História Um livro para almas solitárias - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Romance
Visualizações 10
Palavras 583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo que estou lutando para que fique bom

Capítulo 2 - Capítulo 2


Savana observou a casa impecavelmente arrumada e sentiu o leve odor de limão no ar.

- Maria cheguei – a garota gritou.

A empregada da família, Maria, desceu as escadas o mais rápido possível. Abraçou-a com todo o amor e afeto de seu ser e Savana sentiu as costas úmidas pelo toque das mãos molhadas da mulher.

Elas se desvencilharam e Maria enxugou as mãos arduamente para cumprimentar Amanda.

- Prazer meu nome é Maria – falou estendendo a mão

Savana reparou em sua coluna tensa e em seus olhos e sua cabeça que estavam voltados para o chão como se Amanda fosse uma burguesa do período colonial – teria feito uma reverência se este fosse o caso.

- Muito prazer... – ela cumprimentou-a e a puxou para um abraço – Sou Amanda.

Todas no recinto soltaram um sorriso travesso e tímido.

- Foi um prazer conhece-la – Maria olhou para o lavabo – Tenho que voltar ao trabalho.

Elas assentiram com a cabeça

- Amanda, você pode ir no meu quarto e ir ligando o ar condicionado? – pediu – É nessa porta bem perto da escada.

                Enquanto via a amiga se dirigindo ao quarto, Savana pegou algumas comidas na geladeira.  Equilibrou os pratos nos braços e abriu a porta com a perna, prestes a quase deixar os morangos caírem da tigela. Sentou-se na cama posicionando os recipientes cuidadosamente nesta.

- Como você conseguiu fazer essas coisas tão rápido? – Amanda pegou um brigadeiro perfeitamente enrolado e granulado e deu uma mordida revirando os olhos por perceber quão bom era o quitute.

- Na verdade tudo aqui é feito para mim – mastigou um morango com chocolate – Normalmente nem sou eu quem pega as coisas na geladeira – observou o rosto da garota. Ela sempre fora boa ouvinte e era muito fácil se abrir com ela – Não preciso me preocupar em estar com sede, porque sempre existe uma garrafinha ao meu lado. Posso dormir até 14:57, pois as 15:00 em ponto a comida vem até mim...

- Quem estipulou que você não tem pernas? A sua mãe?

- Quem você acha? – ela odiava responder uma pergunta com outa pergunta – Na verdade quando ela não está, tento ao máximo não deixar esse tipo de trabalha para Maria, mas... se minha mãe percebesse que ela não estava deixando na geladeira todo tipo de bobageira que os adolescentes gostam, poderia até demiti-la

- Mas pelo visto você não consegue comer tudo isso. Consegue? – Amanda olhou para a barriga da amiga

- Normalmente eu como bem pouco – ela observou seus próprios braços – Ás vezes simplesmente junto tudo em uma vasilha e levo para o pessoal do treino.

- Será que sua mãe ainda não percebeu que isto está te matando? – ela aumentou o tom de voz, todavia percebeu o quão dura havia soado – Me desculpa

Savana abaixou o olhar para o relógio de pulso. Ela muitas vezes teve vontade de gritar para a sua própria mãe: Você está me matando senhora Becker e é a única que não percebeu.

Ela ofereceu um sorriso para Amada visando que esta se sentiria mal caso nenhum gesto fosse efetuado.

- Rápido Savana, já  é quase 17:00 – Maria ofegava pela corrida até o quarto – Sua mãe já deve estar chegado!

A garota virou-se rapidamente carregando uma infinidade de utensílios nas mãos. Ela estava totalmente eletrizada pelo susto que ganhara ao ouvir Maria abrir a porta e alerta-la.

-O que está acontecendo? – Amanda parecia estritamente perdida.

- Você precisa ir embora – Savana estava desesperada de mais para olhar a garota nos olhos – Agora!

  


Notas Finais


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