História Um inverno de calor e emoções. - Capítulo 3


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Enrolados, Frozen - Uma Aventura Congelante, Valente
Personagens A Fada dos Dentes, Anna, Astrid, Elsa, Flynn Rider, Hans, Jack Frost, Kristoff, Mérida, Norte, Personagens Originais, Rapunzel, Soluço
Tags Flynzel, Jelsa, Mericcup
Visualizações 153
Palavras 2.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, mais um cap. espero que estejam gostando...

Capítulo 3 - Um não, pode significar o fim de uma vida.


Cap. III

- Então Elizabeth Snow, case-se comigo, garanto que não terá partido melhor – seu olhar maligno, junto a um sorriso diabólico são direcionados a mulher de pele clara a sua frente. A respiração dela falha, o coração nunca havia batido tão rápido quanto naquela hora, as mãos suam e seu estômago revira.

- Não – falou a si mesma, não ia se casar com um sádico egocêntrico, assim como não daria ao seu pai o leve gosto de poder, mandar na cidade, ou até mesmo no país. Sua família já é grande influência e casando-se com alguém do governo, apenas elevaria o poder do mesmo. Elsa, enfim pôde erguer o rosto, com um olhar mortal e superior, encarando Hans com desdém. – Não! – fala em um tom mais alto. O rosto de Hans não podia demonstrar outro sentimento, além de surpresa, ódio. – E contarei a todos o porquê.

Anna não conseguia, mesmo que de longe, ver a irmã sendo tão injustiçada, mesmo com as mãos entrelaçadas as de Kristoff, a garota partiu rumo a sala de força do local. – Temos que tirar a minha irmã de lá, ela já negou o pedido, não precisa expor o que nosso pai pretende com esse casamento.

- O que quer fazer, conhece sua irmã, desde que sua mãe faleceu, Elsa não quis ficar nas asas do pai, ela sabe de tudo, pode acabar com uma tirania imensa, não só prejudicando a sua família – Kristoff penteou os cabelos com a mão direita impaciente, sendo impedido por Anna, que o encarou animada, claramente com uma ideia absurda em mente. – Anna, perguntarei mais uma vez, o que quer fazer?

Ela não havia o dito muita coisa, mas sabia exatamente o que fariam, apesar de Elizabeth ser a mais madura, Anna não achava certo ver a irmã mais velha destruindo a felicidade de seu pai e de outros empresário. – Rapunzel, precisamos... – fora interrompida pela loira, que a encarou compreendendo a prima mais nova. – Kris apagará as luzes ao meu sinal, eu não poderei sair, ele dará um jeito para dar pane no sistema e não ser acusado de algo, mas você tem que tirar Elsa daqui e deixa-la lá fora, está entendo? – a garota de vestido florido, em cores neutras, com as costas transparentes e um decote do mesmo pano, concordou.

- Não me casarei pelo simples motivo, eu não o amo – ambos ficaram em silêncio, Anna e Rapunzel se entreolharam aliviadas ao tempo que Mérida, aproximou-se das duas. – como todos sabem, estou completando ano hoje e, com mais idade, sei as escolhas certas a fazer e posso dizer a todos com muita clareza, esse casamento não fará bem a mim e a muitas outras pessoas, por isso lhe digo não, não agora e não depois. – Elsa suspirou, lançando um sorriso debochado a Hans, que não acreditava no que estava ouvindo. – Lamento a todos, pela noite não ter sido o que esperavam, peço que aproveitem da comida e da bebida, a festa continua!

- Alguém, por favor, pode me dizer o que está acontecendo? – perguntou Mérida, as suas conhecidas.

- Não precisaremos leva-la, chamarei o Kris. – Anna retirou-se, deixando ambas confusas.

- Bom, a loirinha ali, é uma pessoa de muita coragem, desafiar o próprio pai, não se casando com o pretendente mais cobiçado de Nova York, tinha que ser da família Snow, não é mesmo? – a ruiva de compridas madeixas ruivas cacheadas, agora, presas por algumas tranças raízes que param na metade do seu cabelo, comenta. Veste um longo e colado vestido verde, com as costas livre, usa belos braceletes e colares de prata, que a enfeitam. Por não gostar de maquiagem, preferiu apenas, um batom de cor mais escura e uma leve sombra.

- Isso não vai ser visto com bons olhos pelo meu tio, teremos uma terceira guerra mundial. Vou procura-la, dar apoio a ela, depois de seu pronunciamento, ela vai precisar de um ombro amigo. – sorriu Punzie, encarando o jeito de Mérida.

