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História Um lugar para ser Feliz. - Capítulo 1


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Notas do Autor


bom dia.
Bom, com a quarentena resolvi dar uma olhada nos meus arquivos.
Entre as fics que deixei interminadas e sei que muitos estavam acompanhando, eu encontrei essa aqui, tinha escrito há um tempo, nunca postei, mas resolvi que talvez possa me dedicar agora.
a história estava imensa, cortei muita coisa. Mas deixei a mensagem que quero passar.
espero que gostem, porque eu sempre gostei de escreve-la. É uma Sakura meiga e tambem forte, o Sasuke um cara com um ideal que se encontra perdido emocionalmente. Espero que curtem e desculpa se houver erros, editei tanto que acho não enxerguei mais nada.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Capitulo um


Fanfic / Fanfiction Um lugar para ser Feliz. - Capítulo 1 - Capitulo um

 

                            Capitulo um

Sakura corria entre as arvores o mais rápido que podia. O vento gélido cortava sua face, sua garganta já estava seca. Mas sentia que estava sem tempo.  Parou só quando avistou as grades de ferro do convento.

Olhou por todo jardim em busca de Hinata. Encontrando-a perto de uma árvore um pouco longe do portão principal, lia um livro, concentrada. Debruçou entre as grades e chamou pela amiga, que logo largou o livro no chão e correu para junto da grade.

- Sakura. O que houve? – pergunta vendo a aflição da amiga

- Vai ser daqui a dois dias, Hinata – a noviça, olha sem entender – Vou me casar daqui a dois dias.

- Com Gaara? Meu Deus, ele..

- Não. O Sasuke voltou e quer o casamento para daqui a dois dias – fala apoiando a testa no ferro

- Minha nossa!  O que pensa em fazer?

- Eu não sei, não esperava por isso.

- Se você ficar aqui?

- isso não funcionaria- disse desanimada

Hinata vendo a aflição de sua melhor amiga olha para o céu em busca de alguma solução. Fecha os olhos por um instante e como fosse iluminada, tem uma ideia.

- Sakura, vá atrás de Sasori, a última vez que nos falamos, ele me disse que estava disposto a fazer qualquer sacrifício para lhe ajudar. – olha para Sakura que tinha toda sua atenção. – tenho certeza que ele já deve ter algo em mente.

Sakura afirma com a cabeça, as duas tentam dar um abraço tendo a grade com empecilho. Ela se afasta da amiga e volta para o interior da floresta.

..........***..........

Ao anoitecer, Sasuke levou seus companheiros e amigos para o bar mais movimentado de Konoha.

Era noite de encher a cara e dormir com as mais belas mulheres do reino.

Desde daquela manhã onde haviam chegado a Konoha, seus homens só pensavam em desfrutar de boa bebida e petiscos que não encontravam na Folha. Passaram o dia comprando bebidas e cortejando as mulheres do comercio. Sasuke deixaria que aproveitassem. Livres de qualquer obrigação. Livres de se armarem para uma guerra a qualquer momento.

Ele, no entanto temia suas próximas atitudes, se sentia um egoísta em todos os sentidos. Quando recebeu a carta de seu pai comunicando-o que daria a mão de Sakura para Gaara, não pensou duas vezes em juntar seus homens e partir para Konoha.

Todos que estavam no local, estranharam a presença dos visitantes de inicio. Porém, depois que Naruto gritou para todos que a primeira rodada era por conta do filho do rei, os moradores local se tornaram mais receptivos.

- Só para deixa tudo mais amigável – disse Naruto ao encarar a carranca de Sasuke

- não esquece que esse filho do rei aqui, não ganha moeda de ouro do pai – disse se se encostando ao balcão aceitando uma cerveja que um homem ofereceu para ele.

- Mas esse filho aqui, ganha. – Itachi se aproximou do irmão sentando ao seu lado – pode deixar, arco com a conta.

- Isso sim é ser bem recebido pela realeza – disse Shikamaru se aproximando dos homens.

Quando todos se dispersarão deixando apenas os dois irmãos, uma conversa não tão agradável iniciou.

- está certo do que está fazendo? – Itachi pergunta e Sasuke apenas levanta uma sobrancelha – esse casamento? Você não quer se casar e nem Sakura.

- Você também não queria e olha só, está muito bem casado.

- E sou o homem mais infeliz desta terra. – diz bebendo um bom gole de cerveja

- Eu não tenho saída, preciso da tropa de Konoha. A folha está ser tornando forte, mas não pode andar sozinha, ainda.

- Ainda mais agora que ganharam um possível inimigo

-está falando de Gaara?

- O próprio. Ele está apaixonado por Sakura. – ele respira de solta o ar de forma lenta. Sasuke sabia que ele pensava nas próximas palavras. – Sakura não é a pessoa mais feliz com esse casamento.

- Sinto em atrapalhar o amor dois. Certeza que essa não era minha intensão- fala de maneira ríspida.

- Amor dos dois? – Foi Itachi que ficou confuso dessa vez – Sakura não ama Gaara

- Então porque da raiva dela?

