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História Um Mundo Sobrenatural - A Escuridão Da Loba Branca - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 3 - Chapter 1


Cistyne acordou com o despertador como todas as manhãs, porém mais tarde do que do seu costume, hoje ela faria a mudança para a casa que seu tio havia deixado para ela antes de ir morar na Europa com sua filha.


A garota de quatorze anos se levantou sonolenta, soltou um bocejo de olhos fechados e tropeçou em uma caixa que estava em seu caminho, caiu de lado no chão, mas logo se levantou passando a mão no ombro onde está pouco dolorido.


Ela pegou a escova de cabelo de dentro de uma das caixas abertas, se sentou na cama com cuidado desfaz os nós em seus longos cabelos ondulados cor de mel, um puxão ali, outro aqui, e ao terminar passou creme nos fios de seu cabelo.


Batidas fortes foram ouvidas na porta trancada, Cistyne as ignorou, sabia bem quem era, apenas revirou os olhos verdes, e foi se arrumar havia deixado a roupa separada, ela vestiu a roupa, uma camisa estilo social cinza claro por dentro de uma saia preta junto com um cinto marrom e por fim um all-star preto de plataforma.


Ela guardou o pijama que usara na noite passada na mala ali ao lado da porta, guardando as últimas coisas que tinha ela ouviu um barulho alto seguido do tremer de sua porta, alguém havia chutado a porta do quarto e veio seguida de gritos.


— A tia disse que se você não descer agora não vai tomar café sua inútil! — deu outro chute na porta.


— Eu não me importo, desapareça paquita do capeta! — Cistyne retrucou à provocação da menor.


O silêncio trouxe conforto à Cistyne, aquela era Joanna, afilhada de sua mãe adotiva que perdeu os pais em um acidente dois meses atrás, e agora morava com eles, era uma verdadeira paquita do capeta que viera deixar a vida de Cistyne mais complicada.


Para Cistyne era melhor se tivesse continuado naquele orfanato, e que nunca o caminho dela tivesse se cruzado com o de Karen e James, sua vida era um verdadeiro inferno por causa daqueles malditos, e mesmo depois de dez anos ela ainda não entendia o porquê de terem adotado ela se pretendiam trata lá como peso morto.


Cistyne não se importava teria que aquentá-los por somente três anos, quanto completasse seus dezessete anos seria maior de idade, e poderia ter a casa do tio passada para seu legitimo nome, ela tinha uma conta "gorda" no banco, graças ao que passava algumas noites em claro fazendo, Cistyne sempre gostou de jogos, e faturava algum dinheiro com esse passatempo, devido isso não teria problemas financeiros, se arrumasse logo um trabalho.


Espantou esses pensamentos de sua mente sacudindo a cabeça para os lados, fechou a última caixa aberta com fita adesiva, e destrancou a porta do quarto.


Saiu e foi para o banheiro, escovou os dentes e depois pegou a pasta e a escova levou para o quarto e colocou dentro de uma das malas, ouviu James gritando seu nome do lado de fora da casa, a mandando carregar o carro com suas coisas.


Ela suspirou e pegou a caixa e colocou uma mochila não tão pesada em cima, carregou para o carro e colocou no porta-malas aberto, voltou para o quarto e pegou as duas outras malas de mão, as puxou para o carro e colocou dentro, no caminho de volta para o quarto pegar sua bolsa com alguns pertences encontrou a afilhada de Karen, achando Cistyne distraída ela colocou o pé no caminho da mesma, que de distraída não tinha nada naquele momento, Cistyne deu um chute no pé dela o tirando do caminho e também como vingança pela porta.


Cistyne riu em seu interior, gostava de fazer maldade com a pirralha, e para Cistyne, ela tinha direito, afinal a menor vivia inventando mentiras para encrencá-la, mas Cistyne já conhecia a peça e sabia dar a volta por cima como uma boa canceriana que era.


Cis voltou para o quarto e pegou a bolsa onde continha, seu celular, documentos, carteira, carteira estudantil, fone de ouvido interno, fone de ouvido externo, o segundo do volume de um mangá que começara a ler um dias atrás e também o molho de chaves.


Conferiu se estava tudo ali, e logo ouviu a bruxa da Karen lhe gritar a chamando, pois já estavam saindo, Cistyne revirou os olhos, coloco a bolsa sob o ombro e saiu, Karen lhe olhou com desprezo quando passou pela porta mas nem se importou, ela não se importava com aqueles três ordinários.


Entrou no carro sem dizer nada, colocou o cinto, James ligou o carro após Karen entrar, deu partida no caro e saíram da casa.


Quinze minutos depois estavam na casa do tio e da prima de Cistyne, Sebastian e Angélica, os únicos de toda a família e gostava e tratavam bem Cistyne, Cistyne está feliz por ir morar na casa o tio havia deixado para ela, porém estaria mais feliz ainda se estivesse indo morar sozinha, mas teria que se contentar com o que tinha no momento, e também pelo menos agora seria vizinha de seus dois melhores amigos, Beatriz e Benjamin, Beatriz era meio doida e tinha uma energia e animação que Cistyne desconhecia, enquanto Benjamin desde pequeno era perdidamente apaixonado por Cistyne, bom pelo menos é o que ele sempre insistiu.


James estacionou em frente à casa, e logo saiu seguido só restante, a maioria dos móveis já haviam sido carregados para dentro da casa no dia anterior, alguns viriam mais tarde naquele mesmo dia, Cistyne vivia na casa do tio, então já tinha seu quarto montado, só teria de arrumar algumas coisinhas, e foi fazer isso de imediato, saiu do carro e pegou logo as duas malas e entrou, a casa era grande, tem quatro andares contando com o sótão que era o quarto de Angélica.


No primeiro andar tinha logo de entrada o jardim da frente, a sala, a cozinha, o quarto de Sebastian, e o jardim dos fundos; no segundo andar outra sala, o quarto de Cistyne e o banheiro; no terceiro andar, os dois quartos de hóspedes, a sala de musica/ensaio de Sebastian e a passagem para subir ao quarto de Angélica; e por fim o sótão onde era somente o quarto de Angélica e ocupava todo aquele espaço.


Cistyne foi para seu quarto e colocou as coisas em um quanto, voltou ao carro pegou a caixa e a mochila colocou no quarto, abriu sua bolsa e pegou as cópias das chaves que tinha.


Não iria ficar ali com aquelas pessoas, iria sair pela vizinhança, pegou o skate de cima do armário com certa dificuldade divido à altura do móvel, mas conseguiu, pegou a bolsa e a colocou sob o ombro novamente, saiu do quarto trancando a porta do quarto e guardando as chaves na bolsa, saiu sem que ninguém a visse, não que estivesse se escondendo de alguém.


// Não volto para casa antes das dezenove horas \\ Pensou Cistyne, se dirigindo à biblioteca pública da esquina.








Notas Finais


Espero que tenham gostado deste capítulo!


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