- Acho melhor irmos beber, o que acha? Sua prima vai precisar. – a mesma ergue uma das sobrancelhas, sorrindo, Rapunzel a retribui.

- Tudo bem, nos encontramos no final da festa.

 

Elizabeth nunca havia se sentido tão aliviada, começou a andar com pressa em direção a saída, quando seu braço é puxado com força, sendo levada com pressa a sala mais próxima. – O que pensa estar fazendo Elizabeth, sabe o quanto você o ridicularizou?

- Você apenas pensou nele, pai, sou sua filha, você ia me obrigar a casar com alguém que eu não amo, você sempre disse...

- Eu sei o que eu disse! – aumentou o tom de voz impaciente, Elsa encolheu-se, encarando o pai, claramente irritado, endireitou a gravata, supostamente apertada e não encarou os olhos da filha. – Eu sei, o que eu dizia... – Elizabeth não havia percebido, mas segurava as lágrimas e a respiração. Cada dia que passa, o diálogo entre os dois se tornava mais difícil. – eu sou seu pai, sei o que é bom para você!

- Se soubesse o que é bom para mim, veria que o Hans não é o marido ideal, ele me traiu!

- Isso é passado!

- Para você! – ela não conseguia mais, não tinha mais forças, para aguentar tamanhos sentimentos, estava transbordando de ódio, nojo, tristeza. – Eu o amava pai, eu realmente gostava daquele imbecil!

- Olha como fala!

- Você, por favor, será que por um minuto, pode olhar para mim? – ele não o fez, continuou a encarar qualquer outro lugar do ambiente, menos os olhos azuis da sua querida filha. – Pai, olha para mim!

- Eu não consigo, Elsa! Não consigo, toda vez que olho para você, lembro-me da sua mãe, lembro de o quanto fui fraco, não pude protegê-la, e você, tão determinada, madura, incrivelmente inteligente e independente, só me faz pensar que não sou o melhor para vocês duas. – sentou-se na poltrona, por de trás da mesa grande de madeira escura. Elsa, com cautela limpou o canto dos olhos, então era esse, sempre foi esse, o motivo da distanciação de ambos, Elizabeth era o problema, ela, era o grande problema.

- Você tem que entender que eu cresci, e compreender, que não sou minha mãe. – mesmo machucada, pronta a colocar tudo para fora, seu pai nada disse, continuou de cabeça baixa.

- Não importa o quanto tente, o quanto fale, nunca irei me redimir com você.

Sem mais delongas, Elizabeth sai da sala, encostando as costas na parede mais próxima, deixando suas lágrimas desenharem seu belo e perfeito rosto, provavelmente o manchando de maquiagem. Respirou fundo, fechando as mãos com força, em punhos, novamente sentiu as unhas perfurar a pele, a vontade de gritar era imensa, mas não maior que a dor que invade seu peito. Respirava com dificuldade, os olhos ardem e os soluços são timidamente contidos.  Começou a perambular pelos longos corredores, conhecia o lugar tão bem, passava as férias no palácio, a família Snow sempre precisou de espaço, e o mesmo tinha o tamanho suficiente para abrigar toda a família. Aproximou-se de uma janela, podendo ver o jardim, localizado nos fundos da imensa casa, lembrou-se de quando corria pelas flores com Anna, enquanto os pais faziam um piquenique, próximo ao jardim. "“Lembre-se filha, você nunca estará sozinha, para onde for, eu estarei com você”. Fora as últimas palavras que pôde ouvir, antes do fechar de olhos de sua mãe.

- Eu sei, mãe.

 

Jackson havia visto Henrique afastar-se da grande multidão, estava ciente de que devia conversar com o mesmo antes de ir embora. Bateu na porta do escritório de Claudio Henrique, que longo o respondeu. – Lamento lhe incomodar Henrique, mas vim tratar de negócios.

- Claro, menino Jack, como está? – levantou-se, indo cumprimentar o rapaz alto de cabelos brancos. Jack sorriu, retribuindo o cumprimento.

- Muito bem senhor, você, por outro lado não parece nada bem, tem a ver com o que aconteceu no salão? – Henrique ergueu uma sobrancelha, voltando a sentar-se a imensa poltrona de couro legitimo negro. Jack, sentou-se à sua frente.

- Não sabia que você é era observador, estou impressionado...

[...]

- Então é isso, pequeno Jack? – o mesmo confirmou, utilizando a cabeça, apertando a mão de seu mais novo sócio. – Ainda passará muito tempo por aqui? – soltaram as mãos, enquanto ambos direcionavam-se a saída do quarto, afinal a festa estaria acontecendo, mesmo depois do desastre que havia sido.