- Sakura ama esse lugar, essa gente. E é amada por todo esse povo. Seu desejo é ficar em Konoha junto de seu povo. Tanto você quanto Gaara não oferecem o que ela deseja. Os dois querem tira-la daqui. Sakura só aceitou se casar com o Sai, porque ele a deixaria aqui.

- Sai? – Sasuke quase cospe a cerveja em um homem que passava, devido á novidade – Sai a pediu em casamento?

- Sim, uma tentativa de livra-la de você, ela o considera um bom amigo e seria um bom casamento. – ele encara o irmão com o semblante cansado - Então você poderia fazer um bem a essa menina, faça-a sentir valorizada na sua terra- Sasuke olha intrigado e o incentiva a continuar – Sakura aprendeu com o pai a cuidar das pessoas, dos enfermos e feridos. Aprendeu a fazer remédios e ataduras. E sai por todo esse reino e fora dele, ajudando as pessoas. E mais, ela não só ajuda com a medicina, mas também como amiga. – ele sorrir ao lembrar – Ela é fantástica.

- Parece que não é só Gaara e Sai que tem interesse em Sakura, você parece bem caidinho pela preferida de nosso pai.

- não seja estupido, você sabe muito bem que só amei uma mulher nessa vida – mais um gole de cerveja e encara o irmão – tem noticias dela?

- Já te falei que não tenho ideia de onde Konan está – Sasuke vira o copo de uma vez – não está na Folha

- irmãozinho, não seja tão tolo, uma hora eu vou encontra-la e juro por Deus, você não terá perdão se eu descobrir que esta a escondendo na folha.

Sasuke estava pronto para responder quando um barulho de garrafa estourando silencia o local, todos olham em direção de onde veio o barulho.

Sasori estava em uma mesa, vestia ainda seu uniforme da guarda.  Estava acompanhado de mais dois colegas, porem seu estado entregava que estava bebendo há um bom tempo. Ele se levanta de forma lenta e dar passos até o meio do salão. Encara Sasuke dando uma risada irônica para ele.

- Veja todos- fala alterado – esse é nosso rebelde, nosso desordeiro, o homem capaz de trair sua família, seus pais e se bandear para outro país, esse homem é a espécie mais escrupulosa que existe.

- Chega Sasori – um colega se aproxima tentando para-lo

- Deixa, deixa-me falar – se solta do colega – Se ele quiser me mandar para forca, que mande. Veja-o enchendo a cara, rodeado de mulheres, com certeza levara uma delas para sua confortável cama no palácio. E enquanto isso, Sakura esta em seu quarto pedindo que um milagre a livre de se casar com esse energúmeno.

As palavras de Sasori prendeu a atenção de todos. E quando as lágrimas começaram a desenhar sua face, o silencio era dominante.

-Veja meus amigos. Ele levara Sakura para longe de Konoha, levara nossa Sakura, a menina que já cuida de nossos ferimentos e enfermidades de filhos e mulheres de vocês. Ele a levara para um país que pode entrar em guerra a qualquer momento, ele a levara em troca de proteção. Ele a jogara em casa e vai continuar enchendo a cara e saindo com mulheres todas as noites. Nossa Sakura, não merecia esse destino, a minha Sakura não merecia acabar sendo mulher de Sasuke Uchiha. Então quando vocês entrarem naquela igreja amanhã. Lembra-se de minhas palavras, lembram-se do mostro que esta levando Sakura de nós.

- Sasori, já está passando dos limites – Itachi interrompe – guardas tiram daqui agora

Os guardas reais carregam Sasori para fora.  Com o olhar Itachi ordena que todos os que estavam no local voltassem para o que estavam fazendo anteriormente.

- o que vai acontecer com ele?- diz Sasuke

- Nada. Não vou castigar um homem por dizer a verdade. - ele volta para o irmão com olhar sereno - até mais meu irmão

 Sasuke ainda permaneceu no bar, remoeu cada palavra dita por Sasori, de vez em quando pegava alguém o observando e outras vezes, percebia que estavam falando de si. Estava certo que era mais do que nunca odiado por todos em Konoha. Se antes era considerado um traidor, agora estava sendo acusado de roubar o tesouro daquele povo.

Sem dizer nada, saiu do bar, chegou ao palácio quando todos estavam dormindo. Subiu as escadas que davam para os quartos. Notou uma lamparina acesa no quarto de Sai, bateu porta e não recebeu resposta. Entrou e notou que ele não se encontrava lá.

-Sai?

Caminhou até a janela onde havia uma tela no pedestal, ele estava pintando, quando notou a pintura, se surpreendeu, mas, logo as palavras de Itachi vieram em sua mente.

- Sakura – eram ela, aqueles olhos verdes e os cabelos róseos só pertenciam uma única pessoa. Porem notou os novos traços em seu rosto. As curvas de mulher feita, os lábios e o sorriso acolhedor.

- És bela, não acha? – Sai fala e Sasuke se assusta com sua presença. Ele mostra a jarra de agua, querendo dizer que foi buscar na cozinha. - ainda não conseguir por todos os traços nessa pintura, parece que falta sempre algo, não sei se é no sorriso ou no olhar.  Mas é algo que a deixa única.

