História Um Motivo Para Viver - Capítulo 2


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Categorias 50 Tons de Cinza, Uma Linda Mulher
Personagens Anastasia Steele, Christian Grey, Personagens Originais
Visualizações 9
Palavras 693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Um


Capítulo 01 - Mantenha o Controle




Olho me no espelho, os enjôos virão, e eu não vou poder segurá-los. Maldito Paul.

Ele me fez passar por tudo isso, ele é o culpado de tudo.

Meu corpo ainda tem as marcas, isso nunca vai sair.

Marcas são sinais, e essas foram a da minha vida, marcas da minha vida ao lado do cara que a minha mãe me obrigou a casar, por causa desse bebê.

E no final acabei abandonada, só espero que ele esteja sendo traído nesse momento por aquela vagabunda, que tirou o pai do meu filho.

É, somente o pai do meu filho. Só isso. Ele é uma parte dele, eu não posso negar, aprendi que mesmo o rejeitando, ele é o pai do meu filho. E vai ser até a morte.

Mas pai, não é quem gera, é o que cuida e dá amor. E isso ele ainda não fez, nem vou esperar fazer. Esperei tanto pelos outros, e eles me devolveram preocupação em dobro.

Não quero ser mal agradecida, as pessoas fizeram muito por mim, mas hoje não quero mais. Não quero o cara que me violentou, levar o título de pai do meu filho, não isso não.

Mas meus pais querem, meus pais. Sempre eles querem por mim, sempre decidem por mim, chega! Não posso continuar assim, não posso desobedecer minha familia, mas preciso viver, a minha vida.

Eu cansei de ser a filha perfeita. O exemplo, a certinha. Eu simplesmente não consigo... Vai além de mim.

Não posso errar, não posso... Mas preciso aprender com meus erros... E malditos erros, malditas pessoas, que estragaram minha vida. Simplesmente a pegaram e jogaram no lixo. Eu sou um lixo.

Não posso suportar, é sufocante
Querer ter saido de casa com os meus pais, ao invés de ser pega por um canalha, amordaçada, e quebrada, é assim que me sinto.

E se alguém pode me reconstruir? Juntar os meus pedaços? Creio que não, não há motivos para alguém fazer isso por mim.

Quando se morre por dentro, o corpo é apenas o resto, algo vazio que não sente nada, nada mais pode me machucar, nada, eu já fui machucada demais. Para sentir. Apenas sinto os chutes desse bebê, que não para desde que comecei a falar.

-- Ei garotão! Digo acariciando minha barriga e subindo um pouco minha blusa, já dá para perceber, esse umbigo não dá outra explicação.

-- Você está chutando porque? Pergunto sorrindo e ele chuta de novo.

-- Ei, mamãe não é uma bola! Digo rindo, e me viro olhando para o espelho e cruzando os braços, bem que eu vou parecer depois de alguns meses.

Não sei porque, sempre que penso nesse bebê, um sorriso se forma no meu rosto, talvez ele seja um pedacinho de felicidade, que chegou para alegrar os meus dias.

Olho para o meu guarda roupas e só há, vestidos... Até que vejo uma saia, e um blazer.

São os únicos que tenho... Quando minha mãe soube do bebê, ela queimou minhas roupas, quase todas.

Coloco uma camisa floral, e o blazer, a barriga fica a mostra, a camisa já não serve mais, mas não posso ir a uma entrevista usando roupas, de gravida, eles jamais iriam me aceitar, nunca.

Amarro meu cabelo em um rabo alto, e fica estranho. Solto ele, e faço uma trança, que fica de lado. Agora assim, pareço uma mulher de vinte e dois anos.

Vou ao banheiro e fecho meus olhos, e conto: -- Um, Dois, Três. -- Preciso me acalmar. Meu coração pede.

Olho a bolsa, e tudo está lá, celular, roupas extras, remédios, e o mais importante, meus documentos.

São meus documentos, graças a Deus, que não existe um documento, escrito "Prestes a Ser Mãe Solteira" Porque isso seria o fim, se já não é.

Respiro mais uma vez, e o bebê chuta.

-- Pontinho, acalme-se. Digo sorrindo e parece que ele não me ouviu, pontinho, quando você nascer, você está ferrado, vou morder esse pezinho por ficar me chutando, você vai ver pontinho, vai ver. Digo ameaçando-o, e seu pé certeza desencosta da minha barriga.

-- Melhor assim. Digo mordendo os lábios.


….


Notas Finais


Desculpem os erros! Estou postando aqui a fanfic pois preciso manter meus trabalhos seguros!


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