- O inverno todo, senhor. – sorriu, transmitindo gentileza e confiança, mas no fundo Jack está cansado, entediado e, acima de tudo, curioso.

- Ótimo, venha a minha casa amanhã, almoçar, será um prazer receber o filho de um grande sócio e amigo, como seu pai! – Henrique possuía segredos, tantos, que até sentia-se consumido por mentiras e, pior que elas, assassinatos. Para alcançar o alto posto de grande e rico empresário, supostamente precisaria de aliados. O que Cláudio não suspeitava que, se entrasse para o tão famoso mundo dos negócios, colocaria, não só a sua vida, como a de toda a sua família em risco, por isso, teve que omitir vários assassinatos, causados por seus amigos e companheiros.

- Muito obrigado senhor, não sabe o quanto estou feliz em conhecê-lo, mesmo que seja em uma festa tão agitada, como essa – ambos riram. No caminho de volta, Hans andava pelos corredores, estava estressado, com ódio, nunca havia sido tão humilhado.

- Você, viu o que sua filha fez? – vociferou, apontando o indicador para Henrique, assim que Jack o viu, o reconheceu de imediato, havia sido o homem que levou a garota platinada. – E você, o que faz aqui? – referiu-se ao loiro, que logo voltou sua atenção para a conversa. – Eu lembro de você, estava agarrando a minha noiva!

- Acho que Elizabeth deixou bem claro que não se casará com você – por alguns minutos, Jack ficou inerte em pensamentos, Elizabeth era a mesma mulher ao qual havia ajudado, mas por que, somente agora, seu nome lhe parecia familiar? – tenho que admitir, por algumas vezes achei que ela aceitaria, pena que não pude dizer a ela o quanto fiquei feliz por sua decisão, e a propósito, esse é Jackson Frost, herdeiro das empresas Frost.

- É você mesmo, ele quase estuprou sua filha.

- Não seja tão exagerado, eu ajudei, ela iria cair, se não por mim, ela provavelmente estaria com o pé torcido, o que acarretaria em um termino de festa ainda pior, mas, se eu tivesse a deixado cair, você não levaria um não tão humilhante – debochou Jack, recebendo um soco em resposta, com o impacto, apenas virou o rosto. Levou a mão ao maxilar, o massageando levemente, enquanto voltava a encarar o seu mais novo inimigo. – Pelo seu tamanho, achei que batesse com mais força. – Jack retribui o soco, pondo um pouco mais de força, do que gostaria, fazendo com que Hans, ajoelhe-se.

- Chega Jack, ele não o incomodará mais, assim como não voltará a incomodar a minha família, vá embora, e não ouse retornar a minha casa, você não será bem-vindo!

- Tínhamos um acordo! – vociferou, do canto de sua boca, uma pequena quantidade de sangue escorre, o mesmo levanta-se com dificuldade, usando as costas da mão para limpar. – Não pode...

- Tínhamos, se você conseguisse casar-se com minha filha, mas ela mostrou ser uma mulher repleta de bravura e, com certeza, de palavra, vá embora Hans Nóbrega! – sem muito questionar, Hans lançou um olhar mortal a Jack, andando às pressas para a saída do local, jurando a si mesmo que casaria com Elsa, e arrancaria toda a fortuna da família Snow.

Rapunzel não encontrava Elsa, e preocupada, pediu ajuda a Mérida e Anna para procura-la. Continuou a perambular pelo salão lotado, esbarrando, mesmo que sem querer, nas pessoas ao redor, que a tratavam com arrogância. Já estava cansada e seus pés reclamavam, graças aos sapatos apertados, quase caiu algumas vezes, mesmo assim, não desistiu de procurar sua melhor amiga, até que, bebendo algo para se hidratar, alguém tocou seu ombro. – Acho que não consegui te entregar isso? – Rapunzel virou-se, não reconhecendo a voz, mas sim, reconhecendo a sacola de presente, balançando nas mãos do homem, alto e moreno.

- Você o achou, muito obrigada – a loira tentou pegar, mas Flynn o afastou, para que a menor não alcançasse.

- O frete não é de graça – sorriu galanteador. A mesma conhecendo o tipo de homem de que o desconhecido se tratava, revirou os olhos, terminando sua bebida, passando apressada por ele.

- Não tenho tempo para suas gracinhas. – o mesmo a segurou com delicadeza pelo pulso, ela quase acidentaria um pobre garçom que fazia seu serviço, se não fosse pelo moreno, alto, belo e desconhecido.