- Está muito bom

- Você não poderá saber essa coisa que a deixa ser quem ela é não existe mais nela desde ontem. Mérito seu

- Queria que as coisas pudessem ser diferentes- disse ainda encarando o quadro – sei que você desejava se casar com ela

- Meu casamento com ela era só livra-la de você – jogou um pano por cima do quadro - meu desejo que ela fosse feliz, e encontrasse alguém que fizesse isso por ela. Eu sei que você tem um caso com outra mulher na aldeia da folha, eu me informei. Por isso que implorei para seu pai que deixasse eu me casar com ela, era merece mais do que um marido infiel.

- Não pretendo tirar a liberdade de Sakura, se ela é feliz ajudando as pessoas, pois bem, na Folha há bastante feridos e enfermos. Estará bem ocupada.

- Nossa, que bondade de sua parte – ironiza enquanto guardava os pinceis – e os amigos dela? A mãe dela, o vilarejo, Sasori, Hinata? Tem muitas pessoas importantes na vida dela, que lá ela não terá.

- Lamento por não poder fazer de tudo por ela. Eu saí perdendo e ela também, o único culpado dessa historia é o nosso rei, e aposto que não podemos fazer nada contra ele.

- então tire essas suas mãos imundas de perto de Sakura. Deixa ela livre na folha. Continue com sua amante e a deixe longe de suas confusões

- Que seja. – Sasuke sai em direção à porta – termine esse quadro até o casamento, acho que gostaria de por em meu escritório. Será ótimo presente de casamento. – sorrir com deboche e se retira do local.

Sai nada responde e deixa que seu primo sair do quarto. Observa o quadro por instantes e olha para fora da janela. Perde-se nas estrelas, faz uma oração para que seu plano corra tudo bem.

 

..........***...........

 

As mesmas estrelas que Sai comtemplava de seu quarto vigiavam Sakura em sua sacada. A doce Haruno pensava em tudo que levou até aquele momento de sua vida.

Sempre foi uma menina amada pelos seus pais e as pessoas ao redor. Lembrou-se do vilarejo onde Sasori morava, gostava do cheiro de madeira que cobria as estreitas ruas. As casas tão simples com suas madeiras velhas e se alguém construía uma nova moradia, o cheiro de madeira recém-cortada remetia em Sakura uma sensação de felicidade. Desde menina brincava por todo lado daquele local.  Sasori era seu companheiro de aventuras.

 Sua mente foi para palácio, seu pai era o médico do reino. Da mesma forma que acompanhava seu pai no vilarejo, o acompanhava no palácio, e desde menina corria livremente pelos corredores e jardins.

O rei Fugaku Uchiha e rainha Mikoto, idolatravam a pequena Haruno. Por não ter sido abençoada com uma filha menina, a rainha fazia da garotinha esperta, sua filha de coração. Amava as visitas do médico, Kizashi Haruno, ela podia mimar a menina, enfeita-la e conversar sobre bailes e etiquetas. Sakura levava tudo como uma brincadeira de casinha. Depois que era liberada pela rainha, corria para perto dos príncipes.

Itachi o primogênito, tinha o mesmo encanto dos pais pela menina, gostava de ensinar Sakura a lutar, e se divertia com o entusiasmo da menor.

O príncipe Sasuke, já era como o melhor amigo de Sakura, era um ano mais velho que ela. Os dois saiam por todo palácio desvendando os mistérios que cercavam o local. Quando tinha oito e nove anos, descobriram a passagens secretas e os calabouços escondidos. Sempre que havia alguma reunião importante no gabinete real, os dois ouviam tudo que se passava por dentro uma das passagens secretas.

Sasuke gostava de ouvir sobre as histórias do vilarejo e tudo que Sakura havia feito fora dos muros do palácio. Ela contava do povoado e que o povo reclamava do rei, e Sasuke prometia que quando fosse adulto e ajudasse governar Konoha, cuidaria melhor do povo do vilarejo. Aquilo enchia de alegria o coração de Sakura, que afirmava que seria médica como o pai, e cuidaria do povo junto de Sasuke.

Aquela amizade durou até que aos quinze anos de Sasuke, quando foi mandado para o país do Trovão, em busca de conhecimento com os sábios do local.  Os dois prometeram que mandariam cartas para terem notícias do que acontecia em suas vidas.

Enquanto Sasuke estava em outro país aprendendo novos conhecimentos, Sakura passou ajudar o pai a cuidar do povo de Konoha. Já estava aprendendo há algum tempo a função. Porém, com o Sasuke longe e estudando, sentia na obrigação de levar mais a sério a medicina.

A troca de cartas acontecia com bastante frequência, ele contava tudo que aprendia e acontecia no país diferente, muitas vezes as cartas que a mesma recebia eram maiores que ele escrevia para os pais e o irmão.  Ele não ocultava nada do que se passava e o que aprontava, tendo a certeza que ela guardaria segredo.

E guardou todos os segredos de Sasuke, e foi à primeira, a saber, que o príncipe mudara seus planos.

Sasuke ampliou suas ideias, abriu seus olhos para diversos assuntos. Sakura sabia de tudo, e o apoio, pois concordava com todas aquelas ideias revolucionárias para época. E quando Sasuke decidiu se juntar com o grupo de rebeldes liderados pela família Uzumaki, Sakura foi à primeira, a saber. Viu o sofrimento da rainha e do rei. Porém, continuou apoiando Sasuke.

