

Hiccup a deixou em frente ao prédio, Elizabeth queria muito ter ficado embriagada, chegado desmaiada para não lembrar de nada, em relação ao dia de ontem, já que passava-se das 03;00 da manhã, a loira apenas cumprimentou o porteiro da recepção e subiu para a cobertura. Ao chegar em casa, colocou os saltos ao lado da porta, jogou a bolsa por cima do sofá e deitou-se no mesmo, ligando a televisão em seguida, estava cansada mais o sono não lhe atingia. Em menos de vinte minutos, sua campainha toca, contrariada e receosa, levantou-se, olhando pelo olho mágico, vendo que tratava-se de Jack, revirou os olhos abrindo a porta para o mesmo. - Acho que, terminei com você, então, o que faz aqui? - Mesmo irritado, não compreendendo seus próprios sentimentos, esperou que Elsa fecha-se a porta, esperando que a mesma se aproximasse dele, por estar sem os saltos, diminuiu alguns centímetros, mas isso não lhe impediu de beija-la. Ele havia a pego desprevenida, desavisada, demorou alguns minutos para logo entregar-se ao beijo urgente e selvagem do loiro. O gosto do álcool já estava fraco e o seu perfume já começa a infestar o ambiente, Elizabeth sente-se uma idiota por está se entregando de maneira tão fácil para alguém que acabou de machuca-lá intencionalmente.

Enquanto a Jack, mal pensava no ato impensável que está cometendo, ele a queria, tanto que outra mulher não podia satisfaze-lo, como sabia que Elsa faria e pior, ele não se arrependeria de leva-la para a cama como antes, porque era isso o que seu corpo pedia, tanto que, mal pôde esperar para pedir desculpas ou ir atrás dela. Jack ergueu as coxas da loira, encaixando sua pernas em seu quadril, ele até a levaria para o quarto, mas podia correr o risco de fazê-la voltar atrás, apenas sentou-se no sofá a pondo de maneira confortável em seu colo, os beijos do loiro foram de sua boca ao pescoço de Elsa, ele estava faminto para tê-la e a fama de "bom de cama", não chegava aos pés do momento que estavam tendo. Não estavam sendo românticos, como uma primeira vez, tudo estava intenso e selvagem, os apertos, arranhões e chupões não eram fracos, pelo contrário, só deixavam claro um ao outro que aquilo deixaria marcas por pelo menos alguns dias e que, arrecadaria mais assuntos para a mídia falar. E o que importava, sendo que só estavam os dois, sós, naquele momento, a excitação tomando aos poucos o corpo dos dois.

Jack já havia livrado-se do vestido da loira, o quanto ele já não havia imaginado aquela imagem, chegava a ser torturante em vez de lhe ajudar a se aliviar em horas de distração, nada era como esse momento, vê-la em peças íntimas é como ter ganhado na loteria, tudo parecia se encaixar no mais detalhado critério de avaliação, para que a mesma chegasse a perfeição. Deitou a sobre o sofá, ficando por cima, o mesmo já estava sem sua camisa e calça, marcas vermelhas junto a uma leve ondulação percorria a pele de Jack, apenas por a ter feito gozar usando seus dedos, ele realmente sabe o que faz e como faz. Puxando as pernas de Elsa, para que seus quadris se encaixassem com mais perfeição, a loira pôde sentir o quanto ele estava ereto e que, provavelmente, depois dessa noite, ela nunca mais conseguiria olhar no rosto do rapaz. Jack, gostaria de tê-la assim todos os dias e mesmo amando dar prazer a ela, julgava-se por ter tais pensamentos. - Não tem mais pretextos, para não saciar nossos egos - sussurrou contra a pele branca do pescoço da garota, lhe provocando um arrepio, logo deixando o local roxo. Elsa já havia ficado com uma boa quantidade de homens, não tanto quanto Jack saiu com mulheres, mas é mais que óbvio, que ele lhe provou ser bem mais que os outros caras, a levando a alcançar o auge em pouco tempo.

Em seguida lhe introduziu, Elizabeth abafou seu gemido, mordendo o lábio inferior com força, deixando Jack irritado e por resultado, o loiro esperou que Elsa entreabrisse a boca, para que pudesse sugar seu lábio inferior, ao tempo que ela gemia. Não havia amor, apenas uma relação estranha, envolvida de desejos e sensações provocantes, os corpos suados, colando um ao outro, quando chocavam-se a cada estocada forte e profunda de Frost, os arranhões e mordidas pelos ombros e costas não lhe incomodavam, apenas o deixava mais disposto a continuar, determinado a levava ao ápice mais uma vez, assim como tinham feito um com o outro, minutos atrás. Elsa provocativa, tentava não gemer freneticamente, deixando Jack mais ouriçado. Por sua vez, decidiu tomar as rédias da situação, ficando por cima do loiro de olhos azuis, ambos não deixavam de se encarar, os olhos pareciam intensamente ligados um ao outro. Ficou por cima do mesmo e Jack voltou a introduzir seu membro, ela, mesmo sem conhecê-lo, sabia como agrada-lo, assim como sabia como tortura-lo descendo seu quadril de forma lenta, arrancando gemidos do rapaz. Frustrado por ver que Elizabeth continuaria naquele ritmo apenas para lhe irritar, apertou a cintura marcada da garota com força, sabendo que a marca de seus dedos ficariam ali, mesmo assim não se importou, preocupado apenas com o prazer, não só o próprio mas como o dela.

Ambos terminaram apenas quando chegaram ao ápice juntos, Elsa estava envergonhada o suficiente e cansada o suficiente para não expressar sua opinião sobre o acontecido e quanto a Jack, permaneceu gravando tudo e qualquer parte do corpo da loira que lhe levou ao delírio, por sorte, o pano que cobria o sofá, poderia ser feito de coberta. Um presente muito bem pensado, na parte de Anna.


Notas Finais


Não sei mais sobre o que pensar em relação a esses dois, são tão confusos, que mal sei o final dar a eles, e o Pietro, por que tão mal, não é mesmo? E o homem que falou com Tooth, era Hans, Pietro ou outro cara?
Espero que estejam gostando, do mesmo jeito que estou adorando escrever e, vou logo avisando que talvez eu faça outra fanfic, claro que, só iniciarei outra quando essa alcançar,pelo menos alguns trinta caps.
Dando um pequeno spoiler; estou pensando em algo que envolva poderes, não muito fantasioso claro, mas além deles.... Bom, isso vai ficar para um prológo próximo. Espero mesmo que tenham gostado e até o próximo cap!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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