- De nada – sussurrou próximo ao ouvido da garota, as bochechas dela, ganhando um tom belamente corado. – Em relação ao frete, eu estava brincando. – colocou os fios da sacola mediana nos dedos da loira, enquanto a mesma permanecia sem reação. – espero que encontre o que procura. – Flynn deixou Punzie perplexa, mas graças a ele, algo que ela teria que agradecer mais tarde, viu Elsa atravessar o salão com pressa. Sendo obrigada a sair de seu transe, andou rápido até a amiga, que vez ou outra era parada por alguém, que a parabenizava.

- Elsa! – gritou Rapunzel, tiveram pouco tempo para se falar, já que Hans não a deixava em paz, bom, ele não seria o problema novamente. – Elsa! – chamou mais uma vez, enfim recebendo atenção da loira.

- Rapunzel – a mesma não conteve-se e, abraçou a prima com força.

- Vamos sair daqui, Mérida e Anna nos esperam. – a mesma nada disse, dando a entender que faria qualquer coisa, para que saísse daquele lugar.

[...]

Para ambas, a noite passou tão rápida, todas tinham novidades a contar. Terminaram por dormir no apartamento de Elsa, onde acabaram passando a noite em claro. Por volta das oito da manhã, Elizabeth já estava acordada, fazendo um delicioso café da manhã, enquanto suas amigas apenas dormiam, a mesma não podia dizer que teve a melhor noite de sono, as palavras do pai martelavam sua cabeça com força, fazendo uma lágrima escorrer por seu rosto. Rapidamente a limpou, voltando a fazer o suco e assando algumas panquecas. Elsa e Rapunzel, são as únicas com dons culinários, ou capazes de fazer algo decente para se comer, perdeu a noção do tempo, quando seu celular começou a vibrar insistente, fazendo um zumbido irritante na mesa de mármore claro. – Bom dia, pai...

- Teremos um convidado em casa, por favor, você e Anna não se atrasem!

- Pai...

- Por favor – o mesmo desligou, deixando que apenas o silêncio e o barulhinho irritante de finalização de chamada ecoasse, seu pai a ignora e, agora mais do que nunca, não tornará a falar com ela depois do ocorrido. Elsa respirou fundo, não permitindo deixar uma lágrima se quer, escapar, prometendo a si mesmo, que não choraria por nada mais que envolvesse seu pai, ela não quer sofrer e, trata-lo com indiferença não ia ajudar, mas sim torna-la mais forte.

 – Chega! – disse a si mesma, decidida a esquecer o que havia acontecido.

[...]

Eram 11;oo da manhã, Elizabeth e Anna já haviam chego em casa, os empregados trataram de abrir as portas e ambas os cumprimentaram com um “bom dia”. Mas antes, Elsa fora obrigada a escutar alguns cochichos, de algumas secretárias invejosas, Anna apertou a mão direita de Elizabeth, passando-lhe apoio, a mesma sorriu timidamente e entraram. Ela está com um vestido longo preto, com um pequeno decote e as costas nuas até a cintura, já Anna, um vestido rodado colorido. – Ainda bem que vieram bem vestidas, seu pai está com visitas. – falou a governanta, que desde a morte da mãe das pequenas, virou mãe.

- Quem? – perguntou Anna, mas ao chegarem na sala de estar, Elsa reconheceu imediatamente as madeixas brancas do homem belo que havia conhecido na noite anterior. Chegou até, comentar sobre ele com as outras garotas.

- Você? – os olhos de ambos encontraram-se, Jack não pôde conter um sorriso de satisfação e malícia, passou a mão pelos cabelos, encarando a filha de seu novo sócio detalhadamente. A mesma o encarava de forma diferente, Elsa nunca havia sido ousada, mas tinha um lado provocante, só não gostava de demonstra-lo. Para ambos não admitirem que estão flertando, Elizabeth apenas ergue a sobrancelha direita.

- Jack Frost? – Anna interrompeu os pequenos três minutos de silêncio, que havia se formado, até o pai delas, enfim as nota-las.

- Vocês chegaram, filhas, esse é Jackson Frost, Jackson, essa é Anna – o mesmo acenou, balançando a mão. – e essa, Elizabeth...

- Já tive o prazer de conhecê-la, senhor... – encarou os olhos da loira novamente, voltando à pôr as mãos nos bolsos da calça jeans, a mesma o encarou com raiva e certa curiosidade. – se me permite dizer, Elsa, estava muito bela, ontem.

- Elizabeth, obrigada, você também estava, atraente. – ele sorriu, um sorriso meigo e sorrateiro, que fez Elsa revirar os olhos.

- Desculpe interromper vocês, mas você é o Jack Frost?


Notas Finais


Bom gnt, mais um cap finalizado. ansiosos?


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