As cartas começaram a ficarem escassas, as notícias eram trazidas pelos representantes reais. Sakura havia parado de receber notícias de Sasuke, e não sabia o que esperar daquilo tudo.

Seus dias voltaram a ser divertido, com a chegada de Sai, filho do irmão do rei. Sai queria ser um inventor e tinha um belo dom para pintura. Ele e Sakura se tornaram amigos, e logo Sai passou a ser amigo de Sasori e Hinata Hiuuga. Amigos de Sakura.

Sai sempre foi um bom amigo para ela. Via as cartas que a mesma nunca desistia de escrever, cartas que não tinham respostas.

- Não escreva dessa vez, minha amiga – ele se aproximou de Sakura, ela vestia preto, estava de luto.

- Ele precisa saber que meu pai morreu. - ela dizia fechando a carta com o selo real. Observando as marcar de lágrimas no pergaminho.

- Não haverá resposta

- então será a última.

E foi a última, Sakura não escreveu novamente. Passou a assumir os pacientes do pai, e as obrigações com a família ate a chegada de seu tio, irmão de seu pai, que foi morar em sua casa para cuidar dar mulheres Haruno. Mas, era como se a paz da casa morresse junto de seu pai.

Tio de Sakura não aceitava que a jovem fosse médica e tratou de arranjar logo um casamento para ela. Ia casa-la com um conde Danzou com o dobro da idade da mesma, porém, com uma boa quantia de dinheiro para oferecer ao Haruno. Sakura pensou em pedir ajuda para o rei e a rainha. Mas sabia que estavam ocupados com a novidade de Sasuke.

O filho mais novo do rei, junto de seu grupo de rebeldes, havia invadido as terras da Folha, um pequeno país que fazia fronteira com Konoha, uma batalha havia acontecido, Fugaku, temendo a vida do filho, mandou uma boa parte de sua tropa para as terras da Folha, de deixou-a lá, para proteção do filho.

Quando os ânimos do palácio haviam normalizado, a notícia do noivado de Sakura chegou. Mikoto se enfureceu, fazendo que seu marido tomasse as devidas providências.

O rei mandou chamar a família Haruno e o conde Danzou, depois de ordenar o fim do noivado de Sakura, o rei mandou que o tio da menina deixasse as terras do reino. Tanto Sakura quanto sua mãe, agradeceu o rei pela bondade. No entanto Fugaku declarou que a partir daquele momento, ele decidiria com quem Sakura se casaria.

E mesmo não estando feliz inicialmente, Sakura acabou por se acostumar com a notícia, o rei não havia mostrado intensão de casa-la tão logo, e ela se viu livre para continuar com sua vida.  Os anos se passaram, Sakura sabia que Sasuke estava nas terras da Folha, muita notícias chegavam.

- dizem que ele é amante de uma índia, e que o líder daquelas terras. – dizia Hinata enquanto ajudava Sakura a colher ervas no campo do vilarejo

- Quem lhe disse? – fala Sakura fingindo pouco interesse

- ouvir uma conversa de meu pai com meu primo Neji. Parece que Sasuke é rei, rei da Folha. – reparou quando Sakura abaixou o olhar tristonho - devias esquecer-se dele de uma vez, É um rebelde, traiu nossa terra, foi se tornar rei em outro lugar.

-já esqueci – Sakura deixa raiva lhe dominar, suas bochechas inflamam deixando sua face pálida, avermelhada, um bico surge em seus lábios, deixando ao ver de Hinata, realmente fofa. – esqueci-me dele da mesma forma que se esqueceu de mim. 

Sakura já estava com seus dezoitos anos, era uma bela jovem, doce com a determinação em seu olhar. Mikoto a ensinou como se portar nos bailes e jantares. Foi ensinada pelos mesmos tutores de Itachi, tinha o conhecimento de tudo que acontecia no reino. E mesmo recebendo toda atenção da rainha e do rei, seu sangue Haruno nunca deixou que se deslumbrasse com todo aquele luxo. Continuou seguindo os passos do pai. Era gentil com todos, e aquilo era o que mais destacava em si.

Em um domingo, ela e sua mãe foram chamadas, no palácio, foram esperando ser apenas um almoço de domingo. Porém, Sakura saiu de lá, estando novamente noiva. Noiva do príncipe Sasuke. 

Mas o casamento não aconteceu tão logo, e todos sabiam do porque o rei ter firmado o compromisso. Foi feita uma troca. O rei garantia seu apoio na defesa da Folha e Sasuke se casaria com Sakura.

Mas nada seria de imediato, Sasuke prometeu ao pai que buscaria Sakura quando pudesse dar mais conforto para a mesma. O rei esperou e quatro anos se passaram o rei preocupado com os problemas do reino, não se importava quão o tempo que Sasuke precisasse para casar-se com Sakura. Quando a Folha passou a se tornar uma terra produtiva, novos inimigos apareceram para Sasuke, e mais do que nunca o apoio do pai era essencial para Folha.

Para proteger seu filho Fugaku perdia muitos aliados. A Folha estava na ambição de muitos. Não era só Sasuke que ganhava novos inimigos. Em uma das reuniões no reino de Konoha, o jovem rei Gaara, acabou esbarrando em Sakura. Naquele dia Fugaku perdeu mais um forte aliado e Sasuke ganhou mais um inimigo.

O rei de Suna estava apaixonado pela jovem noiva do príncipe de Konoha.

 

Voltando para realidade de sua vida. Sakura se casaria em dois dias. Não havia visto seu noivo desde que ele havia posto seus pés nas terras de Konoha. Foi tranquilizada por Sai e Sasori, prometeram livra-la do casamento. E mesmo sendo corajosa para enfrentar o que vinha pela frente, Sakura temia que tudo desse errado.

.............***...........

 

Sakura chega ao palácio ainda com o sol despertando. Acompanhada de sua mãe e a criada da casa Haruno. A rainha a recebe feliz, ignorando a cara de infelicidade de ambas.

Durante toda a manhã, Sakura passou trancada no quarto, criadas saiam e entravam todo instante. Já havia sido banhada com sais e essências. O sol já havia se posto no centro do céu, e se encaminhava para novamente se recolher. A cerimonia seria no final da tarde. E a festa correria por toda a noite. Partiriam na manhã seguinte. Assim eram os planos de Sasuke, mas, não os de Sakura.

Ela observava da janela o movimento no palácio, empregados do rei entravam e saiam e carruagem não parava de chegar. Não tinha ninguém de tão longe. Só gente importante. Ninguém do vilarejo e isso a deixou ainda mais triste. Não era esse o casamento que sonhou para si. Seu pai não aceitaria isso.

Ter noivado por tento tempo, deixou aquele vestido com cinco metros de calda, todo bordado delicadamente e era coberto por perolas. Era magnifico.  Sua beleza se acalmava dentro daquele vestido. Via seu reflexo no espelho, sua face pálida com as maçãs do rosto rosadas, seus olhos brilhavam na imensidão branca que estava vestida. As joias da família real cobria seu pescoço, era como um anjo perdida no pecado na vaidade e luxuria. Não era a Sakura Haruno que estava no espelho, era uma Uchiha, e aquilo a assustava muito.

- É tradição que um Uchiha entregue um colar de presente para sua mulher, isso é feito na lua de mel. Quando estão a sós – explica a rainha, não se importava com a tristeza de Sakura nem de sua mãe. Para ela, o dia havia chegado, enfim.

......

A hora da cerimonia havia chegado. E Sakura sentiu o arrepio por todo seu corpo, pois seria naquele momento que ela escaparia. O Sai a buscaria no quarto e juntos seguiriam para a passagem secreta.

Mikoto se despediu de Sakura, deixando sozinha no quarto. Itachi a levaria até a igreja. 

Sai tinha pouco tempo até Itachi chegar.

Nos corredores do palácio, Sai tentava chegar até o quarto de Sakura sem se visto. E quando chegou, precisou despistar os guardas que guardavam na porta, deu as ordens pra que fosse atrás de Itachi, mesmo contra gosto obedeceram ao Uchiha. Da porta chamou Sakura, os dois correram pelos corredores do palácio, até a biblioteca, ele abriu a porta secreta e deixou que ela passasse antes.

- agora é com você – disse ajudando-a por o imenso vestido para dentro do buraco – Sasori já deve estar lhe esperando do lado de fora e Hinata já deve ter deixado os cavalos na floresta. Tenta ser rápida.

- Te vejo em breve – ela abraça o amigo e desaparece buraco adentro

Sai corre para o seu quarto, pega o retrato de Sakura e segue para o corredor, esbarrando em Itachi.

- Sai mandou me chamar?- pergunta o Uchiha

- sim, preciso que entregue esse retrato para Sasuke – entrega o quadro para Itachi que analisa – Sasuke mandou que entregasse a ele hoje, me recuso fazer isso, faça você.

- Sasuke quer um retrato de Sakura. Por quê?

- Não tenho ideia. Eu deveria ficar com o retrato, mas agora ele é o marido dela.

- Certo. Entregarei amanhã antes da partida para a Folha – Sai tenta sair quando Itachi lhe chama – Sai, você é o amigo de Sakura, acho que ela ficara mais tranquila com a sua presença na carruagem.

Sai assenti e acompanha Itachi até o quarto onde Sakura devia estar. Quando chegam ao local, os guardas já estavam em suas posições, Itachi entra no quarto e depara com ele vazio. Corre para o closet e nada de Sakura. Vai direto até Sai que fingia estar tão surpreso quanto ele.

- Sai, se sabe onde ela está, me diz de uma vez e evitara sofrer as consequências

- como poderei saber, estou todo tempo com você.

- diabos. Você ajudou ela escapar – Itachi dar ordens para que os guardas procurem por Sakura, Itachi volta para Sai que parecia tranquilo, e isso desperta as lembranças de Itachi – só tem um lugar no qual Sakura poderia andar sem ser vista não é mesmo, Sai?

- Ela deve estar bem longe daqui nesse momento – fala somente

- conversaremos depois, Sai Uchiha.

Itachi segue para fora do palácio e vai até as saídas das passagens secretas, o problema é que existiam dez saídas diferentes por todo palácio, as que iam direto para floresta e as que acabavam no comercio. Ele monta em seu cavalo e começa dar a volta por todo o palácio, não importava por onde Sakura escaparia. Ele ia encontra-la e leva-la para igreja.

 

................***..............

 

Sasori e Sakura seguiam pela floresta, faltavam pouco para chegar ao local marcado, quando avistaram Hinata com dois cavalos esperando por eles, são surpreendidos por guardas que saíram por de trás das arvores, o cavalo de Sasori relinchou e empinou. Sakura acaba caindo do mesmo, Sasori desce e a ajuda a levantar, os guardas vêm em sua direção, tira sua espada da cintura e trava uma luta com eles.

- Corre Sakura, continua sozinha. – Sakura nega a deixa-lo sozinho, porém quando ele derruba dois guardas em poucos segundos, sobrando apenas um, ela percebe que ele estava seguro – anda Sakura, é a sua única chance.

Sakura tira a espada de um guarda e continua a correr floresta adentro. Consegue ver Hinata a margem do rio esperando por ela.

- Sakura - ela abraça a amiga – cadê Sasori?

-caímos em uma emboscada, mas ele esta no controle, vou seguir sozinha- diz já montando no cavalo.

- mas é perigoso, deve ter guardas reais por todos os lados.  – diz Hinata

- Hinata, só tenho essa chance – fala já seguindo o caminho do rio a cima- preciso que saia daqui, eles não podem encontra-la aqui.

Sakura corria o mais rápido que podia, porém escolheu a direção errada, logo a frente avista um grupo de soldados sendo comandados por Itachi, Sakura olha para trás e ver mais soldados em sua direção. Só tinha uma saída, atravessar o rio, sem pensar muito, seguiu com o cavalo pela parte que acreditava ser a mais rasa.

- Sakura pare onde esta, não seja estupida – gritava Itachi à beirada do rio.

Ela termina de atravessar e seguiu em direção da floresta da morte. Logo pode ouvir os cavalos vindos atrás. Continuou guiando o cavalo para dentro da floresta, só parou quando seu cavalo perdeu velocidade devido ter entrado em um lamaçal, estava cada vez mais difícil de continuar montada nele, viu que Itachi e os guardas desceram de seus cavalos e seguiram de pé, estavam mais rápido, obrigando-a fazer o mesmo. Mas seu vestido afundou na lama, o peso deixava mais difícil para andar, mesmo assim, não desistiu.

- Sakura pare agora, essa floresta é perigosa morrera em poucos minutos. – disse Itachi, ele não mais gritava, pois estava próximo.

Sakura quase se arrastava pela lama, o desespero dominava seu corpo, era quase impossível fugir carregando aquele vestido. Quando pulou um troco seu vestido prendeu em um galho ela foi de cara à lama.  Pode ouvir as risadas de Itachi e dos guardas. Logo sentiu ser puxada para fora da lama. Já chorava.

Itachi passou um lenço em seu rosto tirando toda sujeira

- Veja rapazes, ela não e a noiva mais linda que já viram. – Itachi ria do desespero de Sakura.

- deixe-me ir, Itachi, eu lhe imploro.

- Você esta preste a entrar na floresta da morte, se não conseguiu sair de um lamaçal, acha mesmo que vai conseguir atravessar léguas de floresta escura e cheia de perigos? – disse com sorriso acolhedor – venha comigo, eu tenho uma ideia melhor.

Itachi a ajudou a andar na lama, e quando estavam perto do rio ele sentou nas pedras da margem a obrigando fazer o mesmo. Afastados dos guardas.

- veja Sakura, eu esperava que fosse aprontar algo, mas confesso que me surpreendeu floresta da morte? Imagine, é loucura. – ele disse e encontrou a cara surpresa da mesma – ora você e o Sai acham mesmo que não imaginei que tentariam escapar pela passagem secretas do palácio? Seria uma tola se não esperasse que fizessem algo.

- então me leve de uma vez pra aquela igreja e acabe logo com isso.

- não tão rápido - ele sorrir e a encara – sabe Sakura, você e seus amigos incluindo meu primo estão bastante encrencados, certo?

- Itachi, você não seria capaz de fazer algo com eles, só quiseram ajudar-me.

- Compreendo Sakura, e eu não sou capaz, não sou esse tipo cristão, porém o rei vai precisar saber que o aconteceu, não é mesmo? – ela espera que ele continue – mas posso encobrir toda essa história, tirar os nomes de seus amigos se você me ajudar.

 - o que você quer?

 - Quero que você se case com eu irmão- ela desvia olhar – Sakura, você sabe que a única mulher que eu amo de verdade é a konan. Não sabe?

- Eu sei, mas o que isso tem haver?

- Estou certo que Sasuke esconde konan em algum lugar na Folha. Eu quero que você descubra onde ela esta. E em troca, livro seus amigos de sofrerem as consequências de terem te ajudado a fugir, e ainda por cima, te livro desse casamento.

- mas como, se já vou estar casada.

- oras, as pessoas podem desaparecer, não era isso que estava preste a fazer. – ele olha para a floresta da morte e depois volta a encara-la – vou estar na Folha em três ou quatro meses, até lá, você terá descoberto os segredos de Sasuke, e onde ele esconde Konan.

- e se por acaso ele não tiver a escondendo?

-A liberto mesmo assim, confio em você e sei que não mentiria sobre isso. – ele sorri de forma terna – Já pensei em tudo. Na folha existe um rio que cruza toda a aldeia, você vai até aquele rio, terá um barco que levara você para longe. Todos irão pensar que você desapareceu. Depois levarei você para o vilarejo. E cuidarei para te manter escondida até que meu pai desista de te procurar.

- promete?

- você quer uma chance de ser livre e eu quero uma chance de encontrar a mulher que eu amo. Temos um trato aqui, Sakura.

- temos um trato.

Os dois deram as mãos afirmando o acordo.

- agora vai até o rio e lava esse rosto, já que você conseguiu destruir um vestido que levou quatro anos para ser usado.

 

............***.............

 

Mikoto já estava tendo um ataque de nervos, Sakura estava uma hora atrasada, e rei nada dizia, porém ninguém se atrevia se comunicar com ele. Mebuki, mãe de Sakura, estava sendo acalmada pelo padre.  O único que parecia feliz com o desaparecimento da noiva era Sasuke, que junto dos amigos comemoravam o casamento não realizado.

- Ei teme, se você soubesse que a noiva ia dar no pé, você tinha vindo se casar antes.

-até quando vamos ter que esperar pela noiva heim? – fala Shikamaru, impaciente.

- fazem silêncio, meu pai não para de olhar para cá. Vai achar que eu que desapareci com Sakura para evitar esse casamento.

Fugaku já bufava de raiva, Sakura fugiu diante de suas vistas, e o que mais o deixava irritado era que diabos de soldados que tinha que não havia a encontrado e trazido para aquela igreja, como iam proteger um reino se não conseguiam encontrar uma simples jovem.

Sasuke testava sua paciência mostrando aquele sorriso vitorioso, se Sakura não fosse encontrada e aquele casamento não se realizasse, o acordo estaria cancelado e que as tropas de país do Arroz e do país da Nevoa, invadisse a aldeia da Folha e acabasse com tudo de uma vez.

Quando se levantou para dar por encerrada a cerimônia, um guarda e aproximou e avisou que Sakura avia sido encontrada e estava preste a entrar na igreja. 

Itachi passa pela porta da igreja, atravessa toda a extensão do tapete vermelho, dando um sorriso tranquilizador para sua mãe, que por fim respira aliviada. Porém, não deixa de observar o estava deplorável do filho mais velho.

Minutos depois a porta da igreja é aberta, e por lá entra a noiva. Todos os olhares foram para Sakura, que estava completamente destruída. Seu vestido estava cheio de lama, e a calda ainda molhada sujava o tapete vermelho da igreja. Tinha arranhões nos braços e sua face estava com pequenas esfoliações. Seus cabelos antes róseos, agora estavam cobertos por lama. As joias ainda estavam em seu pescoço, mas sem brilho algum.

 A Cada passo que dava, os olhares eram de pena pelo estado no qual se encontrava. Sakura procurou por sua mãe, e viu-a com o rosto coberto por lágrimas.

Quando chegou ao altar, se negou encarar Sasuke, apenas se ajoelhou e esperou que o padre a casasse de uma vez por todas.

Quando o padre ameaçou pedir para que o noivo beijasse a noiva, Sasuke mandou um olhar feroz, o impedindo de continuar, fazendo assim pular para enfim casados. Não teve aplausos e sim apenas viram a noiva sair escoltada pela mãe e as empregadas do imperador.

Sasuke respirou fundo se deu conta que tudo estava pior que imaginara.

.............***............

 

Havia passado horas desde que a cerimonia foi realizada. Sakura havia se lavado e se aprontado para dormir. Ela e Sasuke dividiriam o quarto, e não saberia como isso poderia acontecer. Só estava em mente o acordo com Itachi, sua única esperança de ter sua liberdade de volta.

Sasuke junto de Naruto bebiam a beira do rio, ainda tentavam digerir toda aquela história.

- Teme, sua esposa se atirou na lama, para não ter que se casar com você – Naruto ria de forma escandalosa – Esperou ansioso para contar a Jiraya, Tsunade e meus pais, a roda de fogueira nunca mais será mesma depois disso.

- não vejo graça nenhuma, isso só prova que me casei com uma maluca. Como será minha vida com a Sakura. Ela vai tentar se atirar na lama toda vez que me ver

- espera, agora estou imaginando como seria isso. – ele ria ainda mais, mas quando percebeu que seu amigo não estava muito animado, resolveu mudar o discurso – calma teme, porque não tenta mostrar para Sakura que você não e esse mostro que ela pensa. E que você vai aceita-la como ela é.

- vou deixa-la ver com próprios olhos, baka. – ele olha para frente observava a calmaria das águas que corria pelo rio – Ela verá que na Aldeia da Folha existem águas cristalinas, verá o céu estrelado. Nossa gente, nossos bichos, e aposto que vai se encantar tanto quanto sé encantada aqui – Sasuke olhou em direção do quarto em que sua esposa estava acomodada, seu coração ainda estava sobre efeito de tudo que havia acontecido. A imagem dela suja e com o olhar triste, jamais sairia de sua cabeça.

-Você tem razão meu amigo. Agora melhor irmos procurar nossa rede, ou melhor, eu procurar minha rede, você vai deitar numa cama bem quentinha, não é não?

- estou muito novo pra morrer.

 

...........***..........

 

Sakura dispensou o jantar e as empregadas. Preferia estar sozinha, olhava através da janela para as ruas do reino. Vendo os empregados seguir seu caminho de volta para casa. Sentiu um frio na barriga imaginando que não poderia ter essa vida. Não teria sua casa no vilarejo, nem ao redor do reino.

Ouviu o baterem na porta e recusou a abrir

- Sakura sou eu – Sai se pronunciou, fazendo assim que ela assim abrisse a porta.

Puxou pelo braço para que ele entrasse

- Sai, meu Deus! Você esta bem?

- Estou Sakura, e você, que susto, você coberta de lama – ele começou andar de um lado para o outro – deu tudo errado, agora você vai embora.

- Sai, esquece isso - ela o segurou pelos braços obrigando parar no mesmo lugar – preciso ter notícias de Sasori e Hinata.

-Itachi prendeu Sasori até o final da cerimônia e Hinata voltou para o convento, ele disse para freiras que ela estava ajudando no vilarejo- Sai não era bobo e sabia que tinha coisa ali – Sakura, porque Itachi não fez nada com Sasori? Ele apenas pediu para voltar casa e descansar

Sakura se virou de costa para o amigo e andou de braços cruzados dando de ombros

- Nada que eu saiba

- oras, eu te conheço dona Sakura – ele a puxa de frente obrigando a se virar – desembucha.

- oras, não me amola. Está tudo certo não esta? – ele respira fundo e se aproxima da janela – vocês estão bem e eu estou indo para aquela Aldeia da folha.

- eu irei a pouco para lá. Vou visita-la e ver se meu primo esta cuidando bem de minha amiga.

Sai toca na face de Sakura de forma carinhosa, acalmando-a. Nesse momento a porta do quarto Sasuke é aberta e por ela passa Sasuke que observou intrigado os dois. Sai se afasta de Sakura.

 - Noite primo – fala Sasuke, mas é ignorado pelo primo.

Sai sorrir para Sakura saindo do quarto deixando os dois sozinhos

Sakura nada fala e muito menos Sasuke, ela se deita sobre a cama, Sasuke com a intensão de fazer o mesmo encontra o olhar enfurecido da esposa e muda de ideia. Apenas pega um

Travesseiro e segue para deitar no divã.

...........***..........

 

A carruagem estava parada em frente ao palácio, Sakura recebia abraços de despedida de sua mãe e amigos.  Recusou os braços da rainha e não olhava em direção do rei. Que neste momento trocava as últimas palavras com Sasuke.

Os companheiros de Sasuke já se colocaram a posto em frente à carruagem. Sasuke se aproximou recebendo olhar frio de raivoso das mulheres Haruno

- Mamãe, vamos partir – disse a mãe.

- se cuida e cuida de sua esposa, não deixe de mandar notícias. E meu filho acabe de uma vez com essa historia.

- pode deixar, vou pensar em suas palavras. – ele se vira para Mebuki que o encarava com desprezo – cuidarei de sua filha senhora Haruno e mandaremos notícias

- estou contando com isso

- vamos Sakura- sem dizer nada, ela sobe na carruagem com a ajuda de Sai. – vou de cavalo a junto dos rapazes, qualquer coisa que precisar é só chamar, vamos fazer algumas paradas e de noite vamos acampar e dormir.

Ela virou o rosto e ele desistiu de manter a conversa

Durante uma boa parte do caminho Sakura se recusou a olhar para fora da carruagem, quando se cansou de olhar para o chão de madeira que balançava conforme os cavalos andavam, ela observou a paisagem do lado de fora, olhava as terras de Konoha se recusando a acreditar que seria a última vez que estaria ali como moradora daquelas terras.

Quando tudo passou a ser floresta fechada não pode evitar observar os homens e seus cavalos, na sua concepção eram brutamontes, as roupas eram em fiapos, e as barbas estavam por fazer, se é que faziam a barba.  O tal de Naruto era o mais agitado, sempre estava perto de Sasuke, porém parecia não parar quieto, ia até um moreno que mantinha cabelo preso no alto da cabeça, ficava lá até perturba-lo, depois não satisfeito seguia para até o homem gordo que tinha o cabelo cumprido e sempre estava comendo, ele se irritava rápido, e parecia que Naruto era a desculpa para ele por comida na boca, Naruto irritava a boa parte dos homens do bando, mas parecia que gostavam, pois quando Sasuke estava em alguma conversar que julgavam importante, os homens chamavam Naruto para falar de algo inútil.

Sakura percebeu que já estava escurecendo e ainda era o primeiro dia de viagem. Tinha mais quatro dias pela frente.

 


Notas Finais


obrigado para quem chegou até aqui, espero que tenham gostando. bjosss


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